Ilustrador francês cria série para a gente rir de nossa dependência da tecnologia

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Ela é provavelmente a primeira coisa com a qual você tem contato ao acordar, está presente em todas as refeições, deslocamentos e até mesmo quando você vai ao banheiro.

E o pior: nosso vício em tecnologia parece só aumentar.

Para rir dessa relação (ou seria adição?), o artista francês Jean Jullien cria ilustrações memoráveis que vão fazer você pensar melhor antes de checar as notificações do seu smartphone.

Natural de Nantes, na França, Jean Jullien vive hoje em Londres.

Além de lançar um olhar ácido sobre as tecnologias atuais, as ilustrações do artista também nos convidam a refletir sobre como estamos nos adaptando às mudanças do mundo.

Suas criações mais recentes podem ser acompanhadas através do Instagram, onde mais de um milhão de pessoas já seguem de perto suas obras. Posters com seus trabalhos também estão disponíveis para venda no site pessoal do artista.

Vem ver só algumas das ilustras mais emblemáticas do moço!

Fotos: Jean Jullien /fonte:via

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Epidemia de cigarros eletrônicos entre jovens já é realidade nos EUA

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Infelizmente, são muitas as pessoas que pensam que cigarros eletrônicos não fazem mal à saúde ou que podem ajudar as pessoas a largarem o vício. Existe uma ideia um tanto romantizada que permeia este tipo de cigarro e que está fazendo milhares de jovens norte americanos aderirem a essa ‘moda’ nada saudável.

Já são mais de 2 milhões de jovens em idade escolar que fazem uso deste aparelho. O caso vem sendo tratado como uma questão de saúde pública pelas autoridades e, nesta semana, a FDA (Administração de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos) declarou que, nos últimos anos o aumento foi tanto, que já é tratado como uma epidemia.

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A única diferença entre o cigarro eletrônico e o convencional é que eles utilizam baterias para aquecer nicotina líquida até transformá-la em vapor inalável, o que não deixa de ser nicotina, de fazer mal e viciar: “Não podemos permitir que uma nova geração seja viciada em nicotina”, afirmou ressaltou Scott Gottlieb, diretor da FDA, em comunicado oficial.

A agência deu 60 dias para os cinco principais produtores de cigarros eletrônicos apresentarem propostas para prevenir o uso entre jovens, mas se nada mudar, disse que irá proibir a venda deste tipo de cigarro nos Estados Unidos.

Nos últimos anos o mundo inteiro diminuiu consideravelmente o uso de cigarros, porém o surgimento dos modelos eletrônicos aumentou o consumo, que é preocupante e deve ser evitado.

Fotos: We Heart It /fonte via

Filho conhece pai aos 19 anos e o convence a largar o crack

Criado pela avó materna, o brasiliense Leonardo Roque, soldado do exército, sempre quis ter o nome do pai na carteira de identidade e, para isso, precisou descobrir suas origens. Aos vinte anos, ele descobriu que seus pais foram colegas de escola e, depois de muita procura, acabou chegando até o homem, o vigilante Orlandino Ferreira Roque.

Depois de realizar o sonho de colocar o nome do pai no documento, descobriu através da madrasta, que o convidou para um almoço, que o homem possuía um sério vício em drogas que já existia mesmo antes de Leonardo nascer. Orlandino, precisava de ajuda.

Com o casamento por um fio, todo salário recebido no mês ia para traficantes da Ceilândia. Ele chegou até mesmo a gastar R$ 35 mil em crack, em apenas um mês – dinheiro de herança de sua mãe.

“Fizemos um almoço pela manhã para eu conhecer a família, e à noite a esposa dele me ligou e contou sobre o vício em drogas. Fiquei muito triste. Eu pensava ‘acabei de conhecer meu pai e posso perder ele’. Imaginava como ajudar, mas também não tinha muito conhecimento nem intimidade com ele”, contou ao G1.

Por quatro anos seguidos Leonardo tentou de tudo para livrar o pai das drogas, mas só no meio do ano passado deu um ultimato ao vigilante também se envolver com drogas caso ele não se internasse. Sensibilizado, ele topou ir para uma clínica.

Graças ao incentivo do filho, Orlandino está internado na ONG Salve a Si, local onde ganhou um ano de tratamento acompanhado por psiquiatras e psicólogos. Ele já está na instituição há quatro meses e tem apresentado bastante melhora, a começar pelo peso: ele chegou ao local com apenas 58kg e agora pesa 90kg.

 

Imagens: Acervo pessoal/ Reprodução / ONG Salve a Si/fonte:via