Professora transforma sala de aula com temática Hello Kitty com as próprias mãos para agradar alunas

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Todo mundo conhece um professor que faz de tudo para manter seus alunos motivados. Há casos inspiradores no mundo inteiro e este vem diretamente das Filipinas.

Na cidade de Masbate, a professora Samelyn Lafuente, da Cawayan Exterior Elementary School, decidiu criar o ambiente perfeito para que os estudantes não quisessem mais sair da escola.

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Ao longo de três anos, Samelyn decorou a sala de aula com tons de rosa e muitas imagens da personagem Hello Kitty.

A professora não investiu apenas seu tempo no projeto, mas também colocou dinheiro do próprio bolso para que a decorção fosse o mais encantadora possível.

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As fotos do espaço se tornaram virais após serem compartilhadas no Facebook pelo usuário Glay Franco Bacolod. Desde então, a dedicação da professora já foi destacada em diversos veículos internacionais.

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Ao GMA News online, Samelyn disse que decidiu decorar a sala de aula desta maneira porque adora rosa e é fã da Hello Kitty e, principalmente, porque queria que seus alunos ficassem felizes e aproveitassem ao máximo o tempo na escola.

Alguma dúvida de que ela atingiu esse objetivo?

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Aposentada ensina português e ‘adota’ imigrantes africanos como filhos em SP

Se a língua pode ser a primeira barreira para um refugiado ou imigrante, a saudade e a distância da família são as barreiras incontornáveis e fundamentais para o recomeço em um novo país. Para alguns imigrantes que chegam em São Paulo, em especial no bairro da Mooca, a aposentada Sonia Altomar oferece uma calorosa e transformadora ajuda para amenizar essas duas questões: além de há seis anos dar aulas voluntárias de português para os imigrantes que vivem na casa de acolhida Arsenal da Esperança, Sonia indica aos alunos outros cursos, vagas de emprego, os visita doentes ou simplesmente oferece um ombro amigo em momentos difíceis.

O laço afetivo entre Sonia e seus alunos é tamanho que muitos a chamam de “minha mãe brasileira”. Tudo começou quando ela liderava um projeto de alfabetização para pessoas em situação de rua, e viu a chegada dos imigrantes haitianos. Por ser formada em português e francês, Sonia os pode ajudar especialmente, e a urgência com que precisavam aprender nossa língua comoveu a professora, que desde então não parou mais a ajudar quem chega ao Brasil.

Todos os seus ex-alunos, em especial os que melhoraram de vida e conseguiram um emprego, relatam o tratamento especial e carinhoso que Sonia oferece. No Arsenal da Esperança hoje são 1.200 pessoas que recebem cama, banho, alimentação, cuidados com a saúde, além de cursos – a maioria vive em situação de rua. Paradoxalmente o filho de Sonia vive na Alemanha, mas sua atribulada agenda por aqui a impede de visita-lo tanto quanto gostaria – são muitos os que precisam de suas aulas e ajudas em São Paulo. Sonia muitas vezes vai até o empregador, a fim de oferecer uma chancela especial para que seu aluno seja contratado.

Ela garante que só vai parar de ajudar quando seu corpo não mais permitir, se oferecendo como um exemplo perfeito de como melhor lidar com a questão dos imigrantes em qualquer lugar do mundo: com educação, empatia, dedicação e afeto. A humanidade, como um todo, agradece – em qualquer lugar do mundo.

© fotos: reprodução/fonte:via

Mulheres sem teto de NY se tornam professoras de escola de inglês liderada por brasileiros

Quando pensamos em pessoas desabrigadas, solitárias e sem teto, lembramos logo da dura realidade do Brasil. Mas mesmo em uma cidade como Nova York, muitas pessoas passam por esses problemas. A metrópole americana tem milhares de mulheres vivendo nas ruas e 75% delas são profissionais qualificadas passando por diversos problemas. Algumas vítimas de violência, outras abandonadas por suas famílias, viviam à margem da sociedade.

Quem poderia esperar que uma solução viria de terras brasileiras? O paulista Tiago Noel de Souza, de 31 anos, e o potiguar Felipe Marinho, 40, decidiram unir duas ideias e beneficiar muita gente. A Soulphia é uma escola de inglês bem diferente: todas as professoras são moradoras de rua da cidade de Nova York.

Moradoras de rua ganham oportunidade de ensinar inglês para estrangeiros

A cidade mais cosmopolita dos Estados Unidos somava quase 62 mil sem-teto no sistema de abrigos municipal em maio deste ano, as a estimativa é que pelo menos 4 mil pessoas durmam todas as noites nas ruas nova-iorquinas.

Essa realidade chocou o empresário paulista em novembro de 2016, Quando se mudou para Nova York com a esposa, no final de 2016, Tiago ficou chocado com esses números e, mesmo trabalhando em uma empresa do setor de saúde, começou a amadurecer a ideia de montar um negócio que ajudasse essas mulheres. Surgiu assim o projeto Soulphia, uma plataforma online que promove aulas inglês com professoras nativas, que tem muito mais que o inglês para ensinar.

A turma de professoras com um aluno e o fundador do projeto, Felipe (direita)

A escola é apoiada pela Universidade de Columbia e por abrigos municipais que oferecem treinamento para as futuras tutoras. As aulas são oferecidas para estudantes do mundo todo através do site “soulphia.com”. Lá, os interessados se registram, agendam e pagam pelas aulas. O dinheiro é repassado diretamente para as professoras.

Tudo começou com um projeto piloto, rodando em fase de teste de outubro a dezembro de 2017. Usando computadores de um abrigo no bairro do Bronx, em Nova York, seis mulheres ministraram mais de 500 aulas para cerca de 40 alunos. Todos foram recrutados via Facebook e pagaram cerca de U$ 15 por aula. Hoje, 25 mulheres já foram treinadas e mais de 1500 aulas foram ministradas para mais de 300 alunos de 6 países.

Confira o vídeo que apresenta a iniciativa:

https://player.vimeo.com/video/267124894?app_id=122963

 /fonte:via

Esta professora deixou que os alunos rabiscassem seu vestido e o resultado é pura alegria

Algumas vezes, é preciso uma dose de criatividade para manter crianças interessadas na escola. Felizmente, os alunos de Haley Curfman não podem reclamar disso!

Haley é professora de uma turma de segundo ano em Blackwell, Oklahoma, nos Estados Unidos. Embora a escola não ofereça aulas de artes, ela sempre encontra um jeito de explorar ao máximo as habilidades artísticas dos estudantes.

Através do Facebook, a professora compartilhou uma de suas atividades preferidas durante as aulas: levar um vestido branco para que seus alunos desenhem o que quiserem nele. A ideia foi inspirada uma imagem vista por Haley há alguns anos no Pinterest.

Eu acho que todo professor deveria fazer isso! É um ótimo projeto e uma lembrança ainda melhor.

Segundo ela, o vestido foi comprado por cerca de US$ 20 e o projeto demorou algumas semanas para ser concluído, já que os alunos só desenhavam na peça quando tinham tempo livre. Ao Bored Panda, contou que a única regra era que os desenhos não poderiam ser riscados ou apagados.

Esse foi o segundo ano em que Haley realizou a atividade com os estudantes e as fotos compartilhadas em seu Facebook se tornaram virais, sendo compartilhadas por mais de 300 mil pessoas. A professora escreve sobre a profissão com muito humor em um blog chamado The Weary Teacher (algo como “a professora cansada”, em inglês).

Quando o vestido está pronto, Haley costuma usá-lo em uma festa na escola e, depois, deixa a peça exposta para os alunos. No final do ano, a roupa vira uma lembrança maravilhosa da turma.

Espia só mais algumas fotos dos vestidos estampados pelas crianças!

 

Fotos: The Weary Teacher /fonte:via