Art Institute of Chicago libera acesso gratuito a milhares de obras de arte em alta definição

Poucos efeitos da tecnologia são tão legais para os admiradores das mais diversas formas de arte como a possibilidade de ter milhares ou milhões de grandes obras ao alcance de alguns cliques, algo que antes exigiria várias visitas a museus e galerias – e uma memória sobre-humana.

O Art Institute of Chicago seguiu a linha de vários museus mundo afora e disponibilizou milhares de obras de seu acervo em alta definição, para serem baixadas e usadas como quiser, já que estão listadas como conteúdo de domínio público.

A coleção pode ser acessada através do site do Instituto, e inclui obras famosas, como Quarto em Arles, de van Gogh, American Gothic, de Grant Wood, Nighthawks, de Edward Hopper, e O Velho Guitarrista Cego, de Pablo Picasso.

Michael Neault, diretor-executivo de Experiência Digital do museu, declarou que o processo de digitalização foi aprimorado, para que o público possa apreciar as obras em detalhes, e que a equipe desenvolveu um sistema de recomendações para tornar artistas menos renomados, mas incrivelmente talentosos, mais conhecidos do grande público.

Fotos: Domínio Público (Creative Commons CC0)/fonte:via

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Restauração de tela de Rembrandt será transmitida ao vivo pela internet

As transmissões ao vivo, mais conhecidas como lives, têm feito cada vez mais sucesso na internet. Artistas, youtubers, empresas e até canais de TV têm apostado na ferramenta, e uma das lives mais interessantes de todas está programada para julho de 2019.

O Rijksmuseum, de Amdsterdã, é o museu nacional dos Países Baixos, com um enorme acervo de pinturas de grandes nomes da arte holandesa, incluindo, é claro, o mestre Rembrandt, e constantemente conduz processos de restauração das obras para manter tudo nos trinques.

As restaurações são complexas e geralmente feitas em salas especiais, com acesso restrito a especialistas nas técnicas. Nada que a tecnologia não dê um jeito: no ano que vem, a famosa tela A Ronda Noturna será restaurada com transmissão ao vivo pela internet.

O projeto é estimado em milhões de euros, e dará sequência à última restauração da obra, feita em 2014. A tela será restaurada dentro de uma câmara de vidro, e os visitantes do museu também poderão acompanhar o processo.

A tela A Ronda Noturna tem uma particularidade infeliz: em 1975, um homem com problemas psiquiátricos usou uma faca para causar danos à pintura, que foi restaurada e quase não apresenta traços do vandalismo – é possível perceber a descoloração onde a faca passou, especialmente perto do cachorro deitado.

Dez anos depois, um ácido em forma de aerossol foi usado em outra tentativa de arruína-la, mas a segurança agiu rápido e evitou maiores danos – mesmo assim, A Ronda Noturna foi novamente restaurada e logo voltou a ser exibida no Rijksmuseum.

Fotos: Domínio Público/fonte:via

Primeiro veleiro de expedições científicas oceanográficas do Brasil está prestes a zarpar de Florianópolis

O Veleiro ECO, construído pela Universidade de Santa Catarina demorou seis anos para ser construído. Mas, finalmente, o barco está pronto para seguir em expedições científicas oceanográficas pelo Brasil.

Precursor na prática, o Veleiro vai ser lançado na quarta-feira (10), no Trapiche da Beira-Mar Norte, em Florianópolis e ficará aberta para visitação até o próximo dia 20.

Antes de encarar em alto mar, o Veleiro vai passar por uma espécie de batismo, que consiste em uma bênção religiosa e a quebra de um espumante no mastro principal. O ritual é uma oferenda aos deuses do mar. Na sequência, uma coletiva de imprensa com os responsáveis pelo projeto inédito no país.

Participam da conversa com os jornalistas o professor Orestes Alarcon, coordenador do Veleiro, Andrea Piga, engenheiro responsável pela construção do barco, e Andrea Green, gerente de operações.

A programação de zelo pelos oceanos se encerra com um estande voltado para alertar sobre a importância do combate ao lixo marinho, uma das maiores ameaças ao ecossistema na atualidade.

O evento faz parte do projeto Juntos por um Oceano Saudável, que pretende debater os dilemas da sustentabilidade marinha para despertar a conscientização sobre a importância da preservação da biodiversidade.  

O Veleiro ECO foi inteiramente desenvolvido por professores, pesquisadores e estudantes da Universidade Federal de Santa Catarina. Além de ser o primeiro em expedições científicas oceanográficas no Brasil, o ECO se caracteriza como um verdadeiro laboratório marinho.

Durante as viagens, a embarcação levará pesquisadores de áreas diversas do conhecimento científico, tecnológico, ambiental e social. O barco tem casco de alumínio soldado do quilha retrátil, permitindo a navegação com segurança em águas rasas, como mangues e águas profundas.

Fotos: reprodução/fonte:via

Ilustrador francês cria série para a gente rir de nossa dependência da tecnologia

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Ela é provavelmente a primeira coisa com a qual você tem contato ao acordar, está presente em todas as refeições, deslocamentos e até mesmo quando você vai ao banheiro.

E o pior: nosso vício em tecnologia parece só aumentar.

Para rir dessa relação (ou seria adição?), o artista francês Jean Jullien cria ilustrações memoráveis que vão fazer você pensar melhor antes de checar as notificações do seu smartphone.

Natural de Nantes, na França, Jean Jullien vive hoje em Londres.

Além de lançar um olhar ácido sobre as tecnologias atuais, as ilustrações do artista também nos convidam a refletir sobre como estamos nos adaptando às mudanças do mundo.

Suas criações mais recentes podem ser acompanhadas através do Instagram, onde mais de um milhão de pessoas já seguem de perto suas obras. Posters com seus trabalhos também estão disponíveis para venda no site pessoal do artista.

Vem ver só algumas das ilustras mais emblemáticas do moço!

Fotos: Jean Jullien /fonte:via

Busca por selfies radicais já matou mais de 250 pessoas entre 2011 e 2017

O que você se dispõe a fazer em troca de uma selfie incrível, aquela foto impressionante, capaz de atrair centenas de curtidas, vários novos seguidores e, quem sabe, impulsionar uma carreira como digital influencer?

Existem na internet relatos de pessoas que alugam roupas, carros e até alugam diárias em hotéis de luxo para produzirem fotografias que elas consideram interessantes o suficiente para bombar nas redes sociais. Mas há também quem arrisque a própria vida.

De acordo com um estudo publicado na Biblioteca Nacional de Medicina dos EUA, foram registradas exatamente 259 mortes relacionadas a selfies arriscadas ao redor do mundo entre 2011 e 2017.

O número está crescendo bastante: em 2011, foram apenas 3 fatalidades do tipo, enquanto 2016 registrou 98 ocorrências, além de 93 casos em 2017 (o estudo não leva em conta o mês de dezembro de 2017).

Para fazer o estudo, os pesquisadores escolheram palavras-chave para procurar notícias sobre mortes relacionadas a selfies em sites de notícias do mundo todo. Isso significa que o número de casos pode ser ainda maior.

De acordo com os dados, os países com maior número de mortes do tipo são, na ordem, Índia, Rússia, Estados Unidos e Paquistão. 72,5% dos mortos eram homens e 27,5% eram mulheres, e a idade média das vítimas fatais é de 22,9 anos.

A maioria das mortes esteve relacionada a quedas e afogamentos, com o topo de montanhas, de prédios e lagos como os locais mais comuns para as mortes. Ataques de animais, eletrocussão e mortes por armas de fogo também aparecem com frequência.

Como conclusão do estudo, os pesquisadores sugerem que pontos turísticos com locais perigosos para selfies deveriam determinar que nas áreas mais arriscadas seja proibido o uso de câmeras e smartphones para tirar fotos.

Fotos: Reprodução/Internet/fonte:via

Antes e depois: Gatos exemplificam como a tecnologia mudou nossas vidas

Não foi apenas a vida dos humanos que virou de cabeça para baixo com a chegada e o avanço das tecnologias.

Quem diria que os gatinhos também sentiriam esses efeitos?

É o que mostra essa série de imagens fofas compiladas que retratam a vida dos gatinhos antes e depois da profusão de tecnologia em nossas vidas.

Vem morrer de amores com essas imagens.

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Créditos das fotos sob as imagens/fonte:via

Temos imagens da estação espacial de Elon Musk em Marte. E ela fica pronta em 10 anos

Painéis solares na Base Alfa de Marte (Foto: Reprodução/Twitter Elon Musk)

A exploração espacial é um dos principais projetos do bilionário Elon Musk. Através da empresa SpaceX, ele tem investido na criação de foguetes e sonha com feitos como viabilizar viagens de turismo espacial e a criação de uma base em Marte. E parece ter definido uma meta para fazer essa última acontecer.

Como já se tornou costume, Musk utilizou o Twitter para atualizar o público sobre as atividades da SpaceX. Ele publicou imagens do projeto Mars Base Alpha, literalmente a Base Alfa de Marte, e afirmou a um seguidor que ela provavelmente seria construída em 2028 (mas apagou o tweet horas depois).

Base Alfa de Marte, produzida pela SpaceX (Foto: Reprodução/Twitter Elon Musk)

Musk acredita que seria possível construir uma cidade com um milhão de habitantes num prazo entre 50 e 100 anos. A Mars Base Alpha seria o ponto de partido para enviar materiais e começar a construir a infraestrutura necessária para habitar o planeta.

O projeto de Musk inclui também a construção do BFR, ou Big Falcon Rocket (literalmente “Foguete Grande Falcão”), uma nave espacial com 40 cabines, com capacidade para 6 passageiros em cada uma. Os planos da SpaceX envolvem fazer testes em órbita até 2020, além de planejar uma viagem à Lua em 2022 e uma a Marte em 2024.

Imagens via Elon Musk/fonte:via