12 fotos que provam que a Sérvia deve entrar nos seus planos de viagem

A Sérvia é um destino ainda pouco explorado na Europa. É comum ver dicas em sites de viajantes dizendo que não sabiam nada antes de pisar no país – isso por que pouca coisa foi escrita em português, não que não exista informação ou turismo ativo por lá.

Com história bastante antiga, a Sérvia era Iugoslávia socialista até 1990. Em 2003 passou a ser chamada de Sérvia e Montenegro e, em 2006, após uma votação para a independência de Montenegro, adotou seu nome atual.

Em uma posição bastante central no leste europeu, além de Montenegro, o país faz fronteira a oeste com Bósnia e Herzegovina, a noroeste com a Croácia, ao sul com a Macedônia e com a Albânia, ao leste com a Romênia e com a Bulgária e ao norte com a Hungria. Rodeado de tantos países, mar passa longe dali, mas a riqueza está nos rios, como o Danúbio, e montanhas.

Veja as imagens e se apaixone pela Sérvia:

 

Fotos: Irene Becker, Katarina Stefanovic, Dragoljub Zamurovic, Matej Duzel, Uros Petrovic, Novica Aloric, Aleksandar Milutinovic e Bojan Hohnjec/fonte:[via]

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Este hotel com quartos de bambu abastecidos a energia solar parece saído de um sonho

Um hotel no México onde todos os quartos têm vista para o mar já seria maravilhoso o bastante, mas some isso à exclusividade do lugar que tem apenas 12 quartos, é um um retiro de yoga e ainda um eco resort. O Playa Viva, localizado ao norte de Acapulco é tudo isso.

Para deixar tudo ainda mais fascinante, as suítes são feitas em materiais sustentáveis, abastecidas por energia solar e parecem fazer parte da paisagem ao redor perfeitamente. Especialmente as suítes de bambus, batizadas de ‘casas da árvore’ que são construídas a quase dois metros do chão para que os hóspedes tenham a sensação de conforto, ao mesmo tempo em que interagem com a natureza.

O apartamento possui 213 metros quadrados e tem quarto, sala de estar e banheiro e a construção foi pensada para ter o menor impacto ambiental possível: a energia usada, tanto para eletricidade como para o aquecimento da água, é de origem solar; os apartamentos possuem muitas aberturas para maximizar a ventilação natural, permitindo o resfriamento passivo.

 

Imagens: Reprodução/fonte:[via]

Este retiro ecológico nas montanhas do Vietnã é o paraíso na Terra

Longe das tumultuadas cidades vietnamitas, esse retiro nas montanhas do parque nacional Hoang Lien é pura paz. O Topas Ecolodge conta com 33 bangalôs e fica a 45 minutos (ou apenas 18 km) do povoado de Sapa, no norte do Vietnã.

Embora o gerente do hotel seja francês, 95% dos funcionários pertencem a minorias étnicas da região. Aberta em 2005, a construção também busca gerar o mínimo de impacto ambiental. Para isso, as compras são realizadas localmente sempre que possível e o uso de energia é restrito apenas ao necessário. Sistemas de separação de lixo foram implementados no local e as sobras de alimentos são destinadas a fazendeiros locais, para que sejam utilizadas na alimentação de animais.

Apesar disso, a acomodação pode não ser para qualquer um. Para evitar os danos ao entorno e oferecer uma verdadeira imersão na vida das montanhas do Vietnã, muitas comodidades foram cortadas da lista. Portanto, os bangalôs não dispõem de televisão ou conexão à internet – embora o wi-fi esteja disponível no lounge do hotel. Além disso, faltas de água e de luz são comuns na região, como explica o site do Topas Ecolodge.

O vídeo abaixo dá uma ideia do que você irá encontrar por lá (em inglês, mas vale assistir pelas imagens incríveis da região):

 

Fotos: Topas Ecolodge /fonte:via

Viajante encontra filhotes abandonados no deserto e decide levá-los numa jornada sem volta

Jordan Kahana, de 30 anos, sempre foi apaixonado por cachorros e estava prestes a adotar um quando seu escritório fechou para as festas de fim de ano. Ele planejou então uma viagem de carro pelos Estados Unidos.

Quando estava dirigindo por uma estrada mais afastada no deserto do Arizona, o viajante encontrou dois pequenos filhotes de cachorro abandonados. Sem pensar, ele levou os cães ao veterinário e, assim que os cãezinhos tiveram a forte desidratação curada, Jordan os adotou.

Isso tudo aconteceu em dezembro de 2016 e, daquele dia em diante, o trio tem sido uma equipe inseparável, viajando juntos pelos Estados Unidos. Jordan deu aos filhotes os nomes Sedona e Zeus e já viajou com os dois por mais de 48 mil km, passando por 35 estados do país.

Desde então, ele compartilha os momentos mais lindos e memoráveis de suas jornadas no Instagram e no YouTube e é claro por que as pessoas estão amando o “esquadrão da aventura”.

Dê uma olhada em algumas das imagens dessa linda história:

 

Fotos – Jordan Kahana | @jordankahana: fonte:via

O inusitado espetáculo das ondas congeladas causado pelo frio rigoroso nos EUA e Canadá

Um fenômeno raro atingiu a costa leste dos Estados Unidos. Na ilha de Nantucke, em Massachusetts, um fotógrafo capturou as imagens incomuns que mostram ondas congeladas no oceano.

O espetáculo inusitado foi causado pelo frio extremo que atingiu os Estados Unidos e o Canadá no início do ano. De acordo com um relato do fotógrafo Jonathan Nimerfroh, que vive no local e clicou o momento, as ondas tinham a consistência de neve semi-derretida e continuavam se movendo, embora de maneira mais devagar do que normalmente.

Jonathan teria sido avisado por amigos surfistas sobre o fenômeno, que ocorreu no dia 2 de janeiro. Assim que soube que as ondas estavam congelando, dirigiu até o local para registrar o momento. O resultado é sensacional:

Jonathan também registrou o fenômeno em um vídeo incrível!

 

Foto: Jonathan Nimerfroh /fonte:via

Conheça as 10 cidades mais igualitárias do Brasil

Dias atrás, a ONG britânica Oxfam lançou a última versão de seu relatório sobre distribuição de renda, apontando que as cinco pessoas mais ricas do Brasil possuem patrimônio equivalente à soma de toda a metade mais pobre da população.

Embora o país esteja entre os mais desiguais do planeta, há alguns exemplos de cidades que vão no sentido contrário. De acordo com dados do Atlas de Desenvolvimento Humano do Brasil, elaborado em 2013, quase todas as cidades mais igualitárias do país estão na região Sul, exceção para uma aparição do Sudeste.

O Atlas leva em conta o Coeficiente de Gini, o índice mais aceito na hora de calcular a desigualdade, com uma classificação que varia de 0 (uma sociedade em que todos têm a mesma renda) e 1 (uma sociedade em que uma só pessoa concentra 100% da renda).

No ranking Relatório de Desenvolvimento Humano, elaborado pela ONU a partir de dados de 2015, o Brasil era o décimo país mais desigual do planeta, marcando 0,515 no Coeficiente de Gini. A Ucrânia era o mais igualitário, com 0,241.

Vale lembrar que o Coeficiente de Gini é apenas um dos indicadores que ajudam a analisar a distribuição econômica e a qualidade de vida de um local, e que distorções podem aparecer – locais mais pobres, mas com menos desigualdade, não necessariamente serão melhores que outros mais ricos, mas com problemas na distribuição de renda.

As 10 cidades mais igualitárias do Brasil, de acordo com o Atlas de Desenvolvimento Humano de 2013, são:

1 – São José do Hortêncio (RS)

Índice de Gini (Atlas 2013) – 0,28

População – 4.094

2 – Botuverá (SC)

Índice de Gini (Atlas 2013) – 0,28

População – 4.468 habitantes

3 – Alto Feliz (RS)

Índice de Gini (Atlas 2013) – 0,29

População – 2.917 habitantes

4 – São Vendelino (RS)

Índice de Gini (Atlas 2013) – 0,29

População – 1.944 habitantes

5 – Vale Real (RS)

Índice de Gini (Atlas 2013) – 0,29

População – 5.118 habitantes

6 – Santa Maria do Herval (RS)

Índice de Gini (Atlas 2013) – 0,30

População – 6.053 habitantes

7 – Campestre da Serra (RS)

Índice de Gini (Atlas 2013) – 0,31

População – 3.247 habitantes

8 – Tupandi (RS)

Índice de Gini (Atlas 2013) – 0,31

População – 3.924 habitantes

9 – Córrego Fundo (MG)

Índice de Gini (Atlas 2013) – 0,32

População – 5.790 habitantes

10 – Morro Reuter (RS)

Índice de Gini (Atlas 2013) – 0,32

População – 5.676 habitantes /fonte:via

 

Fotos: Divulgação/Administrações Municipais

Com informações da Exame

Ele passou 5 meses viajando por 17 países da Europa e fez fotos de tirar o fôlego

O fotógrafo belga Johan Lolos fez uma viagem de 5 meses pela Europa onde percorreu 40 mil quilômetros passando por 17 países. Na bagagem de volta para casa ele levou imagens e mais imagens encantadoras dos lugares por onde esteve.

Johan é um fotógrafo de viagem autodidata e, há 4 anos decidiu sair por aí fotografando o máximo do mundo que conseguisse. Quando caiu no mundo da fotografia, primeiro viajou como mochileiro aleatório viajando pela Austrália e Nova Zelândia por dois anos consecutivos.

Inexperiente, achou que precisasse viajar para o outro lado do planeta para poder ver paisagens únicas e experimentar coisas inesquecíveis. Demorou três anos para descobrir que sua cidade natal, Liège, fica a menos de um dia de carro de algumas das montanhas mais bonitas do mundo: os Alpes.

Desde o momento em que percebeu isso, começou a listar todos os lugares da Europa que gostaria de visitar durante os meses de verão. Desta vez ele realmente queria se desafiar e sair de sua zona de conforto. Foi quando fez um itinerário com três regiões principais da Europa atravessando 17 países em um período de cinco meses.

Em 15 de maio de 2017, Johan começou a jornada a qual nomeou de “Picos da Europa”. A viagem foi dividida em três partes: o Norte, os Balcãs e os Alpes. O retorno para casa foi feito em 6 de outubro de 2017.

Foram mais de 30 mil fotos tiradas na viagem!

Confira algumas abaixo:

Sommarøya, Tromsø, Norway

Soča, Triglav National Park, Slovenia

Landmannalaugar, Iceland

Lech, Vorarlberg, Austria

Old Man Of Storr, Isle Of Skye, Scotland

Lago Di Carezza, South Tyrol, Italy

Seceda, South Tyrol, Italy

Lago Di Braies, South Tyrol, Italy

Kerlingarfjöll, Iceland

Navagio Beach, Zakynthos, Greece

Hamnøy, Lofoten, Norway

Þórsmörk, Iceland

Augstmatthorn, Switzerland

 

Imagens: Reprodução /fonte:via

Essa é a maior caverna subaquática do mundo, e ela guarda muitos segredos maias

Pesquisadores descobriram o maior sistema de cavernas subaquáticas do mundo, no México.

Além de ser um espetáculo da natureza, o sistema também é um incrível tesouro arqueológico que poderia revelar segredos perdidos da antiga civilização maia, bem como de outras épocas da história.

Importância

Após 10 meses de exploração intensiva, os pesquisadores finalmente conseguiram percorrer os labirintos e determinar que o sistema possui inacreditáveis 347 quilômetros de cavernas subterrâneas.

“Esta imensa caverna representa o sítio arqueológico submerso mais importante do mundo”, disse o arqueólogo subaquático Guillermo de Anda, do Instituto Nacional de Antropologia e História do México, ao portal Science Alert. “Tem mais de uma centena de contextos arqueológicos, dentre os quais são evidentes os primeiros colonos da América, fauna extinta e, claro, a cultura maia”.

De Anda dirige o projeto Grande Aquífero Maia (do inglês Great Maya Aquifer, ou GAM), um esforço de pesquisa que explora cavernas no estado mexicano de Quintana Roo, localizado na costa do Caribe, há décadas.

Recorde

Quintana Roo abriga nada menos do que 358 sistemas de cavernas subaquáticas, que representam cerca de 1.400 quilômetros de túneis inundados escondidos debaixo da superfície.

O sistema Sac Actun é um recordista dentre estes; é tão grande que inicialmente os pesquisadores pensavam que era dois sistemas de cavernas diferentes. O outro se chamava Dos Ojos (“dois olhos”) e abrangia 93 quilômetros. Agora, os cientistas sabem que ele faz parte de Sac Actun, e que ambos são na verdade uma cavidade contínua gigante.

Com a absorção de Dos Ojos, Sac Actun agora oficialmente possui 347 quilômetros de extensão, tornando-se a maior caverna subaquática conhecida do mundo e batendo por muitos quilômetros o recordista anterior, o sistema Ox Bel Ha, também em Quintana Roo, que se estende por 270 quilômetros.

Como se não bastasse isso, Sac Actun pode ser ainda maior. Embora pendente de confirmação, os pesquisadores acreditam que ele pode estar conectado a outros três sistemas de cavernas subaquáticas.

Descobertas arqueológicas nos aguardam

Esses mergulhos não são apenas para determinar os segredos de cavernas submersas e suas peculiaridades naturais.

À medida que vídeos e fotografias são feitos nessas águas, volumes incontáveis de artefatos e restos humanos preservados aparecem, apenas esperando para serem analisados.

Ou seja, as implicações arqueológicas dessa investigação podem ser tão enormes quanto a própria caverna.

“Registramos mais de 100 elementos arqueológicos: restos de fauna extinta, de seres humanos precoces, cerâmicas e sepulturas maias”, disse de Anda à mídia mexicana. “É um túnel do tempo que nos transporta para um lugar 10.000 a 12.000 anos atrás”.

fonte:via[ScienceAlert]

 

A beleza única da Islândia fica ainda mais impressionante nesta série de fotos analógicas

 

Existem muitas belezas diferentes no planeta – essa é boa parte da graça de se estar na Terra. Enquanto as matas, montanhas e o sol tropical encantam a nós mesmos e ao resto do mundo com a diversidade e a intensidade multicolorida da paisagem brasileira, há também a igualmente intensa beleza do frio e da brancura infinita das paisagens geladas.

O fotógrafo português André Terras Alexandre viajou à Islândia para justamente registrar as maravilhas naturais do Atlântico Norte – e o resultado é desconcertante.

A melancolia e a pureza das paisagens islandesas parecem ainda mais fortes no trabalho de Alexandre pelo fato de suas fotos serem feitas à moda antiga, em filme. Um certo toque vintage adiciona não só charme às imagens, como uma nova camada sentimental, de um tempo um tanto congelado, como em um lugar onde é o clima quem manda – onde a beleza não está sujeita a nada além das estações do ano.

A inclemência do inverno ameaça e, ao mesmo tempo, sublinha a força natural e a beleza de algumas paisagens que só um lugar como a Islândia oferece ao nosso olhar.

© fotos: André Terras Alexandre/fonte:via

A beleza única da Islândia fica ainda mais impressionante nesta série de fotos analógicas

Existem muitas belezas diferentes no planeta – essa é boa parte da graça de se estar na Terra. Enquanto as matas, montanhas e o sol tropical encantam a nós mesmos e ao resto do mundo com a diversidade e a intensidade multicolorida da paisagem brasileira, há também a igualmente intensa beleza do frio e da brancura infinita das paisagens geladas.

O fotógrafo português André Terras Alexandre viajou à Islândia para justamente registrar as maravilhas naturais do Atlântico Norte – e o resultado é desconcertante.

A melancolia e a pureza das paisagens islandesas parecem ainda mais fortes no trabalho de Alexandre pelo fato de suas fotos serem feitas à moda antiga, em filme. Um certo toque vintage adiciona não só charme às imagens, como uma nova camada sentimental, de um tempo um tanto congelado, como em um lugar onde é o clima quem manda – onde a beleza não está sujeita a nada além das estações do ano.

A inclemência do inverno ameaça e, ao mesmo tempo, sublinha a força natural e a beleza de algumas paisagens que só um lugar como a Islândia oferece ao nosso olhar.

 

© fotos: André Terras Alexandre/fonte:via