‘Estrada de tubarões’ de mais de 800 quilômetros pode se tornar área de proteção

Pela primeira vez cientistas filmaram tubarões viajando por uma “estrada” submarina de mais de 800 km, no Oceano Pacífico – entre as Ilhas Galápagos e a Ilha do Coco, na Costa Rica. Trata-se de um caminho seguindo uma série de montanhas submersas, no qual diversos tipos de tubarão e outros animais marinhos, como tartarugas e golfinhos, foram registrados “viajando”. Os cientistas ainda não sabem se a passagem dos animais pela “estrada” se dá para a caça, como rotas de navegação ou por acaso – mas o registro de tal viagem pode ser fundamental para a proteção de tais animais.

Apesar das Ilhas Galápagos e da llha do Coco serem áreas protegidas para pesca em geral, a “estrada dos tubarões” não é, e o registro de tal caminho permitirá o pedido de preservação da estrada como um meio de se preservar a vida desses animais. Quem realizou a expedição – que levou duas semanas até conseguir o registro – e entrará com o pedido é a Fundación PACÍFICO, um grupo costa-riquenho que reúne quatro fundos ambientais diferentes.

A utilização de tais “estradas” à beira de montanhas marinhas foi registrada pela primeira vez, no qual mais de dezesseis espécies de tubarões e peixes foram vistos utilizando o caminho – algumas delas sob risco de extinção.

O perigo de manter essas áreas fora de programas de proteção é dos tubarões acabarem pescados em redes de pesca de atum. Para os cientistas, proteger a “estrada dos tubarões” é o próximo passo pela conservação da espécie.

© fotos: divulgação/fonte:via

Fotos retratam ratinhos vivendo livres e felizes após ‘escaparem’ de laboratórios

Assim como no resto do mundo, na Itália, milhares de animais morrem em laboratórios. Alguns são usados para testes letais, mas muitos são usados para experimentos dos quais eles poderiam facilmente se recuperar e reiniciar uma vida normal. Outros sequer são usados em testes, mas são mantidos nos laboratórios como um excedente de segurança ou controle, e, uma vez que o experimento termina, se tornam “uma despesa inútil” para os laboratórios.

A lei italiana permite que laboratórios experimentais libertem animais saudáveis e “salváveis”, os doando para para indivíduos ou instituições de caridade, como a La Collina dei Conigli. As aposentadorias dos animais são acordadas pela associação diretamente com os laboratórios de teste através de negociações delicadas, que muitas vezes envolvem um grande número de animais de uma só vez.

La Collina dei Conigli se especializou na recuperação de coelhos e criaturas, lidando com eles desde a saída do laboratório para que possam ser adotados e possam ter uma vida feliz com alguma família.

A fotógrafa Rachele Totaro tem apoiado esta instituição de caridade há anos para aumentar a visibilidade de animais de abrigos. Neste ano ela fotografou os curiosos ratos de laboratório que sentiram o sol em suas peles pela primeira vez.

Os tímidos, pequenos guerreiros e exploradores: todos agiram de uma maneira diferente quando ao ar livre – primeira vez fora das gaiolas, mostrando serem indivíduos com atitudes e personalidades peculiares.

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