A casa de férias mais única do mundo

Como você imaginaria a sua casa de veraneio no interior, para se livrar do estresse da cidade durante os fins de semana, os feriados e as férias? Uma casa bem aconchegante e pequena no meio do nada, cercada de lindas árvores, com uma grande mesa de piquenique no gramado? Bem…a casa abaixo é mais ou menos isso, só que com uns detalhes a mais.

A equipe de arquitetos belgas B-ILDprojetou uma casa de férias diferente de qualquer outra. Graças à sua criatividade e trabalho duro, a equipe foi capaz de criar esta única casa de veraneio nos campos da Holanda. Parte do que torna o lugar interessante é que metade dela fica abaixo do solo. Mas o que realmente separa essa casa dos milhares de outros pontos de férias é que ela foi construída para servir como um bunker durante a Segunda Guerra Mundial. Apesar de seu passado problemático, este lugar realmente se transformou em uma ótima casa para as férias. Dê uma olhada:

desktop-1414611991

Pode não parecer muita coisa…

desktop-1414611994

…mas assim que você olhar abaixo da superfície, você vai ver que esta casa de férias é uma das mais interessantes do mundo.

desktop-1414611995

A entrada.

desktop-1414611992

Do outro lado da porta.

desktop-1414611993

Para um bunker, até que a claridade não está ruim, não é?

desktop-1414611994 (1)

Lembre-se que isso faz parte do projeto; a aparência básica, as cores e a iluminação funcionam muito bem juntas.

desktop-1414611997

Camas de beliche!

desktop-1414611996

Até que o quarto é bem bonito.

desktop-1414611998

Há bastante espaço, especialmente para um bunker.

desktop-1414611990

Nada mal…

desktop-1414611992 (1)

A mesa de jantar da família.

desktop-1414611997 (1)

A graça também está nos arredores. Local bem bonito.

Que lugar! O Macaco realmente conseguiria um pouco de privacidade nesse ponto. Parece que seria bastante relaxante! E você, concorda?

Conheça a Costa do Esqueleto, o maior cemitério do mundo à beira-mar

destaque

Conheça a Costa do Esqueleto, o maior cemitério do mundo à beira-mar

Um cemitério aberto, no meio das areias de uma praia paradisíaca. Conheça a Costa do Esqueleto, um lugar totalmente fora do comum, que fica na Namíbia

É difícil lembrar de praias e cenários paradisíacos quando a assunto está relacionado a terror ou a tragédias, não é mesmo? Acontece, no entanto, que a natureza não sabe disso e fez de uma praia, na costa da Namíbia, um dos lugares mais fantasmagóricos do mundo.

Isso porque a “Costa dos Esqueletos”, como o próprio nome sugere, se trata de um enorme cemitério a céu aberto, à beira do mar; onde são encontradas inúmeras carcaças e esqueletos de baleias, de outros bichos marinhos e até mesmo restos humanos. Aliás, contam que esse lugar, com mais de 500 quilômetros de extensão, sempre foi um ímã de náufragos e, hoje em dia, conta com mais de mil desses barcos (muitos de séculos atrás) que, por algum motivo, afundaram ali perto e engolidos pela areia.

Aliás, vem daí a grande quantidade de esqueletos humanos encontrados nessa praia. Pelo menos é assim que historiadores justificam tantos ossos de nossa espécie espalhados pela Costa do Esqueleto.

Mesmo assim, segundo contam, há 12 esqueletos decapitados no local (descobertos em 1943) que ninguém nunca conseguiu descobrir o motivo pelo qual foram mortos ou porque foram abandonados ali. Mas existem também na região algumas histórias sobre desaparecimentos de aviões, como o do piloto suíço Carl Neuer, que se perdeu no lugar em 1933.

O mais impressionante sobre a Costa, no entanto, é que mesmo sendo tão assustadora e inóspita, há centenas de turistas que todos os anos se aventuram por essas areias cheias de restos mortais. Inclusive, o fluxo de pessoas no lugar é tão grande que, em 1971, uma grande parte da Costa foi declarada Parque Nacional, sendo que só a parte sul pode ser explorada por veículos especiais. Já na parte norte da Costa do Esqueleto, só é possível chegar de avião.

Veja algumas fotos do lugar:

12  765481211109131514161721201918

Aos-15-anos-fotografo-cria-mundo-magico-feito-em-miniatura

Muitos de nós, durante a adolescência, fazíamos o mínimo de ir para a escola e já achávamos que era muito. Mas alguns jovens dedicam seu tempo e esforço às suas paixões e acabam revelando-se verdadeiros talentos. É o caso do fotógrafo norte americano Zev Hoover, de apenas 15 anos de idade, que criou um mundo mágico feito em miniatura para sua série de fotosLittle Folk.

O dom para a fotografia de Fiddleoak, como é conhecido, veio precocemente, aos oito anos de idade, quando deu início aos primeiros cliques. Com o tempo, as habilidades foram aumentando e o nível de qualidade de seu trabalho tem impressionado, unindo a imaginação para criar cenas em miniatura. Ao contrário de outros fotógrafos que, de fato, utilizam miniaturas em seus trabalhos, Hoover se dedica a manipular as imagens que registra para transformá-las em algo pequenino.

O intuito é que as fotos sejam todas tiradas no mesmo local e quando isso não é possível, o fotógrafo trata de combinar as cenas certeiramente, a ponto de ninguém perceber as diferenças. O garoto estuda em casa, então tem bastante tempo para se dedicar à fotografia e aos seus universos particulares, dos quais fazem parte do processo criativo a solidão em meio a natureza.

Hoover destacou a importância da internet em seu reconhecimento mundial, já que suas miniaturas estão tomando conta da web.O feedback das pessoas é o que me encoraja a continuar meu trabalho. A internet tornou o mundo menor, qualquer um pode encontrar meu trabalho facilmente. Sem ela isso seria quase impossível, eu seria apenas uma criança que tira fotos e seria um ninguém, talvez para sempre”, declarou à reportagem da BBC.

Fiddleoak

Fiddleoak2

Fiddleoak3

Fiddleoak4

Fiddleoak5

Fiddleoak6

Fiddleoak7

Fiddleoak8

Fiddleoak9

Fiddleoak10

Fiddleoak11

Fiddleoak12

Fiddleoak13

Fiddleoak14

Fiddleoak15

Fiddleoak16

Fiddleoak17

Fiddleoak18

Fiddleoak19

As-tatuagens-hiperrealistas-de-uma-artista-russa-vao-impressionar-você

Quem tem o dom de tatuar, consegue ir além das expectativas em busca do melhor desenho possível e traço marcante. A russa Valentina Ryabova impressiona por conta de suas tatuagens hiperrealistas, que mais se parecem com pinturas na pele, registradas em fotografias.

Cenas comuns e inocentes do cotidiano, como um garoto carregando seu skate ou uma menina tomando um sorvete, são alguns de seus trabalhos, feitos com muita precisão e talento, o que torna a imagem menos banal por si só. As imagens são tão realistas, que você se esquece que é uma mera tattoo.

Em contrapartida, a artista também cria desenhos um tanto quanto sensuais, retratando mulheres atraentes ao estilo Lolita e, em algumas ocasiões, nuas. Personagens de filmes como “O Máscara” e Vinz, do clássico filme “O Ódio”, além do pintor surrealista Salvador Dalí, também figuram entre as suas tatuagens. Dá uma olhada:

tattoohiperrealista

TattooReal

tattoohiperrealista3

tattoohiperrealista4

tattoohiperrealista5

tattoohiperrealista6

tattoohiperrealista7

tattoohiperrealista8

tattoohiperrealista9

tattoohiperrealista11

tattoohiperrealista12

tattoohiperrealista13

tattoohiperrealista14

tattoohiperrealista16

tattoohiperrealista17

tattoohiperrealista18

tattoohiperrealista19

tattoohiperrealista20

tattoohiperrealista21

Colecionador compra câmara fotográfica antiga e encontra fotos da Primeira Guerra Mundial

Muitas vezes, guerras são lembradas como atos gloriosos, patrióticos, movidos por motivos belos como a liberdade. As 10 fotos abaixo discordam. Elas representam a verdadeira imagem da guerra, que é de tragédia e derramamento de sangue. Confira:

  • Colecionador compra câmara fotográfica antiga e encontra fotos da Primeira Guerra Mundial

10. Cratera da Batalha de Messines

Westfront
Esta fotografia foi feita durante a Batalha de Messines, que ocorreu em Flandres, na França, no início de junho de 1917. A batalha durou uma semana, com mais de 25.000 mortos confirmados e 10.000 desaparecidos. A cratera colossal foi criada no primeiro dia da batalha pelo Segundo Exército Britânico, que detonou 19 minas em 19 segundos, além de usar artilharia pesada. Cinco outras minas permaneceram sem detonar, e uma sexta foi detonada durante uma tempestade em 1955. Mais de 10.000 soldados alemães morreram na explosão, que se diz ter sido ouvida de Londres a Dublin. O ataque foi a maior explosão planejada da história militar na época, e criou um território muito perigoso mesmo para os britânicos – a superlotação na borda do grande buraco resultou na morte de cerca de 7.000 de seus soldados. Muitas das crateras criadas durante a Batalha de Messines ainda podem ser vistas em fazendas francesas, e algumas foram transformadas em piscinas.

9. A loja de próteses para soldados

9
21 milhões de homens ficaram feridos durante a Primeira Guerra Mundial, e muitos voltaram com lesões faciais incapacitantes. Embora a cirurgia plástica estivesse avançando mais rápido do que nunca na época, muitos soldados passaram a usar rostos protéticos para esconder as cicatrizes que não puderam ser removidas. Depois de trabalhar com soldados feridos na Cruz Vermelha, Anna Coleman Ladd, nascida em Boston (EUA), montou uma loja em Paris, que se tornou incrivelmente popular. Ela vendia próteses feitas à mão a partir de cobre e aplicadas ao rosto do paciente de maneira que se misturassem com a pele tão perfeitamente quanto possível. Anna produziu mais de 220 máscaras protéticas até 1918. O espaço da loja era o mais alegre possível para combater o trauma que os pacientes já haviam passado na guerra, com um jardim coberto de hera e decorado com estátuas, quartos cheios de flores e bandeiras por todos os lados. Os soldados recebiam chocolates, vinho e dominó para passar o tempo enquanto estavam na loja. Anna estabeleceu padrões revolucionários de cuidados para os feridos, diferente de tudo que eles já tinham visto antes.

8. Tenente Norman Eric Wallace

8
Tenente Norman Eric Wallace era um observador canadense durante a Primeira Guerra Mundial. Alistou-se em 1915, e foi imediatamente enviado para a Europa. Dois anos depois, o avião de Wallace caiu, e ele sofreu ferimentos faciais terríveis devido a queimaduras. A cirurgia plástica feita para reconstruir o rosto de Wallace foi revolucionária para a época. Enxertos de pele retirados de suas nádegas foram usados para reparar cicatrizes, e pele do seu pescoço e queixo foi deslocada para cobri-las. Os médicos também usaram pele de seu ombro para cobrir suas bochechas e lábio superior. Ainda assim, Wallace usou um rosto protético. Apesar de todos os problemas que passou, o soldado se apaixonou durante sua permanência no hospital e se casou em 1920. Tragicamente, sua esposa morreu de câncer apenas alguns dias antes de seu primeiro aniversário de casamento. Wallace continuou sua carreira militar e acabou promovido a major. Ele viveu até o final de 1974, quando sucumbiu ao câncer de pulmão. Passou a maior parte de sua vida sozinho em hotéis e chalés em Llangammarch Wells, uma aldeia isolada no País de Gales, onde era muito querido pelos moradores.

7. Destruição da Batalha de Verdun

ERSC0004037
A Batalha de Verdun, que ocorreu perto da cidade de mesmo nome, durou pouco menos de 11 meses. A imagem mostra o efeito do bombardeio militar na cidade, que foi abandonada. A destruição foi causada por táticas questionáveis de guerra usadas por ambos os lados, com a intenção de acabar com o maior número de recursos e matar tantas pessoas quanto possível, para desgastar o inimigo. Estima-se que mais de um milhão de homens morreram durante a Batalha de Verdun, mas esta imagem mostra claramente o efeito que ela teve sobre as vidas dos civis apanhados no conflito. O ataque representou um golpe duro para os franceses, já que Verdun tinha sido um próspero centro comercial de importância histórica para eles.

6. Munição de um dia de guerra

6
A forma de luta utilizada na Grande Guerra nunca tinha sido vista em uma escala tão grande. Um exemplo é a Batalha de Verdun, mencionada acima. Apenas no primeiro dia da batalha, forças alemãs usaram 1.200 armas de artilharia, 2,5 milhões projéteis, e 1.300 trens de munição para atacar seus inimigos. O fornecimento diário de todo esse aparato pesava até 25.000 toneladas. No geral, 14 milhões de projéteis foram disparados em toda a batalha. A imagem mostra uma pilha de cápsulas, os invólucros dos projéteis, utilizados durante o curso de um único dia na guerra. Isso ilustra quantos homens foram mortos e feridos durante o conflito. Uma das razões para tantas baixas foi o uso da técnica de barragem, tática idealizada por Sir Henry Horne pela primeira vez na Batalha de Somme, em 1916. Esta estratégia envolvia disparar fogo lentamente em frente ao avanço das tropas. Era uma tática perigosa, porque se o disparo ocorresse em um momento errado, poderia facilmente matar os próprios soldados em vez do inimigo.

5. Renas usadas pela Rússia

5
Em 1914, a Rússia era uma força aliada, que ajudava os britânicos a combater a Alemanha. Esta fotografia de um soldado britânico puxando um trenó de abastecimento com uma rena ilustra como, apesar de avanços maciços em tecnologia, muitas das táticas usadas na Primeira Guerra Mundial ainda eram arcaicas e, provavelmente, resultaram em mais mortes do que impediram. A Rússia não foi o único país que usou métodos ultrapassados; mesmo os revolucionários industriais britânicos usaram por um bom tempo cavalos, que não ajudavam em nada contra as metralhadoras da Alemanha. Pelo contrário, só aumentavam o número de mortos, em todas as espécies. A aparição da cavalaria dos britânicos foi durante a Batalha do Somme, em 1916, dois anos após a guerra começar. A introdução do tanque no final daquele ano finalmente acabou com a exploração dos pobres animais.

4. As chocantes imagens de Walter Kleinfeldt

4
Esta imagem é uma das fotografias mais marcantes da Primeira Guerra. Ela foi feita com uma câmera Contessa por Walter Kleinfeldt, na época com 16 anos, que havia se juntado à guerra um ano antes. Quando voltou para a Alemanha, Walter abriu uma loja para exibir suas fotos, mas esta, tirada durante a Batalha do Somme, não foi descoberta até quase 100 anos mais tarde, pelo filho do fotógrafo. O contraste entre o soldado morto e o crucifixo é impressionante. Em um documentário da BBC sobre a coleção a partir da qual a imagem vem, o filho de Walter argumenta que a fotografia é “uma acusação contra a guerra”. Outras fotos de Walter incluem uma de corpos espalhados e uma de um médico alemão consolando um soldado em seus últimos momentos. Kleinfeldt também captou o cotidiano dos soldados quando eles estavam longe do campo de batalha, se lavando em rios ou vagando ao redor de cidades alemãs.

3. O mundial em Guerra Mundial

3

Embora pareça óbvio, o fato de que o conflito foi uma verdadeira guerra a nível mundial é muitas vezes pouco lembrado. Esta fotografia impressionante feita por Albert Kahn, um banqueiro milionário que passou o início do século 20 capturando as culturas dos países em todo o mundo em notáveis imagens a cores para o seu livro “Os Arquivos do Planeta”, mostra um grupo de franceses da Cavalaria Colonial Francesa, do Quarto Regimento de Sipahis, provavelmente proveniente de Marrocos. O uso de tropas coloniais era particularmente forte na França, provavelmente devido à sua pequena população. No momento em que a guerra começou, a Europa tinha conquistado terras na maioria do resto do mundo. A Índia ofereceu o maior número de homens – 1,5 milhão de soldados – para a guerra, enquanto Nova Zelândia, Canadá, África do Sul e Austrália contribuíram com mais milhões para os militares britânicos. Os franceses contavam com o apoio dos africanos ocidentais, da Indochina e dos malgaxes. O resultado foi uma guerra que tocou mais cantos do mundo do que qualquer outra antes.

2. Campanha de Galípoli

2
Esta fotografia comovente mostra um soldado australiano carregando um companheiro ferido em Suvla Bay, na tentativa de levá-lo a um médico. A Campanha de Galípoli foi uma das primeiras grandes perdas para o exército australiano. O principal objetivo da campanha era capturar Constantinopla do Império Otomano, mas falhou. É estimado que quase meio milhão de homens morreram na empreitada. A brutalidade da batalha é retratada em uma das músicas mais famosas da Austrália, “And the Band Played Waltzing Matilda”, de Eric Bogle. O significado da campanha para a história australiana é talvez melhor resumido pelo primeiro-ministro na época, William Hughes, que disse que o país “nasceu nas margens de Galípoli”. Ainda hoje, apesar do fato de que os australianos sofreram perdas piores na frente ocidental em um espaço de sete semanas do que fizeram ao longo de oito meses em Galípoli, a batalha ainda é lembrada com muito mais entusiasmo do que qualquer outra da Primeira Guerra Mundial no país.

1. Pirâmides da vitória (e da morte)

1
A pirâmide nesta foto é uma de duas surpreendentes estruturas construídas em Nova York, nos EUA, elevando-se sobre ambas as extremidades do “Caminho da Vitória”, perto da Grand Central Station, em 1918. Cada pirâmide, composta de 12.000 capacetes alemães, representava milhares de soldados capturados ou mortos, bem como a derrota do inimigo. Supostamente, os capacetes seriam dados para aqueles que investiram na guerra, mas seu paradeiro hoje é desconhecido. Embora guardar “souvenirs” de batalhas possa parecer bizarro ou até mesmo errado para nós hoje, o ato era comum durante o século 20. Por exemplo, um australiano trouxe para casa a cabeça mumificada de um soldado turco que tinha matado em Galípoli.