A arte da liberdade: As imagens ganhadoras do prêmio Fotografias de Pássaros 2018 são pura inspiração

Se fotografar animais na natureza já não é uma tarefa fácil, imagina então os pássaros, seres conhecidos pela liberdade de passarem boa parte da vida voando? Por isso, o coletivo Nature Photographers Ltd, encontrou uma maneira de valorizar os fotógrafos que se arriscam na tentativa de capturar estas lindas imagens e, criou o prêmio Fotografias de Pássaros, há 3 anos.

A competição possui 7 categorias e 3 prêmios especiais: ‘Fotógrafo de Aves do Ano’, ‘Fotógrafo jovem de Aves do Ano’ e ‘Melhor Portfólio’ e, nada mais é do que uma maneira de homenagear a própria natureza e a tecnologia, que nos permite congelar o voo dos pássaros.

O coletivo também reverte parte do lucro das inscrições para a fundação “The British Trust for Ornithology”, um instituto de pesquisa independente que busca preservar a vida e os espaços selvagens. Os organizadores dizem que a cada ano o concurso conta com mais inscrições e, as fotografias estão cada vez melhores.

Neste ano, o ganhador do principal prêmio, ‘Fotógrafo de Aves do Ano’, foi o peruano Pedro Jarque Krebs, que levou 5 mil libras para casa por ter capturado o exato momento em que flamingos estão lutando.

As outras fotos ganhadoras são, respectivamente de: Petr Bambousek – da República Checa, que levou o prêmio de ‘Melhor Portfólio’ e, Johan Carlberg – da Suécia, que venceu na categoria ‘Fotógrafo jovem de Aves do Ano‘.

Tirar estas fotografias exige técnica, paciência e concentração, porém, nada disso é problema para estes fotógrafos apaixonados, que nos presenteiam com essas imagens de tirar o fôlego

Foto 1, 2 : Petr Bambousek

Foto 3: Saverio Gatto

Foto 4: Pedro Jarque Krebs

/fonte via

 
 

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Este vídeo oferece a sensação exata de estar voando com um grupo de pássaros

Poucos sonhos são tão recorrentes quanto o de se estar voando. Na lista dos três desejos ou dos superpoderes que escolheríamos, a habilidade de voar certamente está entre os mais pedidos.Essa reportagem não vai oferecer enfim uma milagrosa solução para essa ambição humana, mas o vídeo produzido por Christian “Birdman” Moullec chega mais perto de mostrar como é de fato voar entre pássaros.

Trabalhando por boa parte de sua vida com a preservação e migração de pássaros, como gansos e cisnes, Christian utiliza os voos como maneira de ajuda-los e, ao mesmo tempo, de aproximar-se dos animais de um jeito inédito – como extensão do trabalho de criação e treino de gansos órfãos.

A teoria utilizada por Moullec para aproximar-se dos pássaros é a de que os animais criarão laços profundos com o primeiro ser vivo que virem mexendo-se depois de nascerem – como se eles pensassem que ele é sua mãe.

O ex meteorologista explica que é bastante difícil “convencer” os pássaros a voar ao seu lado, mas que vale a pena – ele garante que chora toda vez que realiza um voo, feito um sonho inalcançável tornando-se real.

 

 

© fotos: reprodução/fonte:[via]

Pássaro de 100 milhões de anos preso em âmbar é o melhor já encontrado

Já há algumas décadas paleontólogos têm encontrado insetos inteiros e pedaços de aves e dinossauros preservadas em âmbar, uma espécie de resina produzida por vegetais capaz de manter partes de seres vivos intactas por milhões de anos. E o maior pássaro já encontrado acaba de ser revelado.

O achado aconteceu em Mianmar, país do sul asiático. O pesquisador canadense Ryan McKellar diz que este espécime, com praticamente todo o lado direito do corpo preservado, é o mais completo entre os pássaros já encontrados em âmbar. Ele pertence a um grupo conhecido como Enantiornithes, ou “pássaros opostos”, um tipo primitivo de ave, anterior aos pássaros como conhecemos.

No pedaço de âmbar estão cabeça, pescoço, asa, rabo e pé do animal, batizado de Belone, que, estimam os especialistas, viveu por poucos dias. Acredita-se que membros da espécie já nasciam com penas nas asas que os ajudavam a voar, e foi justamente assim que o filhote foi encontrado, embora com poucas penas no corpo.

Além disso, ele possui dentes em vez da estrutura que conhecemos como bico e garras nas patas. Os cientistas acreditam que os pássaros opostos tenham se desenvolvido durante o período Cretáceo, ao mesmo tempo em que os ancestrais dos pássaros modernos, mas, por algum motivo, eles foram extintos junto dos dinossauros.

Todas as fotos © Gondwana Research

Fonte[NewScientist  via ]