Usuário do Twitter encontra detalhe em post da Samsung que (quase) ninguém percebeu

A Samsung está passando por uma saia justa depois da postagem de um a fotografia atribuída ao novo lançamento da marca. Em sua conta no Twitter, empresa publicou a imagem de um casal, supostamente tirada pela câmera frontal do Galaxy A8.

Um usuário mais atento das redes sociais questionou a companhia sobre a veracidade da fotografia. Segundo Felipe, ela não teria sido tirada pelo novo aparelho telefônico.

A Samsung, por sua vez, manteve a postagem, garantindo que sim, ela foi feita com a câmera frontal do Galaxy A8.

Eis que o usuário joga por terra o argumento da empresa, mostrando que a foto do casal estava, na verdade, hospedada em um banco de imagens. Tem mais, ele selecionou outra imagens utilizadas pela Samsung, que também foram tiradas do GettyImages. Para piorar, os retratos foram feitos em 2015, muito antes do lançamento do Galaxy A8.

Diante da grande repercussão negativa, a Samsung retirou a postagem do ar. Em pronunciamento emitido pelo porta-voz, a empresa admitiu recorrer aos bancos de imagem, pontuando que ela “estão alinhadas com a identidade visual da campanha de marketing dos produtos”.

“A Samsung informa que nas redes sociais trabalha com fotos clicadas pelos smartphones e também, em alguns casos, com fotos de bancos de imagens que estão alinhadas com a identidade visual da campanha de marketing dos produtos. Sobre o post em questão, a empresa esclarece que, ao contrário do que foi informado em sua página oficial no Twitter, a peça publicitária é uma das que são provenientes de um banco de imagens como parte da comunicação do smartphone. A Samsung reforça que segue os mais altos padrões éticos na conduta de seus negócios e no relacionamento com o consumidor”.

Então, Felipe apresentou outras fotos que não foram tiradas pelos celulares da marca:

Fotos: Reprodução/fonte:via

Cientistas fazem grande descoberta, mas causam polêmica por drogas em experimento com polvos

A revista Current Biology resolveu entender o que se passa na cabeça dos polvos. Os animais são conhecidos por serem antissociais e apenas procuram companhia para procriar.

Entretanto, o neurocientista Gul Dölen e o biólogo Eric Edsinger conseguiram descobrir uma parte mais oculta, mostrando que os polvos não são assim tão reclusos. Na verdade, eles possuem um lado sociável armazenado em seus genes.

“Acreditamos que, no caso dos polvos, era vantajoso ser associal, então esse mecanismo é suprimido, exceto quando se acasalam”, conta Dölen.

Embora a descoberta seja importante para o entendimento das mentes destes animais chamados no passado pelo filósofo australiano Peter Godfrey-Smith de a coisa “mais próxima de uma inteligência extraterrestre que podemos encontrar na Terra”, o método utilizado pelos cientistas está causando polêmica.

Para entender como a mente dessas criaturas funciona, os cientistas recorreram ao MDMA, popularmente conhecido como ecstasy. A droga é usada pelos seres humanos com frequência e ficou famosa pelos efeitos pró-sociais.

Entre pessoas, o ecstasy contribui para o aumento da serotonina, dopamina e ocitocina, produzindo a necessidade de se aproximar e interagir. Isso também aconteceu com os polvos, que ao entrar em contato com a substância diluída junto com a água do aquário, intensificaram o contato com um polvo preso dentro de uma câmara.

Os resultados geraram mais uma polêmica. Após resultados animadores, os pesquisadores pretendem utilizar polvos para testes de drogas experimentais, assim como é feito com os roedores.

Foto: Reprodução/fonte:via

Observatório fechado pelo FBI abre especulações sobre alienígenas no EUA

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Um observatório localizado no Novo México, estado próximo ao Texas, está deixando as pessoas intrigadas e até se perguntando sobre a possível presença de alienígenas.

O National Solar Observatory foi fechado no último dia 6 de setembro, de acordo com as autoridades, por questões de segurança. Os funcionários foram realocados sem explicação alguma e o fato do FBI, um dos envolvidos na operação, manter silêncio, dão fôlego para o surgimento de especulações sobre os reais motivos da decisão.

O xerife do condado de Otero foi chamado para auxiliar na operação e confirmou a participação da polícia federal norte-americana. Contudo, assim com o FBI, se nega a comentar pontos específicos sobre a operação. 

O observatório é controlado pela Associação Universal de Pesquisas Astronômicas (AURA, em inglês) e se destacou pelo potencial de alcance do telescópio Dunn Solar. “Nós tomamos a decisão de evacuar o espaço”, confirmou um porta-voz da AURA.

Já são mais de sete dias desde o fechamento do espaço e os moradores não estão nada satisfeitos com escassez de explicações. Eles dizem, inclusive, que não podem entrar em casa.

De acordo com a reportagem do BuzzFedd News, o comando do FBI está gerando confusão, especialmente pela ausência de explicações consistentes. O próprio xerife de Otero manifestou consternação.  A adoção da postura misteriosa por parte do FBI é o que incomoda. Nem mesmo os porta-vozes da AURA sabem exatamente o que está se passando.

“O FBI esteve lá, mas não sabemos o motivo. Nós até os procuramos, mas não obtivemos retorno algum”, encerrou.

O mistério cresceu com os sobrevoos na área de um helicóptero Black Hawk. As teorias da conspiração inundaram perfis no Twitter e Reddit, com pessoas se questionando sobre a suposta atuação de espiões chineses e até mesmo a descoberta de vida extraterrestre pelos potentes radares do observatório.

“Nós vimos sim um observatório e um grupo de pessoas nas torres, mas ninguém nos disse nada. Nós averiguamos o espaço e estava tudo certo. Não existem ameaças. Aliás, não nos especificaram a existência de nada”, completou o xerife.

Por fim, existem informações ainda não confirmadas de indivíduos circulando com roupas projetadas para tratar de derramamento de materiais tóxicos. O curioso é que o xerife do condado não tratou do assunto em sua entrevista.

Fotos: Reprodução/fonte:via

Fotógrafo é acusado de racismo após criar modelo negra com técnicas de 3D

Em tempos em que é cada vez mais complicado distinguir o que é ou não real na internet, a obra inovadora de um artista britânico causa discussões e acusações: o fotógrafo autodidata Cameron-James Wilson começou a estudar a criação em 3D e, como resultado, criou a modelo Shudu Gram.

A existência dela passou quase que despercebida por praticamente um ano, até que a conta da marca de cosméticos Fenty Beauty, de Rihanna, republicou uma de suas fotos. A fama chegou de repente, e Wilson decidiu revelar que Shudu era sua criação.

Apesar de muitos seguidores – já são quase 60 mil – elogiarem sua beleza (alguns sem nem saber que se trata de uma criação tecnológica), a “Primeira Supermodelo Digital do Mundo”, como define Wilson, também tem causado controvérsia online.

Isso porque, de acordo com comentários no Instagram e no Twitter, o fotógrafo “descobriu uma maneira de lucrar com as mulheres negras sem ter de pagá-las”. “Nojento”, “problemático” e “assustador” são alguns dos adjetivos usados para descrever Shudu.

Por outro lado, o fotógrafo defende seu trabalho dizendo que leva muito tempo e dedicação para criar cada imagem. Ele ressalta ainda que ela não é usada comercialmente, nem é uma forma de substituir modelos reais, negras ou brancas, mas sim um jeito que ele encontrou para expressar sua criatividade.

 

Fotos: Reprodução/Cameron-James Wilson /fonte:[via]