Este artista pintou meticulosamente 100 mil réplicas perfeitas de Van Gogh

Van Gogh é um dos pintores mais conhecidos e icônicos da história da arte. Se seu último quadro foi leiloado por mais de 8 milhões de dólares, o artista não conheceu o sucesso em vida, tendo morrido pobre e incompreendido, com apenas 37 anos. Hoje as coisas são bem diferentes e obras clássicas como ‘A noite estrelada’ estampam souvenirs em lojas do mundo inteiro, principalmente na Holanda, país onde ele nasceu.

Do outro lado do mundo, o chinês Zhao Xiaoyong ganha a vida pintando réplicas perfeitas dele, que depois costumam ser vendidas em uma loja de souvenirs de Amsterdã, cidade que abriga o incrível Museu Van Gogh. Hoje, ele já pintou mais de 100 mil réplicas, sem nunca ter estudado ou feito qualquer curso de arte e, muito menos ter visto uma obra original do pintor holandês.

Nascido em uma casa muito pobre na província de Shenzhen – China, Zhao é autodidata e, recentemente teve a oportunidade de viajar até Amsterdã para conhecer o museu que abriga a maior quantidade de obras de Van Gogh no mundo. A viagem aconteceu a convite de seu mais antigo e fiel cliente, aquele que costuma comprar praticamente todas as suas réplicas.

O problema é que ele ficou um pouco decepcionado quando descobriu que seus quadros eram vendidos por 9 vezes a mais em uma minúscula loja de souvenirs de Amsterdã, já que ele tinha certeza que estampavam as paredes de uma galeria de arte. É esta a história que o documentário “The man who’s painted 100,000 Van Goghs” (o homem que pintou 100 mil Van Gogh’s) conta.

Fotos: reprodução Youtube /fonte:via

Para que filho autista se localize, pais pintam casa como a ‘Noite Estrelada’ de Van Gogh

O avanço do debate sobre o autismo está deixando de lado visões equivocadas do distúrbio. Com a exibição da rotina de pessoas autistas e contribuição dada por médicos, as coisas estão se transformando.

Ao invés do preconceito, a criatividade dos pais para tornarem a vida de pessoas com autismo ainda mais normal, nos brinda com iniciativas inspiradoras. Caso de uma família da Flórida, nos Estados Unidos, que simplesmente transformou sua casa numa obra de arte.

Para evitar que o filho autista se perdesse, o casal abusou da criatividade para resolver este problema ao mesmo tempo em que brindaram o garoto com ilustrações de seu artista favorito.

O jovem, de 25 anos, é fascinado pelo trabalho do pintor holandês Van Gogh, por isso, sua casa virou uma reprodução do icônico quadro ‘A Noite Estrelada’. “Assim, se ele mencionar esta casa de Van Gogh, as pessoas podem ajudá-lo a se localizar”, disse à Reuters a mãe Nancy Nemhauser.

Como já era esperado, a obra de autoria de Richard Barrenechea se tornou uma atração turística do bairro, atraindo milhares de visitantes. Mas nem tudo são flores, recentemente a prefeitura entrou com pedido de remoção da obra por supostamente violar o código de sinalização da cidade. Além disso, a municipalidade exigiu que o casal pagasse R$ 38 mil de indenização.

Após a contestação e o apoio popular, o Conselho Municipal de Mount Dora desistiu da ideia e obrigou o pagamento de indenização de R$ 56 mil para a família. O prefeito Nick Girone se desculpou publicamente.

Foto: Reprodução/People/fonte:via

Fotos de longa exposição deixam as marcas dos astros no céu

Para se aproximar daquilo que o pintor holandês Vincent Van Gogh era capaz de fazer com um pincel, seu coração e sua genialidade, o fotógrafo russo Daniel Kordan precisou viajar até o deserto do Namibe, na costa da Namíbia, com sua câmera aberta à longa exposição – e enfim conseguir registrar a impactante beleza do “rastro” das estrelas, ou o movimento dos astros ao longo das horas noturnas.

Para cada imagem completa, Kordan não só contou com o límpido céu do deserto africano, como precisou de milhares de fotografias em longa exposição. Depois de tiradas, o fotógrafo realiza um processo de “empilhamento” de imagens, que oferece aos registros fixos a ilustração dos movimentos das estrelas.

“As noites na Namíbia são tão pacíficas e silenciosas. Eu fiquei feliz em desfrutar do brilho das estrelas da via láctea enquanto minha câmera tirava milhares de fotos”, disse Kordan.

O impacto do vibrante colorido dos céus do Namibe é ainda maior em contraste com as cores opacas do próprio deserto, e as fotos são um documento da infinitude e da beleza do cosmos – algo que um artista como Van Gogh em seu Noite Estrelada consegue captar em toda sua poesia, mas que mesmo a objetividade da fotografia parece se banhar também em arte ao registrar.

© fotos: Daniel Kordan/fonte:via

Esta pintura de Van Gogh escondia um segredo de 128 anos de idade

Para entrar pra história da arte é preciso criar uma obra original, instigante, desafiadora, que sobreviva ao tempo e que permaneça matéria de interesse, estudo, emoção e sensibilidade de geração em geração – ou você pode simplesmente ser um gafanhoto desavisado porém dono de um gosto estético apurado e vanguardista, que um dia, em meados de 1889, pousou sobre uma tela e, grudado à tinta, nunca mais conseguiu sair. A tela em questão, porém, era nada menos que a pintura “Olive Trees”, do mestre holandês Vincent Van Gogh.

 

A presença do gafanhoto, para espanto de todos, permaneceu incógnita por 128 anos, e só foi descoberta por uma funcionária do museu Nelson-Atkins, no Kansas, EUA, recentemente, e anunciada há uma semana.

O inseto foi encontrado por uma pesquisadora, que estava examinando 104 quadros do acervo, e não estava visível a olho nu. Foi com uma lente que o gafanhoto foi descoberto.

 

Não é incomum descobrir insetos em telas, mas esse caso, além do tempo passado e do valor incomensurável do quadro, pode ajudar a descobrir detalhes sobre a feitura da tela, como até mesmo em que estação do ano Van Gogh pintou as oliveiras. O artista, que adorava pintar ao ar livre, morreu um ano depois da tela estar pronta, em 1890. Já o gafanhoto, pela ausência de movimentos na tinta ao seu redor, deve ter morrido antes da tela estar pronta.

 

© fotos: divulgação/fonte;via