Fotógrafa brasileira presenteia filho de haitianos nascido em calçada de Porto Alegre com ensaio fofíssimo

A fotógrafa Nilza Rejane se emocionou quando soube da história do pequeno Waldo. Filho dos imigrantes haitianos Judith e Waky, o bebê nasceu na calçada, a caminho do hospital Conceição, em Porto Alegre.

O nascimento, no dia 21 de dezembro, foi auxiliado pelos policiais Luan e Luana, que passavam pelo local no momento. “Surgiu essa história que me tocou profundamente o coração. Vi a reportagem do seu nascimento na calçada e fiquei muito emocionada. Pensei: É ele!“, conta a fotógrafa.

Ao saber do nascimento de Waldo, ela entrou em contato com a jornalista que havia feito uma reportagem sobre a situação e pediu o telefone dos pais da criança. Nilza queria fazer um ensaio fotográfico de recém-nascido para o bebê. Gratuitamente, é claro.

As fotos do ensaio foram compartilhadas no Facebook da fotógrafa no dia 3 de janeiro. Na publicação, ela lembra que a família de Waldo passa por necessidades e são bem-vindas doações de fraldas, roupinhas e diversos artigos para o bebê.

A fotógrafa se disponibiliza a receber as doações em seu estúdio, em Gravataí, mas os itens também podem ser entregues diretamente na residência de Waldo, sob agendamento, visto que Judith ainda não fala português e precisa de ajuda para se comunicar.

É cada foto mais linda do que a outra. Espia só!

Todas as fotos: Nilza Rejane fonte:via

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Artista cria primeira street art na Amazônia contra o desmatamento e pelas populações indígenas

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No lugar de latas de spray e tinta na parede, projeções contra qualquer tipo de superfície. Assim funciona o que o artista Philippe Echaroux chama de Street Art 2.0 (Arte de rua 2.0), a forma de expressão que escolheu para seguir com sua arte utilizando a tecnologia para expandir possibilidades e caminhos. E o primeiro local que Philippe escolheu para realizar sua arte de rua foi justamente onde (ainda) não há rua: na floresta amazônica.

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Para lembrar a todos dos males da devastação florestal e dos seguidos desrespeitos e crimes contra as populações indígenas, o artista decidiu por projetar nas árvores da floresta rostos de membros da tribo Suruí, grupo indígena brasileiro dos estados de Rondônia e Mato Grosso – vítimas constantes da devastação e dos caçadores de ouro na região.

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“Quando você corta uma árvore, é como se estivesse matando um homem”, afirma Philippe, apontando o sentido mais profundo que sua arte ilumina – nas árvores, de forma impactante, bela, contundente e inesquecível, o rosto da floresta.

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Todas as fotos © Philippe Echaroux / fonte:via

Aprenda a plantar suculentas usando rolhas

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Se um dos principais fundamentos da arte é propor uma nova maneira de enxergar a vida, nos apresentando o belo, ela também pode assumir um lado mais ácido e direto. Esta série de retratos evidencia esta dualidade, já que por trás de toda delicadeza, consegue fazer uma espinhosa crítica à sociedade, ao escancarar algumas espécies de animais que estão em extinção.

Plantas em casa deixam qualquer ambiente mais harmonioso, vivo e alegre. Que tal aproveitar todo o poder do DIY (Do-It-Yourself) e decorar seu lar com suculentas que você mesmo pode plantar? É mais simples do que parece e, além de tudo sustentável, pois você irá reaproveitar rolhas que provavelmente iriam para o lixo.

Para isso você apenas irá precisar de: rolha de cortiça, faca ou chave de fenda, terra e uma muda pequena de suculenta. Com a faca ou chave de fenda, faça um buraco no meio da rolha a partir de movimentos circulares. Ela vai ficar assim:

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Depois, adicione a terra embaixo e plante a sua suculenta. Fique atento com a quantidade de água, que costuma ser em média de 1 a 2 gotas, a cada 2 ou 3 dias, dependendo da quantidade de luz que o vasinho recebe. A ideia é que depois de um mês ela seja transplantada para um outro vaso maior, para que continue crescendo.

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Uma decoração delicada, sustentável e extremamente original. Tem gente que até faz para distribuir como lembrancinha de festas e casamentos. Bora tentar?

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Fotos: Pinterest fonte:via




Vovô indiano faz porções gigantes de comida para crianças órfãs

Um vovô indiano incrível tem se tornado bastante famoso em todo mundo por sua bondade. Embora seu nome continue a ser um mistério, ‘Grandpa Kitchen’, como é conhecido – publica vídeos de culinária inspiradores.

Mas estes não são vídeos comuns pois, ele cozinha grandes porções de comida para alimentar órfãos e não receitas glamourosas. Com seu sorriso contagiante, o vovô mostra como fazer as comidas preferidas das crianças como pizza, bolo de chocolate e outras guloseimas.

Em um de seus vídeos de maior sucesso, ele mostra como preparar uma grande pizza para as crianças órfãs – foram quase 10 milhões de visualizações. Já seu vídeo sobre batatas fritas ganhou mais de 14 milhões de visualizações desde sua publicação.

Mas, mais do suas comidas, os apoiadores do vovô costumam comentar sobre como são animadores os vídeos que ele publica. Mostra como os alimentos simples que normalmente comemos todos os dias, são ansiosamente aguardados pelos órfãos. Também prova que ser um herói para muitos não depende da idade ou status na vida; em vez disso, basta apenas um grande coração.

O ‘Grandpa Kitchen’ já tem cerca de 1,7 milhão de seguidores em seu canal no YouTube e quase 250 mil em sua página no Facebook.

Imagens: Reprodução/fonte:via

Vídeo captura o exato momento que tubarão branco se aproxima de mergulhador






Cruzar nos mares com um gigantesco tubarão branco é para a maioria das pessoas possivelmente um dos maiores pesadelos a se imaginar. Para o casal de pesquisadores e conservacionistas Ocean Ramsey e Juan Oliphant, porém, tal encontro foi motivo de celebração – e uma oportunidade para alertar a necessidade de uma legislação que proteja os tubarões brancos no Havaí, onde o mergulho ocorreu.

O encontro foi devidamente registrado em vídeo e fotos por Juan, e o impressionante material rapidamente viralizou na internet. Com mais de 6 metros de tamanho, não se sabe se o tubarão com o qual Ocean nadou lado a lado é o famoso Deep Blue, o maior tubarão branco já registrado, ou outro gigante da espécie.

Segundo Ocean, as fotos e vídeos servem para lembrar que os predadores devem ser protegidos ao invés de temidos.

Diferentemente outros animais marinhos, nos EUA não há uma lei federal que proteja os tubarões, e o preconceito contra o animal – visto erroneamente como um monstro predador que caça seres humanos – o coloca em alto risco.

© fotos: Juan Oliphant/ fonte:via

Veja fotos de 15 animais que foram extintos nos últimos 250 anos



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Ao longo dos anos, espécies raras vão desaparecendo do planeta por conta da ação menos cuidada do homem. Se alguns animais se extinguem por diferentes motivos, a verdade é que muitos outros desaparecem da superfície da Terra devido à caça praticada pelos humanos.

Alterações de clima, desastres naturais, doenças desconhecidas ou, também muito frequente, ataques de predadores, são algumas das ameaças naturais que os animais sofrem e que podem levar à extinção. Mas nenhuma das ameaças exteriores está provada como mais destrutiva que a ação humana, nomeadamente a caça.

Essa lista feita pela Revista SuperInteressante serve para recordar o passado, mas também pra alertar para o futuro. Veja 15 animais que nunca mais voltarão a viver entre nós:

1. Tilacino

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As suas costas listradas valeram-lhe a alcunha de tigre ou lobo da Tasmânia. Habitava a Austrália e a Nova Guiné e acabou sendo extinto, em 1936, por causa da caça. Era o maior marsupial carnívoro dos tempos modernos.

2. Bandicoot-pés-porco

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Marsupial originário do interior da Austrália, desapareceu nos anos 50, mas a causa de extinção permanece indefinida, uma vez que os relatos dos próprios habitantes afirmam que, mesmo antes da colonização europeia, o animal já era raro.

3. Norfolk Kaka

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A Ilha Norfolk, na Austrália, era o habitat desta ave, que foi caçada até à extinção, por volta de 1800.

4. Rinoceronte Negro do Oeste Africano

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É o animal mais recentemente extinto desta lista. Em 2011, esta subespécie do rinoceronte desapareceu do centro-oeste africano. Consegue adivinhar o motivo? A caça de predadores.

5. Tigre-do-Cáspio

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Mais uma vez, a caça predatória dizimou esta espécie, que habitava o Curdistão, a China, o Irã, o Afeganistão e a Turquia. Desapareceu definitivamente nos anos 1960, mas já no século XIX o Império Russo tinha determinado a sua matança, para tornar a região mais colonizável.

6. Antílope Azul

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Desapareceu no longínquo ano de 1800, não só porque o seu habitat natural foi tomado por agricultores, como também devido à caça dos colonizadores europeus, na savana africana.

7. Foca-monge-do-caribe

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Mamífero de grandes dimensões – podia ultrapassar os dois metros de comprimento -, habitava o mar do Caribe e era cobiçado por pescadores, graças à sua pele. Foi vista pela última vez há mais de 80 anos.

8. Quagga

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Semelhante a uma zebra, se distinguia pelas listras só numa parte do corpo. Habitava a África do Sul e desapareceu, por conta da caça. A última foto de uma quagga selvagem foi tirada em 1870 e, em 1883, morreu a última mantida em cativeiro.

9. Periquito-das-Seychelles

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Extinto no começo do século XX, era, como o nome indica, um papagaio originário das Ilhas Seychelles.

10. Wallaby-rabo-de-prego-crescente

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Do tamanho de uma lebre, desapareceu em 1956 por conta de um novo predador na Austrália: a raposa.

11. Wallaby-toolache

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A pele deste canguru era muito apreciada, o que levou a espécie, originária da Austrália, à extinção, na década de 40 do século passado.

12. Dugongo de Steller

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Mais uma vez, a ação dos colonizadores, que apreciavam a carne saída deste mamífero, levou à sua extinção, em 1768. Habitava o mar de Bering, uma extensão do Oceano Pacífico.

13. Cervo de Schomburgk

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A caça foi também fatal para este animal, que habitava a Tailândia. Desapareceu por volta de 1938.

14. Bilby-pequeno

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Descoberto no final do século XIX, a passagem pela Terra não durou muito mais – acabou sendo extinto nos anos 50, por ação de outros animais, como a raposa e o gato que o caçavam, ou pela competição com coelhos, por exemplo, por comida. Habitavam a Austrália.

15. Emu-negro ou The King Island Emu

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Foi extinto ainda no século XIX (1822), devido à ação de colonizadores. Habitava uma ilha australiana, a King Island.

Apesar de algumas espécies terem sido extintas por motivos adversos, saber que os humanos foram responsáveis pela extinção várias delas é muito triste e nos faz refletir se realmente somos mesmo tão racionais como dizemos ser.

*Essa lista foi feita pela revista Super Interessante.fonte:via

Os heróis anônimos que emprestaram seus corpos à luta pelos direitos civis nos EUA

A luta pelos direitos civis nos Estados Unidos partiu de pessoas comuns, como eu e você. Em 1961, indivíduos de todas as etnias decidiram protestar de forma silenciosa pelo direito dos negros a viajar de ônibus, sentados em qualquer lugar do veículo. Na época, as leis em vigor no sul do país definiam que determinados assentos em ônibus interestaduais só poderiam ser usados por pessoas brancas.

Com base na ideia de desobediência civil e protestos não violentos, surgiu o movimento que ficou conhecido como “freedom riders” ou “viajantes da liberdade”. Pessoas negras e brancas viajavam em grupos, com o objetivo de desrespeitar as leis segregacionistas e permitir que viajantes negros pudessem sentar em qualquer lugar do ônibus.

No conservador estado do Missouri, muitos destes ativistas terminaram presos. Alguns dos veículos em que os protestos ocorreram foram também alvos de ataques realizados pela Ku Klux Klan.

O site The Pop History Dig reuniu fotografias destes heróis anônimos ao serem fichados pela polícia e elas são o verdadeiro retrato da luta pelos direitos civis. Vem ver!


fonte:via Fotos via The Pop History Dig