Itália abre inscrições de bolsas de estudo para brasileiros

Que tal uma temporada de estudos na Itália? Em parceria com centros de pesquisa, universidades e centros de formação artística, o governo italiano vai disponibilizar bolsas de estudos para estrangeiros e italianos que não vivem no país, para o período letivo de  2017/2018.

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O objetivo é favorecer a cooperação cultural internacional, difundir a cultura e a língua italiana e projetar o sistema econômico e tecnológico do país para o mundo.

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As vagas são para cursos universitários de especialização, mestrados, doutorados, ou aulas em escolas de especialização. Também tem curso de língua e cultura italiana, reciclagem e formação para professores de língua italiana, entre outros. As inscrições podem ser feitas até 10 de maio de 2017. Clique aqui para mais informações.

Fotos: Pixabay

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Fotógrafa capta imagens reais da Rússia que não vêm em qualquer catálogo de viagem

O fotógrafo Alexander Petrosyan passou anos descobrindo e documentando infinitas facetas de São Petesburgo, na Rússia. Sua vasta coleção mostra não só o belo, mas também o grotesco, e nos convida a imergir na natureza e nas ruas imprevisíveis da cidade para conhecê-la realmente como é,  e não como mostram a maioria dos cartões postais e documentários de viagem.

Petrosyan ganhou sua primeira câmera aos 12 anos, largou e voltou ao mundo da fotografia inúmeras vezes depois de finalmente se tornar um profissional, em 2000. Sua maior inspiração vem das ruas de São Petesburgo, onde ele passou a vida inteira: estava lá desde os tempos do Império até sua destruição, durante a Segunda Guerra Mundial. E viu a Rússia renascer com Vladimir Putin. A cidade está cheia de história e Alexander conhece cada pedacinho dela, escondido em cada esquina. Veja um pouco dessa Rússia aqui!

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Todas as fotos © Alexander Petrosyan

Fenômeno raro transforma o deserto californiano em um vibrante e colorido mar de flores

Chuvas torrenciais (e incomuns) banharam os desertos do sul da Califórnia e causaram um fenômeno maravilhoso, repleto de cores! Trata-se do florescimento de flores selvagens, que os campos trouxeram à vida no deserto de Anza-Borrego, a aproximadamente duas horas de San Diego,  e no  Walker Canyon no Lago Elsinore.

Lírios do deserto e outras espécies acabaram de atingir o pico do seu florescimento, numa impressionante resposta às chuvas pesadas. E é claro que muita gente viajou até lá para observar de perto essas belas paisagens, em locais anteriormente escassos e que desde então explodem em belezas naturais.

Veja aqui as melhores fotos encontradas no Instagram:

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Todas as fotos: Reprodução

As pessoas não paravam de perguntar pra ela como é viver com 3 filhos; então ela decidiu fotografar

As famílias grandes já foram a regra, mas deixaram de ser maioria há muito tempo. Hoje, muita gente estranha ao encontrar alguém que tenha mais de dois filhos. E a fotógrafa Janet E Gorman, de Nova York, sabe bem disso. Mãe de três filhos, ela estava cansada de ouvir outras pessoas perguntarem sobre sua rotina com as crianças. Foi quando decidiu mostrar o lado menos glamouroso da maternidade.

Em uma série de fotografias, ela mostra sua rotina com os pequenos. Janet é mãe de uma menina de cinco anos e um casal de gêmeos de dois anos. As imagens foram compartilhadas pela fotógrafa através do site Bored Panda e dão um panorama de como é a vida de uma grande família nos dias de hoje.

Espia só:

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Sim, essas bolinhas pretas são cocô!

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Todas as fotos © Janet E Gorman

O que algas bioluminescentes fizeram com o mar da Tasmânia é pura inspiração

As águas ao longo da costa noroeste da Tasmânia assumiram uma estranha aparência brilhante nos últimos dias. Fotografias tiradas na região mostram a água na cor bioluminescente devido ao Noctiluca scintillans, um plâncton minúsculo que emite uma luz azul diante de alguma situação de perigo.

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@leannemarshall

O fenômeno, que é melhor visto em águas calmas e quentes, funciona como um grande mecanismo de defesa já que estes plânctons se ‘acendem’ para assustar predadores.

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@leannemarshall

Também chamada de “brilho do mar”, a Noctiluca scintillans utiliza sua bioluminescência não apenas para se proteger, mas também acaba funcionando como um tipo de ‘esponja’ que consome tudo o que estás a seu redor, o que pode ser muito nocivo para o ecossistema.

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@leannemarshall

As algas não são tóxicas, mas existem casos de pessoas que tiveram algumas irritações na pele com o contato.

De qualquer forma é impossível negar o óbvio: é absurdamente lindo ver o mar com esse brilho!

Ela montou sua casa num pequeno contêiner que é tudo, menos sufocante

Após construir sua própria casa contêiner em 2011, a jovem Brenda Kelly, neozelandesa de Auckland, resolveu fazer do seu projeto pessoal um negócio, criando a IQ Container Homes, uma empresa que transforma contêineres em casas.

Kelly conta que sempre teve uma certa paixão por espaços pequenos, e que sua própria casa tem apenas 6 metros de altura e – pasmem – 10 metros quadrados de espaço.

Segundo a jovem, o segredo para os locais parecerem charmosos e acolhedores está nos móveis escolhidos e cores usadas no local. Paredes brancas, armários altos e uma geladeira pequena dão a impressão de que a casa é confortável e tem mais espaço interno.

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Além de tudo, as casas possuem soluções práticas e sustentáveis, como o sofá que se transforma em uma cama de casal, e o banheiro, onde o telhado permite aquecer a água de forma natural.

Confira o tour pela casa de Kelly e, logo abaixo, mais fotos das casas que ela constrói:

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Imagens © Divulgação

Homem cultiva jardim em garrafa, que segue verde e vivo sem receber água desde 1972

Se alguém duvida da força autossuficiente da natureza para crescer, florescer e se multiplicar, pode estudar as diversas florestas, faunas e floras do mundo todo, ou pode simplesmente olhar para uma específica garrafa. Em 1960, o inglês David Latimer decidiu tentar criar um pequeno jardim dentro de um garrafão de vidro. Desde então, o seu jardim portátil segue verde e intensamente vivo, devidamente lacrado dentro da garrafa. O detalhe agravante, no entanto, é o que espanta: a última vez que Latimer molhou o a planta foi em 1972.

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O inglês garante que teve a ideia simplesmente para encontrar utilidade para a bela garrafa, e decidiu por realizar o experimento. Passados 57 anos, seu jardim segue saudável e autossuficiente, crescendo sozinho e perfeitamente. Foi num domingo de páscoa de 1960 que ele colocou um composto com terra dentro do garrafão – que já possuía ácido sulfúrico – e delicadamente “plantou” uma muda de Tradescantia.

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Os primeiros doze anos de vida da planta ela permaneceu intocada dentro da garrafa lacrada. Em 1972, Latimer decidiu abrir a garrafa pela primeira vez, para acrescentar mais água ao pequeno ecossistema que se formava. A única incidência externa, ao longo de todos esses anos, foi mesmo da luz solar – que permite que as plantas pratiquem fotossíntese, cresçam, liberem oxigênio e intensifiquem a umidade.

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Essa umidade age dentro da garrafa como uma espécie de “chuva”. Bactérias agem sobre as folhas que caem, liberando assim o gás carbônico necessário, e pronto – o ciclo está completo. A garrafa funciona como uma versão micro do que acontece em todo o planeta, com uma enorme diferença: a interferência humana. A comparação, portanto, é infalível: se o ser humano não interferir, a natureza simplesmente prospera, lindamente, com toda sua força, mesmo nos lugares mais inóspitos, pelo tempo que for.

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© fotos: divulgação