NASA lança sonda que vai tentar entrar na atmosfera do Sol

A ambição da mais recente missão lançada ao espaço pela agência espacial americana é de tal forma imensa que acaba se tornando um tanto poética: tocar o sol. Lançada pela NASA na manhã do último sábado, a sonda solar Parker viajará pelos próximos anos na direção do sol, a fim de desvendar alguns dos muitos mistérios de nossa mais próxima e mais estimada estrela. Ainda que o objetivo técnico e científico seja descobrir mais sobre ventos solares e partículas de energia solar, a ideia de “tocar o sol” oferece à missão um sentido simbólico profundo.

Do tamanho aproximado de um carro, a sonda Parker se tornará o objeto feito pelo ser humano a alcançar maior velocidade, chegando a cerca de 692 mil quilômetros por hora, em temperaturas de até 1.300º C.

O planejamento da missão prevê que a sonda dê 24 voltas ao redor do sol, aproximando-se da superfície do sol em uma distância de “somente” cerca de 6 milhões de quilômetros, já dentro da atmosfera da estrela, enquanto enviará informações constantes para a Terra.

O bem-sucedido lançamento da sonda foi acompanhado por milhares de pessoas online, mas uma em especial se comoveu com o início da missão: Dr. Eugene Parker, um cientista de 91 anos que, em 1958 sugeriu a possibilidade de existirem ventos solares, a quem o nome da sonda homenageia.

“Tudo que posso dizer é ‘Uau, lá vamos nós, iremos aprender um tanto nos próximos anos’”, disse Parker. “É toda uma nova fase e será fascinante. Estamos só esperando pelas informações, e agora os experts estarão ocupados pois teremos muita informação chegando”, concluiu.

© fotos: reprodução /fonte:via

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Luzes do amanhecer e do pôr do sol são registradas em lindas imagens

O fotógrafo argentino Juan Manuel Casir, residente em Buenos Aires, faz registros onde a luz do amanhecer realça a paisagem urbana e certos detalhes do cotidiano, criando um aspecto enigmático e atraente nas imagens.

Com sua série “Impasse”, ele nos oferece o jogo de contrastes entre tons de laranja e azul, um jogo entre a luz emergente do sol e a escuridão que persiste. “Estou perseguindo momentos delicados”, diz ele. Graças às nuances de calor que, refletidas nas estruturas rígidas, dão vida às composições.

Esta última série também deu origem a “A viagem violeta”, um projeto em desenvolvimento sobre como o anoitecer pode ser místico e poético. Nesta série, roxo e rosa predominam, mas mantêm toda a beleza da iluminação. “É o começo da noite, embora o dia ainda não tenha acabado. A escuridão fortalece a luz. Não é tarde demais ou cedo demais, qualquer coisa pode acontecer, ela anuncia que uma noite em todos os cantos será cheia de mistério e sedução “, acrescenta o fotógrafo. Confira todas as fotos dele em sua conta no Instagram e as séries abaixo:

O amanhecer…

…e o anoitecer ❤

Fotos: Juan Manuel Casir/fonte:via