Estudantes de MT cancelam viagem para pagar tratamento de colega

Alunos da Escola Municipal de Agropecuária de Tanguro, em Querência, no interior do Mato Grosso, deram um show de solidariedade. A turma decidiu cancelar e doar o dinheiro de uma viagem para o tratamento do colega.

Robson Emidio faz parte de uma turma multisseriada, com estudante do sétimo ano fundamental e das três séries do ensino médio.

Depois de ser selecionado para o Programa Jovem Aprendiz do Grupo AMAGGI, ele foi surpreendido com um diagnóstico médico mostrando que seu número de plaquetas estava abaixo.

Preocupados com a situação de Robson, os colegas procuraram a coordenadora da escola, Cleisa Silene Rosa Sales, para comunicar sobre a decisão de doar o dinheiro da viagem para o tratamento médico do amigo.

Feliz e ao mesmo tempo surpreso com a atitude dos amigos, Robson não conseguiu segurar o choro ao receber a notícia. Agora, ele está em Goiânia com a mãe e uma professora dando sequência ao tratamento.

Por fim, uma boa notícia. Por causa da solidariedade, os alunos ganharam ônibus e alimentação para fazer o passeio até o Parque das Águas Quentes.

“O passeio que seria bem simples, com dinheiro regrado, vai ser melhor do que a gente imaginava. A gente não esperava que fosse acontecer isso. Jamais imaginamos, mas a gente agradece a todos que estão ajudando.”

Fotos: Reprodução/Facebook/fonte:via

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Autoestima importa: Gari lava alma após ganhar transformação, “fiquei feliz demais”

Sim, os tempos são difíceis, mas quem disse que devemos perder a fé na humanidade? Apesar do acirramento dos ânimos e da proliferação do ódio, ainda existem pessoas fazendo coisas incríveis por aí.

Veja só o caso da gari Eliene Gomes. Com 25 anos, a profissional da limpeza da cidade mineira de Coronel Fabriciano, ganhou uma incrível transformação. Provando que é importante ser bonita por dentro e por fora, ela deixou todo mundo de queixo caído.

Durante evento sobre a prevenção do câncer de mama realizado pela Secretaria Municipal de Saúde, Eliene ganhou o sorteio para um ‘dia da beleza’. A jovem de apenas 25 anos foi cuidadosamente tratada pelo maquiador Wellington Dias.

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Feliz da vida, Eliene mal conseguia acreditar na transformação. Enquanto limpava as ruas da cidade do interior de Minas Gerais, foi abordada pelas pessoas, que se diziam felizes com o presente.

“Foi tudo de bom. Não tem nem palavras. O pessoal ficou passado, disse que eu fiquei muito linda”, declarou ao Razões para Acreditar.

Quem também se mostrou satisfeito foi Wellington. O maquiador ressaltou o caráter de prestação de serviço e aumento da autoestima proporcionado pela profissão.

“Tive um sentimento de dever cumprido. Sei que Deus não me deu esse dom só para ganhar dinheiro, mas para fazer o bem também. O dinheiro é uma consequência”, complementou. /fonte:via

Ele passou os últimos dois anos viajando pela China para reunir pessoas desabrigadas e suas famílias


 

O chinês Cai Yanqiu passou por uma situação que transformou sua vida quando tinha 30 anos de idade: pouco depois de montar sua barraquinha de vendas na cidade de Zhanjiang, ele viu um homem em situação de rua caminhando descalço pelo local.

A cena trouxe uma lembrança da infância: em 1994, o irmão de Cai, que sofria de epilepsia, sumiu de casa e só foi encontrado três dias depois, em péssimo estado de saúde, e acabou morrendo junto da família.

Cai lembrou da mãe, que passou dias de cama chorando pela perda do filho, e derrubou algumas lágrimas ao pensar em quantas famílias passavam por situações parecidas. E decidiu que não podia ficar sem fazer nada.

O momento de mudança aconteceu em 2016, e desde então Cai vem viajando pela China para ajudar desabrigados. Ele comprou uma van usada, a abasteceu com colchonetes e produtos de higiene, além de uma bicicleta dobrável e um pouco de comida, e deixou a própria família para trás para ajudar outras.

Cai já dirigiu por mais de 90 mil quilômetros e conseguiu reunir mais de 50 pessoas e suas famílias. À mídia chinesa, o homem contou que pode levar dias ou até semanas até que ele ganhe a confiança de alguém em situação de rua, e que algumas vezes ele tentou por quase um mês até desistir.

Apesar de algumas pessoas simplesmente não terem vontade de retornar para casa, Cai tenta ajuda-las de outras formas: ele carrega kits para cortar cabelos e aparar barbas, além de cozinhar refeições e fazer doações de roupas ou sapatos.

A jornada de Cai é apoiada por mais de 300 mil pessoas que seguem seus passos em redes sociais chinesas como a Huya. Ele começou fazendo vídeos ao vivo graças à sugestão de um amigo, e agora conta com doações de admiradores para que ele possa continuar com a missão.

Aliás, ele não pretende parar tão cedo: Cai garante que a família dele o apoia e que ele só pararia caso não conseguisse mais manter o próprio estilo de vida ou se chegar o dia em que ele simplesmente não encontrar ninguém vivendo em situação de rua.

 

Fotos: Reprodução/Cai Yanqiu/fonte:via

Moradores se reúnem em aeroporto para receber imigrantes venezuelanos

Acampamento de venezuelanos é atacado em Roraima

A Venezuela está passando por uma grave crise financeira. Em função disso, o Brasil vem recebendo muitos imigrantes venezuelanos. Apenas em 2018, segundo o IBGE, 10 mil pessoas desembarcaram por aqui.

A principal porta de entrada do país é Roraima, que concentra maior parte de pessoas em busca de uma qualidade de vida melhor. A grande concentração de pessoas acabou gerando conflitos, manifestações xenófobas e  problemas estruturais na cidades do estado do Norte do país. Agora, com um certo atraso, os venezuelanos estão sendo transferidos para outros estados.

Na última quinta-feira (27), por volta de 52 venezuelanos chegaram no município de Chapada, no Rio Grande do Sul. As famílias vão ficar provisoriamente em uma escolha de Linda São Roque, que recebeu melhorias para receber os imigrantes.  

A recepção dos venezuelanos atende ao pedido do prefeito do município Carlos Catto, que considera o acolhimento uma questão humanitária. Ainda no aeroporto, os imigrantes foram recebido por moradores com cartazes desejando boas vindas.

Com 10 mil habitantes, Chapada vai receber do governo federal um repasse mensal de R$ 16 mil pelos próximos seis meses. Esteio, Canoas e Porto Alegre também abrigam imigrantes.

Fotos: reprodução e Fernando Malheiros/fonte:via

Fundador da Amazon doa R$ 8 bilhões para criação de escolas em áreas em situação vulnerável

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Você sabe quem é a pessoa mais rica do mundo? Se pensou em Bill Gates, está alguns anos atrasado. Hoje, o posto pertence a Jeff Bezos, norte-americano que fundou e preside a Amazon, uma das maiores empresas de comércio eletrônico do planeta.

De acordo com a revista Forbes, o patrimônio de Bezos está estimado em incríveis 159 bilhões de dólares. Além da Amazon, ele também investe em viagens espaciais e é dono do jornal Washington Post. Agora, a filantropia parece ser um de seus principais interesses.

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Bezos anunciou que vai destinar 2 bilhões de dólares, cerca de R$8,2 bi, para ajudar famílias desabrigadas e construir pré-escolas em comunidades carentes. No ano passado, o empresário havia usado o Twitter para pedir sugestões de como doar parte de sua fortuna – ele já apoia pesquisas em busca de cura para o câncer e banca bolsas de estudos para imigrantes nos EUA.

A ideia de Bezos é criar um fundo (chamado Day One Fund, lembrando seu lema de que é preciso encarar todos os dias como se fossem o primeiro) para dar apoio financeiro a organizações sem fins lucrativos que oferecem abrigo e comida a pessoas sem-teto.

Bezos declarou que é “muito, muito difícil” para crianças que têm dificuldades em seus primeiros anos de vida alcançarem as outras em questões de saúde e educação, e que as doações “trarão dividendos gigantes por décadas”.

Vale lembrar que Bezos e a Amazon têm sido criticados constantemente por causa das condições de trabalho a que os funcionários da empresa são submetidos, com relatos sólidos de pessoas que precisam viver em barracas por não conseguir sequer pagar o aluguel com o salário que recebem.

Relatos de funcionários dos centros de distribuição que temem fazer pausas para ir ao banheiro ou faltar ao trabalho quando estão doentes por medo de serem punidos também são comuns e geraram debates nos EUA e em outros países onde a Amazon atua nos últimos meses.

Imagens: Reprodução/fonte:via

Ele caminhou 32 km no 1º dia de trabalho. E ganhou um carro do chefe

O primeiro dia de trabalho é sempre cercado de expectativas e um certo nervosismo. Apesar da frase ‘a primeira impressão é a que fica’ não ser uma verdade absoluta, é sempre importante cumprir algumas obrigações.

Talvez o principal item da cartilha seja a pontualidade. É complicado chegar depois do horário logo de cara. Walter Carr viveu uma situação semelhante e precisou encontrar uma saída desafiadora para chegar ao trabalho depois de seu carro ter quebrado.

A pé em pleno subúrbio de Birmingham, no Alabama, Carr resolveu caminhar 35 quilômetros durante a noite para cumprir o compromisso de trabalho. Durante o trajeto o rapaz foi interpelado por um policial militar, que sensibilizado com sua história, o convidou para tomar café e institui em acompanhá-lo até o destino.

O expediente começava às 8h e Carr estava encumbido de realizar a mudança de uma das clientes da empresa. Por volta das 6h30 a campainha é acionada. Ao abrir a porta Jenny Lamey se surpreendeu ao ver o estudante acompanhado do oficial.

“Ele contou que tinha pegado aquele bom rapaz em Pelham, logo cedo pela manhã. Walter disse que estava ali para me ajudar na mudança”, escreveu em relato publicado no Facebook.

O caso gerou grande comoção, inclusive do chefe do rapaz, que reconhecendo o gesto de superação, resolveu presenteá-lo com um carro novo. Luke Marklin, diretor da empresa de mudanças Bellhops, se deslocou do Tennesse ao Alabama para encontrar pessoalmente o funcionário. Na sequência lhe entregou as chaves do próprio veículo.

Estudante de um curso na área de saúde, Walter Carr disse ter sido a primeira oportunidade de emprego em alguns anos. O jovem, cujo a família teve que deixar Nova Orleans depois do furacão Katrina, queria mostrar sua dedicação.

“Walter, você não tem ideia de quantas vidas você mudou e inspirou. Você é um jovem muito especial e vai fazer grandes coisas”, finalizou Jenny.

Fotos: Reprodução/CBS/fonte:via

Ela provou que dinheiro pode comprar felicidade ao ganhar – e doar – R$ 2,9 mil vitalícios por semana

Dizem por aí que dinheiro não compra felicidade, mas, se depender de Rachel Lapierre, a máxima terá de ser adaptada: ela tem se sentido muito feliz a cada semana ao receber – e abrir mão de – um prêmio de mil dólares canadenses.

Tudo começou em 2013, quando Rachel jogou na loteria e teve a incrível sorte de ganhar o prêmio de C$1000 (cerca de R$2900) por semana, garantidos pelo resto de seus dias. O que fazer com o dinheiro? Mudar para uma casa enorme, comprar coisas que sempre sonhou, fazer a melhor viagem da vida? Nada disso: ela criou uma instituição de caridade.

A Le Book Humanitaire paga pela educação de crianças carentes de Quebec, distribui alimentos, roupas e brinquedos a outras instituições, além de oferecer serviços telefônicos para ajudar pessoas que se consideram em necessidade e de organizar viagens humanitárias para levar assistência a outros lugares do mundo.

Dinheiro é dinheiro. Quando você nasce, não tem nenhum, e quando vai embora, não leva nada além de memórias. Você se vai com o que fez durante a vida”, afirma Rachel. “Acho que a felicidade vem do coração. É legal ter um carro ou casa novos, pode ser bem divertido, mas você não precisa disso para ser feliz”, completa.

Hoje com 55 anos, Rachel Lapierre dedicou boa parte da vida a ajudar o próximo. Em 1982, ela, que era modelo, ganhou o concurso Miss Quebec e viajou pelo Canadá. Pouco depois, decidiu deixar o estilo de vida para trás e começou a trabalhar como voluntária em diferentes organizações, além de ter se tornado enfermeira para cumprir com o desejo de ajudar as pessoas.

O desejo de fundar a própria ONG sempre existiu, e foi possibilitado graças ao prêmio da loteria, já que Rachel pôde largar o emprego como enfermeira e se dedicar totalmente à instituição, que exigiu um investimento inicial de 70 mil dólares canadenses e conta com 10 voluntários que trabalham em período integral.

Fotos: Divulgação/Le Book Humanitaire /fonte:via