GALERIA DE FOTOS: Humphead wrasse – Cheilinus undulatus

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Projeto utiliza azulejos coloridos para revitalizar bairros periféricos de SP

O tempo e o desgaste acabam destruindo muitos dos espaços públicos de São Paulo. A Prefeitura não dá conta de tudo e por sorte surgem coletivos de intervenção urbana e artística incríveis, como o Ateliê Azu, que revitaliza os bairros com azulejos coloridos, inovando e embelezando os cantos da cidade.

Em 2008, o artista plástico Elcio Torres conheceu a Vila Santa Inês, bairro periférico na Zona Leste da capital, e ali quis encontrar uma maneira de contribuir com o seu trabalho em cerâmica artesanal. Foi então que passou a ensinar moradores da região as suas tradicionais técnicas de artesanato, com o intuito de dar nova vida aos espaços públicos, levando cores e formas para os locais.

Focado em negócios sociais, conhecimento aberto, trabalho coletivo, espaços e fluxos sociais e transformação da cidade a partir da periferia, nasceu o Ateliê Azu. Os azulejos artesanais pretendem chamar a atenção da população para a periferia, atraindo olhares pelo meio artístico. Torres acredita que a região tem muito potencial turístico e cultural com a ajuda dos painéis que a enfeitam.

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Um dos espaços mais conhecidos que foram transformados pelo grupo são as Escadaria Monte Alegre e uma escadaria na Vila Madalena. A Praça Dona Neusa também é um ótimo exemplo de intervenção urbana, pois foi totalmente modificada e hoje é certamente um dos lugares mais legais da metrópole.

Na favela, Torres ainda conheceu seu sócio, o artista e estudante de artes visuais Leandro Araujo. A dupla segue impactando a cidade positivamente e empoderando moradores da comunidade. Mais um trabalho que é um colírio para os olhos no meio do caos paulistano.

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Foto © Nicolas Palacin

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Foto © Maira Sera

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Todas as fotos: Reprodução

Despensas comunitárias permitem que pessoas deixem alimentos para quem precisa

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Sabe aqueles projetos de livrarias comunitárias espalhadas pela cidade? A americana Jessica McClard conseguiu inovar e fazer algo ainda mais legal com elas (se é que isso é possível!). A atleta do Arkansas conta que, por utilizar o serviço com frequência, sempre acreditou que aquela poderia ser uma forma da comunidade ajudar não somente com a educação, mas com outros problemas sociais também.

E foi daí que surgiu o “The Little Free Pantry” (algo como A Pequena Despensa Gratuita), onde Jessica transformou espaços parecidos com os da biblioteca em pequenas despensas, com itens básicos do dia-a-dia que podem ser deixados ali por qualquer pessoa, assim como retirados também.

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Segundo Jessica, os produtos com mais saída são manteiga de amendoim, geleia, produtos de higiene feminina e fraldas, além de pães e hortaliças.

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Mas ela faz questão de deixar alguns produtos escolares, brinquedos e guloseimas na despensa, pela proximidade do projeto com uma escola primária. “No último dia antes das férias de verão, eu amarrei balões no topo e abasteci a caixa com cordas de pular e doces”, disse.

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A primeira despensa, que custou $250, foi financiada por uma ONG e fica próxima a Good Shepherd Lutheran Church, no Arkansas. Agora, o objetivo é fazer com que as despensas se multipliquem por aí. “Eu encorajo as pessoas a construírem suas próprias despensas. Elas irão se surpreender com o retorno positivo que o projeto terá na vida delas.”, contou a atleta.

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Se você curtiu a ideia e quer levar ela para sua cidade, o site do projeto traz uma série de informações que podem te ajudar nessa iniciativa. Mãos à obra!

Imagens © The Little Free Pantry

5 ideias simples que vão dar um upgrade na decoração de sua casa

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Cansado de acordar todo dia na mesma casa, com a mesmíssima decoração? Parece às vezes que a casa sempre igual é só mais um lembrete daquela rotina chatinha que a gente tenta evitar. Então porque não fazer um upgrade na decoração?

Não precisa ser nenhuma mudança estratosférica, nem gastar muitos dinheiros na hora de mudar a decoração. Com essas cinco ideias simples, sua casa já vai ganhar um ar novo. As dicas foram divulgadas pelo A Plus e a gente mostra elas aqui. Espia só!

1. Porta pintada

Um truque simples e que você mesmo pode fazer é escolher uma cor diferente para pintar a porta de casa. Ela é a primeira impressão de qualquer pessoa ao chegar ao seu lar e promete dar um ar todo especial ao ambiente. Arrisque em cores mais fortes como o amarelo, vermelho ou verde e divirta-se com o resultado!

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Foto: HD 4 Less/Instagram

2. Inove na maçaneta

Esse é provavelmente um detalhe para o qual você nunca olhou na sua casa. Isso acontece porque ninguém faz muito esforço para inovar na maçaneta, mas a verdade é que é quase impossível não se impressionar quando alguém coloca a criatividade da decoração até nos pequenos detalhes. Vale mudar nas portas de casa ou mesmo naquele armário do qual você já tinha cansado há tempos.

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Foto: Bombay Duck/Instagram

3. Mais verde

Se o seu espaço parece cada vez mais sem graça, pode ser hora de adicionar um pouco de vida ao ambiente. Selecione algumas plantas que se adaptem bem a ambientes internos e adicione um pouco de verde à sua casa. O detalhe confere um charme especial a qualquer espaço. Alguns estudos inclusive mostram que estar cercado de plantas pode ajudar você a se concentrar melhor.

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Foto: IKEA USA/Instagram

4. Teto colorido

Na decoração, o teto é o limite. E, se você não está disposto a mudar tudo, colocar um papel de parede diferente nesta parte da casa pode ser o detalhe que faltava. Escolha um papel de parede que resuma a maneira como você gostaria de se sentir naquele ambiente e você verá que o resultado será sensacional.

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Foto: scallydugganstyling/Instagram

5. Molduras vazias são tudo

Não é preciso gastar fortunas em quadros para ter uma parede cheia! Experimente pendurar algumas molduras vazias pelo ambiente. Você vai ver como uma mudança tão simples pode dar um toque diferente na decoração de sua casa.

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Foto via

Serie fotográfica mostra o lado ridículo do turismo

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Confira as melhores imagens que ilustraram a exposição do fotógrafo Martin Parr no MIS, Parrtificial, que ficou em cartaz  até o último domingo no MIS, mostrando cenas ridículas que muitas vezes presenciamos quando viajamos por aí.

O homem que exibe uma sunga estampada com a bandeira dos Estados Unidos enquanto caminha tranquilamente por uma praia de Miami Beach ou a senhora com tampão nos olhos, que toma sol numa praia da Espanha, estão entre os episódios patéticos ou divertidos capturados pelas lentes do britânico.

GB. England. New Brighton. From 'The Last Resort'. 1983-85.

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SPAIN. Benidorm. 1997.

ITALY. Rome. 2005.

USA. Arizona. The Grand Canyon. 1994.

TURKEY. Kalkan. From 'Small World'. 1994.

SWITZERLAND. Kleine Scheidegg. From 'Small World'. 1994.

MEXICO. Chichen Itza. 2002.

PERU. Machu Picchu. An Inca site situated 2,400 meters (7,875 ft) above sea level. Often referred to as "The Lost City of the Incas", Machu Picchu probably is the most familiar symbol of the Inca Empire. It is also one of the New Seven Wonders of the World. 2008.

Japan. Miyazaki. The Artificial beach inside the Ocean Dome. From 'Small World'. 1996.

GB. England. New Brighton. From 'The Last Resort'. 1983-85.

Spain. Majorca. Magaluf. 2003.

Artista cria série de ilustrações para explicar palavras intraduzíveis

 

Tem algumas palavras que são praticamente intraduzíveis para outros idiomas. Seja por uma questão cultural ou simplesmente por uma limitação da língua, elas acabam não fazendo sentido quando traduzidas. Além da mais famosa “saudade”, esse é também o caso do nosso “cafuné“, por exemplo. Já pensou em traduzir a palavra para o inglês? Não dá…

Mas, para que essas palavras não fiquem em um limbo entre os idiomas, a artista britânica Maria Tiurina criou a série Untranslatable Words (“Palavras Intraduzíveis”, em português), onde apresenta ilustrações que mostram o verdadeiro significado de cada palavra. Acompanhando cada imagem, ela tenta explicar o conceito em inglês para facilitar o entendimento.

Vale a pena conferir o trabalho da artista:

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Cafuné, do português brasileiro: o ato de correr os dedos pelos cabelos de alguém ternamente. 

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Gufra, do árabe: a quantidade de água que pode ser segurada em uma mão. 

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Schlimazl, do ídiche: uma pessoa com azar crônico.

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Duende, do espanhol: o misterioso poder que uma obra de arte tem de tocar as pessoas profundamente.

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Tingo, do pascuense: o ato de pegar todos os objetos que você gosta do seu amigo, gradualmente, pedindo emprestado.

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Kyoikumama, do japonês: uma mãe que pressiona o filho para que ele tenha um bom desempenho acadêmico.

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Torschlusspanik, do alemão: medo de que as possibilidades diminuam conforme a idade passa.

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Palegg, do norueguês: qualquer coisa que você pode colocar em uma fatia de pão.

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Age-Otori, do japonês: quando você fica pior após um corte de cabelo.

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Luftmensch, do ídiche: refere-se a alguém que é sonhador. Significa literalmente: pessoa aérea.

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Baku-Shan, do japonês: uma garota que é bonita desde que você só a veja de costas.

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Schadenfreude, do alemão: sensação de prazer ao ver a desgraça alheia.

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Tretar, do sueco: “tar” significa uma xícara de café e “patar” é o refil desta xícara. “Tretar” é o segundo refil.

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L’appel Duvide, do francês: “a chamada do vazio” seria a tradução literal, mas sua melhor descrição seria descrever o instinto que surge de pular de prédios altos.

Todas as fotos © Maria Tiurina

Incrível mosaico da Barbie feito com bonecas descartadas denuncia violência contra as mulheres

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É para abalar mesmo e passar a mensagem. O ensaio chamado de “Barbie Espancada” convida a reflexão de que mulheres muitas vezes são tratadas como bonecas – descartadas ou maltratadas. Dá só uma olhada:

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O projeto “Beaten Barbie — Stop Domestic Violence” (“Barbie Espancada – Pare a Violência Doméstica”) é de autoria da artista plástica Lady Be que criou um mosaico a partir de brinquedos para ilustrar a imagem de uma Barbie que teria sido espancada, chamando a atenção para a violência de gênero.

Em cartaz durante o mês de junho na Trienal de Arte Contemporânea, em Verona, Itália, o trabalho teve a boneca Barbie como atração por conta da popularidade da boneca – e fazer com a que a mensagem chegue a um número grande de pessoas.

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Para quebrar o clima, vale a pena também conferir o restante da obra. Uma série de retratos também feito a partir de mosaicos de brinquedos. Entre eles Salvador Dalí, Audrey Hepburn, Elvis Presley, Frida Kahlo, Beatles e Che Guevara.

Frida-Kahlo---oggetti-e-resina-su-tavola---50-x-50-cm---anno-2016

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Audrey-Hepburn--70-x-70-cm---plastic-objects-and-resin-on-wood---2014

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Beatles,-80-x-140-cm,-oggetti-e-resina-su-tavola,-anno-2015

Elvis-Presley---70-x-70-cm---oggetti-di-plastica-e-resina-su-tavola---anno-2015

Todas as imagens © Lady Be

Ensaio poderoso explora a identidade de pessoas albinas na África

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Sentir-se como um estranho, mesmo que em terras familiares, pode ser característica essencial do ser humano. Para algumas pessoas, porém, isso é mais do que uma metáfora – é a realidade que enfrentam os albinos em certas regiões da África, como no Quênia, onde são tratados com preconceito e desdém, e até mesmo como seres mágicos, e que por isso podem ser literalmente caçados e mortos por partes de seu corpo como amuletos, principalmente na região da Tanzânia.

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Enfrentar tais estigmas foi a tarefa a que se propôs a fotógrafa Sarah Waiswa, a fim de registrar “os desafios que emanam do sol e da sociedade” na vida dos albinos na África subsaariana. Para isso Sarah registrou a jovem ativista albina Florence Kisombe pelas ruas da favela de Kibera, em Nairobi, no Quênia (a maior favela urbana em tamanho de toda o continente).

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A sensação de isolamento e rejeição, que tanto marcam a identidade mais profunda dos albinos por lá, tornam-se gritantes em cada uma das belas imagens que formam o ensaio precisamente intitulado Stranger in a Familiar Land (“Estranho em uma terra familiar”). A maneira extravagante com que Florence se veste, suas tranças roxas, seus óculos e maquiagem se impõem como espécie de máscara e, ao mesmo tempo, nudez de sua própria condição.

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O ensaio já trouxe alguns prêmios à Sarah, e através de sua fotografia a artista procura explorar o que chama de “nova identidade africana”, a partir de uma geração menos concebida sob as expectativas e tradições do passado africano. A própria ideia de ser albino em um continente em que a cor da pele é símbolo de todo horror sofrido e cada maravilha criada como resposta a esses horrores torna-se metáfora poderosa sobre a tudo que diz respeito às diversidades e adversidades da condição humana em convívio.

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Todas as fotos © Sarah Waiswa