Fotos retratam ratinhos vivendo livres e felizes após ‘escaparem’ de laboratórios

Assim como no resto do mundo, na Itália, milhares de animais morrem em laboratórios. Alguns são usados para testes letais, mas muitos são usados para experimentos dos quais eles poderiam facilmente se recuperar e reiniciar uma vida normal. Outros sequer são usados em testes, mas são mantidos nos laboratórios como um excedente de segurança ou controle, e, uma vez que o experimento termina, se tornam “uma despesa inútil” para os laboratórios.

A lei italiana permite que laboratórios experimentais libertem animais saudáveis e “salváveis”, os doando para para indivíduos ou instituições de caridade, como a La Collina dei Conigli. As aposentadorias dos animais são acordadas pela associação diretamente com os laboratórios de teste através de negociações delicadas, que muitas vezes envolvem um grande número de animais de uma só vez.

La Collina dei Conigli se especializou na recuperação de coelhos e criaturas, lidando com eles desde a saída do laboratório para que possam ser adotados e possam ter uma vida feliz com alguma família.

A fotógrafa Rachele Totaro tem apoiado esta instituição de caridade há anos para aumentar a visibilidade de animais de abrigos. Neste ano ela fotografou os curiosos ratos de laboratório que sentiram o sol em suas peles pela primeira vez.

Os tímidos, pequenos guerreiros e exploradores: todos agiram de uma maneira diferente quando ao ar livre – primeira vez fora das gaiolas, mostrando serem indivíduos com atitudes e personalidades peculiares.

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Imagens: Reprodução/fonte:via

Gatinho resgatado sem um olho ganha tampão e vira gato pirata

Quando a jovem Savannah Anas, de Las Vegas, EUA, ficou sabendo que uma ninhada de gatinhos estava abandonada no meio do nada, chamou uma amiga para ajudá-la e juntas foram correndo resgatá-los.Ao chegar no local de difícil acesso, descobriram que um dos filhotes tinha uma infecção severa e mortal.

Elas não pensaram duas vezes em correr para o veterinário mais próximo, para tentar de alguma maneira salvar a vida do gatinho, que foi batizado de Scar (Cicatriz, em inglês).

“Ele era tão pequeno, tinha apenas 2 semanas de vida, e o veterinário não conseguia conectá-lo aos monitores nem saber como a anestesia iria afetá-lo durante o procedimento”, contou Savannah ao site The Dodo.

Apesar do risco, eles resolveram prosseguir com a cirurgia, pois era a única chance de salvar a vida de Scar. E mesmo com o veterinário precisando remover um dos olhos do gatinho, tudo ocorreu bem no final.

Para ajudar a manter os pontos limpos e seguros após a cirurgia, a jovem optou por colocar uma espécie de tapa olho em Scar. “Ele ama o acessório, e nunca tentou retirá-lo”, disse a jovem, que não resistiu aos encantos do gato pirata e resolveu adotá-lo.

Agora, com 6 semanas de vida, Scar é o gatinho mais brincalhão e enérgico do mundo. “Ele pode ter tido um começo de vida difícil, mas agora ele está mais feliz do que nunca, pronto para enfrentar qualquer nova aventura”, finalizou.

Fonte:via:The Dodo