Unicórnios existiram e conviveram com humanos há 29 mil anos

O 'unicórnio da Sibéria' vivia em campos e pradarias — Foto: W S VAN DER MERWE (via BBC)

Depois de ler esta notícia, você vai ter argumentos consistentes contra a corrente que nega a existência dos unicórnios. Pesquisadores encontraram no Cazaquistão um fóssil de um unicórnio, que teria vivido no país asiático há cerca de 29 mil anos.

Com isso, é provável que nossos ancestrais tenham sim convivido e até caçado unicórnios. Agora, eles não eram tão fofinhos como os desenhos contemporâneos mostram. Na verdade, segundo a recriação feita pelos paleontólogos, eles eram bem assustadores.

O achado provocou uma alteração nas estimativas de paleontólogos, que acreditavam que os unicórnios teriam sido extintos há pelo menos 350 mil anos. A disparidade, segundo os pesquisadores, se dá por causa do isolamento provocado pelas baixas temperaturas entre as regiões onde os diferentes fósseis foram encontrados.

A área habitada pelo Unicórnio Siberiano (Elasmotherium sibiricum) fica onde atualmente está a Sibéria. Por já ser uma região fria, os animais não sentiram as intensas mudanças de temperatura, que ocorreram com mais intensidade durante a Era Glacial. Por isso, foi criado uma espécie de ‘santuário de preservação’ para as espécies que resistiram por mais tempo.

O unicórnio de verdade está longe de ser um cavalo bonitinho com chifre. Ele lembra mais um rinoceronte ou um mamute com uma densa camada de pelos. O tamanho também assusta e na vida adulta, eles podiam atingir até dois metros, pesando quatro toneladas.

Quanto ao chifre, era sua principal arma de defesa, medindo mais de 1 metro e pesando cerca de 60 kg.

Esqueleto do mamífero no Museu de Stavropol — Foto: Igor Doronin (via BBC)

Esqueleto do mamífero no Museu de Stavropol — Foto: Igor Doronin (via BBC)

Fotos: Ruian Hastwsky/Reprodução/fonte:via

Fotógrafo viaja 40 mil km pela Sibéria para fotografar popular indígena local

Depois de viajar 85 países por 9 anos em busca de conhecer de verdade o mundo em que vivemos, o fotógrafo russo Alexander Khimushin concluiu que, por mais infinitamente diverso que seja, o que de mais incrível o planeta tem a nos oferecer é algo que justamente ele encontrou por toda parte: as pessoas. Dessa conclusão há 3 anos e meio nasceu o projeto “The World in Faces” (O mundo em rostos, em tradução livre), que visa celebrar em fotografias a diversidade e a beleza do mundo através de retratos de pessoas comuns.

Depois de milhares de retratos pelo mundo todo, há um ano Alexander vem se dedicando à população indígena da Sibéria e da Mongólia – locais, segundo ele, onde tradições e culturas ancestrais permanecem vivas. A ida a tais lugares mais remotos se encontra justamente com sua busca pelo desconhecido. As fotos aqui dispostas são de populações siberianas.

#2 Sakha Young Woman

Sakha Young Woman

40 mil quilômetros foram viajados sozinhos por Alexander em uma SUV, com somente a missão de capturar rostos e tradições dos grupos indígenas por lá. Embora muitos ainda sejam maioria nessas regiões, outros grupos estão à beira da extinção, o que oferecia à missão do fotógrafo um sentido ainda mais significativo. O mundo é de fato um local imenso, com uma população verdadeiramente plural – e necessariamente bela, como as fotos de Alexander revelam.

#3 Dukha Woman

Dukha Woman

 

#4 Even Young Woman

Even Young Woman

#5 Oroqen Young Man

Oroqen Young Man

#6 Ulchi Little Girl

Ulchi Little Girl

 

#7 Buryat Young Woman

Buryat Young Woman

 

#8 Uilta Girl

Uilta Girl

#9 Sakha Young Woman

Sakha Young Woman

 

#10 Yukagir Man

Yukagir Man

#1 Dolgan Girl

Dolgan Girl

 

#2 Ulchi Woman

Ulchi Woman

#3 Sakha Girl

Sakha Girl

#5 Ulchi Girl

Ulchi Girl

 

#7 Uilta Little Girl

Uilta Little Girl

#8 Sakha Girl

Sakha Girl

#9 Evenki Little Girl

Evenki Little Girl

© fotos: Alexander Khimushin/fonte:via

Fazenda siberiana de gatos ultra peludos viraliza com fotografias maravilhosas

No gélido inverno siberiano, os gatos mais peludos são também os mais felizes. E uma fazenda na cidade de Barnaul, na Rússia, reúne alguns dos felinos mais fofos que você já viu.

Os gatíneos vivem na propriedade da fazendeira Alla Lebedeva e de seu marido Sergey. O casal começou a criar gatos há mais de uma década e hoje dedica especial atenção aos animais, que contam até mesmo com três quartinhos só para eles no galinheiro da fazenda – eles protegem as galinhas contra ratos e outros roedores.

A vida ao lado dos felinos é registrada por Alla em um canal do Youtube e através de sua conta no Twitter. No entanto, são as fotos dos bichanos e de seu pelo enorme o que mais chama a atenção. Algumas destas fotografias se tornaram virais – e há até quem confunda dizendo que se tratam de gatos noruegueses, para desgosto de Alla.

Independentemente da origem, uma coisa é certa: os gatinhos são mesmo adoráveis. Espia só algumas das fotos clicadas por ela!

Fotos: Alla Lebedeva /fonte:[via]