Hípica de Brasília cria polêmica ao colocar crianças para rabiscar cavalo

A Sociedade Hípica de Brasília, os defensores dos animais e representantes da Escola de Equitação da Hípica estão em um imbróglio envolvendo maus-tratos aos animais e novos métodos de ensino. Tudo se inicia a partir da denúncia da advogada e ativista Ana Paula Vasconcelos contra a adoção de um exercício de ‘rabiscar’ um dos cavalos do local.

“Eles tiveram a brilhante ideia de colocar o cavalo como tela de pintura, dizendo que seria atividade pedagógica. Disseram que era um cavalo resgatado, mas isso não justifica. A crueldade é a mesma”, declarou Ana Paula ao G1.

Em sua defesa a hípica argumenta que a atividade, considerada pedagógica, não agride o animal. Segundo a instituição de ensino esta é uma prática adotada em diversos países do mundo e utiliza tinta atóxica, que sai com água.

A Escola de Equitação da Hípica ressalta que o ato de pintar um cavalo com tinta faz parte das atividades de equoterapia da colônia de férias e incentiva a interação da criança com o animal. O objetivo é trabalhar com jovens que tenham necessidades especiais.

Por outro lado ONGs enxergam o exercício como maus-tratos e resolveram acionar fiscais do Instituto Brasília Ambiental (Ibram) e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), que estivera na escola e não constataram os abusos.

Até o momento a Hípica foi notificada pelo Ibama, mas não autuada. O Ibama pediu a apresentação de um plano pedagógico para decidir se autua ou não. A instituição se pronunciou dizendo que vai apresentar um laudo veterinário para atestar as boas condições dos cavalos.

Foto: Reprodução/Ana Paula Vasconcelos/fonte:via

Veja pintura de 200 anos recuperar cor original com restauração

Qualquer passeio por um museu de arte clássica vai revelar várias telas escuras e amareladas. Enquanto alguns podem pensar que este era o estilo preferido por pintores de alguns séculos atrás, é preciso lembrar que a tinta e verniz sofrem com a ação do tempo, e que a pintura vai ficando de uma cor diferente da original. Por isso, é necessário que as obras mais danificadas sejam restauradas por uma equipe capacitada.

Philip Mould, um apresentador de um programa de TV sobre arte do Reino Unido, registrou esse processo em que o verniz de uma obra de 200 anos é cuidadosamente removido para revelar as cores delicadas que estavam escondidas na camada de baixo.

As obras de arte são cobertas com verniz pelo mesmo motivo que os móveis: para haver uma camada protetora que isola o objeto da poeira, luz do sol, umidade e contato com as mãos humanas. O problema é que esse verniz vai ficando danificado através dos anos.

Para restaurar a obra, o profissional dissolve o verniz antigo e aplica uma nova camada. Os restauradores precisam de muita técnica e talento para não remover a tinta junto com o verniz antigo.

Confira:


fonte:[via][Sploid]