FOTOGRAFIAS DO DIA

Conheça o vilarejo real que inspirou Tolkien na criação de Valfenda

A imagem pode conter: montanha, céu, atividades ao ar livre e natureza

John Ronald Reuel Tolkien, ou simplesmente J. R. R. Tolkien, é a mente brilhante por trás de obras como “O Senhor dos Anéis”, “O Hobbit” e “O Silmarillion”. Se você já deixou sua imaginação pairar pelo universo criado pelo escritor, provavelmente sabe sobre Valfenda (Rivendell, em inglês), a fictícia cidade citada em várias de suas obras que está situada no continente da Terra Média.

Descrita como um lugar paradisíaco em meio a florestas, montanhas e cachoeiras, a cidadela foi inspirada em um lugar real. Em 1911, quando tinha 19 anos, Tolkien viajou para um vilarejo que possui menos de três mil habitantes, localizado no vale de Lauterbrunnen, na Suíça.

O local ficou tão marcado em sua mente que em 1967, 56 anos após aquela viagem, ele enviou uma carta ao filho Michael comentando a respeito:

“A viagem do hobbit (de Bilbo) de Valfenda ao outro lado das Montanhas Nevoentas, incluindo a descida pela encosta nevada e de pedras escorregadias até o bosque de pinheiros, é baseada em minhas aventuras em 1911”, escreveu.

Tolkien chegou a fazer uma ilustração da fictícia Valfenda e fica bastante nítida a semelhança com o vilarejo suíço. Confira abaixo:

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* Todas as fotos: Reprodução

Macacos sofrem quando seu amigo robótico morre

 

Os documentários da vida animal acabam de atingir um novo patamar, com a ajuda das novas tecnologias. A BBC tem se destacado nesta vertente, com as belíssimas imagens de alta qualidade do Planet Earth II. Mas esta série não é a única produzida e exibida pelo canal BBC One.Outro trabalho inovador é a Spy in the Wild, que insere bichos robóticos em grupos de mamíferos e répteis, para registrar o comportamento dos animais da forma mais natural possível. Apesar de os olhos dos robôs serem um pouco artificiais para nós, os animais parecem aceitá-los sem problemas.Logo no primeiro episódio da série, podemos nos deleitar com a interação entre os robôs espiões e macacos langur, crocodilos e cachorros da pradaria. Enquanto o cachorro da pradaria falso se insere no grupo respondendo a chamados dos outros integrantes e se erguendo, o filhote de crocodilo robótico registra o nascimento dos irmãozinhos de carne e osso.

Mas o grande destaque da estreia é a interação entre o invasor e os macacos langur. O filhote espião é colocado sentado em um galho, emitindo sons característicos e exibindo expressões faciais realistas. Um dos macacos, curioso, pega o bebê robô, mas ele cai no chão e “morre”. Desesperado, o macaco pega o filhote do solo e o abraça, mas ele não reage.

O grupo se reúne ao redor do pequeno corpo, e parece lamentar a morte do novato como se fosse um de seus próprios bebês. [Sploid]

Confira:

Robô x macaco

Robô x crocodilo

Robô x cachorro da pradaria

 

Um enorme disco de gelo foi registrado rodando em um rio nos EUA; veja


Um morador de Michigan registrou na última semana um fenômeno natural que não é muito comum: um enorme e perfeito círculo de gelo flutua no rio, girando razoavelmente rápido. À primeira vista pode parecer que este círculo foi feito por pessoas, de tão artificial que parece, mas a ciência explica como ele se formou naturalmente.

Por mais de um século, pesquisadores investigaram o fenômeno físico por trás da formação deste perfeito disco de gelo, e através dos séculos ficou claro que não havia nada de simples relacionado a este círculo.

A explicação mais comum para os discos de gelo que giram é que conforme ar gelado e denso entra em contato com um ponto do rio em que se formam redemoinhos, á água da superfície congela desta forma peculiar. Conforme a água vai girando, qualquer ponta mais saliente do gelo é raspado pelo atrito com o resto do gelo do rio.

Mas isso pode ser apenas parte da história, já que discos desse tipo podem ser encontrados de todos os tamanhos, entre 1 a 200 metros de raio e as leis da física fariam com que eles se comportassem de outra maneira – por exemplo, se quebrando ou se colando com outros pedaços de gelo.

Outras questões curiosas sobre esses discos de gelo é que não importa o seu tamanho – que pode variar entre 1 a 200 m de raio – ou localização, eles parecem sempre girar na mesma velocidade.

Um grupo de pesquisadores da Universidade de Liége (Bélgica) decidiu desvendar este fenômeno de uma vez por todas. Usando discos de gelo feitos em uma placa de Petri, eles simularam o que aconteceria quando o disco de gelo que flutua na água começa a derreter.

Eles observaram que o disco começa a girar espontaneamente. Isso os levou a concluir que a rotação está mais relacionada com o derretimento do gelo e as mudanças de temperatura da água do que com as correntes e redemoinhos de um rio.

Conforme Ryan Mandelbaum explicou ao Gizmodo, a água fica no ponto mais denso a 4ºC. “Nos experimentos, os cientistas mediram a circulação da água embaixo do gelo, e descobriram que o disco esfriava a água ao seu redor. Quando a água circundante atingia os 4ºC, ela ia para o fundo e um vortex se formava. É justamente este vórtex que gira o gelo que está flutuando”, explica. [Science Alert]

Confira:

 

Fotos impressionantes mostram cavernas nos EUA que serviram de abrigo a uma civilização extinta há milhares de anos

As civilizações que marcaram nossos primórdios ainda são alvo de fascínio e muito estudo. Recentemente, foram divulgadas fotos incríveis das grutas onde viviam os Anasazi em meados do ano 200, que permaneceram no local em Utah, Estados Unidos, durante mais de mil anos. O fotógrafo amador Wayne Pinkston capturou ainda um dos maiores tesouros desta área: um céu maravilhosamente estrelado.

Tanta beleza, porém, está num lugar inóspito, onde foram construídos edifícios de pedra e aldeias que não davam fácil acesso às tribos inimigas. Não há muitas informações sobre esta civilização, que abandonou as grutas em meados de 1.300 d.C, conforme reportagem do Daily Mail Online. “Este lugar tem uma grande atmosfera e é fascinante à noite”, explicou o explorador e fotógrafo. “É cativante e até muito primitivo olhar lá para fora e ver o mesmo que eles viram há tantos anos”.

Sobrevivendo durante um milênio nestas terras deslumbrantes, os Anasazi tiveram o desfortúnio de desaparecerem sem um motivo aparente. O que se sabe é que davam preferência aos locais de difícil acesso, viviam em vilas bem organizadas e que as paredes de grandes desfiladeiros foram escavadas para os proteger durante o inverno, quando há chuva e neve, e do calor de verão. Com este visual, dá pra querer voltar a povoar o espaço rapidinho.

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Todas as fotos © Caters News Agency via Daily Mail

As cidades mais frias do Brasil para quem já está com saudade do inverno

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Nós seres humanos somos campeões em criar dilemas na vida cotidiana. Um dos maiores envolve as estações do ano e é quase unânime: quem aguenta todo esse calorão do verão brasileiro?

Se você faz parte do grupo que está morrendo de saudade das temperaturas amenas do inverno, viajar para alguns destinos mais fresquinhos pode ser uma ótima opção. E até mesmo no Brasil, em meio a este calor quase senegalês, é possível encontrar lugares onde as temperaturas não estão insuportavelmente altas. Veja algumas cidades:

Campos do Jordão – SP

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Campos do Jordão fica a 1,7 mil metros de altitude e o charme peculiar de suas construções, a faz ser conhecida como a “Suíça Brasileira”. Mas enquanto a cidade fica repleta de turistas no inverno, no verão as pessoas não costumam colocar o destino no radar. No decorrer do verão, Campos do Jordão acaba tornando-se o “ar condicionado natural” da região, com temperaturas que ficam na casa dos 25 graus. Vale a visita, sobretudo para conhecer as maravilhas do Alto da Serra da Mantiqueira.

Urupema – SC

Conhecida como uma das cidades mais frias do Brasil, Urupema, em Santa Catarina, se destaca no inverno por registrar as menores temperaturas do país, mas o clima agradável do verão começa a despertar a atenção dos turistas. A cada ano aumenta o número de pessoas que procuram Urupema nesta época, pois suas temperaturas amenas atraem os turistas quem não gosta do fervo no litoral.

São José dos Ausentes – RS

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A cidade de São José dos Ausentes tem um dos climas mais frios do Rio Grande do Sul no inverno e no verão é uma ótima opção de destino com temperaturas amenas e agradáveis. A cidade abriga o pico mais alto do estado, o Monte Negro e, em sua base fica o cânion de mesmo nome. A maior parte das atrações de São José dos Ausentes fica dentro das fazendas. Conhecer a cidade é uma super oportunidade de curtir a natureza.

Monte Verde – MG

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Apesar de conhecido pelas baixas temperaturas no inverno, Monte Verde tem se tornado destino turístico no verão para quem prefere fugir do calor intenso, porém ainda aproveitar dias ensolarados típicos da época. O ar fresco da Serra da Mantiqueira atrai amantes de esportes radicais ou apenas esportistas de fim de semana a fazer trilhas, saltar de tirolesa, entre outros programas que ficam mais agradáveis com menos calor.

Nova Friburgo – RJ

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Com aproximadamente 200 mil habitantes, Nova Friburgo é bastante tranquila e sua hospitalidade encanta turistas. Mesmo no auge do verão, a temperatura amena da serra encanta a quem quer fugir dos rigores da estação mais quente do ano. Durante a noite, em Nova Friburgo, independentemente da estação, parece que foi ligado um gigantesco ar condicionado central dando uma agradável sensação de frescor em toda a cidade.

* Todas as fotos: Reprodução

Menino de 11 anos que sofria bullying faz sucesso – e dinheiro – dando conselhos no metrô de Nova York

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A semana foi longa, você está cheio de problemas na cabeça e não sabe direito o que fazer? Os moradores de Nova York que respondem sim para a pergunta têm um conselheiro inusitado à disposição: Ciro Ortiz, um menino de 11 anos que, todos os domingos, monta uma barraquinha no metrô para oferecer conselhos.

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A ideia surgiu enquanto ele assistia televisão num dia comum. “Acho que sou esperto o suficiente para dar bons conselhos”, pensou o garoto, que por vezes sofreu com brincadeiras pesadas de colegas de escola e não sente como se se encaixasse.

Cada sessão de 5 minutos de aconselhamento custa 2 dólares, e, num dia bom, ele chega a ganhar US$50 – acompanhado de seus pais, ele passa duas horas atendendo. Ele teve medo de virar motivo de riso antes da primeira vez, mas o sucesso instantâneo o surpreendeu.

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Ciro contou que a maioria das pessoas que param para pedir conselhos tem problemas relacionados à vida amorosa, seja por não estarem felizes com seus parceiros ou por temerem jamais encontrar um. “Quando você veio ao mundo foi graças a alguém que te ama”, costuma dizer o menino.

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O garoto também já montou a barraquinha em ruas da cidade, sempre chamando a atenção de quem passa. Ele conta que a maioria dos seus colegas de escola não entendem por que ele faz isso, mas isso não o afeta. E, como se não bastasse, ele utiliza o dinheiro arrecadado para garantir o lanche de outros alunos que não conseguem pagar pela comida.

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Todas as fotos © Ciro Ortiz

A história desta senhora de 65 anos que frequenta sala de aula com crianças de seis anos vai te emocionar

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As vezes as pessoas perdem oportunidades de realizar sonhos e deixam de fazer coisas importantes por acreditarem estar ‘muito velhas’. A verdade, no entanto, é que não existe um limite de idade para fazer o que temos vontade. Um ótimo exemplo disso é Juscelina Maria Cruz Madalena, a Dona Nena, de Foz do Iguaçu, PR.

Aos 65 anos ela cursa o 1º ano do ensino fundamental ao lado de 22 crianças que tem entre seis e sete anos de idade na Escola Municipal Monteiro Lobato. Na infância ela foi proibida de estudar pelo pai, que precisava da ajuda dela na lavoura, e depois pelo marido, mas ela nunca desistiu do sonho de aprender a ler e escrever.

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Já separada e tendo o apoio dos filhos, ela finalmente tomou coragem e começou a frequentar a escola.

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A história de Dona Nena viralizou após ser publicada na página do Facebook ‘Que História é Essa?’ pela jornalista Izabelle Ferrari. Ela soube do fato através de seu primo João Vitor, de seis anos, que é colega da idosa na escola. Sua curiosidade a fez querer conhecer Dona Nena e foi o que fez.

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O resultado do encontro com Dona Nena foi narrado no post que teve mais de 28 mil curtidas e centenas de comentários de pessoas que se emocionaram com o relato.

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Leia o post divulgado nas redes sociais na íntegra:

“- “João…” – eu, falando com meu priminho de seis anos.
– “Ã?”
– “É verdade que você tem uma coleguinha de 65 anos na sala de aula?”
– “Sim” – ele está no 1º ano do ensino fundamental.
– “Ah, é?”
– “É a dona Nena.”
– “E como ela é?”
– “Velha.”
– “Humm… e o que ela fica fazendo na sala?”
– “Escrevendo o que a professora põe no quadro.”
– “E por que será que ela faz isso, João?”
– “Ela quer saber ler.”
Quando uma história dessas chega ao meu ouvido soa como provocação.
Fui conhecer a dona Nena.
Escola Municipal Monteiro Lobato. Bairro Porto Belo, Foz do Iguaçu. 1º ano do ensino fundamental ou primário, como preferir. Dona Nena está sentada na última carteira. Ao redor dela 22 alunos com idades entre seis e sete anos. Ela: 65.
– “Posso falar um pouquinho com a senhora?” – perguntei.
– “Claro, minha filha!”
Negra, lenço colorido na cabeça, sorriso a cada meio minuto…
– “Por que a senhora está vindo pra escola?”
– “É que quando eu era criança, meu pai não me deixou estudar, né? Só trabalhar na lavoura. Nós chorava, mas ele dizia que menina muié não precisava estudar, não. E a minha mãe dizia que estudar servia só pra escrever cartinha pros namorados.”
Cresceu analfabeta. De letras e números. Quando casou, o marido também não permitiu que ela estudasse.
– “Comecei a estudar no Mobral, escondido dele,” ela contou. “Um dia ele foi fuçar na minha bolsa e viu meu caderno e meu lápis. Perguntou se eu estava estudando. Eu disse que tava sim. Sabe o que ele fez? Pegou meu caderno e rasgou todinho!”
Ela largou os estudos de vez.
Aos 65 anos, dona Nena (separada há 20 anos) tem dois filhos. Um formado.
Veio deles o apoio.
– “Procurei a escola municipal do bairro onde eu moro. Falei com a secretária: ‘Rose, não tem algum estudinho pra mim aí, não?”
Rose ficou surpresa. Achou que dona Nena não iria aguentar estudar de dia com as crianças.
Mas a candidata a estudante primária, de 65 anos, não desistiu. Foi falar com a diretora.
– “Ela disse que se eu quisesse vir, podia vir, mas ela não acreditou que eu viria mesmo…”
Quando dona Nena apareceu no portão, pronta pra estudar, foi um choro só!
– “Elas ficaram emocionadas. Choravam e me abraçavam! Diziam que se todos fossem como eu, nosso país estaria bem!”
O Conselho Escolar – formado por pais, alunos, professores e funcionários – aprovou. A diretora Lídia Prieve e a coordenadora Miria Zwirtes acompanham tudo de perto e a professora, Iracy da Costa Passos, que tem a mesma idade de dona Nena, se sente desafiada.
– “A diferença” – explica a professora – “é que pra criança você fala uma vez e ela aprende. A pessoa de idade você tem que repetir cinco, seis vezes. O entendimento é mais difícil. Mas isso não atrapalha o andamento da aula. Pelo contrário. Eu vou lá na carteira da dona Nena e explico baixinho pra ela, mas as crianças não se aguentam: levantam e vão lá me ajudar. Aí, acabam aprendendo duas vezes!”
A coleguinha, Yannely, de seis anos, conta como faz:
– “Eu falo as letras que ela vai escrever. Ela aprende quase fácil, porque às vezes ela erra um pouco a letra.”
E “ái” da dona Nena se ela falta.
– “As crianças vão lá em casa me buscar! kkkk”. E completa: “sonho em ser uma professora, ser uma enfermagem… Eu quero ler pra mim abrir mais uma atividade. Nunca é tarde. N-U-N-C-A É T-A-R-D-E! Eu fico pensando assim: meu Deus, agora tá na minha vez!”

* Todas as fotos: Izabelle Ferrari

Série de fotos mostra como era a vida na Síria antes da guerra

Diariamente somos bombardeados com notícias sobre os mais de 4 milhões de refugiados sírios e sua situação precária em diversos campos de refugiados pelo mundo. Mas, ao ver essa situação, dificilmente paramos para refletir sobre como a Síria chegou a esse estado. Tudo começou com a seca que assolou o país entre os anos de 2006 e 2011 e fez com que muitas famílias que viviam no campo perdessem suas fazendas e acabassem se mudando para a cidade em busca de trabalho.

A situação só se agravava quando 15 adolescentes resolveram expressar o momento que o país vivia pintando um slogan revolucionário em uma parede de escola: “O povo quer derrubar o regime!“. Os jovens foram presos e torturados como punição e, com isso, as manifestações contra o governo só tomaram mais força, em março de 2011. Os protestos pacíficos foram combatidos com armas de fogo pelas forças de segurança do estado – e o problema só crescia, com centenas de milhares de manifestantes pedindo a renúncia do presidente Assad.

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Foto © Dick Simon 

Nesse cenário, havia ainda diversos agravantes que vão muito além da política interna Síria e se tornaram responsáveis pela morte de mais de 220 mil pessoas desde o início da guerra, além de deixar 12,8 milhões de pessoas no interior do país com a necessidade urgente de assistência humanitária.

Mas, apesar disso, pouca gente sabe que a Síria já foi um destino turístico bastante procurado por pessoas de diversas nacionalidades, graças a seus 3 mil sítios arqueológicos. Para se ter uma ideia, em 2011, o turismo foi responsável por 5% do PIB da região e gerou cerca de 270 mil postos de trabalho.

Quer ver como era visitar o país antes da guerra? As imagens abaixo mostram um pouco dessa experiência:

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Foto © Kim Schoonen

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Fotos © Dick Simon 

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Fotos © Ricardo Fernandez

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Fotos © Nicolas Mirguet

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Fotos © Ricardo Fernandez

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Foto © Nicolas Mirguet

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Fotos © Ricardo Fernandez

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Foto © Nicolas Mirguet

Clare Hollingworth: a jornalista que deu o furo da Segunda Guerra e faleceu mês semana, aos 105 anos

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A maioria de nós jamais ouviu falar em Clare Hollingworth, e isso diz muito sobre nossa memória e o mundo. Correspondente de guerra, tendo coberto mais de 8 conflitos durante suas muitas décadas de carreira como repórter, Clare não só foi uma pioneira em um mercado até hoje bastante dominado pela presença masculina, como é também detentora de possivelmente o maior furo (quando um jornal publica antes dos demais uma notícia importante) de todo o século 20: foi ela a primeira a reportar que a Segunda Guerra Mundial havia começado, em 1939. Mês passado Clare faleceu, aos 105 anos, como uma heroína do jornalismo e da afirmação feminina.

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Clare tinha 27 anos e trabalhava para o jornal Daily Telegraph, da Inglaterra, quando, enquanto cruzava a fronteira entre a Alemanha e a Polônia dirigindo um carro da diplomacia britânica, viu centenas de tanques, carros blindados e canhões alemães rumando à Polônia, preparados para o combate. Começava a anexação da Polônia à Alemanha e, com isso, a Segunda Guerra Mundial.

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Ela ainda aguardou por três dias em Katowice, cidade polonesa perto da fronteira, até telefonar para a embaixada britânica em Varsóvia para informar que a guerra havia começado. Foi preciso que a repórter colocasse o telefone para fora da janela, a fim de que fosse escutado o som da artilharia e do avanço alemão, para que enfim acreditassem nela. A manchete (que informou o próprio governo polonês de que o país estava em guerra) dizia: “1000 tanques aglomerados na fronteira polonesa. 10 divisões prontas para ataque veloz.”

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Ao longo de sua carreira, Clare noticiou os horrores da Guerra do Vietnã, Argélia, Oriente Médio, Índia, Paquistão e da revolução cultural na China. Quando deu seu maior (e primeiro) furo jornalístico, anunciando o início da segunda grande guerra, ela trabalhava no jornal há apenas uma semana.

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Seu 105º aniversário foi comemorado no último mês de outubro, e a notícia de seu falecimento foi dada através de uma página no Facebook em sua homenagem.

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“Estamos tristes por anunciar que depois de uma carreira ilustre, que abarca um século de notícias, a célebre correspondente de guerra Clare Hollingworth morreu esta noite em Hong Kong”, informou o post.

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O machismo fez do mero desejo de trabalhar de tantas mulheres um gesto corajoso e pioneiro, e foi justo essa coragem que, no caso de Clare, não só salvou a vida de milhares de pessoas, como a tornou um nome iluminado na história de sua profissão.

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© fotos: Facebook

Comerciantes de Istambul abrem as portas para animais desabrigados após tempestade de neve

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Uma severa neve vem castigando Istambul, na Turquia, durante o inverno do Hemisfério Norte. Em algumas noites chegaram a cair cerca de 65 cm de neve em diversas partes da cidade, causando todo o tipo de transtornos: de voos cancelados a pessoas sofrendo com as baixas temperaturas. Porém, com as adversidades surgem também as boas notícias.

Alguns comerciantes da cidade decidiram fazer o que estivesse ao seu alcance para evitar que cães e gatos que vivem nas ruas sofressem com a neve. Para isso, eles abriram as portas de suas lojas permitindo que os animais se mantivessem protegidos dentro delas, conforme informa o Bored Panda.

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Além disso, diversas pessoas têm deixado pedaços de papelão, cobertores e comidas para os animais que estão sendo abrigados por um shopping local. Com isso, espera-se que os bichanos se mantenham aquecidos e seguros durante as tempestades de neve que assolam a cidade.

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Um  dos comerciantes de Istambul, Selçuk Bayal, chegou a transformar sua loja em uma espécie de abrigo temporário para gatos, segundo conta o The Dodo. Ao ser criticado por alguns clientes quanto à iniciativa, ele não teve dúvidas sobre a posição a tomar: colocou uma placa na vitrine avisando que pessoas que estavam incomodadas com os gatos não eram bem-vindas no estabelecimento.

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Médico opera brinquedo para que criança se sinta mais tranquila

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Com uma mão o médico faz os pontos necessários para fechar um ferimento, com a outra pressiona o corpo do paciente para que nem um pouco de enchimento fique de fora. Nesta mesa de operação, quem está sendo atendido não é uma pessoa, mas um bichinho de pelúcia que pertence a outro paciente.

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A história ganhou destaque após o Hospital Infantil de Wisconsin compartilhar a foto do Doutor Groth cuidando de Mike Wazowski, personagem de Monstros S.A. Segundo a instituição, médicos, enfermeiros e outros funcionários do local fazem de tudo para que as crianças se sintam confortáveis e seguras, e tratar os brinquedos é uma estratégia frequente – No Facebook, outros pais publicaram imagens do tipo.

Em entrevista, Dr. Groth contou que o garotinho Ryan Jasen levou o brinquedo para a sala de operação. Observando que o boneco estava bastante gasto, o médico teve certeza que se tratava do seu favorito, e aproveitou a ocasião para consertar um rasgo.

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O pai de Ryan, Tony, contou que, quando o filho despertou do efeito anestésico, logo viu Mike enfaixado e percebeu que os dois estavam numa situação parecida, amenizando suas reclamações. Tanto o garoto quanto seu brinquedo já receberam alta e seguem se recuperando em casa.

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Imagens: Reprodução/Facebook

Documentário mostra como é difícil ser mulher no Egito

Em países conservadores como o Egito, as mulheres são discriminadas e não possuem os mesmos direitos dos homens. O tráfico de mulheres e casamentos forçados são comuns na região, além de agressões, abusos sexuais e até mesmo mutilações genitais.
Para quem vive no Ocidente é difícil compreender o que significa ser mulher em um país árabe. Para sentir na pele a realidade da vida das egípcias, as duas documentaristas Tinne Van Loon e Collette Ghunim fizeram uma filmagem: ligaram a câmera e foram passear por uma ponte no Cairo, um dos lugares mais intimidantes para uma mulher andar sozinha.
Note que, no vídeo, todos os homens, sem exceção, olham fixamente para as mulheres, como se fossem verdadeiros objetos sexuais, gerando a sensação de incômodo, constrangimento e vergonha em todas aquelas que passam. Mesmo usando burcas, véus e andando praticamente cobertas dos pés a cabeça, o medo e a sensação de insegurança fazem parte da vida das mulheres no Egito.
Para relatar esta triste realidade, Tinne e Collette conseguiram arrecadar o valor necessário através da plataforma Kickstarter e assim criar o documentário “The People’s Girls“.
Confira os vídeos abaixo:
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 Todas as imagens: Reprodução Vimeo
Abaixo as documentaristas belga Tinne Van Loon e a norte-americana de origem árabe Collette Ghunim: 
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Foto via Kickstarter

O complicado e doloroso resgate de uma bicicleta presa na cerca elétrica: assista

De alguma maneira estes ciclistas conseguiram enrolar a bicicleta em uma cerca elétrica. Como tudo está molhado até mesmo o pneu e os galhos de madeira conduzem a corrente.

Nunca vi ninguém tão alegre tomando choques de cerca de 10 mil volts: