As ilustrações botânicas de antigamente que eram verdadeiras obras de arte

Se hoje o mundo conta com a ajuda da tecnologia para poder estudar e catalogar a nossa riquíssima fauna, antigamente, quando nem a fotografia havia sido inventada, eram os próprios cientistas que precisavam ilustrar seus cadernos, para registrar as diferentes espécies de plantas do mundo inteiro.

Hoje, com o microscópio podemos ver detalhes que não são vistos a olho nu e, com a ajuda de câmeras fotográficas especializadas, o trabalho fica muito mais preciso e prático, porém é inegável que as ilustrações de antigamente possuíam uma aura artística muito forte. Coloridas e ricas em cores e texturas, muitas vezes, artistas e ilustradores eram contratados para finalizar o que o cientista havia começado.

Se no passado, médicos, jardineiros, cientistas botânicos e farmacêuticos dependiam destes desenhos para trabalhar, hoje, do ponto de vista científico elas já não não mais tão relevantes. Algumas destas ilustrações já possuem mais de 300 anos, mas ela ainda podem servir de inspiração para artistas e amantes da arte, que estão em busca de uma nova técnica ou que, simplesmente querem mais cor em suas vidas.

Fotos: Wikimedia Commons/fonte:via

Artista japonês transforma tênis Nike antigos em vasos para plantas

Parte um gesto de reaproveitamento e combate ao desperdício, parte uma declaração de amor ao design e à memória de seus tênis preferidos – e, acima de tudo, uma declaração do triunfo da beleza e da força da natureza sobre qualquer coisa – o trabalho do artista japonês Kosuke Sugimoto consegue reunir todos esses elementos em princípio tão absolutamente diversos em um resultado harmonioso, interessante e belo. Seu perfil no Instagram mostra o que nasce quando substituímos vasos de plantas por modelos de tênis antigos da Nike.

Mais do que vasos, em verdade Sugimoto transforma os próprios calçados, como se fossem verdadeiros organismos vivos, partes da própria planta. Utilizando modelos antigos que começavam a estragar, o artista, ao invés de jogá-los fora, decidiu transformá-los em obras de arte e parte da natureza – criando não só uma instalação verde, como também uma singular espécie de museu com seus tênis preferidos.

“A degradação dos tênis é algo lamentável pra mim, e não queira transformar em lixo designs tão maravilhosos”, ele disse. “Minha inspiração são os restos e as ruínas. Quis expressar isso com os tênis”. Seu trabalho também sugere a ideia da passagem do tempo, como se os modelos tivessem sido dominados pela natureza em abandono. As peças estão à venda por enquanto somente no Japão, por valores que variam entre 105 e 122 dólares – dependendo do tênis.

© fotos: Kosuke Sugimoto/fonte:via

As árvores de São Francisco são (quase) esculturas naturais

A fotógrafa Kelsey McClellan, conhecida por sua série Wardrobe Snacks, captura as extravagantes árvores do subúrbio de São Francisco. Residente na cidade californiana há 2 anos, a artista americana fotografa essas criações incríveis da natureza – verdadeiras esculturas de plantas. Caminhando pelas ruas, ela descobre arbustos maravilhosos com formatos cada vez mais excêntricos.

Conheça a série de imagens:

Fotos: Kelsey McClellan /fonte:via

Jardins flutuantes estão transformando Nova York em uma cidade mais verde

Se você é do tipo que acha que sujeira e poluição são temas exclusivamente brasileiros, então está na hora de dar uma olhada no canal Gowanus, localizado em Nova York (Estados Unidos). O espaço ganhou um título nada agradável: o de um dos cursos de água mais poluídos do país.

Olha ele aí:

Bem chato, né?

Por sorte, há pequenas soluções para grandes problemas. E elas podem ser muito eficientes! É o que prova a iniciativa GrowOnUs. Trata-se de um pequeno jardim flutuante formado por 30 espécies de plantas que agem como filtros na hora de limpar as impurezas da água.

Segundo o site Takepart, as plantas interagem com as águas do canal através de um processo conhecido como fitorremediação – um nome complicado para definir o uso de plantas como agentes de purificação. O ambiente sob a ilha funciona como habitat para mexilhões, que também atuam como auxiliares na limpeza da água.

Embora pareça simples, a instalação da estrutura só foi possível graças a uma bolsa no valor de US$ 20.000 oferecida pela Cornelia & Michael Bessie Foundation para a agência de design Balmori Associates, responsável pelo projeto. Instalado em 2015, o jardim flutuante está aos poucos mudando a cara do canal – e pode  até mesmo ser usado como uma horta flutuante no futuro!

 

Fotos: 1 – Bizarre Beyond Belief; 2, 5 – Reprodução Balmori Associates; 3, 4 – The Plaid Zebra /fonte:via