Cutie & a besta: Menina e Doberman fazem tudo juntos e sĂŁo grandes amigos.

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Este cutie e a besta sĂŁo os adorĂĄvel trĂȘs-ano-velho Siena e “Buda” seu Doberman de dois anos. O casal incomum foram ganhando popularidade na mĂ­dia social atravĂ©s das fotos de suas palhaçadas, e porque muitos consideram um Doberman para ser um companheiro incomum para uma garotinha.
“Dobermans tambĂ©m sĂŁo conhecidos como“CĂŁes Velcro”,” Tara Prucha, mĂŁe do Siena, disse hoje. “Eles sĂł querem estar com seu um humano. E ele obviamente escolheu minha filha. Estamos muito felizes com a atenção que Buda estĂĄ recebendo. As pessoas estĂŁo vendo quĂŁo doce e suave que pode ser”.
 
“Ela nĂŁo tem um Ășnico brinquedo ou um conjunto de peça que ela adora” disse a mĂŁe do Siena
“Para ela, que Ă© Buda,” a famĂ­lia Doberman
Siena tem Buda depois seu Chihuahua, coelho, foi morto em um acidente
A famĂ­lia considerada ter um cĂŁo de um abrigo
Finalmente, eles decidiram em um Criador: “porque nĂłs temos uma criança muito jovem e entender as vĂĄrias questĂ”es genĂ©ticas que a raça pode ter, preferimos conhecer a histĂłria completa do nosso novo membro da famĂ­lia”
“Estamos muito felizes com a atenção que Buda estĂĄ ficando”
“As pessoas estĂŁo vendo quĂŁo doce e suave que pode ser”
Siena e Buda sĂŁo inseparĂĄveis e fazem tudo juntos
Eles dormem juntos
Eles fazem uns dos outros, unhas

Video

Eles tocam piano juntos
Este par de divertimento-loving jå ganhou os coraçÔes de mais de 100 mil pessoas no Instagram

AgĂȘncia hospeda clientes em tendas de luxo temporĂĄrias e personalizadas em qualquer lugar do

A imagem pode conter: céu, montanha, nuvem, atividades ao ar livre e natureza

Se antes as hospedagens de luxo limitavam-se a hotĂ©is em determinados pontos dos destinos turĂ­sticos, a agĂȘncia de luxo Black Tomato estabelecida em Londres veio com uma promessa de mudança: oferece agora um serviço que permite aos endinheirados planejar suas prĂłximas fĂ©rias em, literalmente, qualquer lugar do mundo, contando que nĂŁo se importem em dormir em tendas.

Chamado de Blink, o serviço ultra personalizado providencia acomodaçÔes temporĂĄrias e staff para montar acampamentos ultra luxuosos em diversos cantos do globo. Os preços dependem do destino da viagem, mas variam em torno de $10,964 por pessoa para trĂȘs noites em Marrocos, a $29,600 por pessoa numa viagem de quatro noites para a BolĂ­via. Veja aqui como funciona:

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Fotos: reprodução

FotĂłgrafo revive a histĂłria de Lisboa retratando as incrĂ­veis fachadas das lojas da cidade

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O fotógrafo Sebastian Erras viaja observando muito mais do que as paisagens e os óbvios pontos turísticos de cada lugar por onde passa. Com um olhar atento aos detalhes, ele se deu conta de quão interessantes e bonitas podem ser as fachadas das lojas espalhadas pelo mundo. Foi assim que nasceu o projeto ‘re-tale’ que já passou por Paris, Milão e, recentemente, Lisboa.

O objetivo das fotos é dar voz a esses tradicionais espaços, destacando a criatividade, o caråter e os valores do passado que permanecem vivos. Erras captura fachadas vibrantes, janelas ecléticas, letreiros vintage e os detalhes ornamentados existentes em vårios estabelecimentos. Na imagem ele ainda clica os donos de cada loja orgulhosamente posicionados em frente a seu universo particular.

Em Lisboa, suas lentes registraram artesĂŁos, jovens designers, barbeiros, restauradores e outros trabalhadores orgulhosamente apresentando suas lojas a moradores e estrangeiros.

Veja algumas das fotos e as breves histĂłrias de seus proprietĂĄrios ou gerentes:

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Lubelia Marques, gerente de Portugal da joalheria Tous, à porta da loja da marca

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JoĂŁo Silva, um dos donos da mais famosa cafeteria de Lisboa

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O gerente José Antonio Almeida posa na entrada de seu estabelecimento

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Alfredo Sampaio enxerga as muitas histĂłrias que estĂŁo conectadas Ă  sua joalheria

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O Gerente Pedro Castro e Silva posa em frente de sua livraria

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ClĂĄudia Marques e seu avĂŽ dĂŁo boas vindas aos clientes de sua loja de roupas masculina

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Como gerente da histórica loja de uniformes, Maria da Conceição BulhÔes Lampreia ouve muitas histórias

* Todas as fotos: Reprodução

Espetacular vĂ­deo de beija-flores flutuando em cĂąmera lenta

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Como os beija-flores conseguem pairar no ar? Nesse vĂ­deo vocĂȘ pode ver em cĂąmera lenta como estas aves incrĂ­veis conseguem parar no ar de forma Ășnica. Para terem este formato de voo fantĂĄstico, os beija-flores tiveram que mudar a estrutura de suas asas e a forma que eles as batem no ar. O doutor Douglas Altshuler, da Universidade da Columbia BritĂąnica, no CanadĂĄ, estuda como estas adaptaçÔes fisiolĂłgicas influenciam no fato das aves planarem.

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Usando cùmeras de alta velocidade, ele filmou as aves no ar, para gravar a mecùnica do voo nos mínimos detalhes. No vídeo abaixo, ele consegue diminuir a velocidade da batida de asas dos beija-flores em até cerca de 40 vezes, para ver o que exatamente acontece.

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A maioria das aves bate suas asas para cima e para baixo. Os beija-flores, entretanto, fazem um movimento quase giratĂłrio com as suas asas, para frente e para trĂĄs. Eles giram suas asas entre cada batida, gerando a sustentação que os mantĂȘm no ar. Fazendo isso em alta velocidade, eles geram uma força muito grande em suas asas.

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Para fazer isso, os ossos dos beija-flores possuem uma estrutura especial. O osso do “braço” da ave Ă© encolhido, porĂ©m o osso da “mĂŁo” Ă© alongado, dando suporte a grande parte da estrutura da asa. Veja no vĂ­deo abaixo as incrĂ­veis imagens em cĂąmera lenta.

 

Como uma das cidades mais perigosas dos EUA estĂĄ ganhando novos rumos atravĂ©s da arte

energias em prol de boas causas. É o que acontece atualmente em Detroit, no Estados Unidos, que sofreu com o processo pĂłs-industrial e os ĂȘxodos, deixando a população fragilizada socialmente. Com um projeto de reuso do lixo, a cidade tem tomado novos rumos e formas, dando inĂ­cio a um ciclo de vida diferente, artĂ­stico e muito mais agradĂĄvel.

Durante 10 anos, entre 2000 e 2010, a capital de Michigan passou por grandes mudanças, como a ida de cerca de 25% da população para outras cidades. Assim houve o declĂ­nio econĂŽmico e consequentemente o abandono de casas, fĂĄbricas e empresas, que ficaram fadadas a deterioração. Com a economia ruim, a violĂȘncia e o crime acabaram aumentando, piorando ainda mais o problema.

Mas eis que surge alguĂ©m disposto a reverter este cenĂĄrio. O artista Tyree Garton deu inĂ­cio, em 1986, ao The Heidelberg Project, que ocupava parte de sua vizinhança com objetos e outros itens resgatados do lixo, promovendo o reuso de materiais e a transformação de espaços pĂșblicos. A ideia se expandiu entĂŁo para toda a cidade com a criação de fachadas artĂ­sticas nos edifĂ­cios, limpeza de terrenos baldios, que se tornaram jardins de arte abertos a população, ampliando as cores e espaços lĂșdicos.

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Como toda boa mudança, houve um impacto positivo na mente das pessoas, que passaram a se envolver na recuperação local e trazer novos ares para Detroit. Um dos grandes resultados positivos é que a principal rua e antigo ponto de tråfico de drogas, a Heidelberg, virou um lugar onde crianças brincam à vontade e pessoas circulam tranquilamente, sem nenhum registro de crime grave. A comunidade carente foi reintegrada às açÔes artísticas e passou a ter um sentimento de pertença e a lutar pela transformação do local.

O movimento hoje Ă© bem organizado, tem colaboradores fixos, escritĂłrio, galeria e artistas residentes. É possĂ­vel fazer visitas guiadas, participar de palestras, workshops e vĂĄrios eventos promovidos por eles, mostrando que a arte enfim, venceu, resultando em cores mais bonitas e alegres em cima das marcas pesadas do passado.

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Fotos © Wigwam

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Foto: Divulgação

VĂ­deo explica por que os cĂŁes de raça adoecem tanto e os malefĂ­cios da seleção artificial

A imagem pode conter: 2 pessoas, pessoas em pé e atividades ao ar livre

Se vocĂȘ pensa que um cachorro de raça Ă© mais saudĂĄvel, forte ou mesmo mais “puro” que os chamados vira-latas, lamento lhe informar, mas vocĂȘ estĂĄ caninamente enganado. É o que mostra de forma perfeitamente ilustrada e hilĂĄria o vĂ­deo “A bizarra verdade sobre cĂŁes de raça (e porque vira-latas sĂŁo ‘melhores’)”, do canal Adam Ruins Everything (Adam estraga tudo). Nesse caso, o que Adam “estraga” Ă© justamente a ilusĂŁo de que os cĂŁes de raça sĂŁo melhores – e a razĂŁo Ă© bizarra e um tanto cruel.

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Como nĂŁo poderia deixar de ser, a culpa dessa bagunça genĂ©tica Ă© do ser humano. Grande parte das raças que hoje sĂŁo vistas como puras e melhores – e vendidas a preços exorbitantes – foi inventada ao redor dos Ășltimos cem anos, Ă©poca em que ideais de pureza de raça e eugenia estavam em alta.

A verdade, no entanto, Ă© que mesmo essas raças foram criadas de misturas que o ser humano, e nĂŁo a natureza, inventou. A nobreza inglesa do final do sĂ©culo XIX passou a manipular geneticamente e “criar” raças para competiçÔes – e esses Doutores Frankensteins simplesmente decidiram que essas seriam raças puras.

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A verdade, no entanto, Ă© que, por conta de serem obrigados a se reproduzirem somente dentro da prĂłpria raça – muitas vezes com seus prĂłprios parentes – os cĂŁes de raça sĂŁo repletos de imperfeiçÔes biolĂłgicas, doenças genĂ©ticas, sendo tais muito menos saudĂĄveis do que os cĂŁes normais, misturados, vira-latas, adaptados Ă  natureza.

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A incidĂȘncia de doenças, anomalias e tempos de vida curtos Ă© muito mais intensa do que entre os vira-latas. Basta ver, abaixo, a diferença entre o buldogue de 100 anos atrĂĄs e o que um sĂ©culo de procriação sem mistura causou ao cĂŁo.

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Buldogue, o "rei" das doenças genĂ©ticas - e a diferença de um buldogue de cem anos atrĂĄs Buldogue, o “rei” das doenças genĂ©ticas – e a diferença de um buldogue de cem anos atrĂĄs

E o pior Ă© que bastaria que essas raças procriassem entre si, misturando-se como a natureza pede, para que essas doenças, com o tempo, desaparecessem – mas aĂ­, entra o ser humano novamente: caso isso fosse permitido, eles nĂŁo mais se pareceriam com os cĂŁes de raça que nos aprendemos a amar, nĂŁo importa se eles sofram ou adoeçam. Fica difĂ­cil negar que a natureza, de forma geral, parece muito melhor sem nĂłs, seres humanos, do que com a gente.

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© fotos: reprodução

Artista brasileiro cria capas de quadrinhos inspiradas na sĂ©rie Black Mirror

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Black Mirror Ă© uma das mais intrigantes sĂ©ries do momento por fugir do lugar comum e criar versĂ”es especulativas – e bastante incĂŽmodas – da sociedade em que vivemos atualmente. Com um roteiro que aborda avanços tecnolĂłgicos e o uso – geralmente – equivocado destas novas tecnologias, a sĂ©rie faz com que as pessoas se identifiquem com as histĂłrias e levanta reflexĂ”es um tanto assustadoras sobre o caminho que estamos trilhando.

Como uma homenagem ao seriado – que estĂĄ disponĂ­vel na Ă­ntegra no Netflix – o artista brasileiro Butcher Bill, transformou os episĂłdios em ilustraçÔes. Ele usou como inspiração o estilo de quadrinhos utilizados por ilustradores americanos nos anos 70 e criou capas fictĂ­cias.

Confira o trabalho!

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Todas as imagens © Butcher Billy