Casal viaja o mundo transformando os lugares que conhece em incríveis bordados

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Uma das melhores coisas da vida é poder viajar e conhecer o mundo com o amor da nossa vida, mas e se juntos, conseguíssemos converter todos os lugares que conhecemos em arte? É exatamente isso que o casal Charles Henry e Elin Petronella faz. Ele – francês e, ela – sueca, viajam pela Europa transformando as paisagens que costumam ver em lindos bordados.

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Inspirados na diversidade da arquitetura europeia, o casal apaixonado encontrou uma maneira criativa e inovadora de eternizar as memórias que vivem junto pelo velho continente. Cada um exerce um papel fundamental na composição dos bordados: enquanto Elin concentra-se nos detalhes dos edifícios e nos elementos urbanos, seu marido escolhe as cores e texturas.

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O famoso bonde amarelo de Lisboa, as românticas ruas de Paris e os icônicos canais de Copenhague são apenas três exemplos de lugares que foram eternizados pelas mãos desse casal único. Em tempos de selfies, eles criaram uma maneira muito mais original de fabricar memórias de viagem.

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fonte:via Fotos: Elin Petronella

Vovó de 90 anos viaja o mundo e compartilha experiências no Instagram

Esse papo de idade certa pra viajar é coisa do passado mesmo. A russa Elena Mikhailovna está aí para contar a história e comprovar que determinação e vontade de viver são elementos suficientes para desbravar o mundo.

Com 90 anos e um desejo de conhecer culturas e lugares diferentes, ela colocou a mochila nas costas, um cajado e foi atrás da realização dos sonhos. Agora, como documentar paisagens pessoas interessantes? Ora, da mesma maneira que você faz.

Mas que vovó porreta!

Vó Lena, como é carinhosamente chamada, registrou tudo usando o perfil no Instagram. Ela conta que a ideia de rodar o mundo surgiu aos 83 anos e desde então esteve na Polônia, Vietnã, Israel, Alemanha e República Tcheca.

Os custos foram cobertos com o dinheiro da aposentadoria e a venda de flores. Ela recebeu ajuda de parentes e atualmente bate cartão no aeroporto pelo menos duas vezes ao ano.

A ideia surgiu há sete anos, quando ela tinha 83

“Quero dizer a todos da minha idade: não tenham medo de viajar. É necessário e útil conhecer o mundo”, deu o tom. Vó Lena revela o que conhecidos e amigos pensam da atitude. “As meninas já estão com inveja”.

Para se inspirar diariamente, siga o perfil dela no Instagram. É uma foto mais bonita do que a outra. Viver e não ter vergonha de ser feliz é um mantra que se aplica para todas as idades. Diversidade é isso!

Fotos: Reprodução/Instagram

Sonhar em sair viajando sem destino em uma van? Então se inspire nesse Instagram

Largar tudo, encher uma van com somente o fundamental, pegar a estrada e viajar sem destino é o sonho de muitos e a realização, no entanto, de poucos. As dificuldades financeiras, os compromissos, os perrengues possíveis e todas as adversidades que tal aventura pode trazer costumam embarreirar esse sonho, e o perfil Project Van Life, ou Projeto Vida na Van (em tradução livre) posta fotos no Instagram para justamente manter acesa a chama de quem deseja viver na estrada.

A ideia é inspirar os nômades a viver essa vida na van, e mostrar as maravilhas e durezas de topar fazer da vida essa aventura. Trata-se de uma verdadeira comunidade de nômades, representada pelas belas fotos que ilustram a conta, e que nos provocam a botar o pé na estrada sem hora pra voltar nem lugar pra chegar.

 

© fotos: Instagram/fonte:via

As maravilhosas piscinas termais da Turquia parecem um spa criado pela natureza

Se você está em busca de lugares mágicos e surreais para fazer sua próxima viagem, talvez este seja o destino perfeito. Com dezenas de piscinas naturais e muita calmaria, a cidade turca de Pamukkale é procurada desde a antiguidade por quem buscava o famoso elixir da beleza, já que a região é cheia de piscinas naturais de água quentinha, com temperaturas que variam entre 35 e 100 graus.

Listada como Patrimônio Mundial da UNESCO, Pamukkale significa ‘castelo de algodão’, em turco e é uma pequena cidade ao sudoeste da Turquia, a cerca de 500 km de Istambul. Porém, a beleza das piscinas naturais vem atraindo tantos turistas nos últimos anos, que agora dar um mergulho nelas está cada vez mais difícil. Seguranças por todos os lados estão lá para garantir que um patrimônio da humanidade não seja deteriorado.

A interferência humana já foi responsável pela destruição de inúmeros patrimônios da humanidade, então nada mais justo que existam leis e pessoas que garantam que isso não aconteça mais. De qualquer maneira, mesmo sem poder nadar, observar essas lindas formações da natureza pode nos trazer uma imensa tranquilidade e alegria e esta continuará sendo uma viagem inesquecível!

Fotos: Logga Wiggler /fonte:via

Conheça o ranking dos passaportes mais poderosos em 2018

O passaporte pode ser a porta que leva a possibilidades quase infinitas de conhecer o mundo. Mas, dependendo do país em que tiver nascido, também pode ser uma barreira que impede as pessoas de viajar em busca da liberdade que desejam.

Desde 2006, o site Henley & Partners organiza o Passport Index, uma espécie de ranking que classifica os passaportes mais ‘poderosos’ do mundo, ou seja, que organiza aqueles que garantem acesso a mais países ao redor do planeta.

Basicamente o critério para o ranking é o número de destinos para os quais os portadores do passaporte podem viajar sem a necessidade de solicitar vistos. O Japão está no topo da lista, com acesso a 190 países. Singapura, com 189, vem logo atrás, seguido por França, Alemanha e Coreia do Sul, todos com 188.

O Brasil não está mal colocado: é o 16º no ranking, com destino livre de visto para 171 países – é o melhor posicionamento brasileiro desde a criação da lista. Na ponta contrária está o Afeganistão, cujo passaporte garante acesso a apenas 30 países, assim como o do Iraque.

Gráfico via Statista

Ranking via Henley & Partners

Imagens ilustrativas via Pixabay (Creative Commons CC0)/fonte:via

Sonhar em sair viajando sem destino em uma van? Então se inspire nesse Instagram

Largar tudo, encher uma van com somente o fundamental, pegar a estrada e viajar sem destino é o sonho de muitos e a realização, no entanto, de poucos. As dificuldades financeiras, os compromissos, os perrengues possíveis e todas as adversidades que tal aventura pode trazer costumam embarreirar esse sonho, e o perfil Project Van Life, ou Projeto Vida na Van (em tradução livre) posta fotos no Instagram para justamente manter acesa a chama de quem deseja viver na estrada.

A ideia é inspirar os nômades a viver essa vida na van, e mostrar as maravilhas e durezas de topar fazer da vida essa aventura. Trata-se de uma verdadeira comunidade de nômades, representada pelas belas fotos que ilustram a conta, e que nos provocam a botar o pé na estrada sem hora pra voltar nem lugar pra chegar.

© fotos: Instagram/fonte:via

Ele viajou de muleta por 122 países e garante que a maior dificuldade foi o idioma

Para o engenheiro agrônomo maranhense Luiz Thadeu Nunes, há maneiras fundamentalmente diferentes de se viajar, que transforma toda a experiência de se estar longe de casa. Aos 59 anos, tendo percorrido 122 países, Luiz não esta interessado na experiência banal do turismo. “Não sou turista, sou um viajante. Um viajante com asas nos pés”, ele diz. As asas metafóricas que o carregam pelo mundo são especialmente importantes para que ele alcance sua meta de visitar os 194 países membros da ONU: Luiz viaja com o par de muletas que usa para ajuda-lo a se locomover.

A necessidade de conhecer o mundo veio de sua própria história de vida: era preciso se libertar dos quatro anos que passou em cima de uma cama, após 43 cirurgias por conta de uma infecção óssea chamada osteomielite. Viajar se tornou uma maneira de compensar o período em que não se locomoveu, mesmo que originalmente seu sonho fosse simplesmente ser capaz de voltar a caminhar. 122 países depois, com uma média de 4 viagens internacionais por ano, Luiz não enxerga fronteira capaz de lhe parar. “Com todas as minhas limitações, não tem um lugar na Terra que eu não vá”, disse.

Sua jornada começou em 2009, para visitar o filho que estava vivendo na Irlanda. Depois de enfrentar com suas muletas a neve no rigoroso inverno europeu, Luiz se sentiu pronto para ir a qualquer lugar. E ele foi: desde então já são sete passaportes completamente preenchidos por carimbos de países tão diversos quanto Índia, Camboja, Japão, Etiópia, Patagônia, Cuba, Egito, Marrocos, Austrália, EUA e muito mais, com boa parte das viagens realizada sozinho. Sua próxima viagem será para a China, e o segredo é se manter de olho em passagens baratas, tendo, é claro, as viagens como prioridade maior.

Lugares como os países nórdicos ou o Japão são os mais preparados em termos de acessibilidade, mas Luiz não se intimidou diante do Angkor What, por exemplo, o maior templo do Camboja, com suas imensas e íngremes escadas.

Sua maior limitação é mesmo a língua, sem um inglês fluente – mas claramente não há limite que possa parar Luiz e suas muletas, fazendo o mundo inteiro parecer pequeno, logo ali, à distância de alguns passos.

© fotos: arquivo pessoal/fonte:via