Grupo de pescadores salva raposa faminta ilhada em bloco de gelo

A equipe de pescas liderada por Alan Russell teve uma surpresa ao navegar pelas águas próximas a Labrador, no Canadá: a sete quilômetros da costa, eles perceberam algo se mexendo sobre um bloco de gelo no meio do mar.

Ao se aproximar, o grupo percebeu que se tratava de uma raposa-do-ártico, completamente ensopada e tremendo de frio. Os pescadores decidiram fazer o possível para resgata-la, mas o animal estava com medo e não deixava que eles se aproximassem.

A solução foi usar o barco para quebrar o iceberg e tirar a raposa da água usando uma rede de pesca. Já a bordo, colocado em uma caixa de plástico, o bichinho continuava recusando a ajuda dos humanos e não aceitava a comida que eles ofereciam.

Ao chegar ao porto, o grupo de Alan Russell comprou serragem e colocou na caixa da raposa, ajudando-a a se secar. E descobriram um alimento que ela aceitaria: salsichas do tipo Viena.

De acordo com Allan, que tem anos de experiência pescando na região, ele nunca havia visto um animal terrestre tão longe da costa. O canadense acredita que a raposa está procurando por comida quando foi surpreendida pelo gelo se quebrando, e acha que ela não sobreviveria por muito tempo se não fosse resgatada por seu grupo.

A equipe de pesca continuou cuidado da raposa por alguns dias, dando comida e observando como ela ficava mais forte e ativa. Foi quando decidiram leva-la a seu habitat e devolve-la para a natureza. Da última vez que a viram, ela estava correndo sem parar, feliz por estar em terra firme novamente.

Fotos via Allan Russell/fonte:via

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Banksy começa série de grafites em Paris sobre crise dos refugiados

Através de sua conta no Instagram, o mais famoso e misterioso grafiteiro do mundo confirmou serem de sua autoria dois novos trabalhos que apareceram nas ruas de Paris. Banksy postou as imagens e, na legenda de outra imagem, ainda explicou em parte a razão de ter decidido por tomar as ruas da capital francesa: “50 anos dos levantes de 1968 em Paris. O local de nascença da arte do estêncil moderna”. Como de costume, os novos grafites de Banksy tocam sem dó e com força em algumas das mais profundas chagas sociais e políticas da cidade – em especial, na questão dos imigrantes e refugiados.

Um intenso apoiador da causa imigrante, Banksy em seus novos trabalhos aponta para os paradoxos e problemas da dura política de imigração francesa. No primeiro, uma criança negra cobre com um padrão de estampa uma suástica, tendo a seus pés um saco de dormir e um ursinho. Esse trabalho foi feito próximo a um abrigo para refugiados que foi recentemente fechado. No outro, o artista realiza um pastiche de um histórico quadro de Napoleão sobre um cavalo – mas com o imperador francês coberto por uma túnica vermelha.

Um terceiro trabalho também já foi confirmado, dialogando diretamente com o tributo à Maio de 1968 – mas sempre com o olhar crítico inclemente do artista. Debaixo de uma inscrição em que se lê “1968”, o seu tradicional rato veste um laço na cabeça como o da Minnie Mouse, e usa o “8” do ano deitado como as orelhas da ratinha da Disney. Outros trabalhos que surgiram recentemente em Paris ainda estão para serem confirmados.

© fotos: Instagram/reprodução/fonte:via

Arqueólogos encontram fábrica de cerveja de 4,5 mil anos no Egito

Sábios e pioneiros em tanta coisa, os antigos egípcios eram grandes engenheiros e sabiam bem o que era preciso para realizar suas impressionantes construções – inclusive o que era necessário para manter bem e produtivos os milhares de trabalhadores que as colocavam de pé. E entre alimentos e mantimentos em geral, para levantar pirâmides os trabalhadores também precisavam de cerveja. Para a construção da pirâmide de Miquerinos – uma das três pirâmides de Gizé – em homenagem ao faraó Menkaure, entre as instalações da obra havia justamente uma fábrica de cerveja.

Dentre as estruturas, que datam de 2490 a.C a 2472 a.C, em uma instalação descoberta funcionava uma espécie de sede onde sacerdotes e altos funcionários do governo coordenavam a fabricação de pães e cerveja à época da construção da pirâmide. A confirmação de tal função se deu através das ferramentas encontradas no local. As instalações fazem parte de um grande complexo que servia como um porto à beira do Nilo, por onde as provisões e mantimentos chegavam.

A outra parte do complexo descoberta funcionava uma sala especial para a contenção e o abate de animais. Para alimentar os trabalhadores e manter a monumental construção funcionando era fundamental haver um porto, para que mercadorias e materiais pudessem vir com eficácia de todo o Egito e do leste do Meditarrâneo. A cerveja, no entanto, era fabricada no próprio local, e era oferecida como parte fundamental do cardápio dos trabalhadores, em sua maioria escravizados, que colocaram as pirâmides de pé. A descoberta e a coordenação das instalações foi feita pela Associação de Pesquisa do Egito Antigo.

© fotos: reprodução/fonte:via

Reconstrução 3D mostra como era rosto do imperador romano Júlio César

Muito se sabe sobre os feitos, a vida e a morte do imperador romano Júlio César. Um dos mais importantes líderes na transformação da república romana em um império, César foi um dos maiores líderes militares da história, expandindo o império, realizando reformas sociais e políticas e transformando Roma para sempre. Assumiu e governou o império como um ditador de 44 a.C a 49 a.C, e terminou sua vida assassinado a facadas por uma facção de senadores romanos. Apesar de ter sua vida detalhadamente contada em incontáveis biografias, um elemento básico sobre o imperador ainda não havia sido devidamente investigada até pouco tempo: como era exatamente seu rosto.

Registros imprecisos, como estátuas, pinturas e retratos em moedas indicavam historicamente como era a feição de Júlio César, e foi através de tais registros que um grupo de arqueólogos holandeses decidiu recriar o rosto dessa imensa figura histórica em 3D. Escaneando bustos, moedas e imagens, os arqueólogos Tom Buijtendorp e Maja d’Hollosy criaram a base para a feitura de um modelo em argila e silicone.

E assim se concluiu o rosto de um homem de cabelos grisalhos, olhos pretos, e um curioso formato de cabeça, com uma espécie de saliência – debate-se se tal característica seria fruto de um parto em cesariana, ou se o formato seja por causas naturais, como acreditam os arqueólogos holandeses.

Segundo Maja, a expressão séria e pouco amigável no modelo criado é proposital: “Ele era um general cujo trabalho era líder com cadáveres”, disse a arqueóloga.

© fotos: reprodução/fonte:via

Artista cria paisagens surrealistas que vão bugar sua mente

Inspirado por pintores surrealistas e armado com o Photoshop, Justin Peters edita fotografias coletadas na internet para criar mundos paralelos e oníricos. Entre colagens digitais e imagens naturais, o artista, que estuda design gráfico em Stuttgart, na Alemanha, consegue criar uma outra dimensão.

Segundo ele, “tudo é possível quando você abre a sua mente”. Nada é esperado e tudo é surpreendente em cada nova colagem. Seu trabalho desafia a lógica, criando uma beleza estranha e rica de elementos. Confira:

Arte: Justin Peters/fonte:via

Fauna e flora inspiram tatuadora a misturar cores e criar desenhos únicos

Com um interesse de muitos anos na flora e fauna, a artista Emily Kaul, de Portland, é especializada em “arte em aquarela inspirada em nosso maravilhoso mundo natural”. Originalmente, esse interesse culminou em uma coleção de obras em papel. Eventualmente, Emily voltou sua atenção para a arte corporal, transformando seus próprios desenhos inspirados na natureza em tatuagens expressivas e empoderadoras.

A decisão de passar a tatuar temas da natureza foi moldada por sua mudança para o Havaí. Enquanto vivia na Ilha Grande, ela fez sua primeira tatuagem, uma experiência que revelou a ela “o imenso poder que essa forma de arte poderia trazer”. Interessada em apresentar outras pessoas a essa experiência fortalecedora, ela decidiu entrar para a nova profissão quando voltou ao Noroeste do Pacífico, onde ela “criaria um espaço onde as pessoas pudessem abraçar totalmente o seu verdadeiro eu com tatuagens como meio de expressão”.

Com um senso de equilíbrio e uma abordagem diferente para o design, cada tatuagem de Emily apresenta um esboço preto de uma planta ou animal em um cenário de tons combinados. Inspirados pela aquarela, esses círculos adicionam cores aos delicados desenhos de linha sem dominá-los. A artista espera que seus projetos harmoniosos “curem, inspirem e capacitem” seus clientes com sua beleza estética e suas qualidades expressivas.

Confira algumas imagens:

Fotos: @emily_kaul /fonte:via

Catisfaction #2: delicie-se com essas fotos de gatíneos ronronantes

A fotógrafa italiana Marianna Zampieri passa muito tempo tirando fotos apaixonantes de gatos. Depois de 6 anos nesta função, ela se tornou muito boa em registrar esses felinos. Ela ficou conhecida por seu projeto “C-AT Work”, que mostra gatos carinhosos que vivem em locais de trabalho, e agora segue com “Cats in Venice”, que se tornou um livro em abril de 2018.

“Durante esses anos, eu conheci uma enorme quantidade de gatos incríveis, cada um com diferentes qualidades e comportamentos. Eu sempre tentei pegar expressões de satisfação de gatos, ou “Catisfaction” (Gatisfação fica péssimo, mas é só uma tentativa de tradução) como eu gosto de chamar, uma espécie de cara ou sentimento feliz”, conta. “Isso é o que eu mais gosto, quando os gatos mostram algum tipo de felicidade. Muitas pessoas dizem que os gatos não sorriem como os cães… Bem, esta é a prova de que os gatos podem sorrir também!”

A fotógrafa fez uma seleção de fotos de diferentes projetos de gatos que, para ela, resume o que seria Catisfaction. “Eu não sei se eles estão realmente felizes ou não, mas seus rostos em alguns momentos de relaxamento quando eles estão realmente curtindo carinhos me fazem sorrir e me dão uma sensação de paz”.

Conheça o trabalho:

Fotos: Marianna Zamperi/fonte:via