Artista espalha provocativas esculturas urbanas feitas com manequins

A arte urbana é uma das formas de expressão mais incríveis que existem, pois além de tudo é democrática. Ninguém precisa pagar entrada para ver um grande mural de grafite, uma poesia no muro ou, qualquer outra forma de arte que esteja nas ruas de uma cidade. Neste contexto, o artista norte americano, Mark Jenkins é especialista em espalhar sua arte pelas cidades do mundo inteiro.

Com diversas instalações, em cidades como Rio de Janeiro, Barcelona, Londres e Washington, ele utiliza manequins e os posiciona em lugares estratégicos, como telhados, latas de lixo ou até mesmo sentados em algum lugar público. Uma arte completamente inesperada, que faz qualquer cidade ficar mais interessante.

Muitas vezes, ele utiliza materiais encontrados no lixo, como o plástico. Coincidentemente (ou não!) tudo começou em uma viagem ao Rio de Janeiro, quando usou os lixões da cidade maravilhosa como fonte de pesquisa e, sobretudo de material.

Sua última série, em que mistura manequins humanizados com instalações de plástico, recebeu o nome de “Glazed Paradise”. Eu não sei você, mas eu gostaria muito de cruzar com uma destas instalações de Mark em meu caminho!

Fotos: Mark Jenkins /fonte:via

França inaugura museu a céu aberto dedicado apenas à Street Art

Street art é uma manifestação artística importantíssima, não somente no contexto de expressão de ideologias e críticas, mas também na maneira que ela incorpora a cidade, deixando-a mais bonita, colorida e engajada. Imagina a cidade de São Paulo – hoje considerada a capital mundial do grafite, sem sua arte, como seria muito mais cinza e triste?

Com o objetivo de celebrar esta forma de arte que nós amamos, um museu dedicado apenas à arte de rua, foi inaugurado no mês de julho, na França. O MAUSA Vauban Museum fica na cidadela Vauban, localizada dentro da cidade de Neuf-Brisach – na região da Alsácia e conta com mais de 2 quilômetros de galeria.

Sua inauguração foi para inaugurar os 10 anos da inscrição da cidadela como Patrimônio Mundial da UNESCO e, por enquanto, conta com 12 artistas residentes, como Seth, Mesnager, Levalet, Guy Denning e Denis Meyers.

Fotos: Guy DenningLe Parisien – Vincent Roy/France 3 Alsace /fonte:via

Após ser rejeitado por galerias, artista encontra na rua o lugar para se expressar

Desde criança o garoto inglês que viria a ficar conhecido pelo codinome My Dog Sighs gostava de desenhar e pensava em se tornar artista. Ainda jovem, ele decidiu deixar o emprego como professor de educação infantil de lado para buscar o sonho.

Mas a ideia não deu muito certo: ele pintou várias telas que poderiam agradar às galerias britânicas e visitou todas as que ficam a um raio de 300 km a partir de Londres para divulgar sua arte. Nenhuma quis expor os quadros que ele tinha produzido.

Ele quase desistiu da carreira, até que uma obra de Bansky, um rato pintado em uma parede de Londres, o fez perceber que havia outras formas para expressar sua arte. Foi assim que ele começou a espalhar obras pela capital inglesa para melhorar o dia de quem circula pela cidade.

Destaque para as criações em latas que provavelmente teriam o lixo como destino óbvio, mas viraram obras de arte graças a My Dog Sighs. Mas ele também é capaz de criar sobre elementos como portas, paredes, guardas-chuvas e mesmo as telas, que passaram a chamar a atenção de galerias após o sucesso de seus trabalhos nas ruas e no Instagram.

Fotos via My Dog Sighs /fonte:via

Cada parede deste restaurante de Hong Kong é especialmente desenhada por grafiteiros

Você já deve ter visto por aí alguns restaurantes com uma das paredes do estabelecimento grafitada, não é? Mas e um local onde todas as paredes fossem grafitadas, e por artistas diferentes? Esse restaurante existe, se chama Bibo, e fica em Hong Kong.

Projetado para ser muito mais do que uma experiência gastronômica, a ideia faz parte de uma colaboração entre uma agência de design e um misterioso coordenador de projetos, que atende pelo mesmo nome do restaurante.

O local foi totalmente decorado com obras de artistas mundialmente reconhecidos, como Banksy, JR, Damien Hirst, Daniel Arsham e Invader. O objetivo, de acordo com o restaurante, é oferecer aos clientes um novo olhar sobre a arte, ao mesmo tempo em que os artistas têm a oportunidade de mostrar seu trabalho de um jeito diferente.

“Convidei artistas de rua de todo o mundo para criar instalações, mesmo antes do restaurante ser finalizado. Portas, paredes e até o teto foram usados. A ideia era que tudo parecesse inacabado, mas de uma forma orgânica”, explicou Bibo.

A julgar pelas fotos abaixo, jantar no restaurante/galeria realmente deve ser uma experiência única e fascinante. Então, se você nunca pensou em ir pra Hong Kong, está na hora de reconsiderar, não é mesmo?!

Imagens © Nathaniel Mcmahon/Fonte:via