A arte da liberdade: As imagens ganhadoras do prêmio Fotografias de Pássaros 2018 são pura inspiração

Se fotografar animais na natureza já não é uma tarefa fácil, imagina então os pássaros, seres conhecidos pela liberdade de passarem boa parte da vida voando? Por isso, o coletivo Nature Photographers Ltd, encontrou uma maneira de valorizar os fotógrafos que se arriscam na tentativa de capturar estas lindas imagens e, criou o prêmio Fotografias de Pássaros, há 3 anos.

A competição possui 7 categorias e 3 prêmios especiais: ‘Fotógrafo de Aves do Ano’, ‘Fotógrafo jovem de Aves do Ano’ e ‘Melhor Portfólio’ e, nada mais é do que uma maneira de homenagear a própria natureza e a tecnologia, que nos permite congelar o voo dos pássaros.

O coletivo também reverte parte do lucro das inscrições para a fundação “The British Trust for Ornithology”, um instituto de pesquisa independente que busca preservar a vida e os espaços selvagens. Os organizadores dizem que a cada ano o concurso conta com mais inscrições e, as fotografias estão cada vez melhores.

Neste ano, o ganhador do principal prêmio, ‘Fotógrafo de Aves do Ano’, foi o peruano Pedro Jarque Krebs, que levou 5 mil libras para casa por ter capturado o exato momento em que flamingos estão lutando.

As outras fotos ganhadoras são, respectivamente de: Petr Bambousek – da República Checa, que levou o prêmio de ‘Melhor Portfólio’ e, Johan Carlberg – da Suécia, que venceu na categoria ‘Fotógrafo jovem de Aves do Ano‘.

Tirar estas fotografias exige técnica, paciência e concentração, porém, nada disso é problema para estes fotógrafos apaixonados, que nos presenteiam com essas imagens de tirar o fôlego

Foto 1, 2 : Petr Bambousek

Foto 3: Saverio Gatto

Foto 4: Pedro Jarque Krebs

/fonte via

 
 

É do Brasil: Escola na Amazônia disputa prêmio internacional de arquitetura

Um dos mais prestigiados prêmios de arquitetura do mundo, o Riba International Prize anunciou seus quatro finalistas para sua edição de 2018 – e entre eles está um prédio brasileiro. Mas não é qualquer prédio esperto em um centro urbano: trata-se de uma incrível escola na Amazônia, feita quase toda em madeira, no coração da floresta.

A escola atende à população local, e foi feita quase que inteiramente com madeira local reaproveitada, integrando o edifício ao cenário natural, promovendo a sustentabilidade econômica e ambiental. Dormitórios, salas, varandas e espaços comuns foram projetados tendo os próprios alunos como colaboradores, a fim de inclui-los como parte da escola desde o projeto original.

A escola da Fazenda Canuanã já existe há 44 anos, na Zona Rural de Formoso do Araguaia, a 320 km de Palmas, no Tocantis, mas o novo prédio transformou o local em um alojamento conhecido como Moradias Infantis.

No início do ano o prédio, projetado pelo arquiteto Marcelo Rosenbaum junto do escritório Aleph Zero Arquitetura, recebeu o prêmio de Melhor Edifício de Arquitetura Educacional do Mundo da Building of The Year Foto, e agora concorre a mais um prêmio. Seja qual for o resultado, para além da estonteante beleza e da preocupação com a região, oferecer um prédio funcional e de qualidade para que crianças possam estudar e até mesmo viver é a maior das conquistas. O resultado será anunciado ainda esse ano.

© fotos: reprodução /fonte via

Astrônoma doa prêmio de 12 milhões para transformar pessoas desfavorecidas em cientistas

A astrofísica Jocelyn Bell Burnell acaba de ser anunciada como vencedora do Prêmio Breakthrough Especial de Física Fundamental por sua contribuição para a área.

Quando ainda era uma estudante de doutorado na Universidade de Cambridge, Jocelyn fez parte da equipe de pesquisadores responsável por descobrir os “pulsares“, estrelas de nêutrons capazes de transformar energia rotacional em energia eletromagnética.

Dois de seus colegas durante a pesquisa foram agraciados com o Prêmio Nobel de física há mais de 40 anos, mas a britânica ficou de fora, mesmo tendo sido a primeira a identificar o objeto.

A nova premiação, no entanto, vem para reparar este erro e concede o valor de 2,3 milhões de libras à cientista por sua descoberta dos pulsares e sua contribuição à ciência nas últimas cinco décadas. Mais interessante do que o prêmio em si é o que Jocelyn decidiu fazer com ele: criar bolsas de estudos para que grupos minoritários possam estudar física.

Embora ainda não estejam definidos os detalhes de como funcionarão as concessões, a pesquisadora diz que pretende doar o valor da premiação para que mais mulheres, estudantes refugiados e outros grupos étnicos sub-representados ingressem na área. A astrofísica credita sua descoberta ao fato de ser mulher e vir da região norte da Inglaterra (considerada mais simples do que a região sul), o que a levou a ter um novo olhar sobre os estudos.

Com a oferta de bolsas, ela acredita em fomentar a pluralidade na academia – e, quem sabe, ver mais descobertas como a sua surgindo no futuro!

Créditos das fotos sob as imagens /fonte via

Pesquisador de tartarugas tem prêmio cassado por foto com mulheres de biquíni

A entrega do prêmio Herpetólogo de Destaque precisou ser cancelada depois do surgimento de fotos de mulheres de biquíni relacionadas com Richard Vogt. De acordo com matéria do jornal Folha de São Paulo, o cientista especializado há mais de 20 anos no estudo de tartarugas, teve a honraria em reconhecimento ao seu trabalho retirada depois de queixas de membros do comitê julgador.

Durante a palestra no evento, chancelado pela Liga Americana de Herpetologia, Henry Mushinsky – professor emérito da University of South Florida, pediu a colocação de tarjas para impedir a exibição de partes dos corpos das mulheres em trajes de banho. Para o educador, a exibição das imagens poderia causar constrangimentos.

A apresentação seguiu com as tarjas, mas sem autorização de Vogt, que criticou a atitude. Willem Roosenburg, pesquisador da Universidade de Ohio e atual presidente da Liga, assegura que a colocação das tarjas foi feita sem consenso entre membros do comitê.

As fotografias são de pesquisadoras e estudantes, que enquanto interagem com as tartarugas, são fotografas em roupas consideradas impróprias. Segundo algumas pesquisadoras, que preferiam não se identificar, o professor Vogt fazia piadas recorrentes de cunho sexual em suas apresentações.

O fato gerou uma série de críticas nas redes sociais. Em função da grande repercussão negativa, membros do comitê científico se reuniram e resolveram retirar o prêmio. Apesar de algumas fotografias mostrarem homens, entre eles o próprio pesquisador, a mudança foi feita, de acordo com Roosenburg, por causa das constatações de constrangimento.

“O professor é conhecido por possuir comportamento inapropriado em relação às mulheres. Infelizmente, o professor tem uma reputação de longa data de usar fotos inapropriadas em suas apresentações e a decisão de censurá-las foi tomada por essas atitudes serem consideradas ofensivas e não profissionais”, relatou.

Em e-mail enviado ao New York Times, Richard Vogt se defendeu dizendo não “haver nenhuma conotação sexual ou indecência nas fotos. É muito triste que isso tenha acontecido comigo, membro do comitê há mais de 50 anos”.

A objetificação do corpo feminino, assim como casos de assédio contra mulheres no campo da ciência não são novidade e já fizeram parte da pauta do movimento #MeToo. A revista norte-americana Quartz dá conta que mais da metade de mulheres estudantes de medicina em 2018 disseram ter sofrido algum tipo de abuso durante a graduação.

Em 2014, um estudo apontou que ao menos 64% dos cientistas acusados de comportamento sexual inapropriado cometeram os atos ilícitos enquanto trabalhavam. Os assédios ocorreram durante coleta de dados e em pesquisa de campo.

Por outro lado, a censura também pode ser um sério indício de hiper sexualização do corpo da mulher por parte do comitê que decidiu pelo veto. Sem uma apuração mais aprofundada do caso fica difícil emitir algum juízo de valor. O corpo nu de uma mulher, assim como de biquíni, não deveria ser objeto de censura nem, tampouco, de comentários sexuais ou abusos. Resta saber, no caso relatado, se a objetificação partiu de um lado, de outro, ou de ambos.

Fotos: Reprodução /fonte:via

Garota indígena de 13 anos é indicada ‘Nobel infantil’ da paz

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Ela tem apenas 13 anos, mas já está fazendo história ao ser nominada para nada menos do que o Global Children’s Peace Prize, considerado o ‘Nobel infantil da paz’. Natural da reserva indígena de Wikwemikong, em Ontário, no Canadá, Autumn Peltier se destaca pelo trabalho em defesa do meio ambiente.

Mesmo com pouca idade, a jovem já acumula uma ficha curricular que inclui encontro com alguns dos principais líderes mundiais. Peltier esteve na linha de frente de uma marcha em defesa da água, além de ter sido responsável por introduzir o primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, na Assembleia Geral das Nações, em 2016.

“Eu gosto de dividir a minha ideia de que a água é sacralizada. A Mãe Terra não precisa da gente, nós é que precisamos dela”, disse a pequena ativista.

O mar de inspirações navegado por Autumn é vasto. Em novembro do ano passado, por exemplo,  ela convidou as pessoas para bloquearem uma estrada no Canadá. O objetivo era chamar a atenção justamente para a proteção da água.

A braveza desta jovem índia se fez valer e, durante o encontro com o premiê canadense, aproveitou para manifestar seu descontentamento com as escolhas do mandatário. A iniciativa surtiu efeito, pois segundo ela, Justin prometeu mudar sua postura.

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“Disse que estava muito brava com as escolhas dele. Ele me respondeu dizendo compreender. Eu comecei a chorar e pensar na água”, falou ao Huffington Post Canadá.

O Prêmio Internacional da Criança elege anualmente uma criança que tenha oferecido contribuição significativa para a defesa dos direitos das crianças e melhorado a vida das que vivem em situação de vulnerabilidade.

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O honraria foi lançada em 2005, durante o Encontro Mundial de Prêmios Nobel da Paz, em Roma, que contou com a presença da UNICEF e da Anistia Internacional. A cerimônia já foi apresentada por nomes como Desmond Tutu e Bob Geldof.

Foto: Reprodução/fonte:via

Conheça as vencedoras do Prêmio de Fotografia de Drone do Ano

Mais de 4400 fotógrafos profissionais e amadores participaram do Prêmio de Fotografia de Drone do Ano deste ano. Este prêmio é dividido em seis categorias: Abstrato, Natureza, Pessoas, Esporte, Vida Selvagem e Urbano. A foto que venceu este ano é a de Florian Ledoux, que fotografou um urso polar se movendo entre o gelo, visto de cima. Clichê forte que também se concentra no tema da urgência da proteção desses habitats e animais.

Veja cada categoria:

Abstrato – Weather Snake por Ovi D. Pop

Natureza – Mada’in Saleh por Gabriel Scanu

Pessoas – Pilgrimage of Millions of People por Qinghua Shui

Esporte – Skating Shadows por Vincent Riemersma

Vida Selvagem – Blacktip Shark por Adam Barker

Urbano – Assisi Over the Clouds por Francesco Cattuto

Foto do ano – Above The Polar Bear por Florian Ledoux

Outras belas fotos que concorriam ao prêmio:

Foto do ano (destaque): Above The Polar Bear por Florian Ledoux/fonte:via

18 imagens que são candidatas ao prêmio de Melhor Fotografia Astronômica de 2018

Imagens do sol expelindo plumas de plasma no espaço, auroras deslumbrantes capturadas em vídeo e closes excepcionais da lua estão competindo para vencer o prêmio de melhor fotografia astronômica do ano.

As tomadas hipnotizantes pré-selecionadas pelos juízes do Royal Observatory Greenwich impressionam mostrando a beleza do universo. O vencedor do concurso receberá um prêmio em dinheiro de 10 mil libras ($ 13 mil dólares) e os vencedores de todas as outras categorias, incluindo o Fotógrafo de Astronomia Jovem do Ano, receberão £ 1.500 ($ 1.900) em dinheiro.

Confira as imagens:

fonte:via