O documentário que reúne imagens imperdíveis de mais de 30 países

O homem é capaz de coisas horríveis. Crueldade com animais, racismo, preconceito, desrespeito, guerras. Mas volta e meia surge algo para lembrar a gente que por trás de tanta coisa ruim existe esperança. Existem momentos de pura beleza, paz, magia. E esse é o caso de Awaken, documentário com previsão de estreia para o início do ano que vem.

Filmado em mais de 30 países no período de 5 anos, Awaken explora a relação das pessoas com a tecnologia e a natureza, tanto no âmbito individual quanto coletivo. Através de imagens estonteantes, o documentário nos leva em uma viagem por praias, montanhas, lagos e cidades. Sempre com poesia, sensibilidade e uma boa dose de emoção.

Quem vê as imagens do trailer pode imaginar por um instante que esse filme só foi possível graças a uma extensa equipe, mas está longe disso. Tom Lowe assina a filmagem, edição, direção e produção da obra, o que já tinha acontecido em seu primeiro documentário, Timescapes, lançado há 5 anos.

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Todas as imagens © Reprodução/fonte:via

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Bairro queridinho de Paris vira miniatura em museu

O bairro de Montmartre, em Paris, ganhou o coração do mundo inteiro com o filme O Fantástico Mundo de Amelie Poulain. No entanto, bem antes disso, o local já era um conhecido ponto de encontro de intelectuais e artistas de renome como Degas, Cézanne, Monet, Van Gogh, Renoir e Toulouse-Lautrec, fazendo com que o bairro ganhasse a fama de boêmio e moderno.

Atualmente o bairro atrai centenas de turistas que o visitam para ver de perto os locais onde foram gravados o filme, a famosa Moulin Rouge, a Basílica de Sacré Cœur, seus bares e restaurantes. No entanto, agora Montmartre não existe apenas em Paris. O bairro foi reconstruído em três dimensões no Musée des Automates em La Rochelle, na costa oeste da França.

Tudo foi pintado à mão e possui diversas referências nostálgicas, anúncios publicitários, vitrines de lojas e grandes magazines da Paris entre os anos 1920 e 1950.

Confira algumas fotos do local:

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* Imagens: Efikz Emporio /fonte:via

Cadela que vivia com medo após ser adotada se torna a melhor musa que seu dono fotógrafo poderia pedir

Quando o fotógrafo Troy Moth adotou a cadela Nikita quatro anos atrás, ela era um filhote assustado, que se escondia quando via uma coleira e que demorou uma semana para aceitar ser tocada pelo dono. Hoje, os dois são ótimos companheiros de viagem e Troy ganhou a modelo perfeita para documentar suas aventuras pela América do Norte.

Nikita chegou à casa de Troy numa cesta e envolta num cobertor encharcado de urina. Ela tinha medo de receber carinho e demorou meses para que o novo dono sentisse um laço de confiança se formando. Quando o canadense decidiu largar a carreira na indústria de moda em Toronto e voltar para casa na pequena Ilha Vancouver, eles já eram bons amigos.

Agora, os dois viajam pelo Canadá e pelos Estados Unidos, e ver a cadela curtindo a liberdade de correr através de florestas ou pulando pelas pedras e montanhas o inspira. “Posso dizer honestamente que alguns dos melhores momentos das minhas viagens são simplesmente observa-la correndo”, conta.

A antes medrosa Nikita hoje é uma aventureira, cheia de confiança, que faz amizades com outros cães e já comeu peixes que havia acabado que pegar em um lago, ajudou a procurar veados na floresta, brincou com um gambá (até levar um jato da secreção fedida que torna esses animais famosos) e correu por um lago congelado.

“Seu melhor amigo pode já existir e estar esperando por aventuras”, Troy falou ao My Modern Met, se referindo à possibilidade de adotar animais. Ele já levou Nikita para conhecer lugares como Quebec, Washington, Oregon e Montana, sempre fazendo registros da companheira em meio a lindas paisagens e publicando no Instagram.

Todas as fotos © Troy Moth /fonte:via

Você precisa cogitar Hvar como seu próximo destino de férias

Hvar é a quarta maior das ilhas da Croácia, com 300 km² de extensão. Há muito sol e ainda assim, chove o suficiente para os belos campos de lavanda, alecrim, sálvia, manjerona, tomilho e vinhas permanecerem cuidadosamente cultivados. Por esta razão, na primavera, a ilha tem cheiro delicioso de uma grande horta.

Os hoteleiros locais se orgulham do clima consistentemente bom do local, tanto que, se houver mais de quatro horas de chuva por dia, oferecem uma redução na estadia e se nevar, a hospedagem é gratuita.

Hvar vem ganhando reputação de destino de luxo na Croácia. Isso porque em parte se trata de um local caro comparado com alguns outros destinos, mas também porque é a escolha de muitos famosos que navegam pela ilha em seus maravilhosos iates. Nos últimos anos, o príncipe Harry, Jay-Z e Beyoncé passaram pela ilha.

* Imagens: Reprodução/fonte:via

O surpreendente lago a 30 minutos de Budapeste onde ainda vivem cerca de 70 famílias

Quem mora no interior do Brasil já deve ter passado as férias em lagos artificiais, formados com a inundação criada pelas usinas hidrelétricas. Na falta de uma praia mais próxima, é uma ótima opção para passar o verão e não é raro encontrar belas casas em suas margens ou barcos e jet skis navegando pelas águas calmas. Mas ainda que nossos lagos tenham seu charme, nenhum chega perto desta preciosidade localizada na Hungria.

Apenas 2km ao sul da capital Budapeste, o Lago Kavicsos era, originalmente, uma pedreira. Mas aproximadamente 20 anos atrás as atividades foram encerradas e a natureza tomou conta. A água da chuva e pequenos afluentes inundaram a cratera, dando origem a esse encantador destino.

Apesar do fácil acesso pelas estradas ou trem (está a apenas 30 minutos do centro da capital), poucas pessoas vivem nesse cartão postal. Aproximadamente 70 famílias chamam o Lago Kovicsos de casa, enquanto o restante das moradias são residências de veraneio ou base para pesca. Um verdadeiro desperdício, não acham?

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Todas as imagens © Alexander H. Szabo/Aerial National Police/fonte:via

Por que a Namíbia pode ser um dos destinos mais inesquecíveis

A Namíbia, país africano que faz fronteira com a África do Sul, Angola, Zâmbia e Botswana, é um destino pouco explorado pelos turistas. Esse, inclusive, é um dos motivos pelo qual você deveria considerar visitar o país nas suas próximas férias.

Com pouco mais de 2,4 milhões de habitantes, a língua oficial da Namíbia é o inglês, apesar de ser a menos falada, já que inúmeros outros dialetos locais são usados pela população. Com clima bastante seco, o país tem a segunda menor densidade demográfica do mundo, atrás apenas da Mongólia.

Entre os principais atrativos, está o Deserto da Namíbia, conhecido como Sossusvlei, que é considerado o mais antigo do mundo. No local, é possível encontrar enormes dunas douradas de quase 400 metros de altura, e algumas das paisagens mais inesquecíveis que você provavelmente verá na vida. Há também o Fish River Canyon, o segundo maior canyon do mundo, atrás apenas do Grand Canyon, nos Estados Unidos. Além de ser um lugar incrível, ele se torna ainda mais mágico já que não está lotado de turistas, como o seu irmão norte-americano.

Além disso, o país também é famoso por seus safáris. O mais famoso é o Etosha National Park, que conta com ótimos passeios e com a vantagem de ser menos disputado que os safáris da África do Sul e da Tanzânia, por exemplo. Outra vantagem é o fato da Namíbia ser considerada um dos países da África mais seguros para os viajantes, além de manter acordos bilaterais com o Brasil, não sendo necessário visto de entrada e com um processo de imigração bastante simples.

Já com relação a estadia, é possível encontrar locais para todos os bolsos. E se sua intenção for ficar em um hotel de luxo, pode ter certeza que irá desembolsar muito menos do que se estivesse na África do Sul. Para chegar até lá, não existem voos diretos do Brasil, sendo necessário fazer uma escala em algum outro país africano. E a melhor época para ir é entre abril e junho, quando as chuvas são bem escassas e o número de turistas ainda mais reduzido. Tá esperando o que para comprar as passagens?!

Imagens © Travel Butlers/Divulgação/fonte:via

Por que você precisa conhecer Bom Jardim da Serra, em SC

Bom Jardim da Serra, cidade localizada em Santa Catarina, não possui a fama de Florianópolis, Camboriú ou Garopaba, destinos adorados pelos turistas no estado, mas sem dúvida merece destaque. Conhecida como “capital das águas”, o município possui 35 cachoeiras com pelo menos dez metros de altura e 14 nascentes de rios em seu território.

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Com pouco mais de 4 mil habitantes, Bom Jardim da Serra é praticamente a porta de entrada da Serra Catarinense. Muitos turistas chegam à região através da cidade, após percorrer as curvas da Serra do Rio do Rastro e chegar ao mirante que oferece uma vista deslumbrante de 1000 metros acima do nível do mar.

A Serra do Rio do Rastro é um dos principais cartões-postais de Santa Catarina. Sua estrada, que liga o litoral à região serrana do estado, tem quase 300 curvas e, ao mesmo tempo que desafia os motoristas, deixa maravilhados quem por ali passa por conta de suas deslumbrantes paisagens.

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Bom Jardim da Serra vale ser visitada durante todo o ano, mas a cidade consegue ficar ainda mais atraente no inverno, pois as temperaturas despencam. Seu cânion, que possui 1450 metros de profundidade, em alguns anos chega até mesmo a ficar coberto por uma camada de gelo fino.

Outros pontos de interesse na cidade são o Cânion das Laranjeiras, com 1520 metros de profundidade, é tido como o mais bonito, o Cânion da Ronda (1485 metros) e o Cânion do Funil (com 1590 metros).

* Imagens: Reprodução/fonte:via

Nojentas bolas de meleca amarela aparecem em praia francesa

Quem frequentou as praias do norte da França nesta última semana se deparou com uma visão estranha. Centenas de pedaços de espuma amarela que parecem ter sido arrancada de um colchão gigante estão espalhadas por quilômetros de areia, de acordo com a Associação Sea-Mer, uma ONG que protege o litoral da poluição.

Autoridades francesas dizem que o material não parece ser perigoso e que amostras foram enviadas para análise no Center for Documentation, Research and Experimentation on Accidental Water Pollution, que deve anunciar os resultados em uma semana.

O presidente da Associação Sea-Mer, Jonathan Hénicart, diz que até que os resultados saiam, é melhor que ninguém encoste no material misterioso. “Ele parece ter vindo de um produto do petróleo. Poderia ser de um produto de poliuretano normalmente usado na construção. O cheiro é de parafina”. Hénicart acrescenta que o material é oleoso.

Uma hipótese é que o material pode ter vindo do óleo quente do exaustor de algum navio, que depois congelou quando se misturou à água gelada do mar.

O Canal da Mancha, onde a meleca foi vista, tem trânsito pesado de navios de carga. Como resultado, coisas estranhas acabam chegando às praias. No último mês de maio, uma substância parecida com cera apareceram nas praias de North Yorkshire, na Inglaterra. Esse material ceroso derreteu no sol e se misturou com a areia e outros poluentes, criando o maior problema para a equipe de limpeza das praias inglesas.Fonte: [via] [Live Science]

 
 

Conheça o verme marinho bizarro que possui cerdas douradas brilhantes

Esse é o Eulagisca gigantea, um verme marinho de 20 centímetros de comprimento que vive nas águas do Oceano Antártico.Ele tem um corpo oval rodeado de cerdas douradas brilhantes, e dentes afiados que ficam escondidos em sua faringe.

A criatura incomum pertence a uma classe de vermes chamados de poliquetas, também conhecidos como vermes de cerdas (seu nome significa “muitas cerdas” em latim). De acordo com o Instituto de Pesquisa do Aquário de Monterey Bay, tais cerdas têm uma variedade de usos. Por exemplo, os vermes podem as utilizar para nadar, para rastejar no chão do oceano, ou até para se defender.

Faringe retrátil

Apesar deste verme ter sido descoberto pela primeira vez em 1939, pouco se sabe sobre os seus hábitos e biologia.O que parece ser uma “cabeça” nas imagens é na verdade uma faringe retrátil que geralmente fica alojada dentro do seu corpo, como em outros vermes marinhos poliquetas.

Quando o animal se alimenta, esta seção de sua garganta se estende para fora, a um comprimento de cerca de 5 centímetros.Os dentes afiados sugerem que o verme é um predador que se alimenta de outros animais, ou então um “carniceiro” que se alimenta de restos no fundo do oceano.

A foto abaixo mostra um espécime encontrado no Oceano Antártico em uma profundidade de 520 a 670 metros:


Os poliquetas

Os vermes poliquetas existem em uma variedade de tamanhos e cores, e são distribuídos em uma variedade de habitats – de ambientes extremos, como aberturas hidro termais, a piscinas de maré rasas e recifes de corais.Os cientistas até agora descreveram 80 famílias e 8 mil espécies, mas pode haver muitos mais.

Na verdade, os pesquisadores usaram recentemente análises de DNA para estimar que deve haver mais de duas vezes mais espécies de vermes marinhos nos oceanos do que suspeitávamos anteriormente.

O E. gigantea e outros vermes marinhos parecem estranhos aos nossos olhos, mas provavelmente desempenham um papel vital nos ecossistemas oceânicos e podem nos ajudar a compreender melhor a vida nas profundezas.

Fonte:[via][LiveScience]

Garoto de nove anos tropeça, cai e descobre fóssil de um milhão de anos

Quando um fóssil de um milhão de anos é descoberto, isso é sempre motivo de orgulho para a comunidade científica. Recentemente, no entanto, um destes achados foi encontrado por um menino de apenas 9 anos de idade.

Jude Sparks estava passeando com a família na cidade americana de Las Cruces em novembro, quando tropeçou e caiu. Já no chão, ele se deparou com um objeto de formato incomum, semelhante a uma mandíbula.

Na ocasião, os pais do garoto, Michelle e Kyle Sparks, acharam o formato da ossada semelhante ao de um elefante e tiraram uma fotografia para pesquisar mais em casa, mas perceberam que se tratava de outro animal, segundo noticiou o The New York Times. Foi então que os pais resolveram enviar um e-mail ao professor de biologia da universidade do estado do Novo México Peter Houde, que reconheceu o dono da carcaça: um animal que havia sido extinto há muito tempo, o Stegomastodon.

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O Stegomastodon é considerado como um parente distante dos elefantes. De acordo com Houde, o animal ao qual a mandíbula pertencia provavelmente viveu na região há cerca de 1,2 milhões de anos.

Foto © NMSU/Andres Leighton

O vídeo abaixo (em inglês) conta mais detalhes sobre essa história:

Fonte: [via][NYTimes]