Conheça o homem que vive sozinho em ilha paradisíaca há 28 anos

Aos setenta e oito anos, Mauro Morandi gosta de caminhar pelas praias rochosas da Ilha Budelli. Enquanto observa o mar desconsolado, sente-se um anão ao lado das forças invisíveis que puxam e contorcem as marés.

“Nós pensamos que somos gigantes, que podemos dominar a Terra, mas somos apenas mosquitos”, diz Mauro.

Em 1989, em um trecho de mar entre a Sardenha e a Córsega, com um motor quebrado à deriva, o catamarã de Mauro foi agarrado por essas mesmas forças inexoráveis e carregado até as margens da Ilha Budelli. Quando soube que o funcionário do governo responsável por cuidar da ilha deixaria o posto em dois dias, Mauro – desencantado com a sociedade – vendeu o catamarã e tomou seu lugar.

Ele vive sozinho na ilha há 28 anos.

O sol ilumina a varanda de Mauro, onde ela gosta de jantar e ler durante o verão.

O Parque Nacional do Arquipélago de Madalena é composto por sete ilhas, e Budelli é considerada a mais bela graças à Spiaggia Rosa – praia rosa em português. A cor da areia possui uma tonalidade incomum por conta de fragmentos microscópicos de corais e conchas, lentamente reduzidos a pó pela força implacável das ondas.

No início dos anos noventa, Spiaggia Rosa recebeu o status de “alto valor natural” pelo governo italiano. A praia foi fechada para proteger o frágil ecossistema e apenas algumas áreas permanecem acessíveis a visitantes. A ilha, que outrora recebia milhares de turistas por dia, passou a ter um único habitante.

Em 2016, após uma batalha legal de 3 anos entre um empresário da Nova Zelândia e o governo italiano pela propriedade da ilha, ficou decidido que Budelli pertence ao Parque Nacional de Maddalena. Naquele mesmo ano, o parque questionou o direito de Mauro de morar na ilha – e o povo respondeu. A petição que protesta contra o seu despejo tem mais de 18 mil assinaturas, e tem os políticos locais a adiar sua expulsão por tempo indeterminado.

Morandi practices tai chi on the beach in the morning, absorbing the sun’s rays and inhaling in the salty air.

“Eu nunca vou sair daqui”, diz Mauro. “Espero morrer aqui, quero ser cremado e ter minhas cinzas jogadas ao vento.” Ele acredita que toda a vida volta para a Terra, e que todos somos parte da mesma energia. Os estoicos da Grécia antiga chamavam isso de simpatheia, a sensação de que o universo é um organismo vivo indivisível e unificado – eternamente em fluxo.

A convicção em nossa interligação estimula Mauro a permanecer na ilha sem receber nada em troca. Todos os dias, ele coleta plástico que chega à praia e se enrosca na delicada flora e fauna. Apesar de uma certa aversão às pessoas, ele protege as margens de Budelli e educa os visitantes que vêm no verão – dando aulas sobre o ecossistema e como protegê-lo.

“Eu não sou botânico ou biólogo”, diz Mauro. “Sim, eu conheço nomes de plantas e animais, mas meu trabalho é muito diferente. Cuidar de uma planta é uma tarefa técnica – eu tento fazer as pessoas entenderem [por que] a planta precisa viver”.

Mauro acredita que ensinar as pessoas a enxergar a beleza  é uma forma mais eficaz de salvar o mundo da exploração que usar argumentos científicos. “Gostaria que as pessoas entendessem que para enxergar a beleza, não devemos olhar, mas senti-la com os olhos fechados”, diz ele.

Invernos em Budelli são particularmente bonitos. Mauro passa longos períodos – mais de 20 dias – sem qualquer contato humano. Ele encontra consolo na introspecção silenciosa que lhe é proporcionada. Muitas vezes, fica na praia com nada além dos sons operísticos do vento e das ondas que marcam o silêncio.

“Isso é quase uma prisão”, ele diz. “Mas é uma prisão que eu mesmo escolhi.”

Mauro passa o tempo com atividades criativas. Ele usa a madeira de zimbro para fazer esculturas e encontra rostos escondidos em suas formas nebulosas. Ele lê com zelo e medita sobre a sabedoria dos filósofos gregos e dos prodígios literários. Tira fotos da ilha, maravilhando-se com as mudanças de uma hora para a outra, ou de uma estação para a outra.

Isso é comum em pessoas que passam longos períodos de tempo sozinhas. Cientistas sempre acreditaram que a solidão alimenta a criatividade. E os inúmeros artistas, poetas e filósofos que produziram suas maiores obras em reclusão da sociedade são evidências disso.

Todas as fotos por Michele Ardu/fonte:via

Anúncios

7 outras maravilhas do mundo e que você nunca ouviu falar

Você já parou para pensar que há muitos lugares incríveis nesse mundo e que nem fazemos ideia de que existem? Alguns deles poderiam, inclusive, serem elevados à categoria de uma das 7 maravilhas do mundo, de tão bonitos e grandiosos que são.

BBC decidiu fazer uma seleção com alguns destes locais maravilhosos que deveríamos pensar seriamente em incluir na lista de lugares para ir sem pensar duas vezes. A lista vai desde uma mesquita no Mali, na África, passa por uma ponte esquecida na Bósnia e Herzegovina e chega até um forte na Índia.

Os lugares favoritos do site britânico seguem logo abaixo. Aproveite e já vá pensando nas próximas férias!

1. Forte de Derawar, Paquistão

Localizado no meio do Deserto, as paredes do forte alcançam aos 30 metros de altura. Para conseguir chegar até lá, somente com veículo 4×4 e um guia. E, bem, você vai precisar também de uma permissão do amir, espécie de líder local.

2. Grande Mesquita de Djenné, Mali

A mesquita, construída no início do século passado, é Patrimônio Mundial da UNESCO desde 1988. Todos os anos, devido as fortes chuvas que costumam cair na região de julho a outubro, a obra produzida em argila precisa ser reparado, fato que acabou se tornando um acontecimento festivo para a cidade.

3. Chand Baori, Índia

Essa construção com 13 níveis de escadas foi construída pelo rei Chanda entre 800 e 900 a.C. e foi pensada não só para ser bonita, mas para ser funcional também. O Chand Baori conta com uma linda piscina de água cristalina. Mas que costuma ser bem mais gelada do que a superfície da estrutura.

4. Palácio do Parlamento, Romênia

Considerado o maior e mais caro prédio de administração de todo o mundo, foram gastos mais de 3,3 bilhões de euros para a sua construção, em 1984. Possui estilo neoclássico, mais de 300 mil metros quadrados e 3.100 cômodos.

5. Ponte Velha de Mostar, Bósnia e Herzegovina

Construída em 1566 por Mimar Hajrudin, arquiteto turco-otomano, a Ponte Velha utilizou quase 500 blocos de pedras é um dos monumentos mais conhecidos do país. Na década de 1990 foi destruída por conta da Guerra da Bósnia, precisando ser reconstruída e tendo sido reaberta somente em 2004.

6. Kumbhalgarh, Índia

Kumbhalgarh, também conhecida como A Grande Muralha da Índia, foi construída em 1443 sob o comando de Raba Kumbha, um governante local, que desejava proteger seu forte. É considerada a segunda maior do mundo, ficando exatamente atrás da Muralha da China.

7. Mesquita do Xeque Lotfollah, Irã

Construída no século 17, a mesquita foi criada para servir como local de culto para as mulheres do harém do rei Xá Abas. Exatamente por isso, para se chegar ao salão de rezas é necessário passar por um corredor longo e repleto de curvas, uma espécie de túnel secreto.

 

Via © BBC /fonte:via

A ilha esquecida – e icônica – que só pode ser visitada uma vez por ano

03

Eynhallow é uma pequena ilha de menos de 900 metros de extensão em Órcadas, um arquipélago localizado ao norte da Escócia. Abandonada desde o século XIX, esta pitoresca ilha poderia até passar sem grande destaque, mas se tornou um marco na região por só estar acessível uma vez por ano.

02

Eynhallow significa ‘ilha sagrada’ em norueguês arcaico e, embora esteja a apenas 500 metros de distância de Mailand – a principal e maior ilha do arquipélago – as correntes são tão fortes que ninguém pode atravessar. A única oportunidade de pisar no lugar é em um único dia no Verão, quando a Orkney Heritage Society organiza uma visita.

05

Ironicamente, o nome da ilha não a impediu de ser acometida por uma ‘tragédia’ e foi justamente isso que originou seu total abandono. Em 1851, a morte de quatro famílias que moravam lá, levou à evacuação da ilha.

03

Mais tarde descobriram ter sido um surto de febre tifoide. O poço da ilha foi contaminado e poluiu o abastecimento de água. Após o surto, e para tornar as casas inabitáveis, os telhados foram retirados. Foi só então que ficou claro que a antiga igreja estava no cerne do complexo.

04

Construída com um design românico, a igreja possui uma nave retangular, que se abre na extremidade leste em uma capela retangular. No extremo oeste havia uma varanda quadrada que, sugere, poderia ser realmente os restos das paredes inferiores de uma torre. As portas estreitas permitem o acesso ao interior.

06

* Imagens: Geograph / Wikimedia Commons/fonte:via

Esse cara visitou uma pista de pouso da 2ª Guerra Mundial e é arrepiante e bonito ao mesmo tempo

Durante uma expedição pelo sudeste da Groenlândia, um usuário do Imgur que se identifica como CanadaSpeedoMan conta que se deparou com uma pista de pouso usada pelo exército americano durante a Segunda Guerra Mundial. Abandonada durante o pós-guerra e localizada em uma região remota, a área ganhou um ar assustadoramente bonito com o passar do tempo.

Na semana passada eu e minha esposa tivemos a oportunidade de participar de uma expedição rural ao Sudeste da Groenlândia. Após dias e muitos quilômetros caminhados pelos fiordes, nós chegamos ao local em que fica o ‘Bluie East Two‘. Ele estava EXTREMAMENTE remoto e foi bastante estranho achar isso tão longe da civilização“, conta ele em uma publicação no site.

O depoimento foi acompanhado de diversas fotografias clicadas durante a visita, bem como algumas imagens históricas do local, que serviu como um ponto de abastecimento para aviões voando entre os Estados Unidos e a Europa durante a guerra. Ainda de acordo com o relato, a área só podia ser acessada de barco durante diversos meses do ano – em épocas mais frias, o acesso era quase impossível devido ao mar estar congelado.

O usuário conta que diversos barris de combustível foram deixados por lá, muitos ainda cheios. Após a área ser abandonada, praticamente toda a estrutura permaneceu como estava. Alguns habitantes locais levaram partes pequenas que poderiam ser carregadas em seus barcos de pesca e reutilizadas, embora o restante do material ainda lembre a época em que a guerra ocorreu.

Ele até mesmo compara imagens da época com algumas fotos mais recentes. Repare no topo da montanha que está ao fundo na foto abaixo para perceber que se trata do mesmo local.

De acordo com a National Geographic, a base teria sido estabelecida pela força aérea americana em 1941 e foi abandonada pouco após o fim da guerra, em 1947. Devido à enorme quantidade de lixo e potenciais resíduos tóxicos deixados na região, uma petição criada online pedia sua limpeza e conquistou mais de 36 mil assinaturas, menos do que as 100 mil necessárias para que o projeto chegasse à Casa Branca.

Assim mesmo, a iniciativa foi debatida pelo parlamento dinamarquês, que se comprometeu a repassar o equivalente a US$ 23 milhões durante o curso de cinco anos para a limpeza desta e de outras bases militares americanas na região – estima-se que mais de 30 estações similares tenham sido abandonadas.

Todas as fotos: Reprodução Imgur/CanadaSpeedoMan – https://imgur.com/gallery/ymK0I/fonte:via

Esse cara surpreendeu seus companheiros de viagem com as fotos mais divertidas

Recentemente, o ilustrador britânico James Nathaniel fez uma viagem com uma turma de amigos para o sul da França. Como ele era o único que entendia de photoshop, ficou responsável por dar uma tratada básica nas fotos da galera.

O que ninguém esperava é que James, munido de muito bom-humor, iria transformar seus colegas e até mesmo ele próprio em criaturas pequenas e cabeçudas. “Eu gosto de transformar eu e meus amigos em crianças aumentando nossas cabeças grandes nas fotos”, disse o artista.

O resultado é o álbum de fotos de férias mais inusitado e divertido dos últimos tempos! Confira:

vacation-pictures-big-heads-james-nathaniel-2-598d5f3391624__700

vacation-pictures-big-heads-james-nathaniel-1-598d5f3180990__700

vacation-pictures-big-heads-james-nathaniel-3-598d5f35963b3__700

vacation-pictures-big-heads-james-nathaniel-5-598d5f3a954a4__700

vacation-pictures-big-heads-james-nathaniel-6-598d5f3db67c4__700

vacation-pictures-big-heads-james-nathaniel-7-598d5f408aabc__700

vacation-pictures-big-heads-james-nathaniel-8-598d5f43899d7__700

vacation-pictures-big-heads-james-nathaniel-9-598d5f458bd79__700

vacation-pictures-big-heads-james-nathaniel-10-598d5f47854a5__700

vacation-pictures-big-heads-james-nathaniel-11-598d5f4991b9b__700

vacation-pictures-big-heads-james-nathaniel-12-598d5f4b900f5__700

vacation-pictures-big-heads-james-nathaniel-13-598d5f4e96778__700

Imagens © James Nathaniel /fonte:via

Cadela resgatada das ruas da Índia agora viaja o mundo com seus tutores

Quando Rochelle Lucas conheceu Kala, a cadela estava morando na rua em frente a seu escritório em Bangalore, Índia. Todos os dias, na hora de seu intervalo do jantar, ela e seu colega de trabalho, Sonal, saiam para dar uma volta e, entre todos os outros cachorros que viam no caminho, Kala era especial para eles.

Havia alguns cachorros de rua perto do escritório, mas ela se destacou“, disse ela ao Dodo. “Ela era magrinha e tinha enormes olhos castanhos cativantes. Depois de algumas semanas, Sonal e eu começamos a alimentá-la. Nós guardávamos um pouco do nosso jantar, colocávamos em um recipiente de plástico e começamos a levar para ela quando a víamos”, contou.

01kala

Dia após dia, mês após mês, Rochelle continuou a alimentar Kala nos passeios depois do jantar e, lentamente, começou a se apaixonar por ela. Ela até começou a vê-la pela manhã antes de trabalhar para passar algum tempo brincando com ela e conhecê-la. Rochelle começou a perguntar às pessoas sobre Kala, tentando saber um pouco mais sobre ela e encontrou quem se lembrasse dela ainda filhote. Lhe contaram que ela nasceu na rua perto do escritório, e tinha aproximadamente 2 anos.

Finalmente, cinco meses depois de encontrá-la, Lucas e seu marido decidiram adotar Kala. Estavam muito empolgados em fazer de Kala o mais novo membro da família, mas, infelizmente, precisaram aguardar alguns meses, pois tinham várias viagens planejadas e não queriam adotar Kala e depois colocá-la num canil imediatamente. Eles queriam adotá-la quando estivessem em casa e pudessem lhe dar atenção, mas de repente tudo mudou quando perceberam que Kala estava grávida.

02kala

Ela teve uma ninhada de cinco cachorros na rua“, disse Rochelle. “As autoridades locais a iriam sacrificar tanto ela quanto seus cachorros. Nesse ponto, todos os nossos planos mudaram e decidimos adotá-la antes. Os levamos a um abrigo que pôde cuidar dela e dos filhotes até terem idade suficiente para se separar. Nós lhes demos dinheiro para cuidar de todos eles“.

Uma vez que seus cachorros tinham idade suficiente para ser adotados e Kala finalmente estava pronta para se juntar à sua nova família, o casal foi ao abrigo buscá-la e percebeu que Kala tinha ficado muito, muito magra. O pobre cão parecia ter contraído algum tipo de doença enquanto estava no abrigo e perdeu 40% do peso corporal. Eles imediatamente a levaram a um veterinário, onde ficou internada por cinco dias.

03kala

“Quando finalmente a trouxemos para casa, demorou cerca de dois meses antes de recuperar o peso do corpo e voltou a ser saudável”, contou. “No total, para finalmente trazê-la para casa, levou cerca de oito meses”.

A partir do momento em que Rochelle conheceu Kala, ela sabia que ela era especial e, através de todos os obstáculos que surgiram, nunca desistiu da esperança de que, eventualmente, Kala fosse dela. Mesmo que o casal tivesse que adotar Kala um pouco mais cedo, eles resolveram o problema de ter que deixá-la em um canil apenas levando-a com eles em todos os lugares em que estiveram desde então.

04kala

Agora, sete anos depois, Kala está amando sua nova vida e vai absolutamente a todas as viagens com seus pais. Ela já morou em quatro países e viajou para outros 21. Ela passou de um cão de rua para uma viajante: ama caminhar, visitar pontos turísticos e cumprimentar todas as pessoas que atravessam seu caminho.

Ela ama as pessoas“, conta Rochelle. “Eu acho que é assim que ela sobreviveu na rua. Quando vamos aos lugares, ela sabe quais pessoas gostam de cães e se aproxima deles e pede um carinho. Nós a levamos a todos os lugares com a gente e ela pede um afago onde quer que vá. Ela faz isso no metro, nos cafés, nos pubs e se conhecemos pessoas quando estamos caminhando“.

05kala

06kala

07kala

08kala

09kala

010kala

Acompanhe Kala em sua página no Facebook.

* Imagens: Reprodução/fonte:via

Entenda por que este resort na Indonésia é o ‘melhor hotel do mundo

guests-can-also-travel-by-safari-jeep-or-boat-to-neighboring-bays-with-less-advanced-surfing-spots

Nihi Sumba Island (anteriormente Nihiwatu) foi eleito o melhor hotel do mundo pela Travel + Leisure pelo segundo ano consecutivo. O resort da ilha de luxo na Indonésia foi criado por Chris Burch, famoso por fundar várias marcas de renome internacionalmente conhecidas como C. Wonder e Tory Burch – e investir em várias outras.

Juntamente com James McBride, o hoteleiro comprou o albergue na ilha indonésia de Sumba em 2012. A dupla gastou US $ 30 milhões em reformas e o reabriu como um resort cinco estrelas em 2015.

Em uma entrevista ao Business Jet Traveler em 2015, Burch disse: “Eu o comprei para meus filhos como uma peça de algo que espero que possamos preservar e devolver à comunidade. Quando você está em um lugar onde a paisagem é tão linda, você pode fazer coisas que você não pode fazer em outros lugares: construir um spa sob uma cachoeira, ir a lugares onde nenhum outro tem, ter um mordomo em todos os cômodos”.

Veja imagens do local:

burch-and-his-partner-mcbride-are-also-looking-to-expand-and-build-resorts-in-costa-rica-and-nicaragua-they-want-to-create-resorts-that-are-more-accessible-to-the-millennial-traveler

burch-and-mcbride-redeveloped-the-land-and-opened-it-as-nihiwatu-in-2015-though-they-have-since-changed-its-name-to-nihi

guests-can-also-travel-by-safari-jeep-or-boat-to-neighboring-bays-with-less-advanced-surfing-spots

it-also-has-a-large-indoor-outdoor-entertaining-area

it-has-27-private-villas-with-plunge-pools

it-has-become-the-largest-local-employer-on-the-island-a-portion-of-the-hotels-profits-are-also-given-to-the-sumba-foundation-an-organization-that-funds-projects-to-help-the-local-community

its-plunge-pool-has-views-over-nihi-beach-and-across-the-indian-ocean

nihi-is-on-the-west-coast-of-sumba-a-remote-indonesian-island

prices-for-a-one-bedroom-villa-start-at-750-a-night-during-the-low-season-burchs-five-bedroom-private-estate-costs-around-14000-a-night-throughout-the-year

raja-mendaka-chris-burchs-private-home-is-also-available-to-guests-it-has-a-main-house-and-four-additional-villas

the-beach-has-always-been-considered-a-surfers-paradise

the-name-means-mortar-stone-and-the-beach-was-originally-named-after-a-rock-formation-on-the-tide

there-are-riding-stables-with-a-team-of-guides-to-take-guests-out-on-sunrise-and-sunset-horseback-riding-trips-along-the-beach-or-up-into-the-hills-and-past-rice-fields-and-the-rain-forest

there-is-a-beach-spa-available-but-treatments-can-also-be-done-in-your-own-room

the-wellness-center-offers-daily-group-yoga-sessions-instructors-can-also-hold-private-classes-that-are-tailored-to-an-individuals-needs

traditional-sumbanese-antiques-local-wood-and-ikat-prints-are-featured-throughout

you-can-book-excursions-to-nearby-waterfalls-through-the-resort-one-trip-includes-a-90-minute-trek-to-a-blue-lagoon-where-guests-can-jump-off-the-rocks-and-swim-the-trip-costs-175-per-person

fonte:via

Diamantina, Veadeiros e Guimarães: corra para as Chapadas

As chapadas, presentes na região central do país, são áreas montanhosas, com dimensões consideráveis e superfícies planas. Possuem altitudes acima dos 600 metros, e foram formadas há anos, por conta de diversos processos da natureza.

Nas chapadas, é comum encontrar vales, cachoeiras e rios, além de paisagens deslumbrantes. Aqui no Brasil há inúmeras delas, sendo que as mais conhecidas são: Diamantina, Veadeiros, Guimarães e Jalapão.

Se você ainda não teve a oportunidade de conhecer nenhuma, pense seriamente em incluir um passeio até uma delas nas suas próximas férias, com certeza você não irá se arrepender. Para te ajudar, reunimos abaixo algumas informações necessárias:

Chapada Diamantina

Localizada na Bahia em uma área de aproximadamente 152 mil hectares, é um dos maiores parques de preservação do Brasil fora da região Amazônica. Foi fundada em 1985 por meio do Decreto Nacional, com o objetivo de preservar as belezas do lugar. Uma de suas principais atrações é a Cachoeira da Fumaça, uma das maiores quedas de água do país, com seus 360 metros de altura. Para chegar, uma das opções é pegar um voo até Salvador, e de lá partir rumo a Lençóis (via aérea ou terrestre).

chapada_diamantina_bahia-1

Chapada dos Guimarães

A Chapada dos Guimarães fica no município de mesmo nome, criado em dezembro de 1953. O Parque Nacional foi criado posteriormente, através de um decreto federal que visava preservar a riqueza natural do local. A Cachoeira do Véu da Noiva, com 86 metros de queda, é um dos principais atrativos. Há também a Casa de Pedra, uma pequena caverna de arenito bastante procurada pelos visitantes. Para chegar, pegue um voo até Cuiabá, e de lá alugue um carro rumo o local (aproximadamente 70km de viagem).

Chapada_Guimaraes_Véu_da_Noiva (1)

Chapada dos Veadeiros

Distante 230 km da capital federal, a Chapada dos Veadeiros é conhecida não somente pelas inúmeras belezas naturais, mas também pelo misticismo que a cerca. Muitos acreditam que o local é frequentemente visitado por extraterrestres e naves espaciais. OS destaques ficam com a quantidade de nascentes de águas cristalinas, e com os Saltos do Rio Preto. Para chegar, vá até Brasília e de lá parta de carro ou ônibus até a chapada.

chapada_dos_veadeiros

Via © Skyscanner/fonte:via

A pequena vila norueguesa localizada na cidade mais ao norte do mundo

Hammerfest, na Noruega, é considerada a cidade mais ao norte do mundo. Com pouco mais de 10 mil habitantes, situa-se na ilha de Kvalo, a 480 km a norte do Círculo Polar Ártico.

E a fotojornalista norte-americana Greta Rybus foi até lá para retratar suas pequenas vilas através de imagens incríveis. “É um local que quase ninguém conhece. Até mesmo os noruegueses raramente o visitam”, contou.

Greta clicou uma de suas comunidades em particular, Akkarfjord, que conta com apenas 80 habitantes. Apesar da baixíssima densidade demográfica, o local possui uma escola local, correios e supermercados, além de um pub, aberto apenas em ocasiões especiais e aniversários.

A principal atividade local é a pesca e, por estar bem ao norte, a vila conta com um inverno bastante rigoroso, com nevascas e ventanias intensas. “Fui levada pelo vento algumas vezes, como um personagem de desenho animado, com os pés voando acima da minha cabeça”, disse a fotógrafa.

A julgar pelas imagens feitas por Greta, o lugar é impressionante. Mesmo tão distante, a vontade é de fazer as malas e ir correndo (ou voando) para lá! Confira:

Girls-a816c33cb695199d4f14889988c90a26

Half-4fce00ff056ef74a14ebf3d87a510b7d

Harbor-4bd050ec9688766e5b37689b150cfbf6

Hunter-6fab3dfcd0d1f3f66fc19b71af8c23d3

Landscape-6d8fb8478b9641e73d1b190084956837

Man-5deeab642bfe04fe4e40f6d4b0db06bd

Oil-0515a39cdd0f3cfe0913cdb55897128d

Reindeer-826e9016cff59a05a3b98c957ffb7180

Todas as fotos © Greta Rybus/fonte:via

O documentário que reúne imagens imperdíveis de mais de 30 países

O homem é capaz de coisas horríveis. Crueldade com animais, racismo, preconceito, desrespeito, guerras. Mas volta e meia surge algo para lembrar a gente que por trás de tanta coisa ruim existe esperança. Existem momentos de pura beleza, paz, magia. E esse é o caso de Awaken, documentário com previsão de estreia para o início do ano que vem.

Filmado em mais de 30 países no período de 5 anos, Awaken explora a relação das pessoas com a tecnologia e a natureza, tanto no âmbito individual quanto coletivo. Através de imagens estonteantes, o documentário nos leva em uma viagem por praias, montanhas, lagos e cidades. Sempre com poesia, sensibilidade e uma boa dose de emoção.

Quem vê as imagens do trailer pode imaginar por um instante que esse filme só foi possível graças a uma extensa equipe, mas está longe disso. Tom Lowe assina a filmagem, edição, direção e produção da obra, o que já tinha acontecido em seu primeiro documentário, Timescapes, lançado há 5 anos.

Awaken_03

Captura de Tela 2017-07-24 às 23.48.55

Captura de Tela 2017-07-24 às 23.47.39

Captura de Tela 2017-07-24 às 23.48.40

Awaken_02

Todas as imagens © Reprodução/fonte:via