Einstein e o seu terapeuta

Einstein e o seu terapeuta. “A felicidade em pessoas inteligentes é a coisa mais rara que eu conheço.”

Menino trabalha em fábrica que fornece armamentos para o Exército Livre da Síria.

O FUNCIONÁRIO E O BRINQUEDO IMPRÓPRIO NO ESCRITÓRIO

Quem aí gosta de brinquedo? Uma das mais importantes diferenças que todas as pessoas têm que aprender em suas vidas é a diferença entre uma mesa de bar e uma mesa de escritório. Uma diferença aparentemente simples, mas ao mesmo tempo tão complexa, afinal, muda tudo – o ambiente, o nosso comportamento…

E o que a gente leva para cada um deles, né? Afinal, o escritório não é lugar de cerveja. Isso é uma coisa que todo mundo aqui sabe. Mas um homem chamado Ron levou um esporro grande, e quase foi demitido por causa de uma latinha de cerveja que estava embaixo de sua mesa. Mas Ron é um cara muito sortudo. Sim, sortudo. Veja só por quê:

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A tal da latinha.

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“Funcionário encontrou uma lata cheia de cerveja embaixo da mesa de Ron. Isso é uma violação às regras da empresa.”

“Ron disse que isso foi um presente de seu avô na China, e que ele esqueceu que tinha deixado lá.”

“Ron removeu a cerveja do local de trabalho, e será examinado pela equipe.”

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Mas por que sortudo? Porque o pessoal só encontrou a latinha de cerveja. Imagina só se decidem abrir?

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Pois é, um brinquedo sexual. Se os caras já encrencaram daquele jeito por causa de uma latinha de cerveja, imagina só o escândalo que ia dar?

Esse Ron é um cara de sorte mesmo!

Dutchess

Esta é a cadela Dutchess, que nasceu com uma doença hereditária que a fez perder a visão, mesmo assim ela tem um trabalho muito especial: ela ajuda na terapia de pessoas autistas as deixando mais calmas com sua mansidão e simpatia.

Operador de guindaste profissional

Mal sabia esse operador de guindaste profissional que essa foto tirada do segundo maior prédio do mundo lhe daria um prêmio do Concurso de Fotografia da Cidade de Xangai!

 

William Kamkwamba: O jovem que dominou o vento.

William nasceu em uma família de camponeses na vila de Kasungu, no Malaui. Apesar de sempre ter vivido na pobreza, a situação se complicou em 2001, quando uma seca assolou a região e causou grandes transtornos para toda a comunidade. Muitos morreram de fome e William e sua família passaram a se alimentar apenas uma vez por dia.

Mesmo com as dificuldades, o jovem, de então 14 anos, continuou a frequentar a escola. “Eu estava determinado a fazer qualquer coisa para poder aprender. Então, eu fui para a biblioteca e li livros de ciências, em particular de física”, conta. Mesmo a falta de conhecimento no inglês não impediu o garoto de interpretar figurar e diagramas para aprender as palavras que estavam nos livros.

Até que um deles, que explicava como um moinho de vento poderia bombear água e gerar eletricidade, mudou o destino de William. “Bombear água significava irrigação. Uma defesa contra a fome, pela qual nós estávamos passando naquela época.” Então ele decidiu construir um moinho sozinho.

Com a teoria na cabeça, o jovem inventor partiu para a prática e na ausência das matérias-primas essenciais, recorreu a um ferro-velho e juntou tudo o que lhe parecia útil. Quadro de bicicleta, roldana, tubo plástico, ventilador de trator, amortecedor e outras peças enferrujadas bastaram para construir um moinho capaz de gerar 12 watts de eletricidade – suficiente para ligar quatro lâmpadas e dois rádios em sua casa. Depois, William partiu em outra missão: construir um moinho capaz de gerar no mínimo 20 watts, o suficiente para bombear água e irrigar toda a vila.

O sucesso de sua iniciativa gerou comentários e em pouco tempo o moinho virou notícia e circulou pela Internet. Até que o jovem foi convidado a palestrar no evento Technology, Entertainment, Design – TED (Tecnologia, Entretenimento e Design) sobre sua invenção e, apesar do nervosismo, contar o seu feito e inspirar o público.

Foi assim que o camponês pobre, em um país pobre, conseguiu mudar sua história e inspirar milhares de pessoas em todo o mundo. No final da palestra, ele ainda manda um recado: “Eu gostaria de dizer uma coisa para todas as pessoas por aí afora, como eu, para os africanos e para os pobres que estão lutando pelos seus sonhos: confie em você e acredite. Não importa o que aconteça, não desista.”VEJA O VÍDEO NO COMENTÁRIO!

Fazendeiros japoneses

Alguns fazendeiros japoneses cultivam laranjas dentro de um molde em formato de pentágono. Elas crescem e assumem a forma que vemos na imagem.