Casal de arquitetos cria ‘cidade dos gatos’ feita de papelão e os felinos vão à loucura

Já reparou como os felinos adoram caixas? Para eles, parece que nenhum lugar é mais confortável do que aquela caixinha de papelão que você estava pronto para jogar fora. Foi pensando nisso que este casal de arquitetos decidiu criar casas moduláveis para gatos – e o resultado é puro amor!

Com essa proposta nascia a empresa A Cat Thing, que mistura conceitos de arquitetura e minimalismo para criar casas de papelão super estilosas para os felinos. Os módulos são vendidos separadamente em quatro estilos diferentes: rampa, sacada, quarto e sala.

Cada espaço é vendido por valores que variam entre 280 e 350 novos dólares taiwaneses (cerca de R$ 30 a R$ 40). Também é possível adquirir um kit completo para começar a montar a casa do seu amigo peludo por 1.380 novos dólares taiwaneses  (aproximadamente R$ 150).

Feitas em papelão, as casas são totalmente seguras para os animais e tem baixo impacto ambiental, podendo ser recicladas após o descarte. Além disso, os encaixes entre os módulos foram pensados para simplificar a montagem, não requerem o uso de ferramentas e permitem que as casas sejam montadas e desmontadas de diferentes maneiras, para se adequar melhor ao espaço e à personalidade dos felinos.

Com um pouco de imaginação, é possível criar uma verdadeira cidade para os gatinhos, criando diversos espaços diferentes em um mesmo ambiente. Já imaginou a felicidade dos bichanos no meio de uma dessas?

Curtiu a ideia? Confere todos os produtos aqui!

 

Fotos: Divulgação/fonte:[via]

Artista faz esculturas de papelão dos moradores da vila onde moram seus avós

O artista sino-americano Warren King começou a esculpir em papelão originalmente para trazer um pouco de fantasia e imaginação para a vida de suas crianças – a fim de enriquecer as memórias que eles terão, no futuro de sua infância. Aos poucos, porém, o tema da memória – de certa forma o tema essencial, direta ou indiretamente, de boa parte das criações artísticas – foi tomando conta de seu processo e intensificando seu trabalho. O que era um passatempo para a criação de máscaras e capacetes tornou-se um elaborado, belo e impactante ofício artístico – e uma visita ao vilarejo onde viveram seus antepassados impôs as relações com a memória como seu tema central.

A viagem à vila de Shaoxing, em sua primeira visita à China de seus antepassados, segundo King, foi o que o inspirou a tornar-se realmente um artista, como uma experiência transformadora. “Eu falei com residentes que lembravam de meus avô há mais de 50 anos”, ele afirmou. E foi assim que ele decidiu esculpir esses moradores que conheceu, e que trouxeram a ele uma memória tão sua, tão quente e constitutiva, mesmo sendo de coisas que ele pessoalmente não viveu.

Suas grandes esculturas de cada morador que conheceu procura justamente reencontrar nele mesmo esse passado que não é seu e ao mesmo tempo é o que lhe forma. “Estou tentando entender as frágeis conexões entre as pessoas e a cultura, e examinar se essas conexões, uma vez rompidas, podem ser reestabelecidas”, afirmou King. A série se chama Aldeões Shaoxing e, apesar de retratar uma história tão pessoas, parece forte e poeticamente dialogar com sentimentos e vivências universais.

 

© fotos: Warren King/fonte:via