Este homem quer transformar um navio de cruzeiro em lar para sem-teto

Apenas no Brasil, 33 milhões de pessoas não têm onde morar. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) revela que entre 2016 e 2017, subiu em 1,4% o número de invasões no país.

Nos Estados Unidos e Europa o cenário não é diferente e acaba se agravando pela postura anti-imigratória de governantes como Donald Trump, que insistem na aplicação de medidas discriminatórias para evitar o desembarque de famílias em situação de vulnerabilidade social.

No caminho contrário, Kenneth Capron está determinado em pensar métodos eficazes para auxiliar a vida dos sem-teto. Durante fala no conselho da cidade de Portland, nos Estados Unidos, o rapaz revelou a existência de um projeto que pretende transformar em lar um navio de cruzeiro abandonado.

“Estamos de olho nas pessoas sem-teto, com baixo poder aquisitivo e imigrantes que precisam de uma casa. Eles necessitam de oportunidades de emprego e treinamento. Por isso, pretendemos oferecer tudo isso dentro do navio”, ressaltou.

Assim que conseguiu permissão de representantes da prefeitura do município, Capron viabilizou a injeção de 250 mil dólares feita pela Fundação Robert Wood para estimular os estudos que transformarão o navio em casa.

Por hora, o navio de cruzeiro não é visto como uma solução definitiva, entretanto seu valor se dá pelo fato de poder proporcionar abrigo para os que precisam com urgência. Portland registra um déficit habitacional de 1 mil unidades e o navio pode oferecer pelo menos 800 apartamentos e serviços de apoio social.

“Não sei se esta é a ideia mais louca ou mais brilhante que já ouvi. Porém, o que mais me atrai é o aspecto criativo para conseguir uma saída para este problema crônico”.

Foto: Reprodução/fonte:via

Anúncios

Mãe vira escudo humano para proteger bebê durante tempestade de gelo

Uma mãe passou por poucas e boas para garantir a segurança de sua pequena filha. Fiona Simpson estava dirigindo em Kingaroy, na Austrália, com a bebê  e a avó quando uma das janelas do carro acabou estilhaçada.

O vidro não resistiu a força dos ventos provocados por um tornado e se partiu. Com isso, a bebê ficou exposta ao frio, vidro e gelo. Fiona não pensou duas vezes e para protegê-la, a mãe envolveu a criança em seu corpo, se transformando em um verdadeiro escudo humano.

“A janela desapareceu, deixando pedaços de vidro espalhados pelo carro. Eu tirei meu cinto de segurança, sentei no banco de trás e fiquei em cima dela esperando a tempestade cessar”, declarou ao jornal Ten Daily.  

Com queimaduras provocadas pelas pedras de gelo (algumas do tamanho de uma bola de tênis), Fiona disse não ter tido tempo para sentir dor.

“Eu não podia focar na dor. Só tinha tempo de permanecer sobre a bebê e protegê-la. Não houve tempo para pensar em outra coisa”, finalizou. Apesar dos esforços da mãe, a criança acabou machucando a cabeça sem gravidade.  

Fotos: Reprodução/fonte:via

Mãe diz que filho não arruma ‘dates’ por conta do feminismo e acusações de assédio; internet não perdoa

Apesar das boas intenções, a ingenuidade de uma mãe, temperada com pitadas de conservadorismo e uma boa porção de desconhecimento a respeito do que é o movimento #MeToo nos EUA e a afirmação feminina em denúncia contra os abusos sexuais fez de um post que visava “divulgar” as qualidades de seu filho solteiro uma isca perfeita para a fábrica de memes que é a internet. A mãe claramente também não sabia como a internet funcionava, e seu post original se transformou na matéria prima para uma hilária onda de memes.

No post, a mãe compartilhou uma foto do filho em um uniforme da marinha, com a seguinte legenda: “Esse é meu filho. Ele se formou em primeiro, ganhou um prêmio na United Service Organization, foi o primeiro na escola. Ele é um cavalheiro e respeita as mulheres. Ele não sai para encontros pelo atual clima de falsas acusações sexuais por feministas radicais com um machado prontas para destruir”. EU VOTO #HimToo” e, no lugar da hashtag #MeToo, que no movimento significa “eu também”, como alguém que também sofreu abusos, ela criou uma nova: #HimToo, ou Ele também. Ao invés de responder com agressividade, a internet percebeu a ingenuidade da mãe, e respondeu com humor, replicando o mesmo texto escrito pela mãe, com imagens diversas e bem humoradas.

Ao fim, o próprio Pieter Hanson, o marinheiro em questão, respondeu da melhor maneira possível – e a história se completou bem sucedida, com o deboche peculiar ao mundo virtual resolvendo o hilário dilema original. “Essa é minha mãe. Às vezes pessoas que amamos fazem coisas que nos machucam sem perceber. Vamos contornar isso. Eu respeito e acredito nas mulheres, e nunca apoiaria um movimento #EleTambém. Eu sou um orgulhoso veterano da marinha, e Twitter, seu jogo de memes foi perfeito”, respondeu – para alegria da internet, que concluiu com precisão e carinho: “Agora você é NOSSO filho”, disse um post.

© fotos: reprodução/fonte:via

Projeto dá novos e positivos usos para gaiolas apreendidas da caça ilegal

 

Você provavelmente concorda que a caça ilegal de animais deve ser combatida e que é importante libertar os animais enclausurados para prazer humano, certo? Mas já parou para pensar no que fazer com as gaiolas que (ainda bem) ficam vazias depois disso?

A questão foi levantada no Grupo de Escoteiros de Treviso, uma cidade de Santa Catarina. Foi assim que nasceu o projeto “Quem ama deixa voar”, em parceria com a Polícia Militar Ambiental do estado e com o Instituto do Meio Ambiente.

Em conjunto com o ateliê Maria Lamparina, os escoteiros pegam as gaiolas, que antes estavam abandonadas em depósitos, e as transformam em luminárias, porta-velas, floreiras, comedouros para animais, jardins suspensos ou o que mais a imaginação permitir.

As gaiolas reformadas serão expostas na praça da cidade e posteriormente distribuídas em estabelecimentos comerciais de Treviso, para que sua utilidade seja permanente.

Além do aspecto lúdico da transformação dos materiais, é uma ação de conscientização ambiental importante para as crianças e adolescentes do Grupo de Escoteiros, que, antes de colocar a mão na massa, recebem explicações sobre as origens das gaiolas apreendidas e a importância de preservar a vida silvestre.

Fotos via Maria Lamparina /fonte:via

Conheça Jenny Saville, a nova artista mulher mais cara do mundo

Aos 48 anos, a pintora britânica Jenny Saville acaba de vender o quadro mais caro de uma artista mulher viva. Trata-se de “Propped”, que em tradução livre significa algo como “apoiado”, um retrato de uma mulher nua, vendido em leilão por 9.5 milhões de libras – cerca de 47 milhões de reais. A pintura em óleo foi vendida na casa de leilão Sotheby’s, e como é costume nas obras de Saville, mostra uma versão um tanto grotesca do corpo humano.

“Eu pinto a carne pois sou humana”, diz Saville. “Se você trabalha com tinta óleo, como eu, acontece naturalmente. O corpo é a coisa mais linda para se pintar”. Ligada ao grupo conhecido como Young British Artists, de nomes como Sarah Lucas e Damien Hirst, que surgiu com força na cena britânica dos anos 1990, seu olhar sobre o corpo humano, sempre retratado em desproporções e deformações de imensa força simbólica, faz com que Saville seja colocada na tradição de pintores como Lucian Freud.

 

O quadro “Propped” seria uma reconstrução de sua imagem no espelho, como uma crítica às convenções de beleza e de tamanhos do corpo.

Ainda que o momento seja definitivamente positivo para artistas mulheres no mundo da arte, a comparação do valor pago pelo quadro de Saville como o mais alto preço de uma obra feita por uma mulher viva é muito reduzido diante da obra mais cara de um artista homem vivo: pela escultura “Balloon Dog”, de Jeff Koons, o leilão alcançou em 2013 o valor de 36.8 milhões de libras – o equivalente a cerca de 183 milhões de reais.

© fotos: reprodução/fonte:via

Sonhar em sair viajando sem destino em uma van? Então se inspire nesse Instagram

Largar tudo, encher uma van com somente o fundamental, pegar a estrada e viajar sem destino é o sonho de muitos e a realização, no entanto, de poucos. As dificuldades financeiras, os compromissos, os perrengues possíveis e todas as adversidades que tal aventura pode trazer costumam embarreirar esse sonho, e o perfil Project Van Life, ou Projeto Vida na Van (em tradução livre) posta fotos no Instagram para justamente manter acesa a chama de quem deseja viver na estrada.

A ideia é inspirar os nômades a viver essa vida na van, e mostrar as maravilhas e durezas de topar fazer da vida essa aventura. Trata-se de uma verdadeira comunidade de nômades, representada pelas belas fotos que ilustram a conta, e que nos provocam a botar o pé na estrada sem hora pra voltar nem lugar pra chegar.

© fotos: Instagram/fonte:via

O barco movido a energia solar que é também um coworking para aventureiros

O sucesso de diversos espaços de coworking se dá justamente pela iniciativa de transformar espaços de trabalho em locais mais agradáveis e humanos. E se os melhores locais de coworking trazem um pouco da natureza para nossa antiga noção de “escritório”, o mais novo projeto de local de trabalho colaborativo leva essa máxima a novos patamares: que tal trabalhar em pleno mar? É essa a proposta do Coboat, um barco oferecendo espaço não só de coworking, mas de coliving, para além de trabalhar à deriva, se aplicar em diversas atividades oferecidas pelo serviço.

Além de ser equipado com wi-fi, o Coboat oferece yoga, aulas diversas e mergulho monitorado em seu pacote. Segundo o cofundador Gerald Schömbs, o projeto é mais um “acampamento de coworking” e colaboração, e melhor: o Coboat é todo movido por energia solar. Há também um equipamento no barco que transforma a água do mar em água potável através da dessanilização. A capacidade do barco é de até 20 pessoas por vez.

O Coboat já saiu de diversos portos do mundo, como a Tailândia e as Maldivas, e em novembro percorrerá a Espanha, Sardinha e Grécia. O preço não é barato: uma semana no barco sai por cerca de 2.500 reais. A colaboração, o encontro com pessoas do mundo todo, e a experiência de trabalhar em cenários espetaculares, porém, vale ouro.

© fotos: reprodução/fonte:via