Garota de 8 anos viraliza ao se tornar ‘barbeira’. E ela corta cabelo de todo mundo de graça

Não há idade mínima para investir em seu futuro, desenvolver suas habilidades e seguir suas paixões – assim como não há idade mínima para ajudar sua comunidade, e a história da pequena Neijae Graham-Henries é a prova viva e objetiva de tais máximas. Aos 8 anos de idade, a moradora da Filadélfia, no estado da Pensilvânia, nos EUA, decidiu oferecer seus serviços de cabeleireira de graça para os moradores locais.

Não se trata, no entanto, de um capricho ou piada: apesar da pouca idade, ela é formada em um curso de cabeleireiro na Junior Barber Academy. A mais jovem aluno do curso cumpriu todas as exigências ao longo das seis semanas de estudos intensos para se formar, e depois que concluiu o processo decidiu devolver diretamente à comunidade o que tinha aprendido.

Depois de ajudar a cortar o cabelo das mais de 300 pessoas no salão do próprio curso para a volta às aulas, Neijae cortou o cabelo de sua própria professora.

O espírito comunitário faz parte do processo de formação na Junior Barber Academy, mas até mesmo Michael Boone, o proprietário do curso, se viu impactado pela determinação e a consciência de Neijae.

Foi inspirado no gesto da jovem cabeleireira que ele decidiu que reservaria um dia, no mês de dezembro, exclusivo para cortar os cabelos de desabrigados e pessoas em situação de rua – e Neijae já confirmou sua participação, de tesoura na mão, como parte da equipe.

© fotos: reprodução/fonte:via

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Casal capixaba rompe com estereótipo de borracharias com ambiente clean, agradável e tratamento gentil

Quando temos que ir a uma borracharia para realizar qualquer reparo no pneu de um carro, automaticamente nos imaginamos em um ambiente sujo de graxa por todos os lados, caótico e até hostil, no qual o tratamento oferecido ao cliente é similar ao ambiente. Tal imaginário é real a respeito da vasta maioria das borracharias do Brasil – a não ser que seu pneu fure em Vitória, no Espírito Santo, e você decida repará-lo na Borracharia do Leandro. Na chegada você talvez imagine estar entrando em uma loja de grife ou até mesmo um restaurante, mas não se engane: trata-se de uma borracharia com todos os serviços que esse local nos oferece, mas com uma qualidade de ambiente e de tratamento jamais vistos.

A maneira mais simples de se entender seria afirmar que Leandro Freitas, ao lado de sua mulher Luana, decidiram transformar a tradicional borracharia suja que tinham em uma borracharia gourmet. Mas enquanto a gourmetização de muitos produtos ou locais pode significar simplesmente uma repaginação desnecessária pela venda de um produto mais caro, na Borracharia do Leandro o efeito é radical e fundamental: lá se encontra um ambiente clean, bonito, agradável e sustentável, em que todo lixo é reaproveitado e as sobras de pneus são transformadas em produtos reciclados.

O mais importante, no entanto, é o que vem com o novo ambiente: um novo tratamento. Seus 16 funcionários não somente atendem com uniformes engravatados, limpos e bonitos, mas foram treinados para abandonar a postura hostil e desorganizada que normalmente conduz a relação com os clientes em uma borracharia – e tratar os clientes com respeito, cuidado e atenção. Se o tempo de permanência em uma borracharia costuma ser em média de 30 minutos, no Leandro você pode se sentar, tomar um café, uma água, para receber um tratamento que deveria ser padrão, mas é em verdade diferenciado.


Leandro é borracheiro desde os 14 anos, e confessa que chegava a ter vergonha da profissão, justamente pelo estereótipo que ele decidiu quebrar. Ao decidir valorizar as pessoas – tanto seus funcionários quanto os clientes – e transformar o imaginário que temos de uma borracharia, ele percebeu estar também ampliando seu próprio público: se para qualquer um o ambiente da Borracharia do Leandro é muito mais convidativo e agradável, para o público feminino e idoso, que muitas vezes acaba sofrendo algum tipo de desconforto ou abuso nesses ambientes, a experiência se transforma radicalmente. Natural, portanto, que desde agosto de 2017, quando a repaginação se deu, ele tenha visto seu rendimento aumentar substancialmente.

Hoje são de 50 a 80 atendimentos por dia, e o desejo de crescer ainda mais: franquiar a borracharia e seu conceito, e também abrir uma loja com os produtos feitos a partir dos pneus, como pufes, cadeiras e banquetas, são os próximos passos dos sonhos de Leandro e Luana.

Alguns dos produtos desenvolvidos com pneus na borracharia

E foi esse futuro promissor que o casal levou ao programa Shark Tank Brasil, a fim de tentar alguns dos tubarões a investirem na Borracharia do Leandro para dar esses próximos passos com eles.

O casal no Shark Tank Brasil/fonte:via

Vegano Periférico: perfil no Instagram mostra que dá para ser vegano gastando pouco

Entre razões ambientais e compaixão pelos bichos, o número de pessoas repensando o consumo de carne só cresce em todo o mundo. Grandes marcas estão se adaptando a essa realidade, mas muita gente ainda vê um empecilho grande no vegetarianismo ou veganismo: parece ser uma forma mais cara de se alimentar.

Há algumas iniciativas independentes que buscam desmistificar essa ideia e mostrar que o estilo de vida vegano não é, necessariamente, mais caro que outros. Depois do grupo Veganos Pobres no Facebook, um que tem ganho destaque é o Vegano Periférico, no Instagram.

O administrador do perfil mora em Campinas (SP) e publica fotos de alimentos de origem vegetal que ele sua família consomem, além de pratos simples e nutritivos que podem ser feitos no dia a dia, sem alterar muito a rotina em comparação a quem inclui a carne na dieta.

Acompanhando as imagens, são postadas legendas sobre as maneiras como a indústria da carne nos torna culturalmente dependentes dos alimentos de origem animal. Vale a pena seguir e refletir.

fonte:via Fotos: Reprodução/Vegano Periférico

Para impedir deportação de família, igreja holandesa mantém 800 horas de reza

A religião a favor da diversidade: Trezentos pastores protestantes de toda a Holanda estão se revezando em um culto que já dura mais de 800 horas – mais de 33 dias – para impedir a deportação de uma família armênia que vive no país desde 2010 e tem medo de voltar ao país natal por causa da violência política.

Sasun Tamrazyan, sua esposa, Anousche, e os três filhos do casal vivem na Holanda há quase nove anos, desde que o homem recebeu ameaças de morte por razões políticas. Como o governo holandês voltou a considerar a Armênia um país seguro, eles perderam a o asilo político e estão ameaçados pela deportação.

A solução curiosa para ganhar tempo para que a família Tamrazyan siga lutando legalmente pelo direito de viver na Holanda veio da igreja protestante local, em Haia: a lei do país não permite que policiais entrem em templos durante a realização de serviços religiosos.

Desde o fim de outubro, centenas de pastores têm se voluntariado para manter as rezas 24 horas por dia, impedindo a ação da polícia, enquanto a família passa os dias vivendo provisoriamente em uma acomodação da Igreja. Hayarpi, uma das filhas, tem publicado algumas fotos dos cultos no Twitter.

Theo Hettema, presidente do Conselho Geral Holandês dos Reverendos Protestantes, disse que “o respeito à dignidade humana é dever da Igreja” e que a ação vai continuar “por todo o tempo que for necessário”.

A esperança da família de permanecer na Holanda se baseia em uma orientação da lei local que prevê o acolhimento de crianças e seus parentes depois de eles passarem ao menos cinco anos no país, pois a deportação afetaria profundamente seu desenvolvimento humano.

Apesar disso, o governo holandês tem julgado casos do tipo com mais rigidez nos últimos anos, especialmente desde que refugiados sírios começaram a chegar massivamente ao país, o que levanta dúvidas sobre a permanência dos Tamrazyan. Enquanto o governo não decidir, os pastores seguirão orando.

Fotos via Hayarpi Tamrazyan (Twitter) fonte:via

A artista-mergulhadora que cria pinturas incríveis debaixo d’água

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Para pintar um quadro, um artista não precisa estar necessariamente dentro de um ateliê. O movimento de transformar qualquer lugar em estúdio, começou com os pintores impressionistas, porém Olga Belka transcende esta prática. Instrutora de mergulho e pintora profissional, a artista sediada na Tailândia, pinta seus quadros enquanto está mergulhando, criando a representação perfeita do fundo do mar.

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Cada obra leva cerca de 2 a 6 mergulhos para ficar pronta e, ela faz isso porque, segundo ela, fotografias e vídeos não são capazes de recriar a intensa beleza que existe quando estamos submersos. Apaixonada pela vida marinha, Olga não somente se sente em casa quando está mergulhando, como fez do fundo do mar seu estúdio particular.

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O segredo para que seus quadros permaneçam intactos nunca foram revelados, porém ela garante que usa técnicas ecologicamente corretas, que não agridem o habitat dos animais marinhos. Seu objetivo? Compartilhar com o mundo sua visão do reino subaquático!

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Fotos: Olga Belka

Pai solo adota garotinha recusada por sete famílias por ter Síndrome de Down

Com apenas 7 dias de vida, Alba já havia sido rejeitada por 7 famílias. O motivo? Ela tinha síndrome de Down.

Os potenciais adotantes não conseguiam enxergar além de seu número de cromossomos. No entanto, Luca Trapanese quis adotar a menina e entendia que a síndrome nunca poderia impedi-la de se tornar uma modelo de destaque, trabalhar em um café fantástico, ou virar uma empreendedora. Resumindo: de ser quem ela quisesse.

Luca segura Alba no colo em frente a um quadro abstrato

O italiano já havia trabalhado em diversas instituições de apoio a pessoas com deficiência, atuando como voluntário desde os 14 anos de idade. Natural de Nápoles, ele decidiu adotar uma criança deficiente ao lado de seu antigo parceiro, com o qual não mantém mais um relacionamento.

Luca e Alba posam para a foto vestidos elegantemente

Embora o amor tivesse acabado, a ideia de adotar um bebê permaneceu. Foi assim que Luca entrou com um processo especial na Itália para realizar a adoção como pai solo. O país oferece um registro que permite que solteiros também adotem crianças com condições especiais de saúde.

Alba aparece de costas com a mão sobre o rosto de Luca

Foi assim que sua vida e a de Alba se cruzaram. Em entrevista ao Corriere del Mezzogiorno, o pai descreveu a primeira vez que viu a menina como uma “emoção enorme”. A história da adoção é contada por Luca no livro “Nata per Me“, lançado recentemente na Itália e ainda sem tradução para o português.

Luca beija a bochecha direita de Alba

Alba brinca com um livro infantil

fonte:via Fotos: Reprodução Facebook/Luca Trapanese

Jovem aplica tonalizante, tem reação alérgica e cabeça dobra de tamanho

Estelle é uma jovem inglesa de 19 anos, que tomou um susto enorme depois de usar um tonalizante para os cabelos. De repente, ela viu sua cabeça aumentar de tamanho por causa de uma reação alérgica.

O inchaço na cabeça se deu pela ação de um agente químico chamado P-fenilenodiamina, ou PPD — produto encontrado em 90% das tintas para fios. “Eu quase morri, não quero que o mesmo aconteça com outras pessoas”, explicou.

A tinta foi comprada em um supermercado de Paris, onde ela vive atualmente. Estelle conta que os primeiros sinais de anomalia surgiram pouco tempo depois da aplicação do produto. O couro cabeludo começou a coçar muito e o inchaço se agravou rapidamente.

Assustada, ela comprou pomadas e cremes, mas não teve sucesso. “Eu ainda conseguia enxergar, mas estava tendo dificuldades para respirar. Minha testa dobrou de tamanho e minha cabeça parecia uma lâmpada”.

A cabeça de Estelle quase dobrou de tamanho

Ela buscou atendimento no hospital mais próximo e os médicos disseram que sua cabeça tinha uma circunferência de 63 centímetros. A média é de 56. A reação química pode ter sido gerada pelo não cumprimento das instruções. Ao invés de esperar as 48 horas indicadas, Estelle aguardou apenas 30 minutos para aplicar o produto.

A mãe da jovem acredita que deveriam haver instruções mais claras sobre os riscos. “É verdade, ela não seguiu as instruções, mas o alerta precisa ser mais claro”.

Fotos: Reprodução fonte:via