Vacina para o Ebola já existe há 10 anos

Você sabia que existe uma vacina 100% eficaz contra o Ebola pronta há 10 anos e não colocaram em produção porque não daria lucro? Confira a absurda história que resultou em milhares de mortes:

Uma vacina aparentemente 100% eficaz em macacos portadores do vírus Ebola será rapidamente testada através de testes em humanos – após ficar sem uso em uma prateleira de laboratório por dez anos. A vacina, conhecida como VSV-EBOV, já teve seus resultados publicados em um jornal respeitado. Autoridades de saúde os consideraram “emocionantes” mas, em seguida, a vacina definhou em uma prateleira de laboratório depois de ter sido licenciada para uma companhia farmacêutica – até agora.

Estudos já realizados em primatas evidenciam que a vacina previne a infecção quando administrada antes da exposição ao vírus, e aumenta as chances de sobrevivência quando dada após a exposição. Os direitos de propriedade intelectual para a vacina pertencem ao Governo do Canadá, e a NewLink, empresa privada que detém os direitos de licenciamento da vacina, tem a responsabilidade de produzir quantidades de massa e levar a vacina para testes clínicos.

“Em 13 de outubro de 2014, o governo do Canadá anunciou o início dos testes clínicos da vacina no Instituto Walter Reed de Pesquisas do Exército dos Estados Unidos”, disse a Agência de Saúde do Canadá. “Esses estudos vão fornecer informações importantes sobre a eficiência da vacina e a dosagem apropriada. Os resultados do ensaio clínico serão divulgados em dezembro de 2014″.

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A NewLink Genetics diz que pelo menos cinco testes clínicos envolvendo a vacina, conhecida como VSV-EBOV, em breve estarão em curso nos Estados Unidos, Alemanha, Suíça e em um país Africano, ainda não revelado por questões de segurança, que não está lutando contra o Ebola.

O trabalho havia parado há 10 anos devido a uma “falta de interesse” no Ebola, e porque não havia muitos casos, e outras doenças mais importantes, como o HIV, como prioridade de pesquisa. “Nunca houve um grande mercado para as vacinas de Ebola,” Thomas W. Geisbert, especialista do vírus Ebola na Universidade do Texas e um dos desenvolvedores da vacina, disse ao Boston Globe. “Então um grande laboratório farmacêutico as venderia para quem?”

Geisbert disse: “Uma crise é necessária, às vezes, para que as pessoas finalmente digam “Ok, temos que tomar uma atitude agora” e isso é normal”.

A vacina foi produzida em Winnipeg pela Agência de Saúde Pública do Canadá, e é o produto de mais de 10 anos de investigação científica por pesquisadores da Agência Canadense de Saúde Pública e cientistas do Laboratório Nacional de Microbiologia do Canadá. O governo canadense patenteou a substância, e 800 a 1000 frascos da vacina tinham sido produzidos.

Em 2010, a VSV-EBOV foi licenciada à NewLink Genetics, em Ames, Iowa.

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O governo canadense doou os frascos existentes para a Organização Mundial de Saúde, e testes de segurança da vacina em voluntários saudáveis ​​já começaram.

“A Agência de Saúde Pública do Canadá está fornecendo a vacina para a OMS em seu papel de órgão de coordenação internacional para o surto de Ebola, de modo que a vacina possa estar disponível como um recurso para todos os países afetados pelo vírus”, disseram as autoridades.

Eu pensei que estava olhando para uma praia, mas a verdade é muito mais triste

Visto do alto e de longe, temos a impressão de que se trata apenas de uma praia rochosa. No entanto, quando você olha um pouco mais, logo você nota que aquilo não é areia.

Na verdade, esta área está repleta de morsas extraviadas.

Em setembro, aproximadamente 35.000 morsas foram registradas transportando-se para costa perto de Point Lay, no Alasca.

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A vida dessa espécie não está nada boa. O habitat dessas morsas está desaparecimento gradativamente por causa do aquecimento global.

As morsas geralmente utilizam pedaços de gelo do mar para descansar e se reproduzir, enquanto mergulham para buscar comida. Mas as mudanças climáticas estão empurrando pedaços de gelo maiores para locais muito profundos, resultando em cenas tristes como essa.

As morsas foram registradas durante uma pesquisa sobre mamíferos do mar.

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Como esses animais não podem nadar, eles utilizam o gelo para repousar. No entanto, o aquecimento vem reduzindo demasiadamente o número de blocos de gelo estáveis em águas rasas próximas à costa, onde os animais vivem.

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Todavia, isso não é a primeira vez que uma cena como essa é vista (o mesmo aconteceu em 2009 e 2011).

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As coisas tendem a piorar para as morsas caso algo não seja feito para reduzir os danos das mudanças climáticas para a natureza. Esse verão no hemisfério norte contou com a sexta menor quantidade de gelo do mar desde 1979, quando o monitoramento por satélite passou a ser executado. 

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Todas essas 35 mil morsas estão presas ali está o inverno chegar. 

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CONHEÇA AS ENCANTADORAS CAVERNAS AZUIS DA GRÉCIA

Se você planeja ir pra Grécia, não pode deixar de passar na Navagio Beach, ou Praia do Naufrágio, onde ficam as maravilhosasCavernas Azuis de Volimes. Os paraísos gregos estão dentro da ilha de Zakynthos, que tem aquela que foi eleita a “praia mais bonita do mundo”, onde os turistas se deliciam no mar profundamente azul e se jogam do penhasco praticando base jump.

As cavernas ficam na parte ocidental da ilha e o acesso é feito somente por água. O nome faz referência a matiz azulada, resultante de uma combinação da cor do mar com o reflexo do céu em sua superfície. Como um verdadeiro palácio, arcos adornam as entradas para as grutas, resultado de uma erosão acontecida há milhares de anos.

A maior gruta é chamada de Kianoun, onde se encontram muitos barcos para aluguel, que servem de locomoção até o interior da caverna. O mergulho é uma das atividades mais populares do local e, ao olhar as fotos, realmente dá vontade de se jogar nessa água de cor mágica e aspecto surreal. A escuridão é deixada um pouco de lado, uma vez que se está debaixo d’água, e frestas de luz surgem, revelando um azul diferente, de cor turquesa.

Em meio à natureza isolada, Navagio Beach é conhecida também por conta do navio Panagiotis, que dizem ter sido usado por traficantes para o transporte de cigarros. Após o naufrágio, foi destruído na praia em 1980.

Depois dessa história toda, vai entrar na gruta ou vai ficar só olhando?

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Os 9 vírus mais mortais do mundo

Os seres humanos têm lutado contra os vírus desde antes que nossa espécie evoluiu sequer evoluiu para sua forma moderna. Para algumas doenças virais, vacinas e medicamentos antivirais nos permitiram impedir que as infecções se espalhassem muito, e têm ajudado as pessoas doentes a se recuperar. Para uma doença – a varíola – temos sido capazes de erradicá-la, livrando o mundo de novos casos.

Mas, como o surto de Ebola agora devastando a África Ocidental demonstra, estamos muito longe de vencer a luta contra os vírus.

A cepa que está dirigindo a atual epidemia, Ebola Zaire, mata até 90%  das pessoas que infecta, o que torna o membro mais letal da família Ebola. “Não podia ser pior”, disse Elke Mühlberger, especialista em vírus e professora associada de microbiologia da Universidade de Boston.

Mas existem outros vírus que estão lá fora igualmente mortais, e alguns que são ainda mais mortais. Aqui estão os 9 piores assassinos, com base na probabilidade de que uma pessoa vai morrer se for infectada com um deles, no grande número de pessoas que eles mataram, e se eles representam uma ameaça crescente.

Vírus de Marburg

Vírus de Marburg

Os cientistas identificaram o vírus de Marburg em 1967, quando pequenos surtos ocorreram entre trabalhadores de laboratório na Alemanha que foram expostos a macacos infectados importados de Uganda. O vírus de Marburg é semelhante ao Ebola – ambos podem causar febre hemorrágica, o que significa que as pessoas infectadas desenvolvem febre alta e sangramento pelo corpo que podem levar ao choque, falência de órgãos e morte.

A taxa de mortalidade no primeiro surto foi de 25%, mas foi mais de 80% no surto entre 1998-2000 na República Democrática do Congo, bem como no surto de 2005, em Angola, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS) .

Ebola

Ebola

Os primeiros surtos conhecidos de Ebola em humanos atingiram simultaneamente o Sudão e a República Democrática do Congo em 1976. O Ebola se propaga através do contato com sangue ou outros fluidos corporais ou tecidos de pessoas ou animais infectados. As cepas conhecidas variam drasticamente em sua letalidade, disse Mühlberger.

Uma delas, Ebola Reston, nem torna as pessoas doentes. Mas para a cepa Bundibugyo, a taxa de letalidade é de até 50%, e é até 71% por cento para a cepa do Sudão, segundo a OMS.

O surto em andamento na África Ocidental começou no início de 2014, e é o maior e mais complexo surto da doença até o momento, de acordo com a OMS.

Raiva

Raiva

Embora a vacinação anti-rábica para animais, que foi introduzida na década de 1920, tenha ajudado a tornar a doença extremamente rara no mundo desenvolvido, esta condição permanece um problema grave na Índia e em partes da África.

“Ela destrói o cérebro, é uma doença muito, muito ruim”, disse Mühlberger. “Nós temos uma vacina contra a raiva, e nós temos anticorpos que trabalham contra a raiva, por isso, se alguém é mordido por um animal raivoso podemos tratar essa pessoa”, disse ela.

No entanto, ela disse, “se você não fizer o tratamento, há uma possibilidade de 100% de que você vai morrer.”

HIV

HIV

No mundo moderno, o vírus mais mortal de todos é o HIV. “Ainda é aquele que é a maior causa de mortes”, disse o Dr. Amesh Adalja, médico infectologista e porta-voz da Sociedade de Doenças Infecciosas da América.

Estima-se que 36 milhões de pessoas morreram de HIV desde que a doença foi identificada pela primeira vez no início de 1980.

Medicamentos antivirais poderosos tornaram possível para as pessoas viverem durante décadas com o HIV. Mas a doença continua a devastar muitos países de baixa e média renda, onde 95% das novas infecções por HIV ocorrem. Quase 1 em cada 20 adultos na África Subsaariana é HIV-positivo, segundo a OMS.

Varíola

Varíola

Em 1980, a Assembleia Mundial da Saúde declarou o mundo livre da varíola. Mas antes disso, os seres humanos lutaram contra a varíola há milhares de anos, e a doença matava cerca de 1 em cada 3 que eram infectados. Ela deixou sobreviventes com profundas cicatrizes permanentes e, muitas vezes, cegueira.

As taxas de mortalidade são muito mais elevadas em populações fora da Europa, onde as pessoas tinham pouco contato com o vírus antes de os visitantes trazerem para suas regiões. Por exemplo, os historiadores estimam que 90% da população nativa das Américas morreu de varíola introduzida por exploradores europeus. No século 20, por si só, a varíola matou 300 milhões de pessoas.

“Foi algo que teve um enorme fardo para o planeta, e não apenas a morte, mas também a cegueira, e isso é o que impulsionou a campanha para erradicá-la da Terra”, disse Adalja.

Hantavírus

Hantavírus

Síndrome pulmonar por hantavírus (HPS) primeiro ganhou ampla atenção nos EUA em 1993, quando o jovem e saudável Navajo e sua noiva morreram em poucos dias após falta de ar. Alguns meses mais tarde, as autoridades de saúde isolaram o hantavírus de um cervo rato que vivia na casa de uma das pessoas infectadas. Mais de 600 pessoas nos EUA contraíram HPS, e 36% morreram da doença, de acordo com o Centro para Controle e Prevenção de Doenças.

O vírus não é transmitido de uma pessoa para outra, e sim as pessoas contraem a doença através da exposição aos excrementos de ratos infectados.

Anteriormente, um hantavírus diferente causou um surto no início de 1950, durante a Guerra da Coréia, de acordo com um artigo de 2010 na revista Clinical Microbiology. Mais de 3.000 soldados foram infectados, e cerca de 12% deles morreram.

Influenza

Influenza

Durante uma temporada normal de gripe, até 500.000 pessoas em todo o mundo vão morrer da doença, segundo a OMS. Mas de vez em quando, quando uma nova cepa de gripe emerge, resulta em uma pandemia com uma propagação mais rápida da doença e, muitas vezes, taxas de mortalidade mais elevadas.

A pandemia de gripe mais letal, às vezes chamada de gripe espanhola, iniciada em 1918, adoeceu até 40% da população do mundo, matando cerca de 50 milhões de pessoas.

“Eu acho que é possível que algo como o surto de gripe 1918 possa ocorrer novamente”, disse Mühlberger. “Se uma nova estirpe da gripe encontrar seu caminho na população humana, puder ser transmitida facilmente entre pessoas, e causar uma doença grave, teríamos um grande problema.”

Dengue

Dengue

O vírus da dengue apareceu pela primeira vez na década de 1950 nas Filipinas e Tailândia, e desde então se espalhou por todas as regiões tropicais e subtropicais do globo. Até 40% da população mundial vive em áreas onde a dengue é endêmica, e quea doença – que os mosquitos carregam – é provável que se espalhe mais conforme o mundo aquece.

A dengue adoece entre 50 e 100 milhões de pessoas por ano, segundo a OMS. Embora a taxa de mortalidade por dengue seja menor do que alguns outros vírus, em 2,5%, o vírus pode causar a chamada dengue hemorrágica, e essa condição tem uma taxa de mortalidade de 20%, se não tratada.

“Nós realmente precisamos saber mais sobre o vírus da dengue, pois é uma ameaça real para nós”, disse Mühlberger. Não há vacina atual contra a dengue, mas grandes ensaios clínicos de uma vacina experimental desenvolvida pela fabricante farmacêutica francesa Sanofi tiveram resultados promissores.

Rotavírus

Rotavírus

Duas vacinas estão agora disponíveis para proteger as crianças contra o rotavírus, a principal causa da diarréica grave entre bebês e crianças pequenas. O vírus pode se espalhar rapidamente, através do que os pesquisadores chamam de rota fecal-oral (o que significa que pequenas partículas de fezes acabam sendo consumidas).

Embora as crianças no mundo desenvolvido raramente morrem de infecção por rotavírus, a doença é um assassino no mundo em desenvolvimento, onde os tratamentos de reidratação não estão amplamente disponíveis.

A OMS estima que em todo o mundo, 453 mil crianças menores de 5 anos de idade morreram de infecção por rotavírus em 2008, mas os países que introduziram a vacina relataram quedas acentuadas nas internações e mortes pelo rotavírus. 

O maior inseto do mundo é completamente aterrorizante

O Museu do Inseto da China Ocidental examinou recentemente a maior espécie de inseto do mundo. Trata-se um inseto aquático que pode ser encontrado na Índia, China e Vietnã.

Este, em especial, foi descoberto em Sichuan, na China. 

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Existem 220 espécies de dobsonflies e o Dobsonfly Gigante é, como você pode imaginar, o maior de todos.

Esse bicho insano tem uma envergadura de 21 centímetros e se assemelha a um Pokémon muito evoluído.

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Aqui podemos ve-lo em comparação com um ovo. 

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Esse inseto gosta de poluição. Se você não quise-lo próximo ao seu piquenique, é melhor verificar se não há lixo nuclear em alguma lagoa próxima.

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O Dobsonfly gigante tem tamanho o bastante para cobrir um rosto humano. 

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Eles passam grande parte de sua vida na fase de larva, portanto, na maior parte do tempo, eles não são gigantes. Menos mal!

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Taj Mahal

Lugares incríveis: Taj Mahal – Agra, Índia.

Já espetacular por si só, o Taj Mahal também é um dos pontos mais lindos do mundo pra ser observar o pôr do sol. A arquitetura exuberante unida à história do local fica ainda mais bonita quando o sol está indo embora.

Foto: Lugares incríveis: Taj Mahal - Agra, Índia. Já espetacular por si só, o Taj Mahal também é um dos pontos mais lindos do mundo pra ser observar o pôr do sol. A arquitetura exuberante unida à história do local fica ainda mais bonita quando o sol está indo embora. #DIH | Diego Silva  CDC Fatos Desconhecidos
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