Fotógrafo retrata o isolamento de pessoas solitárias em série poética e melancólica

Quanto tempo você aguentaria passar sem energia elétrica, celular, internet ou televisão? Muitas pessoas responderiam que não aguentariam sequer um dia, porém outras passam a vida inteira longe da tecnologia, como os moradores da intocada região de Trás os Montes – Portugal. Muitas aldeias possuem apenas 10 moradores, outras apenas um e, a grande maioria é idosa, já que os jovens partiram em busca de seus sonhos.

Entretanto, a falta de tecnologia é o menor dos problemas que esses idosos enfrentam. Extremamente solitários, muitas vezes eles passam meses sem ver e falar com alguém, principalmente com as baixas temperaturas do inverno, que os obriga a passarem dias trancados em casa. Vivendo principalmente da produção agrícola e da criação de ovelhas, a vida dessas pessoas encantou o fotógrafo português Ricardo Ramos, que capturou a beleza que habita na solidão.

Durante dias, ele ouviu histórias sobre abandono da família, amores fracassados, perdas e solidão. Algumas pessoas pararam no tempo e vivem como se ainda estivessem na década de 1950, outras gostariam de voltar a ter 20 anos, porém alguns apenas convivem diariamente com a solidão, transformando-a em arte e aceitação.

Fotos: Ricardo Ramos /fonte:via

ICQ, MSN e telefone fixo: museu reúne acervo com sons da sua infância

A máxima do tempo ser implacável é um fato mais do que sabido. Todavia, a percepção de sua passagem é um fato muito mais complexo de lidar. Pense bem, desde a virada do século (quase há 20 anos) muitos equipamentos tecnológicos que fizeram parte da vida de gerações, não são mais úteis.

Na verdade, objetos como telefone fixo e a máquina de escrever estão praticamente extintos. Pergunte para um adolescente se ele tem ideia do que era viver sem conexão com a internet ou ouvir música no rádio. Com algumas poucas exceções, a resposta será negativa.

Para preservar o ruído de itens agora quase obsoletos, o Museum of Endangered Sounds recolheu em um site mais de trinta sons em perigo de extinção. O objetivo do corpo curatorial é preservar lembranças auditivas e surgiu a partir da reunião de três publicitários norte-americanos.

Phil Hadad, Marybeth Ledesma e Greg Elwood encontraram um meio de alimentar a nostalgia saudável de quem assiste seus aparelhos favoritos sendo substituídos por novas máquinas. Finalmente estamos entendendo nossos pais.

O acervo do museu conta com o som do toque do telefone sem fio, os efeitos sonoros da digitação numa máquina de escrever, o tema do Windows 95 e até o ruído do bichinho virtual. Nós separamos mais alguns pra você revisitar tempos que não voltam mais.

Notificação de mensagem do MSN

Toque do celular Nokia

Som da Internet discada

Windows 95

Som do ICQ

Som do Yoshi

Som caixa registradora

Som do orelhão

Fita cassete rebobinando

Foto: Reprodução/fonte:via

Tatuador coreano imortaliza seus desenhos favoritos dos anos 1990 na pele

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Fã dos desenhos animados dos anos 90? Agora você já pode ter eles tatuados na pele.

Na Coreia do Sul, o tatuador que responde apenas pelo codinome log_tattoo é especializado neste tipo de desenho.

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Suas criações vão desde clássicos como Sailor Moon até animações mais recentes, como Frozen. Apesar disso, o foco é a mais pura nostalgia dos anos 90, como essa tattoo maravilhosa do Aladdin.

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Outras animações também são contempladas pelo artista, que possui um traço fino e delicado ao mesmo tempo em que consegue transmitir toda a essência de cada personagem.

Log faz parte do time de tatuadores do Sol Art Studio, localizado em Seul.

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Para ter um trabalho destes na pele, é preciso contatar o artista com antecedência através deste link, informando qual a ideia para a tatuagem. E, claro, começar a pesquisar passagens para a Coreia do Sul!

Respira só um pouco dessa nostalgia!

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Artista ilustra as doces memórias de sua infância e o resultado vai te emocionar

O artista ítalo-inglês Omario2d faz sucesso por suas ilustrações capazes de transmitir emoções e nos transportar para lugares imaginários ou guardados na memória.

Embora a infância de cada um tenha dezenas de particularidades, também há lembranças que muita gente compartilha. É difícil pensar em alguém que não se identificaria com ao menos uma das ilustrações que Omario criou inspirado em suas próprias infância e adolescência.

Se quiser acompanhar o trabalho de Omario você pode segui-lo no Instagram ou no Facebook, ou até mesmo comprar suas artes no Etsy.

Imagens: Reprodução/Omario2d /fonte:via

Artista transforma fotos velhinhas em tatuagens minimalistas estilosas

Com três meses trabalhando na área depois formado em fotografia, o turco Alican Gorgu, ou PigmentNinja, percebeu que fotografar não era o que ele queria fazer. Partiu, então, para um emprego administrativo num estúdio de tatuagem e percebeu que era ali que queria trabalhar. Mas com a máquina na mão.

Fanático por filmes, o tatuador, que vive em Istambul, começou a tatuar imagens minimalistas baseadas em cenas das películas favoritas de seus clientes. Um dia, ao esboçar uma tattoo inspirada numa foto antiga de família, percebeu que não precisava desenhar todos os detalhes para fazer com que a tatuagem trouxesse as memórias à tona. Surgia assim o estilo que ele chama de Retrô Minimalista.

Ele começou a se especializar em transformar fotos antigas em belos desenhos na pele. “É uma sensação indescritível a de tatuar fotografias tiradas em diferentes partes do mundo e em diferentes tempos. Por exemplo, já fiz um retrato de família tirado no México na década de 60 e outro feito nos EUA nos anos 80”, relata.

Ele explica que seu objetivo é conseguir que seus traços façam as pessoas lembrarem de seus parentes, amigos ou animais sem detalhes muito complexos. “Acho que é importante focar no essencial porque essa é a parte mais preciosa e a que vai durar”. Seu trabalho tem chamado atenção no Instagram, que já coleciona mais de 40 mil seguidores.

Mas, calma. Você não precisa correr para lá agora. Abaixo seguem algumas de “obras” de PigmentNinja para você admirar:

 

Fotos via Alican Gorgu/fonte:via