Partiu? Barraca de camping navegável comporta até 5 pessoas e aguenta 400 kg

O mundo é dividido entre aqueles que amam acampar, e outros que não suportam sequer pensar na hipótese. Para os que tem o espírito aventureiro, tudo que parece transtorno à outra metade é, na verdade, excitante. Uma nova barraca, capaz de ampliar em muito as possibilidades do acampamento, pode, no entanto, vir a unir essas duas metades, e transformar pra sempre a experiência de viver por alguns dias em uma tenda – com ela, é possível armar sua barraca no chão, em uma árvore, ou mesmo usa-la como um barco.

A barraca três-em-um é uma novidade da empresa Tentsile, especialista desde 2012 em tendas feitas para serem amarradas a árvores. Com capacidade para receber até 5 pessoas, ela permite que se passe o dia no chão, que a amarre em uma árvore para dormir e, quando bater aquela vontade de pescar ou simplesmente navegar rio abaixo, ela se transforma em um perfeito barco.

Tal qual as outras barracas da marca, ela possui uma base triangular, que a permite ser atada a troncos em cada canto. A diferença está no material dessa base: seu piso é feito de um material similar a um PVC, capaz de flutuar sobre a água.

A barraca aguenta até 400kg, e possui 110 x 40 x 40 cm quando dobrada para ser transportada. Aberta ela chega a 1,5 metros de altura, e espaço de sobra para dormir – ou navegar – confortavelmente.

A nova barraca da Tentsile chegará ao mercado em 2019, e custará cerca de 1,999 dólares.

© fotos: reprodução/fonte:via

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Para viver nesta comunidade chilena é preciso remover o apêndice; mas por uma boa causa

Imagina a situação: você está procurando um lugar para morar e, de repente, se depara com um requisito diferente… É preciso remover o apêndice caso queira se mudar de fato para o lugar.

Como assim?

Essa é uma das obrigações de quem quer se mudar para Villa Las Estrellas, uma comunidade chilena localizada na Antártica.

Não se trata de uma seita diferentona, nem nada do gênero, mas sim de uma precaução. Com temperaturas médias na casa dos -2ºC e mínimas que chegam a -47ºC no inverno, o hospital mais próximo fica a cerca de 1.000 km de distância.

Graças a isso, remover o apêndice de todos os residentes permanentes é um requisito que visa diminuir a probabilidade de que seja necessário realizar uma evacuação de emergência. Por isso, todos os moradores acima de seis anos precisam passar por uma cirurgia de remoção do órgão.

Villa Las Estrelas começou a ser povoada durante a ditadura de Augusto Pinochet, em 1984, quando o país buscava consolidar sua presença no que era chamado de Antártica chilena. Desde então, o local permanece como uma base militar, onde vivem cerca de 80 pessoas.

Embora a comunidade possua um posto médico, ele está equipado de forma a ser capaz de manter uma pessoa viva por dois ou três dias – o tempo que costuma ser necessário para que um helicóptero consiga decolar da região, cujos ventos ultrapassam facilmente os 200 km/h. Pelo mesmo motivo, mulheres grávidas não são proibidas, mas também não são bem-vindas no vilarejo.

Será que viver em uma paisagem dessas vale o seu apêndice?

Créditos das fotos sob as imagens/fonte:via

Vale do Loire: a região que concentra o maior número de castelos do Mundo

São onze horas da noite. A temperatura beira os 30 graus e a luz do dia ainda se faz presente em Amboise, no Vale do Loire, região ao norte da França que concentra o maior número de castelos do mundo e está a apenas a uma hora do aeroporto de Paris. A bordo de um Toues, barco concebido há séculos, que pouco mudou com o passar do tempo, navego pelo rio Loire, o mais extenso de toda a França. Ao fundo, a ponte Maréchal Leclerc e as curvas do Château du Amboise se iluminam pelos últimos raios de sol.

À bordo, não só a paisagem e a brisa fresca do verão europeu, mas todas as guloseimas dignas de um piquenique francês.  Patês, queijos e vinhos, de diferentes uvas e safras, todos produzidos na região. Pascal Mineal, proprietário da adega Caves Duhard, também em Amboise e a apenas a alguns metros dali, comanda a degustação e apresenta diferentes rótulos elaborados a partir de uvas cultivadas nesse solo fértil, os Vouvray.

A explosão de sabores envolta em natureza exuberante me faz pensar que não deve ter sido difícil para a nobreza francesa adaptar-se à vida no Loire quando decidiram se estabelecer por aqui, no século 16. Nesse período, centenas de castelos foram erguidos por reis e rainhas das dinastias Bourbon e Valois, trezentos deles abertos até hoje para a visita de qualquer reles mortal. Conhecê-los é sem dúvida a melhor forma de reviver a história da região, que leva o posto de berço do Renascimento na França.

Tudo começou quando a corte convocou artistas e pensadores da vizinha Itália, onde o movimento borbulhava, para estabelecer morada no Loire. Dentre deles, Leonardo da Vinci, que a convite do ­­rei Francisco I, grande mecenas das artes, mudou-se para Amboise em 1515. Reza a lenda que viajou até a França no lombo de uma mula, carregando consigo três pinturas: Mona Lisa, SantÁna e São João Batista. O artista viveu 3 anos no Loire até o seu último suspiro, em 2 de maio de 1519. No ano que vem, a região celebra o aniversário de 500 anos de sua morte com programação especial em todos os châteaus.

Chez Leonardo da Vinci no Vale do Loire

O centro das comemorações será sua última morada, o Château Clos Lucé, que vai sediar a exposição “Leonardo da Vinci, Seus Alunos, a Última Ceia e François 1º”, dentre outras atividades. Uma visita ao palacete permite conhecer réplicas das pinturas e engenhocas desenvolvidas por ele e desvendar algumas curiosidades de seu cotidiano. Leonardo, que viveu no castelo dos 64 aos 67 anos, usava gema de ovo e água da chuva para misturar pigmentos e criar os tons com que pincelava. Passou os últimos anos de sua vida trabalhando em obras encomendadas pelo rei e organizando festas para ninguém botar defeito.

A diversão porém vai muito além do Clos Lucé. Há alguns quilômetros de distância e debruçado sobre o rio Loire está o château  que avistei no bucólico passeio de barco, o Amboise. Reza a lenda que um túnel subterrâneo o conecta ao Clós Lucé, usado nos tempos áureos por Da Vinci para visitar o então amigo Francisco I, que ali viveu por um período de sua vida.

Realeza ostentação

Já disse que visitar o Loire é a melhor forma de reviver a história da França no século 16. Adentrar nessas construções majestosas é se teletransportar para uma outra era, em que todos viviam (ou morriam) em prol da corte real. Os gastos para sustentar a vida boa eram imensuráveis e a realeza era nômade, ou seja, erguia castelos majestosos como o de Amboise e encomendava outros feitos arquitetônicos a altura deste quando cansavam-se da morada atual. Dá para entender bem os motivos que levaram `a Revolução Francesa depois de entrar em contato com tamanha ostentação.

Intrigas, casamentos por interesses territoriais, traições, assassinatos, tudo rolava por aqui. Famoso como morada segura, o château de Amboise ficou conhecido como jardim de infância dos soberanos franceses. Aqui nasceu Charles VIII e foram criados Francisco I e Catarina De Médicis, entre outras figuras importantes da época. “Até Charles VIII ele era murado e com apenas uma entrada e por isso as crianças eram trazidas para cá. Foi Francisco I que derrubou seus muros, por influência do Renascimento”, me conta Izabele Pesinato, da Atout France.

Continuando as curiosidades reais: durante visita ao Chaumont Sur Loire, localizado na mesma comuna que dá nome ao castelo e a 20 minutos de carro de Amboise, Izabele me aponta uma gravura de Catarina de Médicis, que adquiriu o castelo e nele viveu a partir de 1550. O quadro, pendurado em um dos aposentos reais, a ilustra no dia de seu casamento, portando um vestido bordado com pérolas e diamantes, o seu dote. Descubro que era um habito da realeza casar-se trajando toda a fortuna, pois caso houvesse necessidade de fugir do inimigo durante a cerimônia, não seria necessário deixar a riqueza para trás.

Mas não só de memórias antigas vivem os castelos do Vale do Loire. Famoso pela magnífica área externa, o Chaumont Sur Loire mais se parece com um museu a céu aberto e exibe instalações outdoor (e indoor) de artistas que aqui deixaram sua marca após residências. Dentre eles, o brasileiro Henrique Oliveira, que se faz presente com a instalação Momento Fecundo, concebida com madeira compensada. O castelo sedia anualmente o Festival Internacional de Jardins e abriga também um restaurante onde se come literalmente como um rei, o Le Grand Velum.

Programações externas, porém, não são exclusividade do Chaumont Sur Loire. Espetáculos em vídeo mapping pipocam pela região, inclusive no Castelos de Blois, que a partir deste ano passa a revelar sua história por meio de projeções no pátio externo quando a noite cai. Em Chartres, outra comuna do Loire, há mais um experiência imperdível: a magnífica Catedral de Notre Dame também revive tempos áureos por meio de projeções e música, durante o  Chartres Light Show.

Do lado de dentro, uma visita à luz de velas à cripta da catedral, embalada por canto gregoriano e história, leva facilmente às lagrimas. A igreja é Patrimônio Mundial da Unesco, assim como o Château de Chambord, o maior do Vale do Loire, mais um monumento erguido graças aos caprichos de Francisco I, que o habitou por apenas 7 semanas no total.  Famoso mundialmente pela arquitetura renascentista, que mistura estruturas clássicas italianas com formas medievais francesas, o castelo exibe jardins magníficos e um restaurante para se deliciar ao ar livre.

Lar doce lar

Mais um must go da região, o Cheverny não é apenas o castelo que inspirou Hergé a criar o Château Moulinsart, das lendárias Aventuras de Tin Tin. Ele ainda é morada da família Hurault, que desde 1914 abriu parte de suas dependências para a visitação do público. Cheverny conserva o mobiliário e decoração do século XVII e abriga uma exposição interativa permanente de Tin Tin, Les secrets de Moulinsart, que desvenda o universo do personagem e seus amigos num percurso de 700m2.

Felizmente não é preciso fazer parte da família Hurault para dormir num castelo no Vale do Loire. O Chateau de Perreux, a 2 quilômetros de Amboise, passou por restauração e é hoje um hotel boutique com diferentes tipos de quarto. Ali é possível optar entre dormir na torre, no terceiro andar, entre vigas e madeiras expostas, em quartos menores com terraço com vista para o jardim ou ainda numa amplo aposento de 68m, que economiza em paredes e tem banheira a poucos passos da cama.

Na França, nos ares

Uma viagem de uma hora de trem separa o aeroporto de Paris, Charles de Gaulle, da estação ferroviária Gare de Chartres uma das portas de entrada do Vale do Loire. Para facilitar ainda mais a conexão Brasil – França, a Air France inaugurou em maio deste ano um voo direto de Forteleza para Paris, e espera com ele aumentar em 15% o fluxo de turistas brasileiros para a Europa no ano que vem. Em 2017, 1 milhão de brasileiros voaram de e para o Brasil, de acordo com Jean-Marc Pouchol, diretor-geral do Grupo Air France-KLM para a América do Sul.

O aniversário da morte de Leonardo da Vinci é mais um motivo para aproveitar a conexão e visitar a região do Vale do Loire em 2019. A programação completa do evento ainda não foi definida, mas os castelos e outros estabelecimentos prometem luz e festa para a ocasião, como bem gostava o artista.

A jornalista viajou a convite da Atout France e da Air France. /fonte via

Ele captou imagens fantásticas da Via Láctea nos pontos mais isolados da Finlândia

O céu muitas vezes nos traz visões tão belas que merecem ser registradas para sempre. Mas na maioria das vezes a imagem fica ruim e nós, fotógrafos amadores, precisamos nos contentas com a memória de uma bela noite estrelada. Ainda bem que há profissionais como Oscar Keserci para nos brindar com incríveis imagens.

I finlandês tem se dedicado a fotografas estrelas há quase quatro anos, viajando por horas para chegar aos pontos que permitem a visão desejada. Se antes sair por aí sozinho durante a escuridão da noite era um desfio, hoje é um de seus maiores prazeres.

Autodidata, Oscar, que nasceu na Finlândia, mas foi criado na Grécia, diz estar sempre em busca de novas ideias e técnicas para aprimorar suas fotografias. Depois das sessões, ele costuma dormir no próprio carro, em meio à imensidão e sob as estrelas.

No Instagram, Oscar também publica imagens de outras maravilhas da natureza que ele encontra rotineiramente na Finlândia.

Todas as fotos © Oscar Keserci /fonte:via

Glampings: 8 ‘campings de luxo’ para curtir a natureza com muito conforto pelo Brasil

Foi-se o tempo em que acampar era uma atividade apenas para quem não se importava muito com conforto.

Hoje em dia, é possível viajar em meio à natureza com um toque de luxo. A prática vem sendo chamada de glamping, um misto de camping com glamour – e o nome não poderia ser mais certeiro.

Surgido no exterior, o conceito já ganhou adeptos aqui no Brasil. Reunimos alguns destes espaços que prometem transformar suas próximas férias em um verdadeiro retiro de luxo em meio à natureza.

1. Mangarito – Petar, SP

Localizado entre as cidades de Apiaí e Iporanga, no Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira Mangarito (PETAR), este glamping afirma ser o primeiro alojamento do tipo no país.

As cabanas ficam localizadas na maior porção preservada de Mata Atlântica no Brasil, em uma área com rios, cachoeiras e cavernas. O espaço oferece bangalôs e quartos para até quatro pessoas. Além de contar com um bar e restaurante próprios, o glamping também tem uma lareira externa e uma jacuzzi ao ar livre para até quatro pessoas.

2. Cachoeira dos Borges – Mampituba, RS

Localizado a cerca de 200 km de Porto Alegre, esse espaço de glamping fica em um vale na Comunidade de Roça da Estância. Com três charmosas cabanas preparadas para quem quer viver a experiência de “acampar sem barraca”, a hospedagem inclui café da manhã no restaurante e uma vista para a cachoeira e para as montanhas.

3. Rancho do Peixe – Praia do Preá, CE

Também há ótimos glampings no Nordeste e um dos mais charmosos entre eles fica na Praia do Preá, pertinho de Jericoacoara, no Ceará.

Com bangalôs pé na areia inspirados na arquitetura local e rodeados por coqueiros e dunas, a hospedagem possui uma área de spa em meio à natureza. O espaço foi eleito um dos melhores hotéis de pequeno porte pelo público do Tripadvisor em 2018 e, no mesmo ano, foi vencedor do Condé Nast Johansens Awards for Excellence na categoria “Best Luxury Value”.

4. Ka Bru Brasil – Itacaré, BA

Com estrutura luxuosa, o Ka Bru Floresta é a casa na árvore dos sonhos. O espaço fica em meio à Mata Atlântica, no litoral baiano, a menos de 20 minutos de carro de todas as praias de Itacaré.

Ao fazer check-in na acomodação, os hóspedes usufruem de diversas atividades, como aulas de yoga, massagens e acesso a uma piscina externa.

5. Parador Casa da Montanha – Cambará do Sul, RS

Em meio aos cânios gaúchos, o Parador Casa da Montanha se inspirou em glampings africanos para a construção de suas barracas feitas em elementos rústicos e naturais.

Os hóspedes podem escolher entre uma barraca suíte com jacuzzi ou uma mais simples, equipada com ventilador de teto, lençol térmico e calefação. Além disso, o Parador tem vista para os Campos de Cima da Serra, a mata de araucárias e o Rio Camarinhas.

6. Jalapão Ecolodge – Jalapão, TO

Em perfeita harmonia com a natureza, o Jalapão Ecolodge se encontra dentro do Parque Estadual do Jalapão. Localizado a cerca de 300 km de Palmas, o acesso é feito através de estradas de terra, em 4×4, o que promete tornar a experiência única desde o começo.

A hospedagem pode ser em uma cabana rústica construída por moradores locais e chamada de Buritana, ou nos simpáticos Bangalôs Jalapa, com vista panorâmica para a Serra do Jalapão.

7. Anavilhanas Jungle Lodge – Manaus, AM

Com chalés e bangalôs, o Anavilhanas oferece uma experiência de acomodação com vista para a floresta – o destaque fica para os bangalôs panorâmicos, com uma parede de vidro de 10 metros de comprimento.

Equipados com todas as comodidades de um hotel, como ar condicionado, cama king size e frigobar, os espaços ainda contam com redes na varanda para se sentir mais próximo da natureza.

8. Glamping SPAço Livre – Rio de Janeiro, RJ

Ao pé do Parque Estadual da Pedra Branca, o Glamping SPAço Livre fica em pleno Rio de Janeiro – mais especificamente na Ilha de Guaratiba.

Diferentemente de outras hospedagens do gênero, os viajantes que dormem no local podem levar suas próprias barracas ou alugar uma das oferecidas pelo glamping, sendo uma experiência mais próxima da vivida em campings convencionais. O toque de luxo fica por conta dos serviços oferecidos aos hóspedes, como aulas de yoga, pilates, meditação, zumba e outras atividades.

As definições de camping acabam de ser atualizadas. Já escolheu o seu? 

Créditos das fotos sob as imagens

Série de fotos de cavalos da Islândia que mais parecem um conto de fadas

A neve e o gelo sempre tiveram uma qualidade mística e talvez seja isso mesmo que faça da Islândia um destino tão cativante. O fotógrafo e cineasta Drew Doggett, de Nova York, conseguiu capturar um pouco dessa magia em sua nova série de fotos “No Reino das Lendas”, onde destacou “a relação única entre essa terra e os cavalos”.

Esta foi a primeira vez de Doggett na Islândia, mas o fotógrafo já percorreu boa parte do mundo procurando locais incomuns. “Durante todo o meu trabalho, acho que sou consistentemente atraído para lugares na Terra que são quase impossíveis”, disse ele ao Bored Panda. “A Islândia é um lugar surreal e os cavalos são os companheiros perfeitos para esta terra incomum, mas de tirar o fôlego. A combinação dos dois é verdadeiramente inesquecível”.

Mas não foi apenas o cenário que levou o artista à região gelada. “De muitas maneiras, fui atraído pela Islândia (e minha carreira fotográfica) por conta do meu interesse por aventura – coisa que eu tenho desde criança. Vinte Mil Léguas Submarinas, de Júlio Verne, foi um dos muitos livros que li e reli, sabendo que eu queria aventura em minha própria vida um dia”, explicou Doggett.

Capturar contos de fada em fotos não é tarefa fácil. O fotógrafo disse que passou meses planejando as filmagens de duas semanas, mas encontrou vários desafios. “Além dos desafios inatos de documentar animais, a imprevisibilidade do clima da Islândia foi o aspecto mais desafiador da criação desta série… Eu tive que aproveitar o melhor de todas as oportunidades na minha frente, porque não demoraria muito para que a chuva caísse ou o vento fosse tão forte a ponto de nós precisarmos encontrar abrigo”.

Depois de ver as fotos, fica claro que o trabalho duro de Doggett foi recompensado. Role para baixo para ver as fotos encantadoras de “In the Realm of Legends”:

Confira também o vídeo da série:

Fotos: Drew Doggett/fonte:via

A história da canadense que sonhava em viver nas montanhas – e conseguiu

Kaitlin Vanosch é uma canadense que sonhava em viver nas montanhas, tal e qual via nos livros e filmes de sua infância. “Quando criança, um dos meus livros favoritos era Heidi – A Menina dos Alpes”, conta. “Sabe aquela cena em A Bela e a Fera, quando Bela sai de sua aldeia cantando nas colinas? Pode apostar que eu estava cantando aquela música e dançando para quem quisesse ouvir”.

Imagine então a surpresa dela quando acabou encontrando – e se apaixonando – por um austríaco? “Quatro anos, um cão e um bebê mais tarde e minha vida está há apenas algumas crianças de ser a família Von Trapp da vida real” – Maria von Trapp é autora do livro de memórias “The Story of the Trapp Family Singers”, que deu origem ao filme “A Noviça Rebelde”.

Veja as imagens desse sonho real:

Fotos:  /fonte:via