Site procura interessado em viajar para 7 países conhecendo estações de esqui emprego dos sonhos

O Ski.com está em busca de pessoas interessadas em conhecer as principais estações de esqui do mundo. O melhor, além de não arcar com os custos, o escolhido vai se pago para isso. Aberta mais uma temporada de o emprego dos sonhos.

O aventureiro vai visitar pistas em sete países, dispostos em três continentes. A jornada durará dois meses e acontece entre janeiro e fevereiro de 2019.

O salário, se é que podemos chamar assim, é de 41 mil reais. Claro, passagens aéreas, hospedagem, alimentação e aluguel de um carro, também estão no pacote.

Entre os destaques estão as estações de esqui Park City, nos EUA, Courchevel, nos alpes franceses e Hakuba Valley, localizada no Japão. Curtiu? Então corra, pois as inscrições vão até o dia 15 de outubro e o selecionado será anunciado no dia 30 deste mês.

Para participar, basta gravar um vídeo de 60 segundos dizendo os motivos que fazem de você o candidato perfeito para a vaga. Depois, é só publicar o conteúdo nas redes sociais com a hashtag #EpicDreamJob.

Foto: Reprodução/fonte:via

Série de fotos de cavalos da Islândia que mais parecem um conto de fadas

A neve e o gelo sempre tiveram uma qualidade mística e talvez seja isso mesmo que faça da Islândia um destino tão cativante. O fotógrafo e cineasta Drew Doggett, de Nova York, conseguiu capturar um pouco dessa magia em sua nova série de fotos “No Reino das Lendas”, onde destacou “a relação única entre essa terra e os cavalos”.

Esta foi a primeira vez de Doggett na Islândia, mas o fotógrafo já percorreu boa parte do mundo procurando locais incomuns. “Durante todo o meu trabalho, acho que sou consistentemente atraído para lugares na Terra que são quase impossíveis”, disse ele ao Bored Panda. “A Islândia é um lugar surreal e os cavalos são os companheiros perfeitos para esta terra incomum, mas de tirar o fôlego. A combinação dos dois é verdadeiramente inesquecível”.

Mas não foi apenas o cenário que levou o artista à região gelada. “De muitas maneiras, fui atraído pela Islândia (e minha carreira fotográfica) por conta do meu interesse por aventura – coisa que eu tenho desde criança. Vinte Mil Léguas Submarinas, de Júlio Verne, foi um dos muitos livros que li e reli, sabendo que eu queria aventura em minha própria vida um dia”, explicou Doggett.

Capturar contos de fada em fotos não é tarefa fácil. O fotógrafo disse que passou meses planejando as filmagens de duas semanas, mas encontrou vários desafios. “Além dos desafios inatos de documentar animais, a imprevisibilidade do clima da Islândia foi o aspecto mais desafiador da criação desta série… Eu tive que aproveitar o melhor de todas as oportunidades na minha frente, porque não demoraria muito para que a chuva caísse ou o vento fosse tão forte a ponto de nós precisarmos encontrar abrigo”.

Depois de ver as fotos, fica claro que o trabalho duro de Doggett foi recompensado. Role para baixo para ver as fotos encantadoras de “In the Realm of Legends”:

Confira também o vídeo da série:

Fotos: Drew Doggett/fonte:via

Escola de surf na Noruega tem neve, aurora boreal e temperaturas negativas

Montanhas e areia branquinhas ao redor do mar podem fazer parte do imaginário quando se pensa em um bom pico para surfar, mas, em Lofoten, na Noruega, a cor é justificada pela neve. Com temperaturas negativas durante boa parte do ano, o local abriga a Unstad Arctic Surf, a escola de surf mais ao norte do planeta.

A escola foi fundada em 2003, mas o esporte é praticado na região desde a década de 60, quando os jovens Thor Frantzen e Hans Egil Krane, que trabalhavam viajando o mundo em navios, conheceram o surf na Austrália e resolveram leva-lo para casa.

Como não havia pranchas no país, eles mesmos as criaram, usando como base a capa do álbum Surfin’ Safari, dos Beach Boys. A região ficou esquecida para o esporte até a década de 90, quando surfistas voltaram ao local inclusive gravando o filme E2K (veja trecho abaixo).

A retomada inspirou o já idoso Thor Frantzen a voltar ao local e fundar a escola junto à sua esposa, Randi. Hoje a escola é comandada por Marion, filha do casal, e disponibiliza, além das aulas de surf, expedições para pesca, caminhada, escalada, mergulho e rolês de skate. A prancha original feita por Thor na década de 60 também está lá para exibição.

Até o tricampeão mundial Mick Fanning chegou a conhecer as ondas de Lofoten. Além de surfar em temperaturas negativas no inverno, quem tem coragem de cair na água gelada pode ter a sorte de surfar enquanto observa a aurora boreal, um dos maiores espetáculos da natureza.

Outra curiosidade interessante é a chance de surfar com luz do sol a qualquer hora do dia – ou da noite. Isso porque, de 27 de maio a 17 de julho, durante o verão norueguês, o sol nunca se põe em Lofoten. Ou seja, dá para pegar a prancha de madrugada e cair na água sem medo de ser feliz.

 

Fotos sem crédito: Divulgação/Unstad Arctic Surf  /fonte:via

Milhares de bolas de gelo gigantes aparecem em praia na Sibéria

Fotos e vídeos incríveis de uma praia em Nyda, na Sibéria, mostram milhares de bolas de neve formadas naturalmente. Elas se espalham por um trecho de 17km de litoral que fica no Círculo Ártico.

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As bolas apareceram no final de outubro, e ninguém da região se lembra de ter visto algo semelhante antes. As bolas têm tamanho variado, entre poucos centímetros de diâmetro e quase um metro.

Apesar de darem a impressão de terem sido feitas à mão, o que aconteceu foi um processo natural. Sergei Lisenkov, do Instituto de Pesquisa do Ártico e Antártica, explica que elas são causadas por um processo muito raro em que pequenas quantidades de gelo se formam e são empurradas pelo vento e pela água, formando as bolas de neve.

“Quando a água do golfo subiu, ela entrou em contato com o gelo. A praia ficou coberta de gelo e a maré começou a descer, deixando o gelo ali. Os pedaços rolaram pela areia molhada e viraram estas bolas”, explica ele. As condições ideais para formação dessas bolas inclui temperaturas, ventos e geografia do litoral muito específicos.

O fenômeno já foi observado em outras partes do mundo. Em 2014 o mesmo aconteceu nas margens do lago Michigan. 

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fonte:[Gizmodo,via, The Siberian Times]