Ela pintou 12 gatos no estilo de 12 artistas consagrados e o resultado é adorável

Apaixonados por gatos também irão se apaixonar pelo estilo da ilustradora Veselka Velinova. Ela se desafiou a desenhar 12 gatos copiando 12 conhecidos estilos artísticos.

Eu criei esta série de gatos porque sou fascinada pela variedade de estilos encontrados na história da arte. Tentei recriar ideais artísticos, estilo, bem como abordagens técnicas de cada um dos períodos artísticos“, descreveu ela em um texto para o site Bored Panda.

Será que você consegue adivinhar qual a inspiração por trás de cada uma destas ilustrações maravilhosas?

Imagens: Veselka Velinova fonte:via

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Essas fotos submersas mais parecem pinturas barrocas

A artista Christy Lee Rogers nasceu em Kailua, no Havaí. A água sempre foi parte de sua vida e se tornou o meio ideal para perseguir uma obsessão: romper com as convenções da fotografia contemporânea.

Seus trabalhos chamam a atenção à primeira vista e são comparáveis aos de grandes pintores barrocos. As cores, formas e movimentos são cheias de energia, e Christy afirma que um de seus objetivos é combinar a exaltação do vigor humano à beleza da vulnerabilidade de nossas vidas.

Os ensaios da artista são realizados durante a noite, e os efeitos de luminosidade são criados brincando com a refração da luz através da água. “É perigoso às vezes, pois a água não perdoa. (…) Ela te move para onde quiser, e as roupas dançam em seu próprio ritmo”, afirma a fotógrafa.

“O que eu quero mais que qualquer outra coisa é expressar e inspirar esperança e liberdade, uma sensação de maravilha e tranquilidade, criar um espaço seguro para sonhar de forma selvagem, e, mais importante, instigar a ideia que ainda há coisas misteriosas e impossivelmente belas na Terra – não apenas em nossa imaginação”, declara.

Além das fotografias, que já foram expostos em galerias ao redor do mundo (incluindo em São Paulo), Christy também gosta de fazer vídeos mostrando um pouco do processo artístico.

Todas as fotos © Christy Lee Rogers /fonte:via

Yang Yang, a panda artista cujas obras estão sendo vendidas a mais de R$ 2 mil cada

Yang Yang é uma artista de origem chinesa que começou a pintar há pouco tempo, mas cujas obras já estão sendo vendidas por mais de 550 dólares (mais de R$2200). Um detalhe importante: ela é uma ursa panda. 

Yang Yang vive no zoológico de Viena, na Áustria, e aprendeu a manejar pincéis de bambu há pouco tempo. Ela usa tinta preta para pintar e, segundo especialistas, tem um “estilo abstrato que lembra as primeiras tentativas de crianças pequenas”. 

Cem de suas obras estão à venda através de um crowdfunding que tem como objetivo arrecadar fundos para o lançamento de um livro sobre os pandas do zoológico de Viena. Até o momento, foram vendidas 23 telas, então se você estiver com vontade de adicionar um quadro feito por uma panda à sua coleção, a hora é agora. 

Fotos: Divulgação/Zoológico de Viena/fonte:via

Fotos mostram os cenários de pinturas icônicas na vida real

Você já se pegou admirando uma grande pintura e se perguntou se ela era inspirada em um lugar real ou apenas fruto da imaginação fértil de um artista genial? 

Os espanhóis do site Cultura Inquieta passaram por esse momento de dúvida e decidiram ir atrás de informações sobre os lugares que inspiraram obras de Van Gogh, Cézanne, Monet e outros célebres pintores: 

Vincent van Gogh – O Café à Noite na Place Lamartine 

Essa obra clássica de van Gogh foi pintada após uma viagem a Arles, no sul da França. O artista enviou uma carta para sua irmã dizendo que “no terraço há pequenas figuras de pessoas bebendo, uma grande lâmpada amarela ilumina o local e os efeitos de luz sobre os paralelepípedos da rua os deixam com tons de rosa”. 

Paul Cézanne – Natureza Morta com um Cupido de Gesso 

Cézanne também encontrou inspiração no sul da França: ele nasceu e foi criado na cidade de Aix-en-Provence, onde construiu um atelier para trabalhar. 

Foi lá que ele pintou diversas obras de natureza morta, como essa. Até hoje, os turistas que passam por Aix-em-Provence costumam visitar o atelier onde o artista criava. É possível conferir móveis, materiais de pintura e acessórios utilizados por Cézanne. 

Paul Cézanne – Montagne Sainte-Victoire 

Entre 1882 e 1906, Cézanne pintou ao menos 30 telas retratando a Montanha Sainte-Victoire, que cercavam a cidade de Aix-em-Provence. Ele costumava sair do atelier, caminhar algumas centenas de metros e procurar o lugar ideal para observar a natureza e registra-la com tinta. 

Claude Monet – Os Jardins de Monet em Giverny 

Em 1883, o impressionista Claude Monetse mudou para Giverny, no norte da França, e passou a viver numa casa com jardim inspirado nos do Japão. O local inspirou dezenas de suas pinturas, e hoje virou atração turística, atraindo mais de 500 mil visitantes a cada ano. 

Pierre-Auguste Renoir – O Almoço dos Barqueiros 

 

Mais uma grande obra que transformou um cenário em ponto turístico concorrido. O Maison Fournaise é um restaurante na Ilha de Chatou, nos arredores de Paris, que foi inaugurado no século XIX e retratado por vários artistas, mas a versão de Renoir é a mais famosa.  

Edvard Munch – O Grito 

Acredita-se que a ponte sobre a qual o grito mais famoso da arte foi proferido seja a Valhallvegen Road, na colina Ekeberg, em Olso, na Noruega. O artista costumava passear nos fins de tarde e escreveu o seguinte registro em seu diário, que fez especialistas se desdobrarem para descobrir de onde ele falava: 

“Uma noite caminhava por uma trilha, com a cidade de um lado e o fiorde abaixo. Me senti cansado e doente e parei para observar o fiorde. Nesse momento, senti um grito passar pela natureza, e então pintei aquela imagem”. 

Grant Wood – American Gothic 

Grant Wood criou em 1930 uma das obras mais conhecidas do modernismo norte-americano depois de ver uma casa “muito pintável” em Eldon, Ohio. A janela neogótica foi o que mais chamou a atenção de Wood.  

Apesar de praticamente todo mundo pensar que as pessoas retratadas são o casal que vivia por ali, na verdade elas foram inseridas na cena por Wood, que se inspirou em sua irmã e seu dentista para criar as personagens. 

Imagens: Reprodução/fonte:via

Italiano confunde buraco com pintura e cai em fosso de museu português

Visitar uma exposição é sempre uma experiência única. Se tratando de artistas criativos, o passeio se torna ainda mais empolgante. De certa forma, foi o caso da mostra criada pelo artista Anish Kapoor, na cidade do Porto, em Portugal.

Entre as obras mais procuradas pelos visitantes, está um buraco de 2,5 metros. O problema, é que ele pode ser facilmente confundido com uma pintura no chão. Foi exatamente isso que aconteceu com um italiano de 60 anos.

Enquanto se aproximava para analisar a criação de Kapoor, o senhor acabou caindo dentro do buraco. O italiano, literalmente, realizou uma Descida para o Limbo – com o foi batizada a peça exposta no Museu Sarralvez.

Segundo organizadores, o homem foi levado ao hospital com ferimentos leves e obra foi interditada e só vai ser reaberta com o reforço da sinalização. O museu não sabe explicar como o acidente ocorreu.

Foto: Reprodução/fonte:via

Obra de arte mais valiosa já vendida foi quase toda pintada por ajudante de Da Vinci, diz especialista

Salvator Mundi, é a obra mais cara da história. A peça foi arrematada em leilão realizado em Nova York por um colecionador russo por mais de 1 bilhão de reais, o dobro do valor anterior.

Contudo, surge agora a informação de que uma das criações mais célebres de Leonardo da Vinci tenha sido feita por um de seus ajudantes. Segundo o historiador Matthew Landrus, Salvator Mundi teve entre 5 e 20% de contribuição do pintor símbolo do Alto Renascimento.

Bernardino Luini trabalhou como assistente de estúdio do pintor italiano e suas obras foram vendidas por valores infinitamente menores ao longo dos séculos. Matthew Landrus, que atua como professor da universidade britânica de Oxford, embasa sua tese em uma simples comparação entre a pintura mais cara da história e outros trabalhos de Luini.

A convicção de Landrus sobre a autoria de Salvator Mundi é refutada por colegas historiadores, caso do acadêmico Martin Kemp, professor de história e artes do Trinity College e responsável pela curadoria de uma exibição sobre Da Vinci na Galeria Nacional de Londres.

A obra-prima de Leonardo da Vinci é cercada de controvérsias. Por muito tempo acreditou-se que o quadro finalizado em 1500 tivesse sido destruído. A pintura em óleo mostra Jesus Cristo como salvador do mundo e é considerada a maior redescoberta artística do século 21. Sua importância é tão grande, que no mundo das artes ganhou o apelido de Santo Graal.

O leilão da peça, última do catálogo de Leonardo da Vinci em posse de um colecionador particular, foi sacramentado pela bagatela de 450,3 milhões de dólares, cerca de 1,47 bilhão de reais.

Até então, o recorde pertencia ao quadro Mulheres de Argel, de Pablo Picasso – vendido por quase 540 milhões de reais há pouco mais de dois anos.

Foto: Reprodução /fonte:via

Hípica de Brasília cria polêmica ao colocar crianças para rabiscar cavalo

A Sociedade Hípica de Brasília, os defensores dos animais e representantes da Escola de Equitação da Hípica estão em um imbróglio envolvendo maus-tratos aos animais e novos métodos de ensino. Tudo se inicia a partir da denúncia da advogada e ativista Ana Paula Vasconcelos contra a adoção de um exercício de ‘rabiscar’ um dos cavalos do local.

“Eles tiveram a brilhante ideia de colocar o cavalo como tela de pintura, dizendo que seria atividade pedagógica. Disseram que era um cavalo resgatado, mas isso não justifica. A crueldade é a mesma”, declarou Ana Paula ao G1.

Em sua defesa a hípica argumenta que a atividade, considerada pedagógica, não agride o animal. Segundo a instituição de ensino esta é uma prática adotada em diversos países do mundo e utiliza tinta atóxica, que sai com água.

A Escola de Equitação da Hípica ressalta que o ato de pintar um cavalo com tinta faz parte das atividades de equoterapia da colônia de férias e incentiva a interação da criança com o animal. O objetivo é trabalhar com jovens que tenham necessidades especiais.

Por outro lado ONGs enxergam o exercício como maus-tratos e resolveram acionar fiscais do Instituto Brasília Ambiental (Ibram) e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), que estivera na escola e não constataram os abusos.

Até o momento a Hípica foi notificada pelo Ibama, mas não autuada. O Ibama pediu a apresentação de um plano pedagógico para decidir se autua ou não. A instituição se pronunciou dizendo que vai apresentar um laudo veterinário para atestar as boas condições dos cavalos.

Foto: Reprodução/Ana Paula Vasconcelos/fonte:via