Homem paraplégico volta a andar nos EUA após estímulos elétricos

Homem volta a andar após estimulos elétricos

Uma novidade casando tecnologia com pesquisas científicas e avanços médicos passa a trazer esperanças para paraplégicos e tetraplégicos: pela primeira vez uma pessoa que havia perdido os movimentos dos membros inferiores conseguiu andar em uma esteira de forma independentes. A conquista se deu através de estímulos elétricos em sua medula espinhal.

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Jared Chinnock, um americano de 29 anos, ficou paraplégico após um acidente com uma moto de neve em 2013, e desde 2016 passou a participar da pesquisa científica. Após 22 semanas de fisioterapia, um eletrodo foi implantado cirurgicamente em sua medula. Depois de 113 sessões de reabilitação, as configurações corretas foram encontradas para que Jared tentasse sua caminhada. Com a ajuda de um andador, o jovem foi capaz de caminhar na esteira.

O implante é conectado a um dispositivo localizado sob a pele do abdômen e se comunica com uma central para que aja controle absoluto sobre o local, a frequência e a duração dos estímulos elétricos. Sem o estimulo, no entanto, a paralisa permanece inalterada.

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A grande novidade, para além da conquista objetiva, é confirmar a rede de neurônios abaixo de uma lesão na medula espinhal ainda podem funcionar, mesmo após a paralisia. A conquista aconteceu de uma parceria entre a Mayo Clinic e a Universidade da Califórnia, e foi publicada na revista Nature Medicine.

© fotos: reprodução/fonte:via

Como a amizade mudou a vida deste jovem viciado em drogas e em situação de rua

No Quênia, as drogas são um problema crescente e levam muitas pessoas às ruas, principalmente em Nairóbi. Patrick Hinga era uma dessas pessoas, mas viu sua vida mudar após reencontrar uma colega de escola.

A relação de Patrick com as drogas começou cedo. Quando jovem, ele foi expulso da escola por fumar cigarros e maconha. Na época, em uma tentativa de ajudá-lo, a família o levou a uma instituição de saúde mental, mas isso só levou a uma piora exponencial. O queniano fugiu e foi readmitido repetidas vezes no local, onde era tratado como um paciente com problemas psiquiátricos, segundo sua mãe Nancy contou ao SDE.

Foi neste mesmo hospital que Patrick descobriu uma nova droga, um medicamento chamado Attain. Com baixo custo e fácil de conseguir, a relação do jovem com as drogas se agravou até que ele foi parar nas ruas, onde sua mãe costumava levar comida para que não passasse fome. Mas as coisas começaram a mudar após um encontro com a ex-colega de escola Wanja Mwaura.

Wanja e Patrick começaram a conversar nas ruas e ela o convenceu a ir a um centro de reabilitação, onde poderia deixar as drogas. O tratamento do jovem foi custeado graças a doações de diversas pessoas através das redes sociais. Após sua recuperação, a amiga o ajudou a se restabelecer e montar sua própria loja, ganhando assim um meio para viver. “Me sinto um novo homem”, contou Patrick ao Daily Nation.

A história se espalhou pelo país e está emocionando os quenianos ao mostrar o quanto uma verdadeira amizade pode transformar a vida das pessoas. As fotos desse processo inspirador vão melhorar o seu dia. Espia só!

Fotos via /fonte:via

Este pit bull nasceu com uma deformação no focinho, mas sua dona se recusou a sacrificá-lo

Você acha natural sacrificar a vida de alguém por causa de uma deformidade? Certamente não. Mesmo assim, muitas pessoas ainda fazem isso quando se trata de um animal de estimação, mas esta mulher estava disposta a lutar pela vida de sua cachorrinha.

A cadela Sasha nasceu com uma deformação no focinho que fazia com que ela não conseguisse mamar, colocando sua vida em risco desde os primeiros momentos. O animal foi levado à agência de resgate FURRR 911, de Marie DeMarco, que se recusou a sacrificá-lo. Marie é enfermeira e já tinha experiência no auxílio a gatos com saúde frágil, portanto, não teve dificuldades em ajudar na recuperação de Sasha.

Além do problema no focinho, descobriu-se depois que Sasha também tinha diversas outras condições de saúde. A cadelinha sofre de hidrocefalia (acumulação de fluido no crânio), além de ter sido diagnosticada com uma infecção respiratória, uma infecção urinária e problemas ortopédicos.

Hoje com três meses, a cadelinha ainda luta para sobreviver e está cada vez mais forte com a ajuda de Marie. Espia só algumas fotos da recuperação de Sasha.