Fotógrafa passa 14 anos retratando as árvores mais antigas do mundo

Conhecida como “árvore da vida”, o Baobá é um tipo de árvore existente na África, Península Arábica, na Austrália e em alguns outros lugares do mundo. Os baobás são considerados por estudiosos como as árvores mais antigas do planeta, chegando a alcançar impressionantes dois mil anos de existência. Esse cálculo é feito através do diâmetro das árvores, que revelam a idade aproximada do exemplar.

Não é por menos que essas árvores encantam tantas pessoas, entre elas a fotógrafa Beth Moon. Ela dedicou 14 anos de seu trabalho para fotografar esses belos exemplares pelo mundo, o que deu origem ao livro “Árvores Antigas: Retratos do Tempo.”

“Sendo os maiores e mais antigos monumentos vivos da Terra, acredito que essas simbólicas árvores tem um grande significado, especialmente num tempo quando nosso foco está direcionado para encontrarmos formas melhores de convivermos com o meio ambiente“, relata a fotógrafa.

Confira algumas das fotos clicadas por Beth Moon:

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fotos por Beth Moon.

Projeto retrata moradores de rua e seus sonhos nunca realizados

Dois estudantes saíram pelas ruas de Lisboa com uma dúvida em uma mão e uma câmera na outra. O objetivo? Perguntar aos moradores de rua quais eram seus sonhos. O resultado do projeto é uma série fotográfica instigante que mostra os projetos de vida destas pessoas.

A série, chamada de  “Sempre Quis Ser”, apresenta 10 moradores de rua fotografados sempre em preto e branco segurando uma lousa em que registram seus desejos não cumpridos. A autoria do projeto é dos estudantes Catarina Fernandes e João Porfírio.

Além da série fotográfica, o projeto também foi composto por longas conversas com os moradores de rua, onde os jovens puderam conhecer a história de uma senhora que queria ser professora e foi abandonada pelas próprias filhas; de um jovem de 22 anos que desejava apenas ser feliz; e de estrangeiros que foram a Portugal em busca de uma vida melhor, mas nunca a encontraram.

Cada história deixou alguns sonhos nunca realizados pelo caminho, que foram agora retratados pelas lentes de Catarina e João da forma que você vê abaixo:

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Todas as fotos © Catarina Fernandes e João Porfírio

7 projetos bizarros feitos pelo exército dos Estados Unidos que não deram certo

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O exército dos Estados Unidos é famoso por ideias realmente bizarras, e essas não são diferentes. Conheça 7 projetos assustadores criados pelo exército dos EUA

 

O exército dos Estados Unidos tem sido um grande desenvolvedor de pesquisas, tecnologias de guerra e desenvolvimento de outras áreas cientificas, mas isso não significa que cada experiência que eles fizeram tenha sido um sucesso. Muitas ideias que pareciam engenhosas foram por água abaixo por se mostrarem inviáveis além de outras que eram simplesmente bizarras demais para serem levadas a sério. Conheça agora sete programas das Forças Armadas dos EUA que foram consideradas extremamente bizarros e eventualmente cancelados.

1. Tropa de camelos

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Os cavalos bastante utilizados pelo Exército como transporte durante o século 19, mas as coisas poderiam ter sido muito diferentes se não fosse a falha do programa de introdução de camelos no exército. Este experimento improvável começou em 1856 depois que o secretário de Guerra Jefferson Davis importou um rebanho de camelos do Norte da África e da Turquia.

Davis acreditou que os animais do deserto iriam se adaptar tranquilamente no clima árido dos territórios recém-adquiridos dos EUA no sudoeste. Testes iniciais até que e certa forma sustentaram a teoria. Os camelos podiam passar dias sem água, levar grandes cargas com facilidade e andar em um terreno inóspito melhor do que mulas e cavalos.

Entretanto, o exército perdeu o interesse no animal durante a marcha para a guerra civil e a ideia foi finalmente dissolvida após a o estabelecimento da Confederação. A maioria dos camelos restantes foram posteriormente leiloados para circos e cidadãos. Outros foram soltos, e seus descendentes ainda devem está em alguma área árida dos EUA.

2. Projeto Verme de Gelo

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Em 1958, o Exército dos EUA lançou uma das experiências mais audaciosas da Guerra Fria. Como parte de um projeto ultra-secreto apelidado de “Verme de Gelo”, eles elaboraram planos para esconder centenas de mísseis balísticos sob calotas de gelo da Groenlândia. Uma vez operacional e escondida sob a neves do Ártico, as armas seriam preparadas para potenciais ataques nucleares no continente Soviético.

Para testar seus projetos, o Exército construiu o acampamento Century, uma base de gelo para testar a implantação das armas mas com a desculpa oficial de ser um centro de pesquisa científica. O acampamento consistia em alguns túneis subterrâneos cobertos por uma grossa camada de gelo e reforçado com aço. O local tinha alojamentos para mais de 200 pessoas e tinha seus próprios laboratórios, hospital e teatro. Tudo isso era alimentado por um reator nuclear portátil.

O acampamento Century pode ter sido uma maravilha tecnológica, mas não era páreo para a mãe natureza. Depois de apenas alguns anos, as mudanças nas calotas polares causaram instabilidade em muitos dos túneis. O exército abandonou o projeto em 1966.

3. A pistola FP-45 Liberator

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Pouco depois de os Estados Unidos entrarem na Segunda Guerra Mundial, o comitê de guerra do país começou a procurar uma maneira de armar os combatentes da resistência em países ocupados. O resultado foi a pistola FP-45, uma pequena pistola calibre .45, de um único tiro que poderiam ser fabricada de forma barata e jogada pelo ar em território inimigo.

A teoria era que os combatentes da resistência usariam essas pistolas grosseiras para assassinar as tropas inimigas e, em seguida, tomar as suas armas. As armas também teriam um efeito psicológico, uma vez que o pensamento de que cada cidadão pode ser armado com uma “libertador” iria trazer o medo nos corações dos soldados ocupantes.

Os EUA produziram 1.000.000 de FP-45 entre junho e agosto de 1942, mas a maioria das pistolas não conseguiu chegar no campo de batalha. Comandantes aliados e oficiais de inteligência acharam que a prática não era possível. Além disso, os combatentes da resistência europeus preferiam a “Sten” uma metralhadora fabricada pelos britânicos.

Aproximadamente 100.000 FP-45 conseguiram ser distribuídas mas não há nenhum relato ou documento que fale se elas foram eficazes e se elas foram realmente utilizadas nos combates. O restante das pistolas tornaram-se item de colecionador e atualmente cada modelo chega a ser vendido por mais de US$ 2.000.

4. Projeto Pombo

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Durante a Segunda Guerra Mundial, o psicólogo BF Skinner recebeu financiamento militar para uma arma aparentemente bizarro: um míssil guiado por um pombo. O famoso behaviorista teve a ideia para seu “pombo-bomba” enquanto assistia a um bando de pombos em vôo. “De repente, consegui imaginá-los como dispositivos naturais que apresentam uma excelente visão e capacidade de manobra extraordinária”, afirmou na época.

O projeto que se seguiu foi brilhante e estranho. Depois de treinar os pombos para bicar as imagens de um navio de guerra inimigo, Skinner colocou os pássaros dentro de um míssil especialmente projetado. Esta pequena cabine continha uma tela de plástico que projetava uma imagem da trajetória de vôo da arma. Bicando a tela, os pombos poderiam mudar as coordenadas do míssil e “conduzir” a arma na direção do seu alvo. Infelizmente para Skinner, apesar do sucesso na pesquisa, os militares se recusaram a financiar a ideia estranha. Em outubro de 1944 o projeto foi cancelado.

5. Porta-aviões aéreos

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Porta-aviões transportados por vias aéreas pode parecer coisa de ficção científica, mas a Marinha dos EUA realmente experimentou uma espécie de “naves-mãe” dirigíveis nos anos que antecederam a Segunda Guerra Mundial. O USS Akron eo USS Macon foram dirigíveis mais leves do que o ar que utilizavam hélio para flutuar pelos céus. Diferentemente da maioria dos dirigíveis, este veículo de 800 pés de comprimento sustentou diversos hangares, o que permitiu lançar, recuperar e armazenar até cinco biplanos durante o vôo.

Os aviões eram lançados do dirigível a partir de uma abertura em forma de T no fundo do casco, e poderiam ser recapturados no ar com facilidade. A Marinha tinha grandes esperanças para o uso do Akron e Macon para reconhecimento mas ambas as aeronaves de transporte de avião finalmente sofreram acidentes. O Akron desceu em ventos fortes ao largo da costa de Nova Jérsei em abril de 1933 e o ​​Macon foi vítima de uma tempestade perto da Califórnia, em fevereiro de 1935. Com a morte de cerca de 75 tripulantes, a Marinha abandonou seu programa de porta-aviões voadores.

6. Os experimentos com drogas de Edgewood Arsenal

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A paranóia da Guerra Fria inspirou os militares a tentarem algumas experiências altamente duvidosas. Entretanto, poucas experiência se comparam os mais de 20 anos de testes com drogas ilícitas. Na década de 1950, o Maryland Edgewood Arsenal foi o lar de um programa secreto de investigação do Exército sobre as drogas psicoativas e outros agentes químicos.

Mais de 5.000 soldados serviram como cobaias para o projeto, que se destinava a identificar os agentes incapacitantes não letais para uso em combate e interrogatórios. Substâncias como maconha, mescalina, LSD, BZ, sarin e VX estavam entre as administradas nas cobaias. Enquanto os testes produziram dezenas de relatórios sobre os efeitos das substâncias, muitos dos soldados ficaram com traumas psicológicos e persistentes problemas de saúde. Após uma audiência no Congresso, os experimentos com drogas foram encerrados em 1975.

7. O pacificador Rail Garrison

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No final da década de 1980, oficiais militares estavam preocupados que silos de mísseis estacionários dos Estados Unidos seriam alvos fáceis no caso de um tiroteio com os soviéticos. O pacificador Rail Garrison, tinha um arsenal nuclear móvel composto por 50 mísseis MX mantidos em comboios de trem da Força Aérea. O plano era deslocar as armas para serem armazenadas em edifícios reforçados em todo o país, mas durante os períodos de alerta máximo, elas poderiam ser espalhadas através de 120.000 milhas de trilhos da estrada de ferro comercial para frustrar as tentativas soviéticas de destruí-los.

Cada um dos 25 trens tinha dois vagões que abrigavam mísseis nucleares. Ao abrir o teto do veículo, era possível criar uma plataforma de lançamento especial. Eles poderiam até mesmo disparar suas armas em movimento. O presidente Ronald Reagan aprovou planos para o pacificador Rail Garrison em 1986 em meio a críticas de que era desnecessário e excessivamente caro. O projeto foi cortado apenas cinco anos mais tarde, quando o fim da Guerra Fria reduziu a necessidade de defesa nuclear. Um dos protótipos de vagões agora está em exibição no Museu da Força Aérea em Dayton, Ohio.

lince-ibérico

O lince-ibérico (nome científico: Lynx pardinus) é uma espécie de mamífero da família Felidae e género Lynx. Anteriormente considerado uma subespécie do lince-euroasiático (Lynx lynx), o lince-ibérico está agora classificado como espécie separada. Ambas as espécies percorriam juntas a Europa central durante o período Pleistoceno, separadas apenas por escolhas de habitat. Acredita-se que o lince-ibérico, assim como os outros linces, evoluiu a partir do Lynx issiodorensis.

Apresenta muitas das características típicas dos linces, como orelhas peludas, pernas longas, cauda curta e um colar de pelo que se assemelha a uma barba. Ao contrário dos seus parentes mais próximos, o lince-ibérico tem uma cor castanho-amarelada com manchas. O comprimento da cabeça e do corpo é de 85 a 110 centímetros, com a pequena cauda a acrescentar um comprimento adicional de 12 a 30 centímetros. O macho é maior que a fêmea e podem pesar até cerca de 27 kg. A longevidade máxima na natureza é de treze anos.

O lince-ibérico é especialista na caça de coelhos, os quais representam 79,5% a 86,7% da sua dieta, com fraca capacidade de se adaptar a outro tipo de alimentação. Um macho necessita de um coelho por dia; uma fêmea grávida come três coelhos por dia. A queda acentuada das populações da sua principal fonte de alimento, em resultado de duas doenças, contribuiu para o declínio do felino. O lince também foi afectado pela perda de matagal, o seu habitat principal, pelo desenvolvimento humano, incluindo mudanças no uso do solo (como o mono-cultivo de árvores) e pela construção de barragens e estradas. Os atropelamentos com veículos são a principal causa de morte não-natural do lince-ibérico.

É a espécie de felino mais ameaçada no mundo e o carnívoro em maior perigo na Europa. O lince-ibérico é endémico da Península Ibérica, no sul da Europa. Está categorizado como espécie em perigo crítico de conservação por várias organizações incluindo a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). De acordo com o grupo de conservação SOS Lynx, se o lince-ibérico desaparecesse, seria a primeira espécie de felino a ficar extinta desde os tempos pré-históricos. A reprodução em cativeiro e os programas de reintrodução têm aumentado o seu número. Em 2013, a Andaluzia tinha uma população de 309 indivíduos em estado selvagem e em Dezembro de 2014 foram reintroduzidos os primeiros exemplares em Portugal, com previsões para mais reintroduções durante o primeiro semestre de 2015. Numa tentativa de salvar esta espécie da extinção, teve início o projecto Europeu de Vida Natural que inclui a preservação do habitat, monitorização da população do lince, e gestão das populações de coelho.

Distribuição geográfica e habitat

Até ao século XIX, o lince-ibérico encontrava-se distribuído por toda a Península Ibérica, excepto ao longo de uma estreita faixa no norte e noroeste peninsular. O registo fóssil aponta para uma distribuição muito mais ampla do lince-ibérico no fim do Pleistoceno, ocorrendo numa área de até 650 000 km² que se prolongava até ao sul da França. Por volta de 1950, a sua distribuição foi dividida em duas populações; uma nortenha, desde a Galiza e partes do norte de Portugal estendendo-se até ao Mediterrâneo, e a população sulista, em várias zonas de Espanha. Estima-se que houve uma regressão de cerca de 80% na área de distribuição entre 1960 e 1990, tendência que se manteve até à actualidade. Na década de oitenta, a espécie apresentava uma distribuição localizada na zona central e sudoeste da Península Ibérica, com uma área de distribuição estimada em 11 000 km².

Actualmente, a distribuição do lince pode estar restrita a duas áreas na Península Ibérica onde existem populações reprodutoras – Doñana e Andújar-Cardeña. Poderá também existir presença residual de indivíduos nas regiões dos Montes Toledo Oriental, Sistema central Ocidental e algumas áreas da Serra Morena. Mantêm-se populações estáveis em cerca de 350 km², constatando-se reprodução somente em 14000 ha.

Este felino prefere um ambiente heterogéneo de pastagem aberto, com arbustos densos como o medronheiro, a aroeira e zimbros, e árvores como a azinheira e o sobreiro. Está agora em grande parte restrito a áreas montanhosas, com apenas alguns grupos encontrados na floresta de várzea ou em densos matagais maquis. No Parque Nacional de Doñana, prefere a floresta mediterrânea de bosques e arbustos, na maior parte das vezes, associada a algum curso de água. Geralmente, evita plantações de Pinus e Eucalyptus.

Descrição

 
Um espécime no Parque Nacional de Doñana.

O lince-ibérico apresenta muitas das características típicas dos linces, como orelhas peludas, pernas longas, cauda curta e um colar de pelo que se assemelha a uma barba. Ao contrário dos seus parentes euroasiáticos, o lince-ibérico tem uma cor castanho-amarelada com manchas. O pelo também é mais curto que o de outros linces, que geralmente estão adaptados a ambientes mais frios. Algumas populações ocidentais não tinham manchas, no entanto acredita-se estarem extintas. Geralmente as manchas têm uma cor mais intensa durante os meses do Verão. Tem havido recentemente estudos sobre a configuração das manchas e a determinação do grau de diversidade genética dentro da espécie.

A cabeça e o corpo medem de 85 a 110 centímetros, com a pequena cauda a acrescentar um comprimento adicional de 12 a 30 centímetros. O tamanho dos ombros é de 60 a 70 centímetros). O macho é maior e mais pesado que a fêmea; estes apresentam um peso médio de 12,9 kg e um máximo de 26,8 kg, enquanto que as fêmeas apresentam um peso médio de 9,4 kg; tal é cerca de metade do peso do lince-euroasiático (Lynx lynx).

O lince-ibérico é um caçador muito especializado e que apresenta certas adaptações que melhoram a sua capacidade de capturar e matar pequenas presas. Têm um crânio encurtado, o que maximiza a força da mordidela dos caninos. Os seus focinhos são mais estreitos e têm mandíbulas mais longas e caninos menores do que animais que se alimentam de presas maiores.

Como todos os felídeos, o lince-ibérico tem pupilas verticais e uma visão excelente, especialmente quando há pouca visibilidade. Têm também reflexos apurados; os bigodes fornecem dados táteis muito detalhados e as orelhas proporcionam uma excelente audição. A maioria dos gatos solitários são silenciosos, excepto quando se sentem ameaçados ou quando os juvenis se encontram em perigo.

Ecologia

O lince-ibérico é especialista em caçar coelhos — o coelho-europeu (Oryctolagus cuniculus) constitui a maior parte da sua dieta (79,5–86,7%), a qual é também composta por lebres (Lepus granatensis — 5,9%) e os roedores de uma maneira menos comum (3,2%). Um macho necessita de um coelho por dia; uma fêmea grávida come três coelhos por dia.A espécie ibérica não é capaz de mudar a sua dieta significativamente se as populações de coelhos diminuírem acentuadamente.

O lince-ibérico é especialista em caçar coelhos; o coelho-europeu constitui a maior parte da sua dieta (79,5–86,7%).

O lince continua a necessitar dos coelhos para a maioria da sua dieta, 75%, mesmo depois de a sua presa favorita ter sido dizimada por duas doenças: a mixomatose, que se espalhou para a Península Ibérica depois de um médico a ter introduzido intencionalmente em França em 1952, e a doença hemorrágica dos coelhos que começou em 1988. Houve dois grandes surtos e o último surgiu em 2011 e 2012.

A recuperação tem ocorrido em algumas áreas durante o ano de 2013, a sobre-população de coelhos ocorreu em Córdoba, causando danos em transportes e propriedades agrícolas. Em Dezembro de 2013, no entanto, foi reportado que as autoridades estavam preocupados com uma nova estirpe de doença hemorrágica, afectando principalmente os coelhos mais novos.

O lince-ibérico também caça outros mamíferos (incluindo roedores e insectívoros), aves, répteis e anfíbios, mais activamente durante o crepúsculo e à noite. Por vezes também caça jovens veados, gamos, corças, muflões e patos. Compete pela caça com a raposa vermelha, o sacarrabos (Herpestes ichneumon) e o gato-bravo. É uma espécie solitária e caça sozinha; persegue a presa ou deita-se à espera durante horas por detrás de um arbusto ou de uma pedra até a presa estar suficientemente perto para poder atacar com poucos passos.

O lince-ibérico é menor que os seus parentes do norte, e caça tipicamente pequenos animais, geralmente nunca maiores que uma lebre. Também é diferente na escolha do seu habitat, preferindo matagais abertos, enquanto que o lince-euroasiático prefere as florestas.

Um lince, especialmente os animais mais novos, vagueia em áreas muito amplas, chegando a mais de 100 km. O seu território (~ 10 a 20 km2) depende da comida disponível. Um adulto necessita de pelo menos um espaço de 5 a 20 km2, e uma população de 50 fêmeas em fase de reprodução precisa de 500 km2 de área de habitat. Todavia, uma vez estabilizado, as distâncias tendem também a estabilizar por vários anos, em que os limites são feitos pelo homem, como estradas ou caminhos de ferro. O lince-ibérico marca o seu território com urina, excrementos deixados pela vegetação e com marcas de arranhões nas cascas de árvores.

Em Maio de 2013 foi avistado perto de Vila Nova de Milfontes (costa sudoeste de Portugal) um lince-ibérico pertencente ao Parque Nacional de Doñana. O seu trajecto de mais de 250 km demonstrou a grande capacidade de deslocação dos linces e a possibilidade de conectividade entre o Sul de Espanha e Portugal.

Reprodução

 
Uma fêmea e a sua cria.

A época do cio ocorre de Janeiro a Julho, predominantemente em Janeiro-Fevereiro. Durante a época de acasalamento a fêmea deixa o seu território à procura de um macho. O típico período de gestação dura cerca de dois meses; as crias nascem entre Março e Setembro, com o ponto alto de nascimentos em Março e Abril. Uma ninhada consiste em duas ou três crias (raramente uma, quatro ou cinco). As crias pesam entre 200 e 250 gramas.

As crias tornam-se independentes quando têm sete a dez meses, mas permanecem com a mãe até aos vinte meses de idade. Entre os 8 e os 23 meses os machos dispersam-se (as fêmeas dispersam-se mais tarde). A distância de dispersão máxima verificada foi de 42 km. A sobrevivência dos mais novos depende muito da população de coelhos no seu habitat. No estado selvagem, tanto os machos como as fêmeas alcançam a maturidade sexual com um ano de idade, embora na prática raramente se reproduzam sem que um território fique vago e tenha qualidade suficiente; foi conhecida uma fêmea que só criou aos cinco anos de idade, quando a sua mãe morreu. A longevidade máxima na natureza é de treze anos. A reprodução não é anual, pois no melhor habitat de Doñana, registou-se o valor de 0,8 ninhada/fêmea/ano.

Os irmãos tornam-se violentos uns para com os outros entre os 30 e os 60 dias, com o ponto máximo nos 45 dias. Uma cria normalmente mata o seu irmão numa violenta luta. Desconhece-se por que razão ocorrem estes episódios agressivos. Muitos cientistas acreditam que têm a ver com mudanças hormonais, quando a cria muda do leite da mãe para a carne. Outros julgam que têm a ver com padrões de hierarquia, e de “sobrevivência do mais apto.” Os tratadores separam as crias antes de chegar o período de 60 dias.

A dificuldade em encontrar parceiros leva a um maior número de casos de endogamia, que resulta em menos crias e uma maior taxa de morte não traumática. A endogamia leva a uma menor qualidade de sémen e a maiores taxas de infertilidade entre os machos, dificultando os esforços para aumentar a aptidão da espécie.

Conservação

 
Pormenor da cabeça.

O lince-ibérico é uma espécie em perigo crítico, sendo o felino mais ameaçado do mundo e o carnívoro em maior perigo na Europa. Está categorizado como espécie em perigo crítico de conservação por várias organizações incluindo a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). Se o lince-ibérico for considerado extinto, será o primeiro felino a desaparecer desde o Smilodon populator, há 10 000 anos. A população reduzida torna o animal especialmente vulnerável à extinção, o que pode acontecer através de eventos inesperados, como doenças ou desastres naturais. As medidas de conservação incluem o restauro do seu habitat nativo, a manutenção da população de coelhos selvagens, a redução de causas não naturais de morte e a reprodução em cativeiro para posterior libertação na natureza. A Comissão Nacional Espanhola para a Protecção da Natureza endossou um programa de conservação e reprodução ex-situ, para servir como “rede de segurança” ao manter a população em cativeiro e também para ajudar a “estabelecer novas populações de lince-ibérico livres na natureza, através de programas de reintrodução.” Antes da libertação dos indivíduos criados em cativeiro, é possível simular o seu habitat natural com o intuito de prepará-los para a vida em estado selvagem. Um estudo de 2006 usou um sistema de monitorização não invasivo que envolve câmaras para monitorizar os dados demográficos das populações de linces e coelhos na Serra Morena. Na eventualidade de a população de coelhos selvagens entrar em declínio, podem ser fornecidos alimentos complementares.

O lince e o seu habitat estão totalmente protegidos e a sua caça é proibida. As principais ameaças ao animal incluem a perda de habitat, atropelamentos por veículos, envenenamento, cães selvagens, caça ilegal e surtos ocasionais de leucemia felina (um retro-vírus que infecta gatos). Alguns animais em cativeiro são afectados por doenças do trato urinário. A perda de habitat é em grande parte consequência da construção de infraestruturas, do desenvolvimento urbano e do monocultivo de árvores, factores que fragmentam a distribuição do lince.Ao longo do século XX, a população de coelhos sofreu um declínio dramático em consequência de vários surtos de mixomatose e de doença hemorrágica, reduzindo assim a disponibilidade da principal fonte de alimentação do lince-ibérico. Os atropelamentos com veículos são a principal causa de morte não natural, tendo morrido 14 indivíduos em estradas espanholas durante o ano de 2013. Outra das principais causas de morte não natural são as armadilhas ilegais para coelhos e raposas.

Em 2013, verificou-se a presença de uma bactéria resistente a antibióticos no trato digestivo do lince-ibérico, o que pode levar a que infecções perigosas sejam de difícil tratamento e à diminuição da aptidão física do animal. Outro estudo de 2013 sugere que as alterações climáticas podem vir a ameaçar o lince-ibérico devido à sua fraca adaptabilidade a novos climas. A sua deslocação para áreas com um clima mais favorável, mas com menor número de coelhos, aumentaria a sua mortalidade.

Estão a ser desenvolvidos esforços de gestão no sentido de conservar e restaurar a escala nativa do animal. Os conservacionistas com a função de libertar o lince do cativeiro para o estado selvagem têm a preocupação de escolher áreas de habitat adequado, com abundância de coelhos e aceitação pelas comunidades locais. Entre 1994 e 2013 foram gastos cerca de 90 milhões de euros em medidas de conservação. A União Europeia contribuiu com cerca de 61% dos fundos. O SOS Lynx é uma organização não-governamental portuguesa que trabalha para evitar a extinção do lince-ibérico.

População selvagem e reintroduções

 
Gráfico que a mostra a população selvagem do lince-ibérico em Espanha, 1960–2011.

A espécie de lince-ibérico diminuiu 80% nos últimos vinte anos. É estimado que havia em 1960 cerca de 4 000 indivíduos, cerca de 400 em 2000, menos de 200 em 2002, e possivelmente menos de 100 em Março de 2005. O Parque Nacional de Doñana e a Serra de Andújar, Jaén, tinham as únicas populações reprodutoras, até que em 2007 foi descoberta uma população de 15 indivíduos em Castela-La Mancha (Espanha central). Em 2008, a população de Doñana estava avaliada em 24 a 33, enquanto que o grupo da Sierra Morena tinha de 60 a 110 adultos. A população total está estimada em 99 a 158 adultos, incluindo a população de La Mancha. O lince-ibérico foi, assim, listado como criticamente ameaçado na categoria C2a(i) (i), na Lista Vermelha do IUCN.

A partir de 2009, o lince tem sido reintroduzido em Guadalmellato, resultando numa população de 23 indivíduos em 2013. Desde 2010, a espécie tem também sido libertada em Guarrizas. Tem havido discussões junto do Ministro do Ambiente para ser solto também na área de Campanarios de Azaba, junto a Salamanca. Em Abril de 2013, foi reportado que a população selvagem total da Andaluzia (apenas 94 em 2002) tinha triplicado para 309 individuos.

 
Um adulto do Programa Ex Situ.

A presença de linces-ibéricos em Portugal (particularmente no sul) tem sido verificada, mas sem haver provas de reprodução. A Quercus (uma associação portuguesa para a conservação da natureza), considerou a espécie inexistente em Portugal em 2007, em resposta à criação do Plano de Acção para a Conservação do Lince-Ibérico em Portugal pelo governo português, embora existam testemunhas que reportaram terem avistado alguns linces perto da fronteira.

Em Julho de 2013, grupos ambientalistas observaram uma ninhada selvagem na província de Cáceres (Extremadura). Possíveis locais de libertação em Portugal, Extremadura e Castilla-La Mancha estão sob discussão desde 2013. Um estudo publicado em 2013 em Nature Climate Change aconselhou que os programas de reintrodução ocorram no norte ibérico, o que sugere que a mudança climática poderia ameaçar os coelhos no sul. Entretanto, Portugal fez as suas primeiras reintroduções em Dezembro de 2014. Num terreno com cerca de 2000 ha no Parque Natural do Vale do Guadiana, foram colocados em liberdade um casal de linces que estão permanentemente monitorizados por uma equipa do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).  A 7 de Fevereiro de 2015 foi libertado outro par, mas a fêmea, de nome Kayakweru, foi encontrada morta perto de Mértola, vitima de envenenamento. As autoridades portuguesas esperam colocar mais exemplares em liberdade durante o primeiro semestre de 2015.

Desde 2007, devido a um surto do vírus da leucemia felina (FeLV), os linces selvagens foram testados periodicamente. As amostras retiradas entre Setembro–Dezembro de 2013 deram resultado negativo para o FeLV, mas um macho tornou-se o primeiro da sua espécie a ter uma análise positiva ao vírus da imunodeficiência felina (FIV), tendo sido colocado em quarentena.

Reprodução em cativeiro

 
Um recém-nascido do Programa Ex Situ a ser alimentado.

Em 2002, o Zoo de Jerez confirmou que tinha três fêmeas e estava a desenvolver um plano para reprodução em cativeiro. Uma dessas fêmeas era Saliega, capturada ainda em cria em Abril de 2002. Ela tornou-se a primeira fêmea do lince-ibérico a reproduzir em cativeiro, dando luz a três crias saudáveis em 29 de Março de 2005, no centro de reprodução El Acebuche, no Parque Nacional de Doñana Huelva, Espanha. Nos anos seguintes, o número de nascimentos foi aumentando e centros de reprodução foram sendo criados. Em Março de 2009, foi reportado que 27 crias já tinham nascido desde o começo do programa. Em 2009, o governo espanhol planeou construir um centro de reprodução, com um custo de €5,5 milhões, em Zarza de Granadilla. Portugal estabeleceu um centro de reprodução em Silves, o Centro Nacional de Reprodução do Lince-Ibérico (CNRLI).

Havia 14 crias sobreviventes em 2008 e 15 em 2009. Em 2010, o excesso de pluviosidade e questões de saúde fizeram com que os resultados de reprodução fossem mais baixos — 14 nascimentos e 8 sobreviventes — mas no ano seguinte, os centros de reprodução registaram 45 nascimentos, com 26 crias sobreviventes. Em 2012, os centros de Portugal e Espanha registaram um total de 44 sobreviventes e 59 nascimentos, enquanto 2013 viu um total de 44 sobreviventes e 53 nascimentos.

Em Março de 2013, foi reportado que tinham sido conservados pela primeira vez embriões e óvulos de lince-ibérico. Foram retirados de Saliega e de outra fêmea (ambas esterilizadas e retiradas do programa de reprodução) pelo Instituto Leibniz de Berlim para Zoos e Pesquisa de Vida Selvagem, e armazenados em nitrogénio líquido no Museo Nacional de Ciencias Naturales de Madrid (CSIC) para possíveis reproduções futuras. Em Julho de 2014, o MNCN-CSIC anunciou que tinha reproduzido células de esperma retiradas do tecido testicular de um lince sexualmente imaturo.

O lince-ibérico pode ser visto em cativeiro apenas no Zoo de Jerez, e desde Dezembro de 2014, no Zoo de Lisboa. Os animais de Jerez pertencem ao programa de reprodução, enquanto que o casal de Lisboa fazia parte do centro de reprodução português, mas no entanto já não são adequados, visto que a fêmea falhou vários partos normais e o macho tem uma forma de epilepsia.

Estudos genéticos

Em Agosto de 2012, pesquisadores anunciaram que o genoma do lince-ibérico tinha sido sequenciado. Também planeiam fazer testes genéticos em restos mortais de lince, para quantificar a perda de diversidade genética e melhorar os programas de conservação. Em dezembro de 2012, foi relatado que os investigadores tinham localizado restos mortais de 466 linces-ibéricos em colecções particulares e museus. No entanto, ficou estimado que 40% dos espécimes armazenados em museus foram perdidos ao longo dos últimos 20 anos.

A diversidade genética do lince-ibérico é mais baixa que a de outros felinos conhecidos por serem geneticamente pobres, incluindo a chita (Acinonyx jubatus), leões da cratera de Ngorongoro e o lince-euroasiático da Escandinávia. Os investigadores acreditam que esta pode ser uma das consequências da diminuição do tamanho das populações e isolamento. Um estudo publicado em 2013 indicou forte diferenciação genética entre as populações de Doñana e Andújar, tanto nas frequências e composições alélicas. Os linces de Doñana diferenciaram mais da população ancestral, devido a serem mais isolados e terem um índice baixo de população. Os investigadores sugeriram colocar os dois grupos em conjunto, a fim de diminuir o grau de endogamia.

Lince-do-canadá

O lince-do-canadá (Lynx canadensis) é uma espécie de felino nativa do Canadá e parte dos Estados Unidos.

Características físicas

Indivíduos desta espécie possuem pelagem geralmente da coloração marrom-amarelada, muitas vezes com pontos marrons escuros. As partes superiores têm frequentemente uma aparência cinzenta grisalha e a parte inferior amarela pálida. A cauda é curta e quase sempre apresenta a ponta de cor negra.

O comprimento de corpo de espécimes adultos varia entre 67 a 107 cm e o peso de 5 a 17 kg. Os machos são maiores do que fêmeas.

Habitat

Vive em florestas e áreas rochosas com tampa e tundra.

Comportamento

O lince-do-canadá é carnívoro. As lebres americanas são parte importante de sua dieta. Alimenta-se também de roedores, pássaros e peixes. No inverno, pode alimentar-se de presas maiores, tal como cervos.

O cio pode demorar até 5 dias. Dois ou três filhotes nascem após um período de gestação de 8 a 10 semanas. Os filhotes pesam cerca 200g após o nascimento e começam comer carne a partir de idade, sendo desmamados completamente após 5 meses.

Islândia

Lago na Islândia permite mergulho entre duas placas tectônicas.

Experiência única no mundo, o lago Þingvallavatn permite aos mergulhadores nadarem entre duas placas tectônicas. Localizadas na fenda de Silfra, elas estão situadas apenas a 25 metros de profundidade.

"Lago na Islândia permite mergulho entre duas placas tectônicas.</p>
<p>Experiência única no mundo, o lago Þingvallavatn permite aos mergulhadores nadarem entre duas placas tectônicas. Localizadas na fenda de Silfra, elas estão situadas apenas a 25 metros de profundidade."

Há quase 20 anos

Há quase 20 anos, cientistas e mergulhadores têm estudado o que seria a maior descoberta arqueológica do planeta, até que se depararam com destroços de uma cidade submersa, que pode ter mais de 10.000 anos de idade.

Depois de muita pesquisa, eles descobriram várias estruturas enormes incluindo uma pirâmide muito semelhante às dos astecas e maias, que possuem cinco andares e são alinhadas tendo como base os pontos cardeais.

Ainda é um mistério, mas pode ser que tenhamos descoberto uma civilização muito antiga, com data de aproximadamente 6.000 a.C..

A suposta cidade está localizada no mar na costa do Japão e conta com muitas provas de que foi construída por humanos. Como por exemplo, escadarias, rampas, desenhos em rochas e outros detalhes.

Mais interessante ainda é que, quando as fotos foram divulgadas, muitas dúvidas surgiram, de vários perseguidores, sobre como a cidade submersa havia sido construída, se era obra humana ou se era simplesmente natural. Os que negavam ser obra humana, defendem a ideia de que o formato e os ângulos das construções foram feitos pela natureza, já os que acreditam ser uma construção humana, alegam que o mar de Yonaguni, onde está localizada, é a tumba de uma civilização mais antiga que a do próprio Egito.

Talvez as discussões parassem por aí se não fosse por um terremoto que ocorreu em 1998 e que revelou o surgimento de novas edificações, desta vez, na forma de zigurats, parecidos com os da Mesopotâmia e que podem ser a construção mais antiga já feita. Em vários monumentos, foram encontrados vários desenhos e escritas, além de algumas ferramentas e até uma escadaria.

Big Hole

Big Hole, a mina na Rússia é a maior mina de diamantes do mundo.

Veja a reação dos americanos ao comerem sobremesas brasileiras

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Veja a reação dos americanos ao comerem sobremesas brasileiras (Vídeo)

A culinária e os hábitos do brasileiro chamam muito a atenção de pessoas de outros países. Pensando nisso, um vídeo foi feito para ver a reação dos gringos ao consumirem nossas tradicionais sobremesas. Confira:

 
 

A culinária brasileira chama bastante a atenção de outras culturas ao redor do mundo. Existem até alguns costumes brasileiros que os gringos gostariam de exportar do Brasil mas quando se trata de gastronomia, o Brasil tem de tudo. A culinária do Brasil é fruto de uma mistura de ingredientes europeus, indígenas e africanos.

Muitas das técnicas de preparo e ingredientes são de origem indígena, tendo sofrido adaptações por parte dos escravos e dos portugueses. Esses faziam adaptações dos seus pratos típicos substituindo os ingredientes que faltassem por correspondentes locais.

o vídeo feito pelo site Buzzfeed alguns norte americanos experimentam algumas de nossas mais famosas sobremesas. Brigadeiro, paçoca, guaraná, geleia de mocotó e pipoca de saquinho estão entre os itens avaliados pelos gringos.

“Parece um saco cheio de dentes”, disse uma garota ao provar uma pipoca doce de saquinho. Já o rapaz, a embalagem da paçoca “Amor” parece um “sabonete de hotel”. A geleia de mocotó, que também não agrada muitos brasileiros, foi considerada nojenta por lá. O brigadeiro, mesmo sem granulado, até que fez um relativo sucesso entre os gringos.

Veja o vídeo no comentário.