Neste hostel, em Ilhabela, você pode se hospedar numa casa na árvore

Seus sonhos de infância acabam de se tornar realidade.Graças a esse hostel em Ilhabela, você já pode dormir em uma casa na árvore.

A proposta é do Hostel da Vila. Com um toque inovador, a acomodação passou a oferecer hospedagem em casas na árvore. São quatro quartos, todos privados, com capacidade para até três pessoas.

Localizadas em meio a árvores centenárias, as acomodações contam com cama de casal, bicama de solteiro e ventilador. Os banheiros são coletivos. A diária custa a partir de R$ 250 e o valor do café da manhã já está incluído no preço.

Além das casas na árvore, o hostel também oferece outras modalidades diferentes de acomodação. Você pode escolher dormir em uma Vila Hippie com “Cabanas Gourmet” ou em uma Kombi, por exemplo.

Inaugurado há cerca de dois anos, o espaço promete oferecer mais do que uma simples hospedagem em quartos compartilhados, como a maioria dos hostels. A ideia é agradar também a pessoas que buscam uma acomodação descontraída, mas querem manter sua privacidade.

O Hostel abriga até 70 hóspedes por noite em dormitórios coletivos, suítes privativas e quartos diferentões. Tudo isso a poucos passos do centro de Ilhabela, no litoral norte de São Paulo.

Fotos: reprodução/fonte:via

A Islândia vista de cima é ainda mais fantástica do que você imagina

Conhecer a Islândia é sonho de muita gente que deseja encontrar paisagens insólitas ou se deparar com uma sociedade extremamente avançada em todos os sentidos. Algumas fotografias já se tornaram icônicas para representar o país nórdico, como seus exóticos cavalos, as casinhas coloridas, a aurora boreal e a Blue Lagoon. Porém, o fotógrafo alemão Tom Hegen superou todas as expectativas ao fotografar a Islândia vista de cima.

A série recebeu o nome de “The River Veins” (as veias do rio) e, mostra uma Islândia que quase ninguém conhece, cheia de cores e texturas. Tom é especializado em fotografias aéreas e, faz de seu trabalho, uma maneira de nos apresentar um mundo diferente, sob uma nova perspectiva.

O fotógrafo conseguiu captar o exato momento em que as geleiras derretem e entram em contato com a areia negra de origem vulcânica, criando padrões na paisagem, que parece mais uma pintura. Ele brinca também com o observador, que nunca sabe a exata distância em que a foto foi tirada, porém, não deixa de se encantar nem por um segundo.

Fotos: Tom Hegen /fonte:via

As impactantes fotografias vencedoras do concurso Environmental Photographer 2018

O impacto do homem na natureza é coisa séria e precisa ser tratado abertamente. Estamos contribuindo para destruir os oceanos, aumentar o aquecimento global e exterminar diversas espécies. Porém, falar nem sempre é a melhor solução, já que uma imagem vale mais do que mil palavras. É por isso que, nos últimos anos, diversos concursos fotográficos vêm sendo organizados, com o objetivo de nos alertar sobre isso e, quem sabe, reverter a situação.

O concurso Environmental Photographer of Year existe desde 2007 e, é uma das premiações mais importantes de fotografia ambiental, organizado pela Chartered Institution of Water and Environmental Management (CIWEM), do Reino Unido.

Neste ano, fotógrafos de 89 países participaram do concurso e, o resultado é chocante e assustador. Conscientizando as pessoas de que precisamos mudar, as fotografias mostram desde uma criança sentada em uma terra completamente seca e morta, até escombros de um terremoto que matou mais de 600 pessoas, no Irã.

Foto 1: Saeed Mohammadzadeh

Foto 2: Chinmoy Biswas

Foto 3: Younes Khani Someeh Soflaei

Foto 4: Fardin Oyan

Foto 5: Ümmü Kandilcioğlu

Foto 6: Antonio Aragón Renuncio

Foto 7: Tapan Karmakar

Foto 8: Calvin Ke

Foto 9: Thigh Wanna

Foto 10: Jing Li /fonte:via

Inovações e tragédias constituem a história desta casa erguida sobre uma cascata

Para algumas pessoas, não basta apenas ter uma vista para uma cascata, é preciso viver sobre ela.

Foi essa a ousada ideia que levou o arquiteto americano Frank Lloyd Wright a erguer uma residência que foi responsável por alçar sua carreira.

A construção da Fallingwater começou nos anos 30, quando o arquiteto passava a ser visto como antiquado diante de seus contemporâneos – entre os quais, destacam-se Bauhaus, Le Corbusier e Mies van der Rohe.

Na mesma época, o empresário Edgar J. Kaufmann solicitou a Wright uma casa com vista para a cascata Bear Run, nos Esrados Unidos. O arquiteto, no entanto, foi taxativo e insistiu que a casa deveria ser feita sobre a cascata e não de frente para ela.

Assim surgia a casa mais incrustada na natureza que alguém poderia imaginar. Parte da rocha sobre a qual a residência se eleva ocupa a sala de estar. Após o término do projeto, em 1938, foi destaque na revista Time, que a considerou a mais bela obra do arquiteto.

Infelizmente, nem tudo é perfeito na história do imóvel…

Liliane Kaufmann, esposa de Edgar, se suicidou na Casa da Cascata em 1952. O marido faleceu apenas três anos depois, deixando o imóvel ao filho do casal, Edgar Jr., aprendiz de Wright nos anos 30.

Hoje, a Fallingwater não serve mais como residência, mas como um centro de visitantes, com café e uma loja de souvenirs, abertos ao público desde em 1981. As estradas para o espaço custam US$ 10 e é possível realizar visitas guidas no local, que podem ser reservadas a partir de US$ 12.

Fotos: Domínio Público/fonte:via

Cavalo pistola invade bar galopando e bota humanos pra correr

A natureza está revoltada com os seres humanos. Depois de um homem tomar uma polvada enquanto navegava em mar aberto, um cavalo fugiu de uma pista de corrida e foi parar dentro de um bar.

O caso aconteceu na França e as imagens capturadas pela câmera de segurança mostram o cavalo transtornado e galopando em meio aos clientes, que saem correndo assustados.

Distribuindo coices, o animal vai até o fundo do bar e volta. Ninguém se feriu, mas o susto foi grande. Assim que o bar é esvaziado, o cavalo sai galopando, da mesma forma que entrou.

Hypeness

E por mais incrível que pareça, o animal não quebrou nada, sequer tirou as cadeiras do lugar. Ironia ou não, o bar é especializado em apostas.

Sobre a polvada, a situação inusitada aconteceu na Nova Zelândia. Enquanto o rapaz navegava em seu caiaque, de repente, foi surpreendido com um tabefe de um polvo. O animal tinha acaba do ser capturado pela foca.

Foto: Reprodução/fonte:via

Mancha de poluição do Tietê diminui e animais começam a retornar ao rio

Rio Tietê tem melhora na qualidade da água em Salto  — Foto: TV TEM/Reprodução

A poluição extrema do Rio Tietê data de décadas. Há mais de cinquenta anos a população das diversas cidades por onde passa o rio de mais de mil km de extensão não sabe o que é ter a liberdade de mergulhar em suas águas, como acontecia antigamente.

O esforço para despoluir o Tietê é bem mais recente, e, ainda que mais devagar que o esperado, vem dando resultados. Segundo a Fundação SOS Mata Atlântica, responsável pelo projeto Observando os Rios, que monitora a situação do Tietê desde 1991, a mancha de poluição diminui em 8 quilômetros do ano passado para cá.

Ainda há muito o que fazer, e a mancha continua tendo 122 km de extensão, equivalente a 11% do total do rio. Dos 94 trechos analisados em todo o estado de São Paulo, apenas seis têm água considerada boa. Nenhum ponto foi classificado como ótimo.

Mesmo assim, há lugares em que a vida vem voltando ao Tietê. Segundo Malu Ribeiro, especialista em água da SOS Mata Atlântica, há trechos onde é possível ver tartarugas e patos nadando. Marrecos, garças e até ariranhas também foram observados.

Voltar a nadar no Tietê ainda parece uma ideia muito distante, mas, caso os avanços se intensifiquem, quem sabe seja algo que ainda veremos em vida. Sem esquecer que, caso não continuemos prestando atenção, a situação pode voltar a piorar.

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Fotos via Wikimedia Commons/fonte:via

Divirta-se com as eleitas fotografias mais engraçadas do mundo animal

Se fotografias de animais na natureza já são incríveis por si só, melhor ainda quando elas possuem uma pegada de comédia, não é mesmo? O concurso Comedy Wildlife Photography Awards acaba de anunciar as finalistas do prêmio de fotografias engraçadas da vida animal e, é impossível não se divertir!

Apesar do tom alegre, o intuito do concurso é alertar as pessoas sobre a importância da conservação da vida animal: Nossa forte crença aqui no Comedy Wildlife Photography Awards é que a menor coisa pode ajudar a conservação, explicou Tom Sullum – um dos fundadores do prêmio ao site Bored Panda.

Os vencedores serão anunciados no dia 15 de novembro, em Londres e não é preciso ser profissional para se inscrever. 70% dos inscritos são amadores, então, quem sabe o próximo ganhador não seja você? Urso polar tirando foto, esquilo fazendo alongamento, é uma melhor do que a outra!