Italiano confunde buraco com pintura e cai em fosso de museu português

Visitar uma exposição é sempre uma experiência única. Se tratando de artistas criativos, o passeio se torna ainda mais empolgante. De certa forma, foi o caso da mostra criada pelo artista Anish Kapoor, na cidade do Porto, em Portugal.

Entre as obras mais procuradas pelos visitantes, está um buraco de 2,5 metros. O problema, é que ele pode ser facilmente confundido com uma pintura no chão. Foi exatamente isso que aconteceu com um italiano de 60 anos.

Enquanto se aproximava para analisar a criação de Kapoor, o senhor acabou caindo dentro do buraco. O italiano, literalmente, realizou uma Descida para o Limbo – com o foi batizada a peça exposta no Museu Sarralvez.

Segundo organizadores, o homem foi levado ao hospital com ferimentos leves e obra foi interditada e só vai ser reaberta com o reforço da sinalização. O museu não sabe explicar como o acidente ocorreu.

Foto: Reprodução/fonte:via

Obra de arte mais valiosa já vendida foi quase toda pintada por ajudante de Da Vinci, diz especialista

Salvator Mundi, é a obra mais cara da história. A peça foi arrematada em leilão realizado em Nova York por um colecionador russo por mais de 1 bilhão de reais, o dobro do valor anterior.

Contudo, surge agora a informação de que uma das criações mais célebres de Leonardo da Vinci tenha sido feita por um de seus ajudantes. Segundo o historiador Matthew Landrus, Salvator Mundi teve entre 5 e 20% de contribuição do pintor símbolo do Alto Renascimento.

Bernardino Luini trabalhou como assistente de estúdio do pintor italiano e suas obras foram vendidas por valores infinitamente menores ao longo dos séculos. Matthew Landrus, que atua como professor da universidade britânica de Oxford, embasa sua tese em uma simples comparação entre a pintura mais cara da história e outros trabalhos de Luini.

A convicção de Landrus sobre a autoria de Salvator Mundi é refutada por colegas historiadores, caso do acadêmico Martin Kemp, professor de história e artes do Trinity College e responsável pela curadoria de uma exibição sobre Da Vinci na Galeria Nacional de Londres.

A obra-prima de Leonardo da Vinci é cercada de controvérsias. Por muito tempo acreditou-se que o quadro finalizado em 1500 tivesse sido destruído. A pintura em óleo mostra Jesus Cristo como salvador do mundo e é considerada a maior redescoberta artística do século 21. Sua importância é tão grande, que no mundo das artes ganhou o apelido de Santo Graal.

O leilão da peça, última do catálogo de Leonardo da Vinci em posse de um colecionador particular, foi sacramentado pela bagatela de 450,3 milhões de dólares, cerca de 1,47 bilhão de reais.

Até então, o recorde pertencia ao quadro Mulheres de Argel, de Pablo Picasso – vendido por quase 540 milhões de reais há pouco mais de dois anos.

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Hípica de Brasília cria polêmica ao colocar crianças para rabiscar cavalo

A Sociedade Hípica de Brasília, os defensores dos animais e representantes da Escola de Equitação da Hípica estão em um imbróglio envolvendo maus-tratos aos animais e novos métodos de ensino. Tudo se inicia a partir da denúncia da advogada e ativista Ana Paula Vasconcelos contra a adoção de um exercício de ‘rabiscar’ um dos cavalos do local.

“Eles tiveram a brilhante ideia de colocar o cavalo como tela de pintura, dizendo que seria atividade pedagógica. Disseram que era um cavalo resgatado, mas isso não justifica. A crueldade é a mesma”, declarou Ana Paula ao G1.

Em sua defesa a hípica argumenta que a atividade, considerada pedagógica, não agride o animal. Segundo a instituição de ensino esta é uma prática adotada em diversos países do mundo e utiliza tinta atóxica, que sai com água.

A Escola de Equitação da Hípica ressalta que o ato de pintar um cavalo com tinta faz parte das atividades de equoterapia da colônia de férias e incentiva a interação da criança com o animal. O objetivo é trabalhar com jovens que tenham necessidades especiais.

Por outro lado ONGs enxergam o exercício como maus-tratos e resolveram acionar fiscais do Instituto Brasília Ambiental (Ibram) e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), que estivera na escola e não constataram os abusos.

Até o momento a Hípica foi notificada pelo Ibama, mas não autuada. O Ibama pediu a apresentação de um plano pedagógico para decidir se autua ou não. A instituição se pronunciou dizendo que vai apresentar um laudo veterinário para atestar as boas condições dos cavalos.

Foto: Reprodução/Ana Paula Vasconcelos/fonte:via

Cappucino ‘O grito’? 16 imagens que deixam claro que café pode ser uma forma de arte

Pense em uma forma de arte. Provavelmente pintura, escultura, teatro, dança ou música tenham vindo à cabeça. Mas, hoje em dia, há várias maneiras inovadoras de se expressar o talento artístico, e a internet nos ajuda a apreciá-las.O sul-coreano Kangbin Lee é barista, especializado em cafés de alta qualidade, e também um artista de mão cheia.

Ele batizou seu estilo de Cremart (junção de “creme” e “arte”) e costuma publicar seus trabalhos no Instagram, onde tem mais de 240 mil seguidores. Confira cafés inspirados em obras como O Grito e Monalisa, além de belas flores e outros personagens, como Pikachu e Jack Sparrow.

Fotos via Kangbin Lee /fonte:via

Para que filho autista se localize, pais pintam casa como a ‘Noite Estrelada’ de Van Gogh

O avanço do debate sobre o autismo está deixando de lado visões equivocadas do distúrbio. Com a exibição da rotina de pessoas autistas e contribuição dada por médicos, as coisas estão se transformando.

Ao invés do preconceito, a criatividade dos pais para tornarem a vida de pessoas com autismo ainda mais normal, nos brinda com iniciativas inspiradoras. Caso de uma família da Flórida, nos Estados Unidos, que simplesmente transformou sua casa numa obra de arte.

Para evitar que o filho autista se perdesse, o casal abusou da criatividade para resolver este problema ao mesmo tempo em que brindaram o garoto com ilustrações de seu artista favorito.

O jovem, de 25 anos, é fascinado pelo trabalho do pintor holandês Van Gogh, por isso, sua casa virou uma reprodução do icônico quadro ‘A Noite Estrelada’. “Assim, se ele mencionar esta casa de Van Gogh, as pessoas podem ajudá-lo a se localizar”, disse à Reuters a mãe Nancy Nemhauser.

Como já era esperado, a obra de autoria de Richard Barrenechea se tornou uma atração turística do bairro, atraindo milhares de visitantes. Mas nem tudo são flores, recentemente a prefeitura entrou com pedido de remoção da obra por supostamente violar o código de sinalização da cidade. Além disso, a municipalidade exigiu que o casal pagasse R$ 38 mil de indenização.

Após a contestação e o apoio popular, o Conselho Municipal de Mount Dora desistiu da ideia e obrigou o pagamento de indenização de R$ 56 mil para a família. O prefeito Nick Girone se desculpou publicamente.

Foto: Reprodução/People/fonte:via

Animais e personagens da cultura pop viram aristocratas vintage em série de imagens

Estes peculiares retratos de animais do artista Markus Pilgrim deram uma grande reviravolta às fotos retrô de famílias aristocratas. O artista criou algumas coleções, incluindo a “Animal Aristocracy”, com um conjunto com grandes personagens como um general Pug bem pomposo e um Bull Highland muito imponente.

Além de animais, o artista também criou alguns desenhos divertidos com antigos personagens de desenhos animados favoritos, como Mickey Mouse e Pateta, e até mesmo alguns super-heróis e personagens históricos famosos com um toque mais. Confira:

Arte: Markus Pilgrim/fonte:via

Personagens de pinturas famosas invadem o mundo moderno – e se encaixam muito bem

O Canvas Project é um projeto criado pelo artista mineiro Gabriel Nardelli Araújo, de 28 anos, para “libertar” personagens bem conhecidos de pinturas clássicas e os colocar no contexto moderno com a ajuda do Photoshop. “O processo é totalmente digital. Meus trabalhos não existem, pelo menos até agora, em forma física. É feito no Photoshop com base em fotos de lugares que visitei e fotos que eu tinha acesso. Outras fotos são disponibilizadas on-line pelos sites dos museus em arquivos de alta resolução, o que ajudou muito na qualidade final das imagens “, explicou em uma entrevista para o site da Veja.

No começo, esse projeto era apenas uma maneira para Gabriel se expressar, que o deixava criar imagens surreais, mas com o passar do tempo sua importância mudou. “Tenho percebido as montagens como novas formas de apropriação do espaço e das obras de arte. Sinto que deixo uma marca imaterial naquele lugar. As pessoas que tiveram contato com o meu trabalho e depois visitam o espaço ou vêem a imagem original podem ter uma nova visão sobre eles”.

O que você acha desse tipo de arte? Role para baixo e veja o trabalho:

Arte: The Canvas Project/Gabriel Nardelli Araújo/fonte:via