Pra poder ter mais foco, ele largou tudo e foi morar numa barraca na floresta

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Thomas Backlund é empreendedor, programador e pediu demissão do seu emprego para viver em uma barraca, mudando duas vezes por semana sua localização em alguma floresta em Estocolmo, Suécia.

Ele fez essa opção para poder escrever em tempo integral os códigos do projeto de sua startup, dizendo que optou por morar em uma barraca para dedicar mais tempo e também para ter mais paz de espírito. “Computador, floresta, baterias… Nada prático? Será que não seria mais lógico continuar no meu apartamento e apenas cortar meus gastos? Bom, o racional e o certo nem sempre andam juntos”. Ele tem dois painéis solares portáteis Brunton de 62 Watts para carregar seu notebook, celular e bateria externa, e junta tudo em uma mochila, desde o fogão a barraca e os acessórios, que somam 35 kg. Thomas conta que foi difícil largar tudo, inclusive pela falta de apoio da família, mas que juntava forças olhando para uma foto de uma linda floresta para onde ele queria ir.

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A startup ainda não havia sido revelada, e três meses após estar morando na barraca, revelou seu projeto: chama-se Blockie.io e, segundo a descrição da página, é uma plataforma para não programadores para criar serviços de back-end realmente de forma fácil. Não há codificação, você pode construir serviços através da combinação de blocos de funcionalidade.

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Se sua startup vai dar certo ou não, só o tempo vai dizer, mas uma coisa é certa: sua experiência inusitada chamou a atenção de muita gente, inclusive investidores, e com certeza ele vai levar muito aprendizado em sua vida, que cabe toda numa mochila.

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todas as imagens @Thomas Backlund.

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Tapetes reproduzem o fundo do mar e trazem reflexão sobre preservação dos oceanos

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Nós adoramos toda e qualquer forma de arte, porém quando ela possui um caráter crítico e nos instiga a pensar sobre determinado ponto, melhor ainda. A artista portuguesa Vanessa Barragão, vem criando tapetes incríveis, que além de nos propor uma reflexão sobre a importância da preservação dos oceanos, recupera técnicas ancestrais de tapeçaria manual. Recriando paisagens do fundo do mar, suas obras são produzidas inteiramente de maneira artesanal e são 100% sustentáveis.

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Sediada na cidade de Porto, a artista é natural de Albufeira, litoral do país, portanto o mar sempre foi sua realidade. Após estudar Design de Moda e estar em contato direto com a indústria têxtil, a preocupação com o meio ambiente tornou-se real, já que a indústria da moda é uma das que mais poluem o meio ambiente.

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Retratando algas, corais e aspectos da vida marinha que encontram-se em constante ameaça, sua obra não poderia ser mais atual e direta. A complexidade de seu trabalho caminha lado a lado com sua criatividade, trabalhada a partir de técnicas tradicionais, como feltragem, tricô, macramê, crochê e tecelagem, muitas destas que vêm sido engolidas pela industrialização.

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Altamente sensoriais e integralmente feitas à mão, todo o material utilizado na composição das suas peças são coletados, limpos e reciclados para serem reinseridos no processo de confecção das obras. Lindo é pouco!

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Fotos: Vanessa Barragão/ fonte:via

A incrível história do menino brasileiro que cresceu brincando com onças

Tiago Jácomo Silveira, de 12 anos, cresceu brincando com onças-pintadas. Ele não é uma daquelas crianças que foram criadas por animais, nem nada do tipo. Tiago é filho dos biólogos Anah Tereza Jácomo e Leandro Silveira responsáveis pelo Instituto Onça-Pintada, um órgão que luga pela preservação destes animais.

Ainda pequeno, Tiago amamenta uma onça bebê

Em entrevista à BBC, a família conta que o convívio do garoto com os animais começou quando ele era somente um bebê. A história se tornou viral após uma foto do menino ao lado de duas onças ser compartilhada nas redes sociais.

Tiago, 12 anos, aparece em um lago ao lado de duas onças-pintadas

Leandro, Tiago e Anah caminham ao lado de uma onça-pintada

Como os pais viviam no Intituto Onça-Pintada, cuidando de três onças recém-nascidas, o convívio de Tiago com os felinos ocorreu naturalmente. Desde muito pequeno, ele era instruído sobre como lidar e respeitar os limites dos animais.

Ao lado da mãe, Tiago aproxima o rosto de uma onça-pintada

À reportagem, o pai conta que costumava viajar de caminhonete com o menino e as onças juntos. No trajeto, faziam diversas paradas para dar mamadeira a Tiago e aos filhotes de animais. Mesmo assim, o garoto nunca ficou sozinho com os felinos e a família garante que nunca houve nenhum incidente que o colocasse em risco.

Tiago recebe “um abraço” de uma onça maior do que ele

Embora estejam presentes em cerca de 21 países, quase metade das onças-pintadas vivem em solo brasileiro. Apesar disso, o respeito a estes animais não é um consenso. O próprio exército chochou muita gente ao abater uma onça em Manaus e, no Pará, um caçador foi preso após matar dezenas de animais da espécie.

Fotos: Arquivo Pessoal /fonte:via

As maravilhosas piscinas termais da Turquia parecem um spa criado pela natureza

Se você está em busca de lugares mágicos e surreais para fazer sua próxima viagem, talvez este seja o destino perfeito. Com dezenas de piscinas naturais e muita calmaria, a cidade turca de Pamukkale é procurada desde a antiguidade por quem buscava o famoso elixir da beleza, já que a região é cheia de piscinas naturais de água quentinha, com temperaturas que variam entre 35 e 100 graus.

Listada como Patrimônio Mundial da UNESCO, Pamukkale significa ‘castelo de algodão’, em turco e é uma pequena cidade ao sudoeste da Turquia, a cerca de 500 km de Istambul. Porém, a beleza das piscinas naturais vem atraindo tantos turistas nos últimos anos, que agora dar um mergulho nelas está cada vez mais difícil. Seguranças por todos os lados estão lá para garantir que um patrimônio da humanidade não seja deteriorado.

A interferência humana já foi responsável pela destruição de inúmeros patrimônios da humanidade, então nada mais justo que existam leis e pessoas que garantam que isso não aconteça mais. De qualquer maneira, mesmo sem poder nadar, observar essas lindas formações da natureza pode nos trazer uma imensa tranquilidade e alegria e esta continuará sendo uma viagem inesquecível!

Fotos: Logga Wiggler /fonte:via

Macacos desconfiados e leopardo reflexivo: Os 10 vencedores do Wildlife Photographer of the Year 2018

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Serenos, reflexivos, concentrados e preocupados, dois macacos-de-nariz-arrebitado olham para a mesma direção. Sentados sobre pedras em um denso cenário de floresta, os macacos parecem ao mesmo tempo completamente selvagens e de semblante bastante humano, enquanto observam uma briga entre membros de seu grupo. Essa é a imagem vencedora do Wildlife Photographer of the Year 2018, o concurso anual de fotografias amadoras e profissionais do mundo inteiro, que registram “a beleza e a fragilidade do mundo natural”.

A foto vencedora foi tirada nas montanhas de Qinling, na China, pelo fotografo holandês Marsel van Oosten. Segundo Marsel, a foto exigiu dedicação e esforço, e retrata uma espécie em extinção, que poucas pessoas sequer sabem que existem. Segundo representantes do concurso, a foto venceu não tanto pelo impacto, mas pelas cores, a iluminação e por algo de fascinante que fazia com que sempre voltassem à imagem.

Os demais premiados nas diversas categorias mostram também a força e a beleza da natureza, nesse que é um dos mais importantes concursos de fotografia do mundo. Iniciada em 1964, a competição é realizada anualmente pelo Museu de História Natural de Londres, que receberá uma exposição com as melhores imagens de 2018.

Skye Meaker (Vencedor Categoria “Junior”) 

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Michael Patrick O’Neill (Vencedor categoria “Subaquática”)

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Javier Aznar González de Rueda (Vencedor categoria “Portfólio vida selvagem”)

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Joan de la Malla (Vencedor categoria “Fotojornalismo de animais selvagens”)

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Georgina Steytler (Vencedor categoria “Comportamento: Invertebrados”)

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David Herasimtschuk (Vencedor categoria “Comportamento: anfíbios e répteis”)

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Arshdeep Singh (Vencedor categoria “Até 10 anos”)

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Cristonal Serrano (Vencedor categoria “Animais em seu meio ambiente”)

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Orlando Fernandez Miranda (Vencedor categoria “Ambientes de terra”)

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© fotos: reprodução/fonte:via

Neste hostel, em Ilhabela, você pode se hospedar numa casa na árvore

Seus sonhos de infância acabam de se tornar realidade.Graças a esse hostel em Ilhabela, você já pode dormir em uma casa na árvore.

A proposta é do Hostel da Vila. Com um toque inovador, a acomodação passou a oferecer hospedagem em casas na árvore. São quatro quartos, todos privados, com capacidade para até três pessoas.

Localizadas em meio a árvores centenárias, as acomodações contam com cama de casal, bicama de solteiro e ventilador. Os banheiros são coletivos. A diária custa a partir de R$ 250 e o valor do café da manhã já está incluído no preço.

Além das casas na árvore, o hostel também oferece outras modalidades diferentes de acomodação. Você pode escolher dormir em uma Vila Hippie com “Cabanas Gourmet” ou em uma Kombi, por exemplo.

Inaugurado há cerca de dois anos, o espaço promete oferecer mais do que uma simples hospedagem em quartos compartilhados, como a maioria dos hostels. A ideia é agradar também a pessoas que buscam uma acomodação descontraída, mas querem manter sua privacidade.

O Hostel abriga até 70 hóspedes por noite em dormitórios coletivos, suítes privativas e quartos diferentões. Tudo isso a poucos passos do centro de Ilhabela, no litoral norte de São Paulo.

Fotos: reprodução/fonte:via

A Islândia vista de cima é ainda mais fantástica do que você imagina

Conhecer a Islândia é sonho de muita gente que deseja encontrar paisagens insólitas ou se deparar com uma sociedade extremamente avançada em todos os sentidos. Algumas fotografias já se tornaram icônicas para representar o país nórdico, como seus exóticos cavalos, as casinhas coloridas, a aurora boreal e a Blue Lagoon. Porém, o fotógrafo alemão Tom Hegen superou todas as expectativas ao fotografar a Islândia vista de cima.

A série recebeu o nome de “The River Veins” (as veias do rio) e, mostra uma Islândia que quase ninguém conhece, cheia de cores e texturas. Tom é especializado em fotografias aéreas e, faz de seu trabalho, uma maneira de nos apresentar um mundo diferente, sob uma nova perspectiva.

O fotógrafo conseguiu captar o exato momento em que as geleiras derretem e entram em contato com a areia negra de origem vulcânica, criando padrões na paisagem, que parece mais uma pintura. Ele brinca também com o observador, que nunca sabe a exata distância em que a foto foi tirada, porém, não deixa de se encantar nem por um segundo.

Fotos: Tom Hegen /fonte:via