Este tatuador francês é o mestre do realismo em preto e cinza

O francês Eliot Kohek sempre gostou de desenhar, mas jamais teve educação formal ligada à arte. Nem tinha tanto interesse pela tatuagem até que, aos 19 anos, foi a um evento sobre o tema e descobriu que era aquilo que ele queria fazer pelo resto da vida.

Não demorou muito para ele se demitir do emprego e encontrar um tatuador que deixasse Eliot o observar trabalhando para pegar as manhas do negócio. Ele treinou os primeiros riscos em vários amigos que se dispuseram a ajudar, e logo se especializou no realismo feito apenas com tintas preta e cinza.

Em uma entrevista para o site francês Inkage, Eliot disse que o estilo hiper-realista o atraiu desde o início, porque é o “mais intrigante e que mais provoca reações nas pessoas”.

Ele já trabalha como tatuador há quase dez anos, e é capaz de criar obras tão incríveis que parecem que ganharão vida e saltarão da pele a qualquer momento.

Fotos: reprodução /fonte via

Estilo, elegância e realismo são a marca registrada das tatuagens de Oscar Åkermo

15 anos de idade e uma ideia na cabeça: ser tatuador. Foi assim que o sueco Oscar Åkermo começou sua jornada, criando as próprias máquinas usando motores e cordas de guitarra. Aos 16, comprou as primeiras máquinas profissionais e pôde dar um salto de qualidade.

Hoje, Oscar tem 23 anos e vive em Nova York, tatuando no reconhecido estúdio Bang Bang. Seu primeiro trabalho foi como aprendiz, aos 17 anos, e ele conta que muitos clientes mais velhos não o levavam a sério. Hoje, há quem o coloque entre os melhores tatuadores do mundo.

Ele diz que, no começo, fazia praticamente apenas tattoos old-school ou tradicionais, o que começou a ficar tedioso. Foi aí que ele passou a se dedicar ao realismo, desenvolvendo seu traço com muito estilo.

Apesar de dizer que ainda gosta de experimentar bastante para tentar encontrar o próprio estilo, Oscar acha que é possível descrever seu trabalho como “uma melancólica mistura de meus tatuadores favoritos, desde que seja sombrio, macabro, psicodélico ou apenas bonito”.

Ele experimentou várias formas de arte antes de se encontrar na tatuagem: tocou guitarra, fez esculturas, costurou, atuou e ainda gostava muito de fotografar, o que ele ainda faz, como hobby, ainda que as tatuagens demandem cada vez mais tempo.

“Muita coisa me inspira! Música, mitologia, cultismo, arquitetura e arte vitoriana, filmes de terror e ficção científica, além de artistas como Rembrandt, Da Vinci, Michelangelo e Salvador Dalí”, revela o tatuador.

Fotos via  Oscar Åkermo /fonte:via