Fotógrafa transforma piscina e nadadoras em arte surrealista com pitada de Wes Anderson

Os fotógrafos costumam se especializar em um tipo de fotografia. Se alguns possuem um talento natural para clicar paisagens, enquanto outros preferem fazer retratos, não seria diferente com Maria Svarbova, fotógrafa baseada na Eslováquia, que é conhecida por retratar piscinas.

A artista, que gosta de fotografar espaços públicos do século 20, possui uma estima especial pela arquitetura socialista, que traz toda uma estética retrô minimalista, que se comunica muito bem com as técnicas digitais que ela usa para compor suas séries.

Misturando cores fortes e detalhes com artimanhas como clonar digitalmente o mesmo retrato em uma única composição, ela consegue criar uma arte enigmática, incomum e surrealista, algo que nos remete naturalmente à estética dos maravilhosos filmes de Wes Anderson. Não tem como ficar indiferente!

Fotos: Maria Svarbova /fonte:via

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‘I’m The Light’: Brasileiro faz exposição em NY com fotos em que humanos são pura luz

Gabriel Wickbold, fotógrafo brasileiro – baseado em São Paulo, possui um estilo único e bastante expressivo. Suas séries, que misturam fotografia com efeitos digitais, já estamparam revistas de moda e exposições pelo mundo inteiro, como seu mais novo trabalho, intitulado de ‘I’m the light’, que a partir da semana que vem estará nas paredes da galeria Isay Weinfeld – em Nova York.

Um trabalho que busca representar a essência da humanidade, um misto entre bem e mal, luz e sombra, traduzido em cores fortes e expressões marcantes. Uma arte que nos faz pensar em nossa própria natureza e importância frente à imensidão do universo.

É sempre bom ver um brasileiro conquistando cada vez mais espaço no fechado mundo das artes, mostrando um pouco do Brasil criativo e colorido, para o resto do mundo ver. Depois de passear por Nova York, uma das cidades mais importantes na cena artística mundial, em novembro, a série estará disponível também em São Paulo e é um programa imperdível!

Fotos: Gabriel Wickbold /fonte:via

Fotógrafo clica cães ao lado de donos para provar que a convivência os torna iguais

Tal cão, tal humano. Ok, esse não é um ditado popular famoso, mas, para o fotógrafo britânico Gerrard Gethings, bem que poderia ser. Especialista em clicar animais, ele preparou uma série divertida que mostra as semelhanças entre diferentes pessoas e seus bichinhos.

Além de publicar a série na internet, Gerrard a transformou em um divertido Jogo da Memória com 25 pares de pessoas e cães que se parecem entre si – o ensaio, com 10 imagens, é uma prévia promocional.

O item está em pré-venda, com distribuição prevista para setembro, e custa 12,49 libras – sem contar o frete para o Brasil.

Imagens via Gerrard Gethings /fonte:via

Ele captou imagens fantásticas da Via Láctea nos pontos mais isolados da Finlândia

O céu muitas vezes nos traz visões tão belas que merecem ser registradas para sempre. Mas na maioria das vezes a imagem fica ruim e nós, fotógrafos amadores, precisamos nos contentas com a memória de uma bela noite estrelada. Ainda bem que há profissionais como Oscar Keserci para nos brindar com incríveis imagens.

I finlandês tem se dedicado a fotografas estrelas há quase quatro anos, viajando por horas para chegar aos pontos que permitem a visão desejada. Se antes sair por aí sozinho durante a escuridão da noite era um desfio, hoje é um de seus maiores prazeres.

Autodidata, Oscar, que nasceu na Finlândia, mas foi criado na Grécia, diz estar sempre em busca de novas ideias e técnicas para aprimorar suas fotografias. Depois das sessões, ele costuma dormir no próprio carro, em meio à imensidão e sob as estrelas.

No Instagram, Oscar também publica imagens de outras maravilhas da natureza que ele encontra rotineiramente na Finlândia.

Todas as fotos © Oscar Keserci /fonte:via

10 fotos chocantes revelam a extrema desigualdade entre ricos e pobres ‘parede com parede’

Mesmo os problemas sociais mais evidentes muitas vezes vão se tornando distantes abstrações, que podem precisar de uma ilustração gráfica e inconteste para nos despertar para sua gravidade. A desigualdade social e a pobreza não deveriam ser um desses, mas em todo caso o trabalho do fotógrafo sul-africano Johnny Miller visa justamente ilustrar, na mais crua e direta prática, tal desequilíbrio entre os mais ricos e mais pobres de uma cidade. Viajando por países diversos, como México, Índia e a própria África do Sul, Miller registra com suas fotos essa cruel divisão.

Na maior parte dos casos tal divisão é literal, feita somente por uma cerca, um muro, uma estrada ou um rio – mostrando de um lado um bairro rico e, de outro, uma região pobre. Suas fotos são feitas com drones, e vão ao alto para ver na devida perspectiva a diferença de um local para o outro, mesmo sendo vizinhos.

O projeto, intitulado Unequal Scenes (Cenas desiguais, em tradução livre) procura justamente desafiar a maneira com que naturalizamos e muitas vezes aceitamos tais desigualdades, tolerando a ideia de que pessoas tão próximas possam viver vidas tão radicalmente diferentes. Se era preciso desenhar para se entender o quão cruel a desigualdade econômica pode ser, Miller decidiu ir além – e a fotografou.

© fotos: Johnny Miller/fonte:via

Arquitetura impossível é tema de série de colagens surrealistas de artista alemão

O designer gráfico alemão Matthias Jung passou boa parte de sua infância no laboratório de fotografia de seu pai, onde se aventurava fazendo os mais diversos recortes e colagens, sempre beirando o impossível. Como a afinidade com a arquitetura sempre existiu, em 2015 ele passou a trabalhar em sua série de edificações impossíveis e imaginárias e o resultado é tão enigmático quanto encantador.

Através de fotografias de viagens, o artista cria efeitos surrealistas com o uso do Photoshop e, ainda afirma que, “a grande vantagem de usar o programa de edição é poder voltar atrás se alguma coisa der errado”.

Com um misto de fantasia e realidade, ele se aproveita de algumas lembranças de sua infância, criando efeitos únicos, como este telhado de ovelhas: “Eu amo ovelhas. Tê-las na cobertura simboliza uma reconciliação com a natureza”.

Suas composições são definidas por ele mesmo como “pequenos poemas arquitetônicos” e suas casas flutuantes são verdadeiras metáforas, onde ele mistura sonho, realidade, paisagens e muita criatividade!

Fotos: Matthias Jung /fonte:via

Foto de recém nascido cercado por coração de seringas viraliza pelo melhor motivo

Quando uma foto diz mais do que mil palavras, não é apenas o trabalho do fotógrafo que é capturado pelas lentes, mas toda uma história que tornou aquele registro possível.

É o caso da fotografia da pequena London O’Neill, que viralizou na internet ao mostrar que o amor não tem fronteiras.

Tudo começa com a história de Patricia e Kimberly O’Neill. As duas se conheceram há seis anos e começaram um relacionamento. Elas já tinham filhos de relações anteriores, mas decidiram que queriam tentar ter um filho juntas.

A princípio, não parecia nada tão complicado. Patricia e Kimberly precisariam apenas ir a uma clínica de fertilização e esperar pelo resultado, certo? Isso não poderia estar mais longe da realidade que elas enfrentariam.

Foram necessários quatro anos, sete tentativas e três abortos espontâneos antes de que London nascesse. Patricia, que havia escolhido carregar o bebê, descobriu que sofria de Fator V de Leiden, uma doença genética que aumenta a incidência de abortos.

Durante o processo, a futura mamãe levou um total de 1.616 injeções na busca de controlar a condição e conseguir levar a gravidez adiante. Além das injeções necessárias para a fertilização in-vitro, ela precisou tomar duas doses injetáveis diárias de anticoagulantes. Cada uma das agulhas foi guardada até o nascimento da criança para, então, serem usadas nesta incrível composição, clicada pela Packer Family Photography.