Neste hostel, em Ilhabela, você pode se hospedar numa casa na árvore

Seus sonhos de infância acabam de se tornar realidade.Graças a esse hostel em Ilhabela, você já pode dormir em uma casa na árvore.

A proposta é do Hostel da Vila. Com um toque inovador, a acomodação passou a oferecer hospedagem em casas na árvore. São quatro quartos, todos privados, com capacidade para até três pessoas.

Localizadas em meio a árvores centenárias, as acomodações contam com cama de casal, bicama de solteiro e ventilador. Os banheiros são coletivos. A diária custa a partir de R$ 250 e o valor do café da manhã já está incluído no preço.

Além das casas na árvore, o hostel também oferece outras modalidades diferentes de acomodação. Você pode escolher dormir em uma Vila Hippie com “Cabanas Gourmet” ou em uma Kombi, por exemplo.

Inaugurado há cerca de dois anos, o espaço promete oferecer mais do que uma simples hospedagem em quartos compartilhados, como a maioria dos hostels. A ideia é agradar também a pessoas que buscam uma acomodação descontraída, mas querem manter sua privacidade.

O Hostel abriga até 70 hóspedes por noite em dormitórios coletivos, suítes privativas e quartos diferentões. Tudo isso a poucos passos do centro de Ilhabela, no litoral norte de São Paulo.

Fotos: reprodução/fonte:via

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Conheça o ranking dos passaportes mais poderosos em 2018

O passaporte pode ser a porta que leva a possibilidades quase infinitas de conhecer o mundo. Mas, dependendo do país em que tiver nascido, também pode ser uma barreira que impede as pessoas de viajar em busca da liberdade que desejam.

Desde 2006, o site Henley & Partners organiza o Passport Index, uma espécie de ranking que classifica os passaportes mais ‘poderosos’ do mundo, ou seja, que organiza aqueles que garantem acesso a mais países ao redor do planeta.

Basicamente o critério para o ranking é o número de destinos para os quais os portadores do passaporte podem viajar sem a necessidade de solicitar vistos. O Japão está no topo da lista, com acesso a 190 países. Singapura, com 189, vem logo atrás, seguido por França, Alemanha e Coreia do Sul, todos com 188.

O Brasil não está mal colocado: é o 16º no ranking, com destino livre de visto para 171 países – é o melhor posicionamento brasileiro desde a criação da lista. Na ponta contrária está o Afeganistão, cujo passaporte garante acesso a apenas 30 países, assim como o do Iraque.

Gráfico via Statista

Ranking via Henley & Partners

Imagens ilustrativas via Pixabay (Creative Commons CC0)/fonte:via

A paixão de fotógrafo é registrar as mais incríveis portas espalhadas pelo mundo

As portas são não somente a entrada física e objetiva para um lugar, mas também a própria abertura e revelação do espírito do local – assim pensa o fotógrafo belga Paschal Mannaerts. Viajando há mais de dez anos pelo mundo e registrando com sua câmera as mais diversas culturas, são fascínio pela arquitetura e seus símbolos o atraiu aos poucos a começar a fotografar as portas dos países e lugares que visitava.

Para Paschal, as portas são símbolos do desconhecido, da descoberta, da hospitalidade e da passagem. Assim, inspirado, intrigado, e impactado ele fotografou portas em lugares tão variados quanto Cuba, Vietnã, Etiópia e Índia – e aqui ele divide um pouco sua coleção de portas e emoções conosco, a partir de um post original no site Bored Panda.

© fotos: Paschal Mannaerts/fonte:via

Sonhar em sair viajando sem destino em uma van? Então se inspire nesse Instagram

Largar tudo, encher uma van com somente o fundamental, pegar a estrada e viajar sem destino é o sonho de muitos e a realização, no entanto, de poucos. As dificuldades financeiras, os compromissos, os perrengues possíveis e todas as adversidades que tal aventura pode trazer costumam embarreirar esse sonho, e o perfil Project Van Life, ou Projeto Vida na Van (em tradução livre) posta fotos no Instagram para justamente manter acesa a chama de quem deseja viver na estrada.

A ideia é inspirar os nômades a viver essa vida na van, e mostrar as maravilhas e durezas de topar fazer da vida essa aventura. Trata-se de uma verdadeira comunidade de nômades, representada pelas belas fotos que ilustram a conta, e que nos provocam a botar o pé na estrada sem hora pra voltar nem lugar pra chegar.

© fotos: Instagram/fonte:via

Ele viajou de muleta por 122 países e garante que a maior dificuldade foi o idioma

Para o engenheiro agrônomo maranhense Luiz Thadeu Nunes, há maneiras fundamentalmente diferentes de se viajar, que transforma toda a experiência de se estar longe de casa. Aos 59 anos, tendo percorrido 122 países, Luiz não esta interessado na experiência banal do turismo. “Não sou turista, sou um viajante. Um viajante com asas nos pés”, ele diz. As asas metafóricas que o carregam pelo mundo são especialmente importantes para que ele alcance sua meta de visitar os 194 países membros da ONU: Luiz viaja com o par de muletas que usa para ajuda-lo a se locomover.

A necessidade de conhecer o mundo veio de sua própria história de vida: era preciso se libertar dos quatro anos que passou em cima de uma cama, após 43 cirurgias por conta de uma infecção óssea chamada osteomielite. Viajar se tornou uma maneira de compensar o período em que não se locomoveu, mesmo que originalmente seu sonho fosse simplesmente ser capaz de voltar a caminhar. 122 países depois, com uma média de 4 viagens internacionais por ano, Luiz não enxerga fronteira capaz de lhe parar. “Com todas as minhas limitações, não tem um lugar na Terra que eu não vá”, disse.

Sua jornada começou em 2009, para visitar o filho que estava vivendo na Irlanda. Depois de enfrentar com suas muletas a neve no rigoroso inverno europeu, Luiz se sentiu pronto para ir a qualquer lugar. E ele foi: desde então já são sete passaportes completamente preenchidos por carimbos de países tão diversos quanto Índia, Camboja, Japão, Etiópia, Patagônia, Cuba, Egito, Marrocos, Austrália, EUA e muito mais, com boa parte das viagens realizada sozinho. Sua próxima viagem será para a China, e o segredo é se manter de olho em passagens baratas, tendo, é claro, as viagens como prioridade maior.

Lugares como os países nórdicos ou o Japão são os mais preparados em termos de acessibilidade, mas Luiz não se intimidou diante do Angkor What, por exemplo, o maior templo do Camboja, com suas imensas e íngremes escadas.

Sua maior limitação é mesmo a língua, sem um inglês fluente – mas claramente não há limite que possa parar Luiz e suas muletas, fazendo o mundo inteiro parecer pequeno, logo ali, à distância de alguns passos.

© fotos: arquivo pessoal/fonte:via

Sorte é poder ver a aurora boreal em um iglu de vidro na Finlândia

A natureza é perfeita e capaz de nos oferecer verdadeiros espetáculos, mas talvez o fenômeno que mais nos encanta, seja a aurora boreal. Pela raridade, beleza ou dificuldade em observar o céu ficar verde, observar a aurora boreal é sonho de 9 entre 10 mortais. O fenômeno só acontece na Escandinávia, Alasca, Canadá, Groenlândia e Rússia ,e a novidade é que, se antes somente os corajosos podiam ter esse gostinho, agora já existem diversas hospedagens confortáveis para quem quer ter uma noite inesquecível.

Na Lapônia finlandesa, um dos locais onde a probabilidade de observar o fenômeno é grande – talvez a maior, é possível entrar em contato com a aurora boreal, do conforto da sua cama. Este fantástico hotel, onde os quartos são confortáveis iglus com tetos de vidro, fica nas margens do Lago Ranuanjärvi, em um cenário que mais parece filme de fantasia.

As cabines do Arctic Fox Igloos possuem quarto, cozinha completa, banheiro privativo e sauna, mas o ponto forte é sua localização e chance de ver a aurora boreal, deitado na cama ou tomando um vinho, sem precisar se aventurar no frio alucinante do lado de fora. Para ter uma experiência completa, o hotel também oferece passeios de trenó e safáris na neve. Ficou com vontade? Nós também!

Fotos: Arctic Fox Igloos /fonte:via

As impactantes fotografias vencedoras do concurso Environmental Photographer 2018

O impacto do homem na natureza é coisa séria e precisa ser tratado abertamente. Estamos contribuindo para destruir os oceanos, aumentar o aquecimento global e exterminar diversas espécies. Porém, falar nem sempre é a melhor solução, já que uma imagem vale mais do que mil palavras. É por isso que, nos últimos anos, diversos concursos fotográficos vêm sendo organizados, com o objetivo de nos alertar sobre isso e, quem sabe, reverter a situação.

O concurso Environmental Photographer of Year existe desde 2007 e, é uma das premiações mais importantes de fotografia ambiental, organizado pela Chartered Institution of Water and Environmental Management (CIWEM), do Reino Unido.

Neste ano, fotógrafos de 89 países participaram do concurso e, o resultado é chocante e assustador. Conscientizando as pessoas de que precisamos mudar, as fotografias mostram desde uma criança sentada em uma terra completamente seca e morta, até escombros de um terremoto que matou mais de 600 pessoas, no Irã.

Foto 1: Saeed Mohammadzadeh

Foto 2: Chinmoy Biswas

Foto 3: Younes Khani Someeh Soflaei

Foto 4: Fardin Oyan

Foto 5: Ümmü Kandilcioğlu

Foto 6: Antonio Aragón Renuncio

Foto 7: Tapan Karmakar

Foto 8: Calvin Ke

Foto 9: Thigh Wanna

Foto 10: Jing Li /fonte:via