Este pai decidiu dar um presente de aniversário especial para a filha: vestir-se de bailarina com ela

Herbert Pereira da Silva, de 34 anos, e a filha Meline, de 2, têm uma sintonia especial. Tanto que ele não pensou duas vezes antes de quebrar possíveis barreiras e se vestir como bailarina para celebrar o aniversário da pequena.

No ano passado, os dois já haviam se fantasiado como as personagens do desenho Masha e o Urso. Herbert e a esposa, Alessandra, viram um ensaio com o tema do balé e prometeram que fariam um parecido. Tudo ficou perfeito quando Meline pediu para que sua próxima festinha tivesse as bailarinas como tema.

Os registros foram feitos pelo fotógrafo Cássio Claro, que nem cobrou pelo ensaio pois estava à procura de uma família disposta a fazer fotos ‘diferentes’ para encorpar seu portfólio. Tudo se uniu perfeitamente.

Herbert e Meline passaram mais de uma hora se divertindo e posando para as lentes do fotógrafo, e as imagens serão reveladas e usadas na decoração da festa, em dezembro.

“Quando é para um filho, a gente não tem que pensar duas vezes”, conta o pai, que não se importou com as brincadeiras com os amigos do futebol nem na fábrica onde trabalha. “Algumas pessoas disseram ter gostado tanto da ideia que também vão fazer com os filhos”, completa.


Pai e filha fantasiados como Masha e o Urso
 

Fotos: Cássio Claro Com informações do G1

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Estamos apaixonados pela amizade entre esses dois cães e um gato

Precisa de uma história deliciosamente fofa para começar o dia com o pé direito? Eis aqui exatamente a ideal: Watson e Kiko são dois Golden Retrievers muito especiais que estão encantando pessoas mundo afora.

Não bastassem serem duas lindezas extremamente fotogênicas que posam para fotos fazendo poses lindas, a história por trás de como o destino os uniu e de sua amizade é ainda mais irresistível.

Watson era apenas um filhote quando foi adotado pela dona Jennifer. Quando Watson tinha apenas 8 meses de idade, Kiko, de 5 anos, veio se juntar à família, mas imediatamente Jennifer percebeu que ele tinha problemas de ansiedade. Ele era um cão de resgate e trabalhou salvando vidas, mas desenvolveu ansiedade extrema e depressão.

Os dois cães criaram um laço de amizade imediato e Watson logo passou a ajudar Kiko com seus problemas. Aos poucos, Kiko ganhou confiança e se curou completamente.

Agora um novo amigo entrou para a família e tudo parece estar ainda mais harmonioso: Harry, o gato.

Veja fotos:

Imagens: Reprodução/fonte:[via]

Este campo na Noruega é tudo que os amantes do futebol sonharam

O futebol continua sendo o esporte mais praticado do mundo, com fãs e jogadores encontrados nos quatro cantos do planeta. Não é diferente em Henningsvær, uma pequena vila de pescadores da Noruega, onde fica um dos campos mais legais já vistos.

Henningsvær conta com apenas 0,3 km² de área, e em 2013 a população oficial era de 444 pessoas. Mesmo assim o campo de futebol, chamado Henningsvær Idrettslag Stadion, segue firme, forte e bem cuidado, recebendo jogos amadores e treinamentos para crianças e adolescentes.

Para fazer o campo foi necessário aterrar o terreno rochoso ao sul da ilha de Hellandsøya antes de instalar a grama artificial por onde rola a bola. O estádio, se é que se pode chamar assim, não tem arquibancada, apenas faixas de asfalto ao redor do campo, de onde é possível ver os jogos, mas conta com geradores capazes de alimentar refletores para partidas noturnas.

Apesar de os jogadores terem uma vista especial de dentro do campo, ter que buscar uma bola chutada para longe não deve ser das tarefas mais divertidas…

 Fotos: Reprodução/fonte:[via]

Em nova arte de Banksy, anjinhos abrem fenda em muro que separa Israel de território palestino

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A segregação racial fisicamente representada pelo muro da Cisjordânia, construído pelo governo israelense e que separa Israel do território palestino em uma das regiões mais problemáticas do mundo, voltou a ser tema do conhecido artista alternativo inglês Banksy.

No novo trabalho, o artista, que possui um hotel com vista para o muro na região, colocou o clima natalino que toma todas as regiões do mundo dentro do contexto social conflituoso da Cisjordânia.

Um dos desenhos mostra dois anjos tentando abrir uma saída no muro com ferramentas.

Para este trabalho, Banksy se aproveitou de uma rara falha na construção e casou a obra com seu conceito.

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O outro trabalho traz a mensagem Peace on Earth (paz na Terra em tradução) escrita em uma das portas da Gruta do Leite, um dos lugares mais sagrados da Cidade Antiga de Jerusalém.

As obras foram desenvolvidas neste domingo (3) e fazem parte do projeto Alternativity.

 

Fotos: Banksy/Reprodução/fonte:[via]

No meio do deserto do Atacama, ergueram esta verdadeira pérola da arquitetura

Em 2013, a dupla de arquitetos chilenos Emilio Marín e Juan Carlos López foi convocada para projetar CDI, Centro de Interpretação do Deserto, a ser construído no Atacama, o mais seco dos desertos do planeta.

Num terreno entre San Pedro de Atacama e Ayquina, no Chile, os dois foram desafiados a desenhar uma construção capaz de se integrar à paisagem. O resultado são seis pequenas construções, instaladas de forma circular, para lembrar as montanhas dos Andes.

O complexo é composto por um observatório, laboratórios de pesquisa e um pátio central protegido do vento, com vegetação própria. O exterior é todo em aço corten, que combina com o tom avermelhado do deserto.

Fotos: Felipe Fontecilla/fonte:[via]

Este senhor de 77 anos cria desenhos inacreditáveis usando apenas o Excel

Não são necessários anos de estudo e materiais caros para se tornar um artista – e o japonês Tatsuo Horiuchi sabia disso quando decidiu começar a pintar. O aposentado optou por usar aquilo que estava a seu alcance para criar verdadeiras obras de arte.

Tatsuo não queria gastar sua aposentadoria investindo em tintas e pincéis. Ao invés disso, ele decidiu utilizar seu computador para criar desenhos incríveis usando apenas o Excel. Ao perceber que seus antigos colegas de trabalho criavam gráficos no programa, o artista entendeu que também poderia usar o software para criar desenhos mais complexos.

Conforme contou em um vídeo para o Great Big Story, o aposentado queria que, em 10 anos, as suas pinturas atingissem uma qualidade da qual se orgulhasse para mostrar aos outros. Atualmente, ele já expôs sua arte em diversas mostras pelo país, de acordo com o Design Taxi.

Segundo o Oddity Central, a primeira ideia do aposentado foi pintar usando o Microsoft Word, mas ele não conseguia fazer com que suas criações fossem impressas corretamente. Dessa forma, ele migrou para o Excel, que oferece um recurso mais simples na hora de imprimir.

A maioria de suas obras retrata paisagens típicas japonesas. A atividade, que começou em 2000, já lhe rendeu muitos elogios e todos que veem suas pinturas hoje ficam impressionados com a técnica criada por Tatsuo, hoje com 77 anos.

Fotos: Reprodução Youtube/Great Big Story /fonte:[via]

Verdade ou lenda? Pesquisador revela mistério das fotos do século 19 com pessoas mortas

Apesar das intensas transformações e revoluções ocorridas, o século XIX foi um período de modo geral duríssimo em termos sociais, medicinais e sanitários – mesmo na Inglaterra, então o mais poderoso país do mundo. Morria-se displicentemente aos montes, e a expectativa de vida não passava dos 44 anos. Por isso existia a tradição das famílias de fotografar seus mortos em meio aos vivos, como se ainda vivessem, para eternizar os entes amados que faleceram – ou, ao menos, era isso que se pensava.

As fotos de mortos como se estivessem vivos popularizaram-se na internet, como um bizarro hábito do passado. O fotógrafo Mike Zohn, porém, desconfiou da veracidade de tal tradição, e decidiu investiga-la. E a descoberta de Zohn não é pequena: os mortos parecem vivos por de fato estarem vivas. A resposta está no ainda precário processo fotográfico da época, e no sensacionalismo de hoje, especialmente na internet, para gerar likes e compartilhamentos nas reportagens.

Exemplo de foto compartilhada – a garota ao meio da foto estaria morta

Para gravar uma imagem em uma placa de cobre e prata, como fazia o daguerreotipo (primeira máquina fotográfica a se popularizar na época) era preciso manter a pose por ao menos um minuto e meio para que o resultado final não saísse tremido na foto. Assim, suportes de ferro eram utilizados para “segurar” as poses. Para além disso, uma das provas principais levantadas por Zohn é, como exemplo, uma foto recorrentemente presente em sites que reúnem tais supostas fotos de mortos: na realidade, a foto é de ninguém menos que Lewis Carrol, autor de Alice no País das Maravilhas, tirada anos antes de sua morte.

A foto de Lewis Carrol, comumente compartilhada como se ele fosse uma pessoa morta

O tal suporte de ferro, utilizado para que as pessoas se mantivesse paradas para as fotos

Outra questão é o fato de tal nada discreto hábito jamais ser mencionado por documentos, textos, fotos e ilustrações da época. Ajudou a popularizar a lenda o filme “Evocando Espíritos”, de 2009, que acabou fornecendo imagens para a disseminação da falsa tradição – muitas imagens em tais sites são, em verdade, do filme.

O suporte sendo utilizado para em uma sessão fotográfica

A era vitoriana foi um período de fato mortal, mas as fotos dos mortos, pelo visto e dito por Zohn, não passam de mais uma lenda virtual.

© fotos: divulgação/fonte:[via]

Fotos raras de Madonna com 18 anos na Universidade de Michigan

Alguns anos antes de sacudir, excitar e chocar o planeta, Madonna era somente uma estudante de dança na Universidade do Michigan – e, confirma seu histórico, uma excelente aluna. Em 1976, Peter Kentes registrou a jovem artista no campus da universidade – e um tanto do espírito que viria a tomar o mundo já pode ser visto, mesmo que em uma versão ainda tímida para os padrões da artista, nessas fotos.

Dois anos depois, em 1978, a então aspirante à estrela viria a lagar a universidade para se mudar para Nova Iorque, a fim de tentar sua sorte no showbusiness. Ela tomaria aulas da dança, trabalharia em restaurantes e companhias de dança, vivendo com pouco dinheiro e muita força de vontade até 1982, quando enfim lançaria seu primeiro compacto. Largar a universidade em Michigan e mudar-se para Nova Iorque, no entanto, permaneceria como um ponto de virada em sua vida.

“Foi a primeira vez que entrei em um avião, que peguei um táxi. Fui para Nova Iorque com 35 dólares no bolso. Foi a coisa mais corajosa que fiz”, ela diz. A pessoa, portanto, que tomou tal decisão que mudou não só sua própria vida como o cenário cultural e a música popular foi essa jovem das fotos, que, aos 18 anos, se preparava para transformar a estudante Madonna Louise Ciccone em simplesmente Madonna.

© fotos: Peter Kentes/fonte:[via]

Este britânico quer cavar um lixão para encontrar R$ 280 milhões em bitcoins

O bitcoin, a criptomoeda mais conhecida e valiosa do mundo, vem atingindo seguidos recordes de cotação em 2017. Hoje, um bitcoin vale mais ou menos 47 mil reais, ou 12.580 dólares. Isso faz com que muita gente se arrependa de não ter acreditado na moeda antes, mas ninguém deve se lamentar tanto quanto o britânico James Howells.

Nascido no País de Gales, o operador de TI acreditou no potencial do bitcoin desde o início. Em 2009, ele usou seu computador para minerar bitcoins, decifrando códigos com valores criptografados para receber a criptomoeda em troca.

Acontece que demorou alguns anos para que o valor de mercado do bitcoin aumentasse, e James deixou a atividade de lado. No seu notebook, ele tinha 7,500 bitcoins, que, acreditava, valeriam uma fortuna em breve. Como a máquina passou a dar problemas, ele a desmontou e vendeu as peças pela internet, mas fez questão de manter o HD com o acesso a seus bitcoins.

Só que, em 2013, em meio a problemas familiares e uma mudança de casa, ele jogou o precioso HD fora, junto de suas chaves de acesso. O disco rígido vale, hoje, US$ 86 milhões, ou cerca de 280 milhões de reais – e James acredita que o número pode chegar até a 1 bilhão de dólares nos próximos anos.

Ele crê que o HD esteja funcionando, mas soterrado em um lixão em sua cidade, Newport. O galês pretende conseguir autorização para cavar o aterro até encontrar seu tesouro, ainda que “haja problemas ambientais como gases perigosos e incêndios em potencial”, em suas palavras.

Para isso, James pretende atrair grandes investidores, que financiariam os altos custos do projeto em troca de uma fração dos bitcoins uma vez que eles sejam encontrados.

 

Fotos: Reprodução/fonte:[via]

Artista que ficou 6 horas à mercê da audiência; resultados foram horríveis

A artista performática Marina Abramovic tinha apenas 28 anos quando realizou sua performance mais famosa, a “Ritmo 0”. A ação foi tão forte que em 2016, com 70 anos, ela ainda lembra em detalhes cada minuto das seis horas passadas à mercê da audiência.

 

“Eu não queria morrer, mas é interessante quão longe você pode levar a energia do corpo humano, quão longe você pode chegar e ver que a energia dela é quase ilimitada”, diz ela em vídeo para o Instituto Marina Abramovic. “O trabalho que mais chamou atenção do público foi o Ritmo 0. Até então, o trabalho do artista performático era considerado totalmente ridículo, doente, exibicionista e masoquista”.

Marina ficou cansada desse tipo de crítica em relação aos seus trabalhos anteriores, como o “Ritmo 5”, em que ela colocou fogo em uma grande estrela e deitou-se no espaço interior vazio, ou o “Ritmo 2”, em que ela tomou um comprimido para pacientes catatônicos na frente da audiência e teve espasmos por cerca de uma hora. “Vou fazer a peça para ver até onde o público vai se o próprio artista não fizer nada”, relembra a artista.

Assim, resolveu simplesmente não fazer nada por seis horas. Ela se colocou à disposição para que o público interagisse com ela das 20h até 2h da madrugada seguinte. Ela estava vestida e com um olhar vidrado, e em sua frente havia 72 itens que poderiam ser usados sem machucá-la, como penas, uvas, um pedaço de pão. Havia também objetos que infligem dor, como correntes, cordas, facas, tesouras, pregos e até uma arma carregada.

 

“Há 72 objetos na mesa que qualquer um pode usar em mim como desejar. Performance. Eu sou o objeto. Durante esse período eu me responsabilizo completamente. Duração: 6 horas”, dizia um recado em cima da mesa.

 

“Eu quis assumir esse risco, saber como o público era e o que eles fariam em uma situação assim”, explica.

Inicialmente os únicos a se aproximarem dela foram os fotógrafos. O público ficou mais atrás, inibido. Depois, alguns se aproximaram e interagiram de forma leve com ela, a abraçando, colocando as flores em seus braços. Depois, ela foi colocada sentada em uma cadeira, e foi aí que as humilhações começaram.

Ela teve sua blusa cortada, líquidos jogados em sua cabeça, palavras escritas em seus braços e correntes colocadas em seu pescoço.

“Eles cortaram meu pescoço e beberam meu sangue, eles me carregaram e colocaram em uma mesa. Uma pessoa colocou a arma na minha mão para ver se eu apertaria o gatilho. O galerista veio, tirou a arma das mãos do homem e a jogou pela janela”, relembra.

A audiência continuou com os abusos, espetando-a com os espinhos das rosas. Depois das seis horas, o galerista voltou e anunciou o fim da performance. Marina então finalmente olhou para seus agressores nos olhos e foi em direção a eles, que saíram correndo com medo do confronto.

“Eu comecei a ser eu mesma, porque eu estava como um fantoche só para eles. Nesse momento todo mundo correu. Eles não conseguiam me encarar como pessoa.”

O crítico de arte Thomas McEvelley, que observou a performance, comentou: “ela estava tão comprometida com a peça que ela não teria resistido a um estupro ou assassinato”.

Na época da peça, Marina escreveu: “esse trabalho revela algo terrível sobre a humanidade. Mostra como uma pessoa pode machucar você. Mostra como é fácil desumanizar uma pessoa que não se defende. Isso mostra que se há um palco, a maioria das ‘pessoas normais’, aparentemente, podem se tornar verdadeiramente violentas”. [Readlly]

Confira abaixo entrevista com a artista:

fonte:via