Catadores ganham bikes para combater crueldade com cavalos

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Os catadores de lixo realizam um trabalho fundamental para impulsionar a coleta seletiva de materiais recicláveis, especialmente em cidades cujas prefeituras não dispõem de caminhões e lixeiros para cumprir a tarefa, capaz de evitar que várias toneladas de lixo reaproveitável parem em lixões.

Um dos pontos negativos da atividade é o uso frequente de animais, especialmente cavalos, para carregar as pesadas carroças que acumulam vários quilos de material reciclável. Pensando nisso, um projeto alagoano doou trinta bikes adaptadas especialmente para os catadores.

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As chamadas Ciclolix fazem parte do projeto Relix, uma iniciativa do Sesi que propõe de ações de educação e arte para conscientizar sobre a importância da sustentabilidade.

Cada Ciclolix tem capacidade para armazenar até 450 kg de material, e conta com sinalização e cores chamativas para aumentar a segurança dos catadores durante a atividade, além de amassador de latinha e de garrafas PET. As bicicletas adaptadas foram entregues a cooperativas e associações de catadores de Maceió e mais sete cidades alagoanas.

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Artista espalha provocativas esculturas urbanas feitas com manequins

A arte urbana é uma das formas de expressão mais incríveis que existem, pois além de tudo é democrática. Ninguém precisa pagar entrada para ver um grande mural de grafite, uma poesia no muro ou, qualquer outra forma de arte que esteja nas ruas de uma cidade. Neste contexto, o artista norte americano, Mark Jenkins é especialista em espalhar sua arte pelas cidades do mundo inteiro.

Com diversas instalações, em cidades como Rio de Janeiro, Barcelona, Londres e Washington, ele utiliza manequins e os posiciona em lugares estratégicos, como telhados, latas de lixo ou até mesmo sentados em algum lugar público. Uma arte completamente inesperada, que faz qualquer cidade ficar mais interessante.

Muitas vezes, ele utiliza materiais encontrados no lixo, como o plástico. Coincidentemente (ou não!) tudo começou em uma viagem ao Rio de Janeiro, quando usou os lixões da cidade maravilhosa como fonte de pesquisa e, sobretudo de material.

Sua última série, em que mistura manequins humanizados com instalações de plástico, recebeu o nome de “Glazed Paradise”. Eu não sei você, mas eu gostaria muito de cruzar com uma destas instalações de Mark em meu caminho!

Fotos: Mark Jenkins /fonte:via