Conheça Chefchaoen, a Cidade Azul que fica no Marrocos

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É fascinante descobrir lugares completamente diferente de tudo que conhecemos, e essa cidade vai te deixar curioso para visitá-la. Chama-se Chefchaoen (ou simplesmente Chaouan), fica no Marrocos e é mundialmente conhecida pelos seus edifícios e ruas azuis,que lembra muito a cidade Jodhpur azul da India.

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O hábito de pintar as casas de azul surgiu do povo judeu que morou exilado em Chaouan na década de 30. Como parte de uma tradição, eles pintavam as casas como um lembrete de que Deus e o céu estão acima de tudo. E mesmo que os judeus atualmente não sejam a maioria na cidade, a população mantém o hábito de pintar a cidade na linda cor índigo.

Etimologia

O nome berbere da cidade (Accawen ou Axauen) significa “os chifres” em berbere rifenho, uma referência aos dois picos que ladeiam a povoação, a qual está alcandorada nas suas encostas. Segundo a crença popular, o nome árabe Shifshawen procede do árabe coloquial shuf (olha) e do rifenho arabizado ashawen (axauen), mas não há evidências disso. Shawen (ou Chaouen em francês; pronúncia: “xauã”) é a forma abreviada, não oficial, do nome da cidade, a qual se chamava oficialmente Xauen em espanhol durante o protetorado espanhol.

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Clima

O clima de Xexuão é do tipo mediterrânico, frio e chuvoso no inverno e seco e temperado a quente no verão. A queda de neve é comum nas partes mais altas das montanhas, mas relativamente rara na altitude da cidade (cerca de 600 m). Não é raro registarem-se temperaturas negativas no inverno, que em 2005 chegaram a -8°C. Em contrapartida, mo verão a temperatura chega a a ultrapassar os 40°C.

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História

Xexuão foi fundada em 1471 pelos xarifes idríssida do Jbel La’lam, tendo sido povoada principalmente por mouriscos do Al-Andalus (Espanha muçulmana). Mulei Ali Ibn Rachid (também conhecido como Moulay Ali Ben Moussa Ben Rached El Alami ou Ali ibne Raxede, Barraxe nas crónicas portugueses), o primeiro alcaide, considerado o fundador da cidade, e descendente do santo Moulay Abdeslam Ben Mchich Alami e de Maomé, construiu uma pequena fortaleza que ainda hoje existe no local de uma pequena povoação berbere, para combater o avanço dos portugueses em Marrocos, que tinham acabado de conquistar Arzila e Tânger.

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Graças às suas características de reduto nas montanhas, de difícil acesso, Xexuão serviu de base a muitos ataques contra os portugueses durante praticamente um século. Mulei Ali Ibn Rachid participou em muitos ataques às praças portuguesas do norte de Marrocos, principalmente Arzila, quer sozinho quer juntamente com os alcaides de Tetuão, Larache Jazém (Asjen, na província de Ouezzane) e Alcácer

Veja as imagens abaixo e comece a planear sua próxima viagem:

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Fonte:   via. ,via  ,via ,via , via ,via ,via .

Fotógrafa cria ensaio poderoso para lutar contra a cultura do estupro

Vivemos tempos de mudança. E como qualquer mudança, esta leva tempo. A cultura do estupro é algo tão entranhado na sociedade que faz com que atos da mais pura civilidade pareçam arrojados (ou, como alguns gostam de chamar, ‘mimi’ ou ‘vitimização’).

A fotógrafa Rory Banwell não se conformou quando, após ficar grávida de sua primeira filha, ouviu comentários como “agora Alex [o marido e pai da menina] precisa ‘comprar uma arma’” para proteger a menina. Banwell se questionava porque são as meninas que precisam se proteger e não a mentalidade que precisa mudar. “Nós ficamos tão desapontados com as reações iniciais das pessoas que diziam que deveríamos protegê-la simplesmente por causa de seu gênero” que a ideia ficou remoendo na cabeça da fotógrafa.

O ‘empurrão’ final para a série foi uma fotografia que a australiana viu em Chicago. Nela, uma menina nua, com apenas uma fita tapando seus seios, mostrava a frase “Still Not Asking For It” (“Ainda Não Estou Pedindo Por Isso”, em tradução livre). E assim nasceu a série com o mesmo nome, que retrata mulheres – e também alguns homens – com seus corpos nus exibindo frases que explicam o que muita gente parece ainda não ter entendido sobre consentimento e violência sexual.

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Álcool não é desculpa

A fotógrafa dedica o projeto a todos os sobreviventes de violência doméstica e sexual, um problema que, ao contrário do que possamos pensar, não afeta apenas países subdesenvolvidos ou em vias de desenvolvimento. Banwell é australiana e lá o tema é preocupação central do governo, que não tem conseguido acabar com essa cultura e que chegou a declarar que a violência sexual é a vergonha da Austrália.

Os números no país são assustadores (não mais, nem menos, que os do Brasil): 63 mulheres foram assassinadas pelos parceiros só no último ano, e 1 em cada 4 é alvo de violência física ou sexual. Como se isso não fosse suficientemente preocupante, olha este número: 58% das mulheres nunca chega a denunciar a situação, seja por ineficácia da resposta, por dissuasão do agressor, medo de represálias ou por achar que sim, a agressão é consequência de um ato irrefletido da própria mulher.

A fotógrafa levanta o debate e desafia mais pessoas a denunciar, de todas as formas possíveis. Porque esses números não são uma vergonha apenas para a Austrália. São para o Brasil e são para cada um de nós.

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Eu não quero que minha filha seja 1 em cada 4” [referência à estatística que deixamos no texto]

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Eu educarei melhor meu filho

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Seu corpo, sua escolha

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Casamento não é consentimento

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Culpe os estupradores, não as vítimas

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Quebre o silêncio

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Eu sou modelo e ainda não estou pedindo por isso

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Apenas ‘sim’ significa ‘sim’

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Nossa sexualidade não é um convite

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Eu não quero que meu filho nasça em uma sociedade que aceita a violência sexual

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Respeite minhas irmãs

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Meus seios são para alimentar

A fotógrafa criou também um vídeo de apresentação do projeto, que você pode ver abaixo:

Para acompanhar as novidades do projeto, siga a página pessoal de Rory Banwell ou o Tumblr da série.

Todas as fotos © Rory Banwell

Artista usa lama para decorar uma sala de aula na Índia e o resultado é fabuloso

Qual seria a melhor maneira de levar a arte para dentro das salas de aula de uma pequena escola que fica no leste da Índia, a 17 horas de trem de Nova Deli? Para o artista japonês Yusuke Asai, a solução foi transformar paredes, chão e teto em tela.

A escola Niranjana School foi criada a partir de doações feitas por estudantes japoneses e costuma receber visitas direto do Japão. O visitante da vez foi Asai, que compõe obras de arte utilizando os materiais que tiver à mão. No caso, toda a pintura foi feita utilizando oito tipos diferentes de lama e poeira. O incrível mural mostra um mundo com pessoas, animais e os mais diversos tipos de vegetação.

O resultado é esse que você pode conferir abaixo:

Escola na Índia ganha obra de arte

Escola na Índia ganha obra de arte

Escola na Índia ganha obra de arte

Escola na Índia ganha obra de arte

Fotos © Kenji Mimura

Escola na Índia ganha obra de arte

Escola na Índia ganha obra de arte

Foto © Keizo Kioku

Escola na Índia ganha obra de arte

Foto © Masaru Yanagiba

Escola na Índia ganha obra de arte

Foto © Ko Yamada

Apesar de estarem por toda a escola, as pinturas duraram apenas alguns meses, sendo lavadas depois disso. Contudo, a obra foi devidamente registrada.

 

16 destinos incríveis que todo mochileiro (e aventureiro!) precisa conhecer

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Os mochileiros de plantão vão adorar essa lista que encontramos no site Jardim do Mundo, com 16 destinos incríveis para fazer trekking, as chamadas trilhas, que só um espírito genuinamente aventureiro pode aguentar dia após dia, dormindo em barracas e sem muito conforto.

Dos mais difíceis caminhos, com longas e íngremes subidas, cheios dos mais diversos desafios, às mais fáceis e acessíveis, esse post reúne algumas rotas com paisagens incríveis em vários países como Estados Unidos, Islândia e até mesmo a Irlanda, destino que tem recebido cada vez mais intercambistas.

Prepare sua mochila e seu corpo, pois a resistência física é fundamental, e confira as mais sensacionais trilhas abaixo:

1. Cruzando Norte Drakensberg, África do Sul

Com 41 milhas (65 km) de comprimento, essa trilha feita na montanha mais alta da África do Sul pode levar de cinco a seis dias e a data ideal para ida é entre março e maio. O nível de dificuldade é extremo, visto que não há rota definida entre os rios, cascatas e escladas.

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2. Portões do Parque Nacional do Ártico – Alaska, Estados Unidos

Esse enorme parque é o segundo maior do país, com 13.238 milhas quadradas (34.287 quilômetros quadrados). Entre cadeia de montanhas, floresta boreal, rios selvagens e paisagens incríveis, você ainda encontra – entre a extrema dificuldade – ursos pardos, raposas e caribus. O ideal é ir entre junho e agosto.

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3.  A trilha Overland Track, Austrália

Com 50 milhas (82 km) de comprimento, essa trilha é uma das mais famosas da Austrália, levando de cinco a seis dias para ser feita. Entre rios, florestas temperadas e montanhas, o nível de dificuldade está entre o fácil e o moderado, pois há calçadões bem conservados no meio do caminho. Vá entre os meses de outubro e maio.

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4. Caminho Jomolhari – Butão

Essa trilha leva até a montanha sagrada do Himalaia, que faz fronteira com Tibete, China e Butão. Com até 66 milhas (106 km) de comprimento, você leva de oito a doze dias para completá-la. A dificuldade extrema pode ser poupada pelos museus, casas yak, mosteiros e fortalezas. Os melhores meses para ir são abril, maio, outubro e novembro.

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5. John Muir Trail, Califórnia, Estados Unidos

Entre 21 e 24 dias você pode percorrer as 210 milhas (339 km) dessa trilha que passa por maravilhosos parques nacionais como Yosemite, Kings Canyon, Sequoia e John Muir e as florestas de reservas Nacionais Serra e Inyo. A dificuldade é moderada e o ideal é ir entre julho e outubro. 

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6. Tour du Mont Blanc – França, Itália, Suíça

Essa popular caminhada tem 105 milhas (170 quilômetros), a serem percorridas entre 7 e 11 dias. A dificuldade beira entre o moderado e o extremo, pois a trilha é feita em torno do Mont Blanc, passando por subidas complicadas e descidas, planícies rochosas, que dão uma vista incrível para as geleiras. A melhor época para a aventura é entre os meses de julho e setembro.

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7. Trilha Inca para Machu Picchu – Peru

Com quatro dias é possível percorrer as 30 milhas (48 km) da trilha inca mais famosa de todas. O caminho por meio de florestas, tundras e paisagens geológicas, tem dificuldade moderada e leva às famosas ruínas de Machu Picchu. O melhor período para fazê-la é entre maio e agosto, somente em grupos com número limitado de pessoas, conforme estabeleceu o governo local.

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8. De Lukla ao Everest Base Camp, Nepal

São 16 dias para percorrer as 70 milhas (113 km) de dificuldade moderada. A incrível vista contempla os quatro dos picos mais altos do mundo (Everest, Lhotse, Makalu e Cho Oyu). Além disso, passa por geleiros, rios, mosteiros budistas e aldeias amigáveis.  Vá entre março-maio ou setembro-dezembro. 

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9. Queen Charlotte Trail – Nova Zelândia

Com 44 milhas (71 km), percorridas em quatro dias, essa é uma das rotas de trekking mais conhecidas da Nova Zelândia. Bem cuidada, a trilha com dificuldade entre fácil e moderado tem acesso a florestas exuberantes e águas cristalinas. A melhor época para ir é simplesmente o ano todo.

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10. A rota Dingle Way, Irlanda

São 112 milhas (179 km) e nove dias de caminhada. Praias douradas, aldeia, florestas, ruínas e campos ultra verdes são algumas das atrações que fazem que com que essa trilha seja das mais diversificadas. A dificuldade é moderada e é melhor evitar o período entre novembro e fevereiro, quando há fortes chuvas e granizo. 

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11. Cinque Terre, Itália

As “cinco terras” italianas são formadas por pequenas aldeias costeiras ao longo de 7,5 milhas (12 km). De um a dois dias é fácil percorrer por Riomaggiore, Manarola, Corniglia, Vernazza e Monterosso, especialmente nos meses de abril-maio e setembro-outubro. 

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12. Kalalau Trail – Havaí, Estados Unidos

O percurso não é longo, mas a dificuldade é vigorosa nessa caminhada de 22 milhas (36 km), que leva de dois a três dias para ser feita. Vales verdejantes e bordas estreitas intensificam seu esforço, que é recompensado com as paisagens impressionantes. Pode ir tranquilamente durante o ano todo. 

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13. Long Trail, Vermont, Estados Unidos

Estradas, rios, pântanos, florestas alpinas, lagos cristalinos e grandes áreas verdes formam as 273 milhas (438 km) dessa rota, a ser completa entre 26 e 30 dias. A dificuldade varia entre moderado e extremo e o melhor período é entre maio e novembro.  

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14. Trail Laugavegurinn – Islândia

A rota mais popular da Islândia é totalmente envolvida na vida selvagem, passando por vales desertos, geleiras, paisagens vulcânicas e cachoeiras cristalinas, que ao longo de suas 34 milhas (55 km), te rendem quatro dias de caminhada moderadamente difícil. Vá entre junho e setembro.

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15. Gunung Rinjani, Indonésia

Esta trilha de 14 milhas (22 km) leva corajosos, que caminha de três a quatro dias, ao Monte Rinjani, um vulcão ativo e segundo pico mais alto do país. Entre grutas, subidas íngremes, águas termais e céus estrelados, vale a pena enfrentar a dificuldade extrema. Planeje sua ida entre maio e outubro.

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16. Torres del Paine – Chile

Como parte da passagem surreal da Patagônia, as “Torres” se estendem por 62 milhas (100 quilômetros), rendendo oito dias de caminhada. Animais como condores e gansos se espalham por geleiras, penhascos, florestas e campos subpolares. A dificuldade está entre moderada e extrema, e os melhores meses para ir são entre novembro e abril. 

Via

Artistas recriam o icônico quarto de Van Gogh e o disponibilizam para aluguel

Um hábito comum a muitos viajantes é visitar museus nas cidades por onde passam, mas poucas pessoas imaginam dormir em uma verdadeira obra de arte. Porém, quem visitar a cidade de Chicago, nos Estados Unidos, já pode se preparar para essa experiência – e o melhor: sem precisar gastar a mais por isso.

É que famoso quadro Quarto em Arles, de Van Gogh, acaba de ser recriado por artistas da cidade e está disponível para aluguel temporário através do site Airbnb por apenas US$ 10 (cerca de R$ 40). A peça foi recriada para celebrar a primeira mostra em que as três versões do quadro em que o artista retrata seu quarto são expostas nos Estados Unidos.

Aparentemente, os baixos preços são uma maneira de permitir que mais pessoas vivam essa experiência, já que o texto do anúncio ressalta “Estou cobrando US$ 10 pelo único motivo de que eu preciso comprar tinta“. Quem se hospedar no local ainda ganhará ingressos para uma exibição de arte no Art Institute of Chicago.

Confere só:

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Fotos © Airbnb

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Reprodução: Quarto em Arles, de Vincent Van Gogh

Competição premia as melhores fotos de parto e pós-parto e retrata a magia do nascimento

A Associação Internacional de Fotógrafos Profissionais de Nascimento (IAPBP, na sigla inglesa) anunciou os vencedores da competição deste ano e os resultados são de tirar o fôlego. O concurso, que vai na sua 5ª edição, premia o talento dos fotógrafos – e a magia desses momentos – em 3 categorias: trabalho de parto, parto e pós-parto.

Captar a intensidade desses instantes, mantendo seu traço poético e sensibilidade, não é tarefa ao alcance de qualquer fotógrafo. Em release enviado sobre a competição, a IAPBP lembra que “a fotografia de nascimento é um campo altamente especializado e a escolha de ter essa experiência documentada é uma decisão intensamente pessoal”.

Além do momento dos cliques, este tipo de imagens envolve todo um ambiente que é preciso ser preservado entre fotógrafo, pais e auxiliares médicos. “A fotografia de nascimento abrange as lágrimas de alegria, a maravilha de trazer uma nova vida ao mundo e a celebração da família. Os fotógrafos que se especializam nesse campo usam sua arte para contar a história do nascimento”, lembra a IAPBP.

Vencedor da competição

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Foto © Marijke Theon

Vencedor da categoria “Trabalho de Parto”

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Foto © Apple Blossom Families

Vencedor da categoria “Parto”

 

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Foto © Birth Blessings Photography & Childbirth Services

Vencedor da categoria “Pós-Parto”

 

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Foto © Natalia Walth

Menção Honrosa

 

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Foto © Krista Evans

Menção Honrosa

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Foto © Angela Gallo

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Foto © Alexandra Kayy

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Foto © Jennifer Martin

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Foto © Daniela Justus / Monet Nicole

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Foto © Coastal Lifestyles PhotographyBridget Clarke

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Foto © Line Sena

10 sacadas geniais de como aproveitar itens de cozinha na decoração

Aquelas louças antigas e outros itens de cozinha que você não usa mais, mas não quer mandar para o além, podem ir, simplesmente, para outros lugares de sua casa. Renove as ideias e reutilize os objetos que você tanto gosta dando a eles novos significados. Quer uma mãozinha? Veja algumas dicas a seguir e mande ver!

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Talheres como… luminária! 

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Rolos de massa como… penduradores!

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Garfos como… cabides!

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Rolhas como… mini vasos!

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Chaleiras como… vaso!

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Escorredor de macarrão como… luzes de parede!

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Concha como… porta velas!

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Xícaras de… suculentas!

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Garrafas de vinho como… lustres!

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Tábua para… tablet!

Imagens via Pinterest, Etsy, The Very Best Top 10, Ionny.com, Organic Authority, Ikeeki, Scoophoop, Bcr8tive.com e Bored Panda.