Esta coleira de LED é perfeita para passeios noturnos com seus cachorros

Passear com seu cachorro é parte fundamental para o bem-estar do animal, e um passeio noturno pode ser perfeito para noites quentes ou para encaixar essa tarefa em meio às atribuladas agendas que pautam nossas vidas. São diversos, no entanto, os perigos que podem atravessar o caminho de um cão e seu humano em um desses rolês – e é aí que entra a Nitey Leash, a primeira coleira pensada especialmente para os passeios noturnos, com um atrativo impactante, estiloso e que traz segurança: trata-se de uma coleira que acende.

Anunciada como “a primeira coleira iluminada por fibra ótica do mundo”, a Nitey Leash é feita com luzes de LED, que funcionam com pilhas AAA. Com mais de 1,5 metros de extensão, à prova d’água e nas cores azul, verde e rosa, a coleira noturna é vendida na Amazon por 24.95 dólares – o equivalente a cerca de 96 reais.

Segundo Joseph Hassan, inventor da Nitey Leash, seu produto foi pensado pela segurança do animal e o tratamento especial votado aos cães.

Quando acesa a coleira pode ser avistada a até 400 metros de distância – e, em modo piscante se torna ainda mais visível, impedindo eventuais esbarrões e até atropelamentos em potencial.

“Os donos de cachorro procuram produtos que tratem os animais como os membros importantes da família que são”, disse Hassan.

Assim, o produto foi desenvolvido para ter um “impacto direto em suas vidas e na vida dos animais”.

© fotos: reprodução/fonte:via

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Como são as celas de cadeia em diferentes países do mundo

Cada vez mais pessoas passam seus dias atrás das grades. De acordo com um levantamento do Instituto Para Pesquisas e Políticas Criminais, o número ao redor do mundo já passa dos 10 milhões, entre homens e mulheres. Do ano 2000 para cá, a população carcerária feminina cresceu 50%, e a masculina 18%.

As estatísticas mais atualizadas se referem a outubro de 2015, então é possível que esses números já tenham aumentado. Além disso, o levantamento inclui tanto pessoas presas provisoriamente enquanto aguardam julgamento quanto aquelas que já foram sentenciadas.

O Brasil é o quarto país com mais presos na lista, com um total de 607 mil detentos. Os Estados Unidos aparecem no topo do ranking, com mais de 2,2 milhões de presidiários, seguidos pela China, com 1,65 milhão, e Rússia, com 640 mil.

O site Bored Panda compilou fotografais de celas de prisão em diferentes países ao redor do mundo para mostrar como os conceitos de punição e reabilitação podem variar radicalmente entre uma nação e outra. Confira:

Halden, Noruega

Aranjuez, Espanha

Essa prisão permite a interação constante entre detentos e familiares

Lilongwe, Malawi

Onomichi, Japão

Manaus, Brasil

Cartagena, Colômbia

À noite, as detentas cujas penas estão chegando ao fim trabalham no restaurante em um pátio da prisão para estimular a transição para a vida em liberdade.

Califórnia, EUA

Montreal, Canadá

Landsberg, Alemanha

San Miguel, El Salvador

Genebra, Suíça

Cidade Quezon, Filipinas

Yvelines, França

Cebu, Filipinas

A dança é uma atividade diária neste presídio filipino

Arcahaie, Haiti

Fotos: Reprodução/fonte:via

Estes ratos gigantes salvam vidas humanas e de outros animais ‘caçando’ minas terrestres

As minas terrestres custam vidas de humanos e de grandes animais no Zimbábue, além de fazerem vários cidadãos perderem membros do corpo, especialmente pés e pernas. Elas permanecem nos terrenos anos após o fim de conflitos, e detectá-las é uma tarefa árdua.

Uma ONG belga chamada Apopo está presente na África para livrar o solo dessas ameaças. Além de máquinas e de detectores de metais, eles utilizam ratos treinados por nove meses para localizar os explosivos. Eles são capazes de encontra-los graças ao olfato e à audição, e são leves o suficiente para não ativá-los.

  

Depois de localizadas, as minas são desativadas ou detonadas por voluntários da Apopo. De acordo com a ONG, um animal é capaz de examinar a área equivalente à de uma quadra de tênis em 30 minutos, enquanto um ser humano com detector de metais demoraria quatro dias.

A Apopo garante que os animais são bem tratados durante toda a vida, e que nenhum jamais morreu em atividade de detecção de explosivos. Graças a eles, grandes animais podem fazer suas rotas de migração em paz, e comunidades do Zimbábue podem acessar fontes de água e terras férteis para se desenvolver em segurança.

A ONG recebe doações para manter os ratos bem alimentados e treinados, e, nos 20 anos de atuação no Zimbábue, os animais já localizaram mais de 100 mil minas, além de detectarem, pelo odor, pacientes com tuberculose: já foram mais de 12 mil casos registrados.

 Fotos: Reprodução/Apopo/fonte:via