Simone Biles completa movimento mais difícil da ginástica e inédito entre mulheres

Simone Biles tem apenas 22 anos, mas certamente já está entre os maiores nomes da história do esporte mundial.

A norte-americana, que recentemente esteve entre as 100 mulheres mais influentes do mundo de acordo com a BBC, deixou o mundo da ginástica de boca aberta.

Maior vencedora de mundiais da história da ginástica dos EUA, Biles completou um movimento até aqui apenas realizado por homens. Simone completou com maestria o Cheng, manobra criada em homenagem ao ginasta chinês Cheng Fei.

A manobra é considerada uma das mais difíceis da ginástica artística e como se isso não bastasse, Simone Biles adicionou mais uma pirueta. As pessoas já estão em campanha para que o movimento seja rebatizado com o nome de Simone Biles para o Mundial do Qatar, em novembro.

Simone Biles venceu sua primeira medalha de ouro nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016. Desde então, a internet criou a hashtag #SimoneThings, que acumula todos os feitos históricos da esportista norte-americana.

Além de exemplo para mulheres negras dentro do tablado, Biles foi uma das vozes fortes entoadas contra Larry Nassar. Em janeiro de 2018, ela disse ter sido abusada sexualmente pelo ex-técnico da equipe norte-americana. O posicionamento de figuras como Simone Biles contribuiu para Nassar ter sido condenado a cumprir 60 anos de prisão.

Foto: Reprodução/fonte:via

Alunos do Nordeste vencem 59 das 75 medalhas de Olimpíada de História da Unicamp

Nas finais da Olimpíada de História da Unicamp, quem fez a diferença foram os alunos oriundos do Nordeste. Com especial destaque para os estados do Ceará, Pernambuco e Rio Grande do Norte, 59 das 75 medalhas entregues ficaram com alunos da região. Na Olimpíada participam alunos do 8o e 9o anos do ensino fundamental e de todos os anos do ensino médio.

311 equipes participaram da final, em um total de 1,2 mil integrantes. O resultado final premiou o estado do Ceará com 25 medalhas (11 de bronze, 9 de prata e 5 de ouro), Pernambuco com 15 medalhas (6 de bronze, 5 de prata e 4 de ouro), Rio Grande do Norte com 13 medalhas (7 de bronze, 5 de prata e 1 de ouro), Bahia com 4 medalhas (3 de bronze e 1 de prata) e Paraíba com 2 medalhas (1 de bronze e 1 de prata). Entre os quatro estados mais premiados, o único de fora do Nordeste foi São Paulo, com 10 medalhas, em quarto lugar no número de medalhas.

Seis etapas foram atravessadas até as finais desde a fase inicial, que contava com 57,5 mil alunos inscritos. A final foi realizada através de uma prova dissertativa no último sábado, dia 18.

© fotos: reprodução/fonte:via

Nigéria abaixo de zero: 1ª equipe olímpica de bobsled da África é formada por mulheres

Há algumas barreiras que parecem impossíveis de serem ultrapassadas – até que alguém o faz. Quem diria que a equipe feminina de bobsled (uma espécie de corrida de trenó hiperveloz, aquela do filme Jamaica Abaixo de Zero) da Nigéria poderia se classificar para a Olimpíada de Inverno?

Mas aconteceu – pela primeira vez não só do país, mas de todo o continente africano, incluindo equipes de ambos os sexos. As responsáveis pela façanha são Seun Adigun, Ngozi Onwumere e Akuoma Omeoga, todas profissionais do atletismo que vivem nos EUA e decidiram se dedicar a uma nova modalidade.

Elas começaram a praticar mesmo sem neve, e com um trenó de madeira feito à mão por Seun Adigun. Menos de dois anos depois, completaram a quinta corrida oficial, o que garante a vaga nos Jogos de PyeongChang, na Coreia do Sul.

A jornada só foi possível graças a uma campanha de arrecadação de fundos: foram doados 75 mil dólares, sendo 50 mil vindos de um único doador anônimo. Foi com esse dinheiro que a equipe conseguiu pagar equipamentos, viagens e treinamentos no gelo, além das inscrições em competições. Agora, o plano é usar parte do valor para bancar a viagem até a Coreia do Sul.

Fotos: Reprodução /fonte:via