Site procura interessado em viajar para 7 países conhecendo estações de esqui emprego dos sonhos

O Ski.com está em busca de pessoas interessadas em conhecer as principais estações de esqui do mundo. O melhor, além de não arcar com os custos, o escolhido vai se pago para isso. Aberta mais uma temporada de o emprego dos sonhos.

O aventureiro vai visitar pistas em sete países, dispostos em três continentes. A jornada durará dois meses e acontece entre janeiro e fevereiro de 2019.

O salário, se é que podemos chamar assim, é de 41 mil reais. Claro, passagens aéreas, hospedagem, alimentação e aluguel de um carro, também estão no pacote.

Entre os destaques estão as estações de esqui Park City, nos EUA, Courchevel, nos alpes franceses e Hakuba Valley, localizada no Japão. Curtiu? Então corra, pois as inscrições vão até o dia 15 de outubro e o selecionado será anunciado no dia 30 deste mês.

Para participar, basta gravar um vídeo de 60 segundos dizendo os motivos que fazem de você o candidato perfeito para a vaga. Depois, é só publicar o conteúdo nas redes sociais com a hashtag #EpicDreamJob.

Foto: Reprodução/fonte:via

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Milionário japonês seleciona artistas para irem com ele à lua sem gastar nada

Algumas vezes podemos nos esquecer, mas sim, estamos no futuro. A afirmação se comprova com os planos da SpaceX de levar oito artistas para a lua. De graça.

O anúncio da missão foi feito pelo milionário japonês Yusaku Maezawa, que marcou a viagem ao espaço para 2023. Logo ali. Os viajantes terão a chance de conhecer a lua de perto, entretanto, não há previsão de pouso no satélite natural.

Segundo Yusaku, que vai bancar o passeio com sua fortuna, os artistas selecionados devem usar a inspiração lunar para a produção de obras que vão ficar para a posteridade.

“Se Pablo Picasso tivesse visto a lua de perto, que tipo de pinturas teria feito? Se John Lennon tivesse prestado atenção nas curvas da Terra, que tipo de músicas teria composto? Se eles tivessem ido ao espaço, como seria o mundo hoje?”, escreveu Maezawa no site do projeto Dear Moon (Querida lua, em inglês).

Por isso, ele está em busca de um dançarino, um estilista, um escritor, um escultor, um fotógrafo e um arquiteto. Os custos da empreitada não foram revelados, mas veículos da imprensa japonesa dizem que Yusaku possui uma fortuna equivalente a do presidente dos Estados Unidos Donald Trump.

A viagem para a lua será feita a bordo de uma nave reutilizável, que transportará os artistas durante uma semana. No período, eles vão dar voltas em torno da lua e depois retornar para a Terra.

Foto: Reprodução/fonte:via

Artista usa notas de dinheiro como telas para que sua arte viaje pelo mundo

Se o valor monetário de uma obra de arte é sempre um tanto abstrato e depende de uma porção de variáveis externas, no caso do trabalho de Mari Roldán Cañete o próprio suporte de suas pinturas já define um valor inicial – literalmente. A artista de Málaga, na Espanha, usa notas de Euro como tela, desenhando sobre o dinheiro. O que a levou a utilizar essa superfície, porém, não foi o valor agregado – mas sim a mobilidade que as notas naturalmente possuem.

Hoje com 23 anos, Cañete diz que tem duas paixões desde muito jovem: a pintura e a vontade de viajar. Desenhar foi hábito que manteve da infância em diante, e chegou a pensar em se tornar aeromoça só para poder conhecer o mundo todo, mas nenhum dos dois desejos efetivamente se tornou seu trabalho – até recentemente, quando teve uma epifania reveladora: se ela não podia viajar o mundo, ao menos sua arte poderia. E a melhor maneira de fazer isso acontecer seria pintando em dinheiro.

Ela agora se dedica de fato à sua arte, e usa a natureza móvel do dinheiro, sempre passando de bolso em bolso para todas as partes do planeta, para que seus desenhos possam fazer as viagens que ela ainda não pode. Assim, seu trabalho chega às novas culturas e pessoas que ela sonha em conhecer.

Quase sempre reproduzindo pinturas clássicas ou ícones da cultura pop na face das notas de euro e dólar, com seu talento é ela quem agrega valores maiores aos estabelecidos para cada cédula. Cañete vem começando a ser reconhecida – e assim seus dois sonhos vão efetivamente ficando cada vez mais próximos.

© fotos: Mari Roldán Cañete /fonte via

Vale do Loire: a região que concentra o maior número de castelos do Mundo

São onze horas da noite. A temperatura beira os 30 graus e a luz do dia ainda se faz presente em Amboise, no Vale do Loire, região ao norte da França que concentra o maior número de castelos do mundo e está a apenas a uma hora do aeroporto de Paris. A bordo de um Toues, barco concebido há séculos, que pouco mudou com o passar do tempo, navego pelo rio Loire, o mais extenso de toda a França. Ao fundo, a ponte Maréchal Leclerc e as curvas do Château du Amboise se iluminam pelos últimos raios de sol.

À bordo, não só a paisagem e a brisa fresca do verão europeu, mas todas as guloseimas dignas de um piquenique francês.  Patês, queijos e vinhos, de diferentes uvas e safras, todos produzidos na região. Pascal Mineal, proprietário da adega Caves Duhard, também em Amboise e a apenas a alguns metros dali, comanda a degustação e apresenta diferentes rótulos elaborados a partir de uvas cultivadas nesse solo fértil, os Vouvray.

A explosão de sabores envolta em natureza exuberante me faz pensar que não deve ter sido difícil para a nobreza francesa adaptar-se à vida no Loire quando decidiram se estabelecer por aqui, no século 16. Nesse período, centenas de castelos foram erguidos por reis e rainhas das dinastias Bourbon e Valois, trezentos deles abertos até hoje para a visita de qualquer reles mortal. Conhecê-los é sem dúvida a melhor forma de reviver a história da região, que leva o posto de berço do Renascimento na França.

Tudo começou quando a corte convocou artistas e pensadores da vizinha Itália, onde o movimento borbulhava, para estabelecer morada no Loire. Dentre deles, Leonardo da Vinci, que a convite do ­­rei Francisco I, grande mecenas das artes, mudou-se para Amboise em 1515. Reza a lenda que viajou até a França no lombo de uma mula, carregando consigo três pinturas: Mona Lisa, SantÁna e São João Batista. O artista viveu 3 anos no Loire até o seu último suspiro, em 2 de maio de 1519. No ano que vem, a região celebra o aniversário de 500 anos de sua morte com programação especial em todos os châteaus.

Chez Leonardo da Vinci no Vale do Loire

O centro das comemorações será sua última morada, o Château Clos Lucé, que vai sediar a exposição “Leonardo da Vinci, Seus Alunos, a Última Ceia e François 1º”, dentre outras atividades. Uma visita ao palacete permite conhecer réplicas das pinturas e engenhocas desenvolvidas por ele e desvendar algumas curiosidades de seu cotidiano. Leonardo, que viveu no castelo dos 64 aos 67 anos, usava gema de ovo e água da chuva para misturar pigmentos e criar os tons com que pincelava. Passou os últimos anos de sua vida trabalhando em obras encomendadas pelo rei e organizando festas para ninguém botar defeito.

A diversão porém vai muito além do Clos Lucé. Há alguns quilômetros de distância e debruçado sobre o rio Loire está o château  que avistei no bucólico passeio de barco, o Amboise. Reza a lenda que um túnel subterrâneo o conecta ao Clós Lucé, usado nos tempos áureos por Da Vinci para visitar o então amigo Francisco I, que ali viveu por um período de sua vida.

Realeza ostentação

Já disse que visitar o Loire é a melhor forma de reviver a história da França no século 16. Adentrar nessas construções majestosas é se teletransportar para uma outra era, em que todos viviam (ou morriam) em prol da corte real. Os gastos para sustentar a vida boa eram imensuráveis e a realeza era nômade, ou seja, erguia castelos majestosos como o de Amboise e encomendava outros feitos arquitetônicos a altura deste quando cansavam-se da morada atual. Dá para entender bem os motivos que levaram `a Revolução Francesa depois de entrar em contato com tamanha ostentação.

Intrigas, casamentos por interesses territoriais, traições, assassinatos, tudo rolava por aqui. Famoso como morada segura, o château de Amboise ficou conhecido como jardim de infância dos soberanos franceses. Aqui nasceu Charles VIII e foram criados Francisco I e Catarina De Médicis, entre outras figuras importantes da época. “Até Charles VIII ele era murado e com apenas uma entrada e por isso as crianças eram trazidas para cá. Foi Francisco I que derrubou seus muros, por influência do Renascimento”, me conta Izabele Pesinato, da Atout France.

Continuando as curiosidades reais: durante visita ao Chaumont Sur Loire, localizado na mesma comuna que dá nome ao castelo e a 20 minutos de carro de Amboise, Izabele me aponta uma gravura de Catarina de Médicis, que adquiriu o castelo e nele viveu a partir de 1550. O quadro, pendurado em um dos aposentos reais, a ilustra no dia de seu casamento, portando um vestido bordado com pérolas e diamantes, o seu dote. Descubro que era um habito da realeza casar-se trajando toda a fortuna, pois caso houvesse necessidade de fugir do inimigo durante a cerimônia, não seria necessário deixar a riqueza para trás.

Mas não só de memórias antigas vivem os castelos do Vale do Loire. Famoso pela magnífica área externa, o Chaumont Sur Loire mais se parece com um museu a céu aberto e exibe instalações outdoor (e indoor) de artistas que aqui deixaram sua marca após residências. Dentre eles, o brasileiro Henrique Oliveira, que se faz presente com a instalação Momento Fecundo, concebida com madeira compensada. O castelo sedia anualmente o Festival Internacional de Jardins e abriga também um restaurante onde se come literalmente como um rei, o Le Grand Velum.

Programações externas, porém, não são exclusividade do Chaumont Sur Loire. Espetáculos em vídeo mapping pipocam pela região, inclusive no Castelos de Blois, que a partir deste ano passa a revelar sua história por meio de projeções no pátio externo quando a noite cai. Em Chartres, outra comuna do Loire, há mais um experiência imperdível: a magnífica Catedral de Notre Dame também revive tempos áureos por meio de projeções e música, durante o  Chartres Light Show.

Do lado de dentro, uma visita à luz de velas à cripta da catedral, embalada por canto gregoriano e história, leva facilmente às lagrimas. A igreja é Patrimônio Mundial da Unesco, assim como o Château de Chambord, o maior do Vale do Loire, mais um monumento erguido graças aos caprichos de Francisco I, que o habitou por apenas 7 semanas no total.  Famoso mundialmente pela arquitetura renascentista, que mistura estruturas clássicas italianas com formas medievais francesas, o castelo exibe jardins magníficos e um restaurante para se deliciar ao ar livre.

Lar doce lar

Mais um must go da região, o Cheverny não é apenas o castelo que inspirou Hergé a criar o Château Moulinsart, das lendárias Aventuras de Tin Tin. Ele ainda é morada da família Hurault, que desde 1914 abriu parte de suas dependências para a visitação do público. Cheverny conserva o mobiliário e decoração do século XVII e abriga uma exposição interativa permanente de Tin Tin, Les secrets de Moulinsart, que desvenda o universo do personagem e seus amigos num percurso de 700m2.

Felizmente não é preciso fazer parte da família Hurault para dormir num castelo no Vale do Loire. O Chateau de Perreux, a 2 quilômetros de Amboise, passou por restauração e é hoje um hotel boutique com diferentes tipos de quarto. Ali é possível optar entre dormir na torre, no terceiro andar, entre vigas e madeiras expostas, em quartos menores com terraço com vista para o jardim ou ainda numa amplo aposento de 68m, que economiza em paredes e tem banheira a poucos passos da cama.

Na França, nos ares

Uma viagem de uma hora de trem separa o aeroporto de Paris, Charles de Gaulle, da estação ferroviária Gare de Chartres uma das portas de entrada do Vale do Loire. Para facilitar ainda mais a conexão Brasil – França, a Air France inaugurou em maio deste ano um voo direto de Forteleza para Paris, e espera com ele aumentar em 15% o fluxo de turistas brasileiros para a Europa no ano que vem. Em 2017, 1 milhão de brasileiros voaram de e para o Brasil, de acordo com Jean-Marc Pouchol, diretor-geral do Grupo Air France-KLM para a América do Sul.

O aniversário da morte de Leonardo da Vinci é mais um motivo para aproveitar a conexão e visitar a região do Vale do Loire em 2019. A programação completa do evento ainda não foi definida, mas os castelos e outros estabelecimentos prometem luz e festa para a ocasião, como bem gostava o artista.

A jornalista viajou a convite da Atout France e da Air France. /fonte via

Conheça as 10 casas mais desejadas do Airbnb no Brasil

A maneira como nós nos hospedamos em viagens sofreu uma profunda transformação na última década, quando passamos a utilizar plataformas de compartilhamento de casas, como é o caso do Airbnb. Esta é mais uma revolução que nasce a partir do uso da tecnologia, que nos deixou mais livres e menos dependentes de hotéis ou outras formas de hospedagem.

Além de ser mais econômico e nos dar muito mais liberdade, alugar uma casa ou, até mesmo um quarto, nos permite vivenciar a realidade do lugar em que estamos, conhecer pessoas novas e viver como um local.

Porém, com a crise econômica que o Brasil vem enfrentando e a alta do dólar – que acaba influenciando outras moedas também, viajar para o exterior está se tornando cada vez mais difícil. Por outro lado, esta é uma oportunidade de viajarmos pelo Brasil, tão imenso e variado, com paisagens e cidades para todos os gostos.

Para incentivar os brasileiros a viajarem mais pelo Brasil, a plataforma fez uma seleção das 10 casas mais desejadas do Airbnb no Brasil e temos certeza que sua mão vai coçar para fazer uma reserva para as próximas férias ou quem sabe, feriado!

Propriedade única praia particular em Florianópolis – SC

Casa na árvore em Monte Verde – MG

Casa com vista em Ubatuba – SP

Ilha privativa em Ilha Grande – RJ

Casa estilo grego de frente para o mar – Rio de Janeiro

Apto 5 Estrelas em SP

Charmoso Apto Ilhabela

Chalé acima das nuvens em Campos do Jordão – SP

Bangalô romântico com vista para o mar – Ubatuba

Home boutique chic nos Jardins – SP

Fotos: reprodução Airbnb /fonte:via

Resort de luxo nas Maldivas contrata livreiro com acomodação inclusa

Ilhas Maldivas, um pequeno paraíso localizado no continente asiático. Conhecida pela abundância da vida marinha e os vários tons de azul das águas salgadas do mar, o lugar atrai atenção de pessoas em busca de uma experiência íntima com o que de melhor a vida pode oferecer.

Se passar férias em um ambiente destes já é um sonho dourado, imagine só ganhar dinheiro para atravessar uma temporada trabalhando? Um dos hotéis mais luxuosos das Maldivas está com vagas abertas para livreiros interessados em estimular o hábito da leitura nos clientes.  

Philip Blackwell, dono de uma livraria na região desde 2006, está a procura de alguém para trabalhar no Soneva Fushi Resort. A arquitetura do hotel é de cair o queixo. Instalado há alguns metros de uma ilha coberta por uma densa vegetação, o edifício é todo feito de madeira e passa a sensação de estar flutuando no meio do oceano.

“É um emprego dos sonhos para muitas pessoas. Se eu tivesse 25 anos de novo, certamente me candidataria”, declarou Philip em entrevista ao The Guardian.

O selecionado terá acomodação inclusa e vai trabalhar dentro do resort, instalado na ilha privada. Entre as funções, está também a de alimentar um blog sobre a experiência de viver em uma ilha deserta e contar histórias infantis para crianças.

Os interessados devem ter paixão por livros e estarem livres para ficar nas Ilhas Maldivas por pelo menos três meses. Criatividade e inspiração são diferenciais. Os resultados serão publicados no Book Brunch.  

Fotos: reprodução/fonte:via

Brasileiros desiludidos pedem ajuda para voltar de Portugal

Brasileiros formam a maior comunidade de estrangeiros em Portugal. Atualmente, são cerca de 85 mil pessoas vivendo no país europeu. Porém, o ápice da imigração parece estar chegando ao fim.

Apenas nos últimos cinco anos, o Programa de Apoio ao Retorno Voluntário e à Reintegração (Árvore), órgão ligado à Organização Internacional para Migrações (OIM) e ao governo português, financiou a viagem de volta de 1.639 cidadãos brasileiros.

A dificuldade de conseguir um emprego está entre os principais motivos de arrependimento dos que vão tentar a vida no país ibérico. Isso se reflete nos números, pois apesar de formarem a maioria dos imigrantes, os brasileiros respondem por mais de 80% dos pedidos de auxílio para voltar pra casa. Em 2018, mais de 200 pessoas receberam ajuda para o retorno.

A grave crise vivida pelo Brasil, com mais de 13 milhões de desempregados, faz de Portugal a menina dos olhos. Entretanto, mesmo com a facilidade proporcionada pela língua, ser uma estrangeiro não é fácil. Um dos entraves é o visto, pois sem a autorização do governo para trabalhar, restam apenas vagas informais, que evidentemente pagam pouco.

Para atenuar as dificuldades enfrentadas pelos brasileiros e claro, evitar o surgimento de uma crise em solo português, a Organização Internacional para Migrações auxilia na documentação, compra de passagem e cobertura de outros gastos da viagem de volta.

Em entrevista ao UOL, Patrícia Cunha – assistente de projeto da OIM Lisboa ressalta que é preciso se informar e sobretudo fazer um planejamento consistente antes de se mudar de país.

“A falta de informação e planejamento é a principal causa para a vulnerabilidade econômica e até psicossocial das pessoas que chegam à OIM. Muitos vêm a Portugal com passagem de volta para uma semana, mas [quando querem voltar ao Brasil] não é possível ou é muito caro reagendar”.

Foto: Unsplash/fonte:via