GALERIA DE FOTOGRAFIAS

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National Geographic (Mais fotografias aqui )

Irmãs Bawar posam novamente para as lentes do fotógrafo Vinícius Terranova e o resultado é lacrador

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Após ver as irmãs Bawar em um vídeo que o coletivo Mooc fez em parceria com a Nike, o fotógrafo Vinícius Terranova ficou completamente encantado por elas. Lara e Mara são gêmeas, negras e albinas. Já Sheila não nasceu com a mesma condição das irmãs mais novas, mas nem por isso é menos bela.

“Elas são naturalmente unidas e conscientes do valor de sua representatividade, possuem uma poética poderosa em si, que inspira muitos artistas. Além de celebrar a diversidade elas transmitem sua harmonia, combatendo o bullying e o preconceito muito unidas”.

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Ainda em 2016 o fotógrafo chamou as irmãs para participarem do seu projeto Flores Raras, onde procura retratar a diversidade e beleza, além das suas inúmeras possibilidades dentro do mundo da moda e da arte.

“Flores Raras começou com o desejo de trazer para o campo da arte e da moda questões relevantes sobre a nossa diversidade e parâmetros de belezas, além de ter o intuito de criar imagens simbólicas com uma leitura de moda e arte documental”, explicou.

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Este ano, as irmãs, que são brasileiras mas filhas de pais guiné-bissauense, voltaram a posar para as lentes do fotógrafo. Segundo Vinícius, as três são verdadeiras artistas, ficando completamente à vontade na frente das câmeras.

“Elas nasceram pra isso, se sentem muito à vontade, são realmente artistas. Não é nenhum esforço para elas, pois adoram fotografar e são mais do que modelos, já que também cantam, dançam, criam, atuam e se entregam mesmo! São antenadas e se preocupam com seu público, buscando o diálogo e todo conhecimento relevante a sua causa”, completou o fotógrafo.

O resultado é nada menos que incrível, confira:

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Todas as fotos © Vinícius Terranova fonte

Homem celebra os 50 anos de um jeito especial: com um incrível álbum inspirado em Game of Thrones

Quando o aniversário de 50 anos do belga Wim estava se aproximando, ele e a família decidiram celebrar de um jeito bem diferente. Sua filha, Saida, convidou dois amigos, uma fotógrafa e uma maquiadora, para acompanha-los em uma viagem até a Inglaterra para viver uma aventura ao estilo Game of Thrones.

Foi assim que Wim se tornou Goron, o senhorio de Cornualha, considerada uma das seis nações celtas. Na história criada pela família, ele precisa lutar pelo Rei Mordred contra as forças malignas que ameaçam o reino. Após as batalhas, ele volta como herói, mas a condição não agrada ao rei.

Assim, Mordred manda Gwenora, uma bruxa azul, para seduzi-lo e leva-lo ao lado negro e se opor ao próprio povo. É aí que Goron precisa encontrar a força para enfrenta a bruxa na batalha final, encenada pela família e fotografada brilhantemente por Laura Bierens.

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Todas as fotos © Laura Bierens fonte

Tente não se apaixonar por essas tatuagens criativas inspiradas em grandes obras de arte

Decidir o que tatuar é sempre um dilema; não é pouco, afinal, eleger uma imagem para te acompanhar em sua pele pelo resto da vida. O talento do tatuador é determinante, mas a própria imagem a ser tatuada será também definitiva. Mas e se o autor do desenho for um grande artista, do calibre de um Picasso, ou de uma Frida Kahlo? Que tal ter um Van Gogh para te acompanhar em sua pele pra sempre?

Pegando carona numa compilação realizada pelo Buzzfeed, separamos aqui alguns exemplos de como uma tatuagem pode ir muito além de clichês do gênero ou de desenhos genéricos e realmente carregar a mais fina arte no corpo. Como tatuagem costuma ser uma compulsão, a melhor sugestão pode ser transformar sua pele em um museu – em que o curador é você.

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René Magritte

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Sandro Botticelli

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Vincent Van Gogh

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Frida Kahlo

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Andy Warhol

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Salvador Dalí

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Jean-Michel Basquiat

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Pablo Picasso

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Vincent Van Gogh

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Gustav Klimt

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Michelangelo

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Roy Lichtenstein

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Wassily Kandinsky

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Edgar Degas

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Michelangelo

© fotos: reprodução fonte

Casal passa 25 anos transformando um pedaço de terra árido em um paraíso de biodiversidade

Anil e Pamela Malhotra se conheceram nos anos 60 em Nova Jersey, nos Estados Unidos. Pouco tempo depois, já estavam casados e foram passar a lua-de-mel no Havaí. Apaixonados pela vida selvagem, os dois se encantaram com a natureza da região e decidiram comprar terras para viver por lá. A vida deles começaria a mudar em 1986, quando precisaram visitar a Índia para o funeral do pai de Anil.

Uma vez no país, o casal se surpreendeu com a quantidade de poluição e desmatamento. Segundo o Oddity Central, ninguém parecia se preocupar com os rios e florestas da região. Foi então que Pamela e Anil decidiram que poderiam fazer a sua parte para mudar o ecossistema local. Com a ideia em mente, eles venderam sua propriedade no Havaí e se mudaram para a Índia para procurar terras para comprar.

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A princípio, a jornada do casal não foi fácil. Eles não encontraram nenhuma propriedade à venda no norte da Índia, porém chegaram ao local ideal no sul do país: uma fazenda abandonada de 55 acres em Karnataka. Os dois compraram a propriedade em 1991 e vem trabalhando desde então para transformá-la em um verdadeiro paraíso da biodiversidade.

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Fotos: Reprodução Youtube

Nestes 25 anos de dedicação, o espaço mudou completamente. Com o trabalho de reflorestamento realizados por eles, foi preciso apenas plantar algumas árvores nativas para que a natureza começasse a fazer a sua parte. A grama não demorou a começar a crescer, as árvores foram se espalhando e em poucos anos animais e pássaros passaram a fazer parte da paisagem local.

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Foto: SAI Sanctuary

Apesar de seus esforços para melhorar a biodiversidade da região, as propriedades vizinhas continuavam usando grandes quantidades de pesticidas e não tinham o mesmo cuidado que eles prezavam. Assim, os dois começaram a comprar todas as terras próximas que estivessem à venda e transformaram a pequena fazenda em um santuário de vida selvagem com mais de 300 acres, o Save Animals Initiative (SAI) Sanctuary.

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A área serve de lar para centenas de árvores e plantas, bem como mais de 300 espécies de pássaros. No solo também caminham dezenas de animais raros, incluindo tigres-de-bengala e elefantes asiáticos, além de algumas espécies de macacos, cobras e veados. A experiência mostra como a dedicação de apenas um casal foi capaz de mudar a cara de toda uma região.

O vídeo abaixo (em inglês) conta mais sobre essa incrível história:

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Todas as imagens: Reprodução YouTube fonte

Série de fotos registra o jovem Bob Dylan com 20 anos pouco tempo antes de se tornar uma estrela

Se hoje Bob Dylan é o primeiro compositor de canções a ganhar o prêmio Nobel de Literatura, autor de uma obra que se engrandece como uma das joias maiores da arte popular do último século, em novembro de 1961 o jovem Dylan era ainda um compositor iniciante, que começava a conquistar a atenção do público e da crítica em suas primeiras apresentações pagas, na casa de shows Gerde’s Folk City, no Village, em Nova Iorque.

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Foi nessa época que o fotógrafo Ted Russell – um colaborador fixo da revista Life – foi chamado por um relações públicas da gravadora Columbia para registrar imagens da nova aposta da gravadora, um tal de Bob Dylan.

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Russel achou que uma matéria sobre a vida de um cantor folk em vias de tornar-se famoso poderia interessar à revista, e foi ao apartamento na West 4th Street para registrar o cotidiano que Dylan dividia com sua então namorada, Suzie Rotolo – que viria a estampar com ele a icônica capa do disco The Frewheelin’ Bob Dylan dois anos depois, em 1963.

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Dylan e Rotolo

“Quis fazer um ensaio sobre os esforços e as adversidades de um cantor folk tentando fazer sucesso na cidade grande”, afirmou Russell. “Os editores da LIFE deram um enorme bocejo, sem demonstrar o menor interesse”, ele afirmou. Dylan rapidamente se tornaria um sucesso, e as fotos rejeitadas, verdadeiras raridades, como documentos dos instantes que precederam uma das mais importantes e impactantes carreiras artísticas do século XX.

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Dylan e o escritor e ativista James Baldwin

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Dylan com Mark Spoelstra no porão do Gerde’s Folk City, no Greenwich Village, em Nova Iorque

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Todas as fotos © Ted Russell fonte

Quer se apaixonar pela África do Sul? Então veja essas fotos aéreas do país

O fotógrafo Zack Seckler é apaixonado por cenários naturais. Em 2016, ele embarcou num pequeno avião junto com um piloto local e sobrevoou quilômetros da África do Sul, em 45 horas. Foi uma semana de viagem, quando registrou de cima inúmeras paisagens desse destino.

Ele contou `a CNN: “Foi uma aventura. Nós nunca sabíamos ao certo aonde pousaríamos para dormir e aonde iríamos acordar no dia seguinte“. Seckler conta ainda que sentiu-se “intoxicado por tanta beleza”. Dá para entender por quê. Veja abaixo fotos dessa viagem, que gerou a série chamada de Aerial Abstracts, exposta na galeria ClampArt, em Nova York, até 26 de maio:

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Todas as fotos © Zack Seckler fonte

Mistério de cem anos das Cataratas de Sangue da Antártica é solucionado

Você já ouviu falar das Cataratas de Sangue (“Blood Falls”, em inglês), um misterioso penhasco manchado com água vermelha na Antártica?Os pesquisadores assumiram que algas vermelhas eram as responsáveis pela cor das Cataratas, mas agora sabemos que isso não é verdade: elas são o resultado, na verdade, de uma água salgada rica em ferro que se oxida em contato com o ar, assim como a ferrugem.

Em um estudo recente, os geólogos finalmente descobriram também de onde vem toda aquela salmoura que deixa a paisagem avermelhada.

Geleira

Cientistas da Universidade do Alasca em Fairbanks rastrearam o trajeto que a água salgada faz para escapar de debaixo de uma geleira.As Cataratas estão situadas na extremidade norte da geleira de Taylor, que se estende 100 quilômetros através dos Montes Transantárticos.

Quando a geleira estava se estendendo pelo continente milhões de anos atrás, prendeu um lago pequeno salgado sob camadas incontáveis de neve e gelo. A água tornou-se mais e mais concentrada, até estar salgada demais para congelar a temperaturas regulares.Esse lago subglacial tem raspado ferro do substrato subjacente, o que lhe confere sua assinatura enferrujada uma vez que atinge o mundo exterior. Mas este caminho para o exterior tinha permanecido um mistério até agora.

O trajeto

Para entender de onde a água está saindo e como está escorrendo da fissura na geleira, a equipe usou um método chamado RES (radio-echo sounding).A equipe moveu as antenas do radar RES através da geleira em um padrão de grade, revelando uma imagem do que estava debaixo do gelo. A Taylor esconde uma rede de fendas onde a salmoura é injetada no gelo sob imensa pressão.

A equipe então rastreou o caminho de 300 metros que a salmoura faz por esses canais pressurizados, até chegar ao topo das Cataratas de Sangue.

Vida microbiana

O lago salgado não é tão morto quanto se podia esperar. Pesquisas anteriores já haviam descoberto que a salmoura é o lar de algumas bactérias extremamente resistentes. Isoladas do mundo há milhares de anos, essas bactérias não tinham nada com que se alimentar, exceto sulfato.

Presas sob a geleira sem luz e oxigênio, começaram a reciclar o suprimento de sulfato, reduzindo-o a sulfito – que reage com o alto teor de ferro da água, produzindo mais sulfato para elas se alimentarem.Os cientistas pensam que esta adaptação surpreendente pode nem sequer ser limitada à geleira de Taylor.Este é apenas um exemplo de sobrevivência de longo prazo sob o gelo.

Fonte:[ScienceAlert]

Fotógrafa mostra o sofrimento de animais usados para fazer roupa em alerta impossível de ignorar

Você ainda usa roupas de pele de animais? Se a sua resposta for sim, então estas imagens capturadas pela fotógrafa e ativista Jo-Anne McArthur são algo que você precisa ver hoje mesmo.

A fotojornalista visitou múltiplas fazendas de peles pelo mundo. Nestes lugares, animais são mantidos em cativeiro sob péssimas condições para extração de suas peles, que são usadas na confecção de roupas e acessórios. Em cada metro quadrado destes espaços há muita dor e sofrimento animal.

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A maioria das fotografias capturadas por Jo-Anne são feitas à noite, sem permissão dos proprietários destes locais. Em alguns casos, ela também acompanhou missões de resgate, como a organizada pelo grupo Montreal SPCA, onde raposas e visons foram salvos. Recentemente, uma campanha convidou pessoas a doar suas roupas de pele para ajudar animais resgatados.

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O resgate, porém, não é possível para todos os animais e muitos deles precisam ser deixados para trás. Quando não são resgatados, os animais costumam permanecer nestas fazendas até sua morte – em alguns casos, são mortos pelos funcionários do local com o uso de injeções ou gases letais ou mesmo eletrocutados. Quando são salvos, eles geralmente são enviados para santuários ou zoológicos para viver em liberdade – ou precisam ser sacrificados por estarem em condições muito precárias para sobreviver.

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A fotógrafa escreveu sobre sua experiência nestas fazendas de peles em seu livro We Animals. Ela conta que os locais de confinamento são geralmente localizados próximos dos locais onde estes animais viveriam na natureza, o que aumenta ainda mais a crueldade da ação, já que os bichanos poderiam sentir e ver a floresta, mesmo estando trancados em pequenas gaiolas.

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No livro We Animals, a fotógrafa retrata o sofrimento destes e de outros animais em um convite para que repensemos nossa relação com outras espécies. As fotografias estão disponíveis gratuitamente para organizações educacionais e de caridade. Para que isso seja possível, o projeto conta com doações. Outra maneira de ajudar é se informar sobre a origem de suas roupas buscando saber mais sobre vestimentas sustentáveis ou mesmo repensar se você realmente precisa de roupas novas.

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Todas as fotos © Jo-Anne McArthur fonte

O incrível hotel na Serra Gaúcha feito com pipas de vinho

A região da Serra Gaúcha, no sul do Brasil, é um prato cheio para degustadores de vinhos. Mas em Canela, uma de suas cidades, você pode ir além e se hospedar dentro de pipas antes usadas para fermentar o vinho, tipo de acomodação que só existe em outros dois lugares no mundo: Holanda e França.

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Trata-se do Hotel Fazenda Pampas, que dispõe de 14 antigas barricas de 100 mil litros, transformadas em charmosas acomodações de três andares, três delas adaptadas para cadeirantes. Elas foram trazidas de vinícolas brasileiras, tem 90 m² e foram dispostas por entre os espaços verdes do hotel, onde há também lagos, lhamas, ovelhas, cavalos e outros animais.
Uma noite na barrica custa R$ 430, para duas pessoas. Dá só uma olhada:

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Todas as fotos: Reprodução fonte

Artista brasileira cria impressionantes desenhos feitos em filtros de café

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A paranaense Kemmy Fukita gosta de desenhar desde criança. Autodidata, explorar materiais diferentes da folha sulfite sempre lhe agradou: hashis e pratos de papelão foram alguns dos objetos que ela transformou em tela, até que surgiu a ideia de usar filtros de café. E deu muito certo.

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“A viciada em café é minha mãe”, brinca Kemmy, criadora do No Filtro. Formada em moda e com interesse pela sustentabilidade, ela diz que gosta de “mostrar que é possível usar algo que iria para o lixo para transformar em arte”, e cita como estímulo o personagem Eu Me Chamo Antônio.

Além dos desenhos, que a artista diz ter como inspiração temas ligados a sensibilidade e força, com presença constante de elementos da botânica, Kemmy gosta de incluir frases de músicos e poetas de quem ela é fã, também como forma de divulga-los. Ana Larousse, Bob Dylan, O Terno e Guimarães Rosa são algumas de suas inspirações.

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Kemmy também se animou a escrever as próprias frases nos filtros, com a ajuda do pai, que gosta muito de poesia. Para criar as obras, ela lava os filtros de café e espera secar bem – em dias chuvosos, a umidade do ar chega a atrapalhar. Canetinhas, nanquim, lápis de cor, giz pastel e tinta guache são os materiais preferidos para criar. No final, ela queima levemente os filtros para dar um aspecto envelhecido.

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Os filtros começaram a fazer sucesso no Instagram e no Facebook, e Kemmy passou a produzir alguns para vender, inclusive sob demanda. “Às vezes enviam fotos de casais ou de bichos e pedem para reproduzir”, conta.

“Quero mostrar que todo mundo pode ser criativo e usar coisas que inspiram para transmitir conhecimento através da arte”, conclui, ressaltando a importância de encontrar novos olhares para aquilo que já conhecemos.

Todas as fotos © Kemmy Fukita fonte