Talvez você não saiba, mas São Paulo tem a maior piscina pública da América Latina

O fim de ano vem chegando, e junto com ele o calor apocalíptico que marca boa parte do Brasil nessa época. Nas cidades com praia ou nas casas com piscina, o alívio ao inferno meteorológico é acessível e instantâneo – mas em uma cidade como São Paulo, se você não tem piscina em casa, o que fazer para tornar o calor em prazer? Pois saiba que a capital paulista possui a maior piscina pública da América Latina, que recebe até 4 mil pessoas no final de semana.

Essa gigante, com cinco milhões de litros de água, fica no Centro Esportivo, Recreativo e Educativo do Trabalhador (Ceret), no Tatuapé. Oferecendo acesso gratuito, a atração no parque é efetivamente para toda a família: crianças abaixo de 3 anos de idade podem curtir as duas piscinas menores, para os pequenos, com segurança.

A piscina rasa, para as crianças

Aos adultos, porém, a maior piscina pública da América Latina possui 100 metros de comprimento e 50 metros de largura, com 5000 metros quadrados de espelho d’água. 17 salva-vidas garantem a segurança dos banhistas na piscina, que consome nada menos que 1800 quilos de cloro por mês.

Para utilizar a piscina, é preciso somente fazer uma carteirinha de acesso ao Ceret, com uma foto 3×4, comprovante de residência, carteira de identidade com foto e cartão do SUS. A piscina funciona de segunda a sexta, das 09hs às 17hs.

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Rio de Janeiro coloca na rua primeiros ônibus 100% elétricos

O Rio de Janeiro iniciou a operação dos primeiros ônibus 100% elétricos. Os veículos estão sendo usados no programa Tarifa Comercial Zero e circulam gratuitamente nos quatro principais pontos comerciais de Volta Redonda.  São eles, Vila Santa Cecília, Retiro, Centro e Aterrado.

A substituição dos combustíveis fósseis se dá por meio de dois motores BYD-2912TZ-XY-A, de 150 KW, o equivalente a 402 cavalos. Os veículos possuem ainda chassis BYD D9W, que são utilizados para a aplicação em carrocerias com até 13,2 metros de comprimento. Os coletivos não têm degraus, facilitando o embarque e desembarque, além de contarem com um sistema de freio a disco regenerativo.

A adoção dos ônibus elétricos vai contribuir para a redução de emissão de poluentes e gases causadores do efeito estufa. Para se ter ideia, cada ônibus elétrico em circulação diminui os níveis de CO2 em mais de 1 tonelada.

No caso de Volta Redonda, o ônibus chega em boa hora. Sofrendo com inúmeros problemas de mobilidade urbana, a cidade do sul fluminense dispõe de uma alternativa saudável para o meio ambiente e usuários.

Falando ao Ciclo Vivo, Tyler Li, presidente da BYD do Brasil, diz que “o ônibus elétrico é uma tecnologia promissora na busca por um transporte público menos poluente e com menor custo de manutenção. Com cada vez mais grandes metrópoles globais realizando testes e implementando esse tipo de veículo em suas vias públicas, o ônibus elétrico vai deixando de ser apenas uma ideia do futuro, firmando-se dia a dia como realidade”.

A cidade de São Paulo também namora o ônibus elétrico. Segundo a prefeitura, a expectativa é que os modelos ganhem mais espaços nas ruas paulistanas até o fim do ano.

Carregados a bateria, os ônibus elétricos possuem autonomia de 300 km, superior aos 200 km percorridos em média pelos coletivos convencionais. O carregamento total das baterias leva entre 4 e 5 horas. Assim como no Rio de Janeiro, o chassi é fornecido pelo multinacional chinesa BYD. O intuito é reduzir em 15% a emissão de CO2.

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