Beleza diversa: agência de modelos cria campanha que destaca marcas, cicatrizes e deficiências

A busca pela perfeição sempre foi responsável por atrocidades em nossos corpos e, isso é muito mais antigo do que você imagina. Desde a antiguidade, homens e mulheres fazem absurdos em nome da beleza, ao mesmo tempo em que se esforçam para esconder todo e qualquer ‘defeito’. Porém, são justamente nossas cicatrizes, ossos quebrados, marcas de nascença e qualquer outra coisa que nos tenha acontecido e deixado algum tipo de marca, que nos definem.

Foi com o intuito de fazer as pessoas amarem seus corpos, seja eles como forem, que a Specialist Talent Agency – Zebedee Management, uma agência de modelos baseada no Reino Unido criou a campanha #EveryBodyBeautiful (todos os corpos bonitos), explorando a percepção que temos em relação aos nossos corpos.

Inspirados em uma técnica milenar japonesa  – Kintsugi, que ao invés de tentar esconder as fraturas dos objetos de porcelana, enfatiza-as, tornando a peça até mais bonita do que quando foi concebida originalmente, a ideia da agência é partir do mesmo princípio, com as pessoas.

Esta é a única agência de modelos do Reino Unido que representa pessoas de todas as idades e com qualquer tipo de deficiência ou necessidade especial, porque elas são lindas do jeito que são!

Fotos: Zebedee Management /fonte:via

Kate Middleton e Príncipe William ‘perdem’ guarda dos filhos. Mas por quê?

A monarquia carrega consigo dogmas difíceis de entender. Pelo menos para os meros mortais, já que entre os seguidores do regime, cada linha é encarada com seriedade.

De acordo com uma lei real criada há 300 anos, o príncipe William e a duquesa Kate Middleton não possuem a guarda dos filhos. Isso não quer dizer que os dois, casados desde abril de 2011, vão deixar de ser pais de George, Louis e da princesa Charlotte.

Entretanto, aos olhos dos seguidores das leis monárquicas, os mais novos membros da família real são responsabilidade do rei ou da rainha. No caso Elizabeth II, no trono desde a década de 1950.

“O rei ou rainha conservam a guarda dos netos e bisnetos. Isto nasceu na época do Rei George I, que governou entre 1714 e 1727. Desde então, a lei nunca foi modificada”, explicou Marlene Koening, especialista em família real.

Koening lembra que a lei foi promulgada por causa da má relação entre o rei George I e seu filho, o futuro rei George III. “Ele aprovou esta lei para que pudesse ter a guarda de seus netos”.

A lei foi aprovada por 10 entre 12 juízes em 1717 e desde então não foi modificada. Isso explica muito que, mesmo com uma mudança significativa nos últimos tempos, a família real britânica é adepta ao tradicionalismo. Aliás, a medida vale também para os futuros herdeiros de Meghan Markle e Harry.

Fotos: Reprodução/Instagram/fonte:via

O consumo de abacates no Reino Unido está causando uma seca grave no Chile

O mundo se tornou obcecado por abacates. Eles estão simplesmente em toda a parte: no pãozinho, no café e até neste restaurante em Nova York em que tudo leva o fruto.

Abacate é mesmo considerado um ótimo alimento para saúde e, além disso, delicioso. Então qual o problema? Basicamente, está no fato de que ele precisa de condições climáticas bem específicas para crescer.

A planta natural do México e de países da América Central não se adapta bem a climas frios. Acontece que os britânicos também amam o fruto do abacateiro…

Segundo uma reportagem do The Guardian, o consumo de abacate no Reino Unido aumentou em 27% no último ano. Ao mesmo tempo em que os ingleses ganham em saúde comendo o alimento da moda, uma grave seca se manifesta no Chile. E as duas coisas podem estar interligadas.

A polêmica se concentra na província de Petorca, localizada na região de Valparaíso e considerada uma das maiores produtoras de abacate do mundo. Os moradores da área sugerem que foram instalados poços e tubulações ilegais para irrigar os abacateiros, que necessitam de muita água para crescer. Com isso, os níveis das águas subterrâneas caíram e os rios secaram, causando falta de água na região, ainda de acordo com o veículo.

Como o mundo é um só, para que um londrino coma sua torrada com abacate no café da manhã, um morador de Petorca é impactado pela falta de água potável.

Apenas em 2016, o Chile exportou mais de 17 mil toneladas de abacates para o Reino Unido, dos quais 67% cresceram em Valparaíso. No mesmo ano, o The Guardian já havia alertado sobre o aumento de roubos relacionados ao fruto na Nova Zelândia, desencadeado pela sua alta demanda no mercado.

Fotos: Unsplash /fonte:via

Estas 84 esculturas em prédio de Londres nos lembram a epidemia do suicídio masculino

A impressionante informação de que a principal causa de morte entre homens com menos de 40 anos no Reino Unido é o suicídio levou o grupo CALM (sigla em inglês para Campanha contra viver miseravelmente, mas que também quer dizer “calma”) a convidar o artista Mark Jenkins a criar uma intervenção urbana de impacto. E em uma manhã Londres amanheceu com 84 esculturas feitas à perfeição de homens na beira de um alto prédio da cidade, como se estivessem em vias de saltar.

A campanha se chama Projeto 84, referente ao dado de que em média 84 homens cometem suicídio toda semana no Reino Unido – assim, cada escultura na beira do prédio representa um homem que de fato se suicidou, e a história de suas vidas pode ser lida no site do projeto. Todas as estatísticas citadas foram levantadas em pesquisas do próprio CALM.

A ideia da campanha é não só oferecer assistências às famílias desses homens como cobrar mais ações por parte do governo para combater esse mal e alterar o debate em relação à saúde mental e o suicídio. Mesmo, por exemplo, diante de tais números alarmantes, não há qualquer agenda efetiva do governo do Reino Unido para prevenir o suicídio.

Uma petição já com mais de 161 mil assinaturas foi feita para cobrar ações efetivas por parte do governo.

 

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Eles também merecem: conheça este inacreditável SPA detox para pets

De passeios a beira mar a massagens em uma luxuosa casa colonial… Eis o tipo de vida que qualquer pessoa gostaria. Nesta local, os hóspedes são transportados porta-a-porta por um motorista particular e há até um artista sempre disponível para pintar retratos para comemorar a visita.

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Mas este não é um hotel de luxo no campo para a elite rica – é um hotel onde cachorros sortudos vão para relaxar, desintoxicar e emagrecer. O House of Mutt, um luxuoso retiro em Norfolk, Reino Unido, custa caro. Por exemplo, um especialista em comportamento animal cobra cerca de 200 libras por hora, cerca de R$ 830.

Para manter os peludos em forma, o local ministra variados jogos para ‘estimular o cérebro tanto quanto o corpo’. Passeios na praia, natação no rio, sessões de esconderijo da floresta, passeios sem liderança, agilidade e assim por diante.

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