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O presidente do Uruguai

O presidente do Uruguai é o presidente mais pobre do mundo, porque doa 90% de seu salário para a caridade.

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CUBA FREOU O AVANÇO DO EBOLA NA ÁFRICA OCIDENTAL, ANALISAM JORNALISTAS

trabalhadores da saúde cubanos que combateram o vírus do ebola na África Ocidental voltaram para seu país natal, como heróis.

ebola


Porém, os meios de comunicação internacionais, controlados pelo grande capital, censuram e se calam sobre a grande ajuda humanitária prestada por esses profissionais aos povos da Libéria, Serra Leoa e Guiné, os três países mais infectados pela epidemia.

Em programa da emissora Cubainformación,

jornalistas analisaram o papel dos médicos cubanos no combate ao ebola e o silêncio da mídia capitalista a esse respeito. “Cuba freou o avanço do ebola na África Ocidental”, afirmaram, destacando que o governo cubano foi o primeiro a atender o pedido da Organização das Nações Unidas (ONU), de impedir a disseminação da doença nos países da África e do mundo.

Ressaltaram que os médicos e o governo de Cuba não ajudaram no combate ao ebola por interesses econômicos, mas exclusivamente humanitários, e que o objetivo foi cumprido por parte deles, apesar de que a doença ainda não foi controlada e ainda é um grande perigo, mesmo com os meios de comunicação não dando mais tanta importância ao assunto, já que a Europa e os EUA estão a salvo da epidemia, criticaram.

Lembraram do médico Félix Báez, que contraiu a doença em Serra Leoa no final do ano passado e que foi tratado na Suíça. Ele se recuperou, voltou a Cuba, e logo em seguida viajou novamente para a África, mostrando um claro sentimento de solidariedade e comprometimento, em um ato de heroísmo para ajudar mais pessoas a escapar da doença mortal. Juan Rodríguez, outro profissional da saúde que estava em missão na África, não teve a mesma sorte e faleceu de malária na Libéria.

Entidades internacionais homenagearam os profissionais cubanos por sua dedicação em ajudar as pessoas dos países afetados, como os Médicos Sem Fronteiras e o presidente de Serra Leoa, que reconheceram o papel de Cuba na luta contra o ebola, conforme recordaram os analistas.

Por sua vez, o ensaísta e jornalista Enrique Ubieta Gómez, em um artigo no jornal Granma, recordou que o ministro de Relações Exteriores da Libéria também reconheceu o importante papel desempenhado por esses trabalhadores humanitários. “Para os médicos cubanos, não importava o risco: vieram do outro lado do oceano para nos ajudar como irmãos.”

Para Gómez, a ajuda médica cubana na África Ocidental é “uma das práticas solidárias mais exemplares de nosso tempo”.

No final de janeiro deste ano, o número de casos semanais nos três principais países afetados caiu para menos de 100. Em setembro do ano passado, foram registrados cerca de mil casos de ebola, o que mostra uma diminuição nos casos. Porém, a ONU afirma que o vírus continua a representar uma “ameaça à vida e ao futuro das crianças, das famílias e comunidades” nos três países africanos mais atingidos.

Desde janeiro de 2014, aproximadamente 10 mil pessoas morreram por causa da doença, segundo a ONU.

Cuba dá o exemplo na luta contra o vírus ebola na África

Lamrani] Segundo as Nações Unidas, a epidemia do ebola de tipo Zaire, febre hemorrágica que atinge atualmente uma parte do oeste da África, particularmente a Serra Leoa, a Guiné e a Libéria, constitui a mais grave crise de saúde dos últimos tempos.


No espaço de algumas semanas, o vírus se propagou em uma grande velocidade e a epidemia parece fora de controle. Trata-se da crise de ebola “maior, mais severa e mais complexa” observada desde o descobrimento da enfermidade em 1976. Altamente contagioso, o vírus é transmitido mediante o contato direto com o sangue e os fluídos corporais. Observou-se cerca de 5 mil casos e mais de 2400 pessoas perderam a vida. A Organização Mundial da Saúde fez um chamado urgente pedindo à comunidade internacional ajuda para as populações africanas abandonadas à própria sorte.

Cuba respondeu imediatamente à petição das Nações Unidas e da Organização Mundial da Saúde.Havana anunciou que mandaria, a partir de outubro, 165 profissionais da saúde para Serra Leoa, o país mais afetado pela epidemia, junto com a Guiné e a Libéria. A missão durará pelo menos seis meses e será composta por profissionais especialistas que já realizaram missões humanitárias na África.

Margaret Chan, diretora da Organização Mundial da Saúde, saudou o gesto de Cuba: “O que mais necessitamos são pessoas, profissionais de saúde. O mais importante para evitar a transmissão do ebola é ter as pessoas adequadas, os especialistas adequados e treinados apropriadamente para enfrentar esse tipo de crise humanitária”. O OMS lembra que “Cuba é famosa em todo o mundo por sua capacidade de formar excelentes médicos e enfermeiros. É famosa, além disso, por sua generosidade e solidariedade aos países no caminho para o progresso”.

Chan pediu que o resto do mundo, particularmente os países desenvolvidos, sigam o exemplo de Cuba e expressem a mesma solidariedade à África: “Cuba é um exemplo […]. Tem tido a maior oferta de médicos, enfermeiros e especialistas, assim como de especialistas em controle de doenças infecciosas e epidemiologistas […]. Espero que o anúncio feito hoje pelo governo cubano estimule outros países a anunciar seu apoio”.  Em um comunicado, Ban Ki Moon, secretário-geral das Nações Unidas, também felicitou Cuba por sua ação : O secretário-geral recebeu calorosamente o anúncio do governo de Cuba.

A Science, a mais importante revista médica do mundo, também destacou o exemplo de Cuba. “Trata-se da maior contribuição médica enviada até o momento para controlar a epidemia. Terá um impacto significativo em Serra Leoa”.  Até o anúncio cubano, a presença médica internacional no oeste da África somava 170 profissionais segundo a OMS.[7] Agora, Cuba dará uma ajuda equivalente a todas as nações do mundo juntas.

Roberto Morales Ojeda, ministro cubano da Saúde, explicou as razões que motivaram a decisão do governo de Havana:

“O governo cubano, como tem feito sempre nesses 55 anos de Revolução, decidiu participar desse esforço global sob a coordenação da OMS para enfrentar essa situação dramática.

Desde o primeiro momento, Cuba decidiu manter nossas brigadas médicas na África, independentemente da existência da epidemia de ebola, em particular em Serra Leoa e na Guiné-Conakry, com a prévia disposição voluntária de seus integrantes, expressão do espírito de solidariedade e humanismo característico de nosso povo e governo”.

Cuba sempre fez da solidariedade internacional um pilar fundamental de sua política exterior. Assim, em 1960, inclusive antes do desenvolvimento de seu serviço médico e quando tinha acabado de perder 3 mil médicos dos 6 mil presentes na ilha (que escolheram emigrar para os Estados Unidos depois do triunfo da Revolução, em 1959), Cuba ofereceu sua ajuda ao Chile depois do terremoto que destruiu o país. Em 1963, o governo de Havana mandou sua primeira brigada médica composta de 55 profissionais à Argélia para ajudar a jovem nação independente a enfrentar uma grave crise de saúde. Desde aquele momento, Cuba estendeu sua solidariedade ao resto do mundo, particularmente à América Latina, à África e à Ásia. Em 1998, Fidel Castro elaborou o Programa Integral de Saúde, destinado a responder às situações de emergência. Graças a esse programa, 25 288 profissionais cubanos da saúde atuaram voluntariamente em 32 países.

Por outro lado, Cuba formou várias gerações de médicos de todo o mundo. No total, a ilha formou 38 920 profissionais da saúde de 121 países da América Latina, da África e da Ásia, particularmente mediante a Escola Latino-Americana de Medicina (ELAM), fundada em 1999. Além dos médicos que cursaram seus estudos na ELAM em Cuba (cerca de 10 mil graduados por ano), Havana contribuiu para a formação de 29 580 estudantes de medicina em 10 países do mundo.

O Operação Milagre, lançada em 2004 por Cuba e Venezuela, que consiste em tratar vítimas de catarata e outras enfermidades oculares nas populações do Terceiro Mundo, é emblemática da política solidária de Havana. Desde tal data, cerca de 3 milhões de pessoas de 35 países recuperaram a visão, entre elas 40 mil na África.

Depois do furacão Katrina, que destruiu a cidade de Nova Orleans em setembro de 2005, Cuba criou o “Contingente Internacional de Médicos Especializados no Enfrentamento de Desastres e Grandes Epidemias Henry Reeve”, composto de 10 mil médicos. A ilha, apesar do conflito histórico com os Estados Unidos, ofereceu sua ajuda a Washington, que a rejeitou. A partir desse contingente, Cuba criou 39 brigadas médicas internacionais que já atuaram em 23 países.

Na África, cerca de 77 mil médicos e outros profissionais da saúde cubanos forneceram seus serviços em 39 dos 55 países [do continente]. Atualmente, mais de 4 mil, mais da metade deles médicos, trabalham em 32 países da África.

No total, cerca de 51 mil profissionais da saúde, entre eles 25 500 médicos, dos quais 65% são mulheres, trabalham em 66 países do mundo. Desde o triunfo da Revolução, Cuba realizou cerca de 600 mil missões em 158 países com a participação de 326 mil profissionais de saúde. Desde 1959, os médicos realizaram mais de 1,2 bilhão de consultas médicas, assistiram 2,3 milhões de partos, efetuaram 8 milhões de operações cirúrgicas e vacinaram mais de 12 milhões de mulheres grávidas e crianças.

Cuba escolheu oferecer solidariedade aos povos necessitados como princípio básico de sua política exterior. Dessa forma, apesar das dificuldades inerentes a todo país de Terceiro Mundo, Cuba mandou seis toneladas de medicamentos e material médico para Gaza. É um exemplo entre muitos outros. Fidel Castro explicou as razões: “Esse é um princípio sagrado da Revolução; isso é o que nós chamamos de internacionalismo porque consideramos que todos os povos são irmãos e antes da pátria está a humanidade”.  Havana demonstra para o mundo que, apesar de recursos limitados, apesar das sanções econômicas estadunidenses que asfixiam o país, sem abandonar sua própria população (com um médico para cada 137 habitantes, Cuba é a nação melhor servida do mundo), é possível fazer da solidariedade um vetor essencial da aproximação e da amizade entre os povos.

Esses 22 famosos parecem estar em fotos de séculos atrás. Eu fiquei arrepiado.

Diz-se que todas as pessoas têm, em algum lugar do mundo, um sósia, um completo estranho cuja aparência física é semelhante à sua. É o caso dos 22 famosos abaixo, que foram separados por séculos de seus “irmãos gêmeos”. A semelhança é tão espantosa que dá até para acreditar que eles fizeram uma viagem no tempo.

1. Zach Galifianakis e Louis Vuitton.

2. Bruce Willis e o general Douglas MacArthur.

4. Peter Dinklage, de Game of Thrones, e Sebastián de Morra, um bobo da corte espanhol do século XVII.

6. Orlando Bloom e o pintor romeno Nicolae Grigorescu.

7. Alec Baldwin e o presidente dos Estados Unidos Millard Fillmore.

8. Leonardo DiCaprio e uma mulher chamada Judy Zipper.

9. Justin Timberlake e um criminoso do passado.

10. Sylvester Stallone e Papa Gregório IX.

11. Johnny Depp e o filósofo Arthur Schopenhauer.

12. Macaulay Culkin e o presidente da Rússia, Wladimir Putin.

13. Mark Zuckerberg e o rei Filipe IV da Espanha.

14. Tilda Swinton e David Bowie.

15. Michael Jackson e o pintor holandês Barent Fabritius.

16. Andrew Garfield e Leon Trótski.

17. Christina Aguilera e a atriz Ginger Rogers.

18. John Travolta e um desconhecido.

19. Whoopie Goldberg e uma cebola.

 

20. Ellen Degeneres e o escritor Henry David Thoreau.

 

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21. O ator Jason Segel e Lee J. Cobb.

 

Anis Tabet

22. Jennifer Lawrence e a atriz egípcia Zubaida Tharwat.

 

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As semelhanças são mesmo impressionantes. Compartilhe essas imagens com seus amigos. Talvez algum deles também tenha um gêmeo desconhecido.

Ágata de fogo

Esta é ágata de fogo (é conhecida por ter as mesmas propriedades do que as águas medicinais), criado como resultado da atividade vulcânica.

Há uma SPA com piscina de vinho no Japão!

 

O Hakone Kowakien Yunessun Hot Springs Amusement Park & Spa Resort, localizado na base do Monte Fuji, é um dos únicos lugares, onde você pode mergulhar totalmente em um tanque de vapor de vinho tinto.

A piscina de vinho tinto apresenta uma garrafa de 3.6m de altura de vinho que derrama Beaujolais Nouveau na piscina durante todo o dia.

Beaujolais Nouveau (é um vinho tinto feito com uvas Gamay produzidos na região de Beaujolais na França).

José Victor

Este menino tinha tudo para não acreditar em um futuro de sucesso. Nascido em uma família pobre e estudante de escola pública, o mesmo conseguiu ingressar em medicina na Federal de Sergipe (com apenas 14 anos).

José Victor obteve no ENEM 751,16 pontos na prova geral e 960 na redação.