Nasa encontra iceberg com formato ‘perfeito’ na Antártida

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Não se trata de uma imagem manipulada digitalmente, nem de uma ilustração perfeita ou mesmo de uma imensa obra humana, mas sim de uma impressionante criação da natureza: a NASA postou na semana passada a imagem de um “iceberg perfeito” – um bloco de gelo flutuando na Antártica com as bordas retas e a superfície incrivelmente lisa, como se tivesse sido cortado por uma máquina precisa.

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Segundo consta, apesar de se tratar de um fenômeno raro, não é a primeira vez que foi registrado. Ainda que os iceberg irregulares sejam muito mais comuns, outros blocos conhecidos como “tabulares”, de dimensões muito maiores que esse recentemente registrado, já foram avistados anteriormente. O maior iceberg tabular já registrado tinha 11 mil quilômetros quadrados.

O tweet da NASA explica um pouco o motivo do corte perfeito: trata-se de um bloco que se desprendeu recentemente, e que ainda não foi moldado e rachado pelo contato com a água e o movimento. “A superfície plana e os ângulos retos indicam que provavelmente foi originado recentemente da plataforma de gelo”, afirmou o post. O iceberg flutuava próximo a um bloco gigantesco conhecido como Larsen C., da onde provavelmente se originou.

© fotos: NASA/fonte:via

Veja o que acontece quando arquitetos deixam algoritmos projetar uma casa de concertos

O projeto para construção da casa de concertos Elbphillarmonie, em Hamburgo (Alemanha) levou sete anos a mais para ser construída e custou dez vezes mais que os planos iniciais, mas tudo isso valeu a pena.

O local tem 2.100 assentos, é belíssima por dentro e por fora e tem a acústica mais perfeita que pode ser encontrada no mundo todo. Seu custo foi de US$843 milhões, ou R$2,6 bilhões. Ele foi projetado pelos arquitetos suíços Jacques Herzog e Pierre de Meuron, que são conhecidos pelos trabalhos do teatro Tate Modern em Londres e pelo Walt Disney Concert Hall em Los Angeles.

A dupla usou algoritmos para projetar os 10 mil painéis acústicos únicos para o salão. Feito de fibra de gesso, cada painel contém um milhão de “células” que forram o teto, paredes e balaustradas do auditório central.

Quando ondas de som atingem esses painéis, as células ajudam a moldar o som ao absorver as ondas ou fazê-las reverberar pelo ambiente. Nenhum painel absorve ou espalha as ondas sonoras da mesma forma, mas juntos eles criam um áudio perfeitamente equilibrado que pode ser ouvido de todos os cantos do auditório.

Este engenharia genial é complementada pela fachada impressionante, que se ergue do rio Elbe como ondas na água e é a construção mais alta da cidade. O prédio é coberto com telas que mudam de cor e podem criar um show à parte para o público que confere a apresentação de fora do prédio.

Confira a baixo o evento de inauguração do auditório:

 

Fonte:via[Bored Panda]