Artista brasileira ‘conserta’ cadeiras com acrílico e cria verdadeiras obras de arte

Com a enxurrada de informações e novidades que recebemos todos os dias, realidade que fica mais evidente com as redes sociais, inovar tornou-se uma tarefa muito mais complexa do que você imagina. O grande desafio dos artistas de hoje é criar algo inédito e dar novo significado às coisas, o que a artista visual Tatiane Freitas faz com maestria em sua série My Old New Chair (Minha Velha Cadeira Nova).

A brasileira – baseada em São Paulo, possui formação em Moda, pela tradicional Faculdade Santa Marcelina, onde desde o início de seus estudos prezou pelo conforto, acima de tudo. Sua série, que ainda não foi totalmente finalizada, trata-se de reparar móveis antigos, porém com um elemento novo: o acrílico, trazendo a união do velho com o novo.

Com o objetivo de criar peças que ‘conversarão’ com diferentes gerações, suportando a passagem do tempo, suas peças são uma grande metáfora daquela luta constante entre passado e futuro, memória e transformação.

Fotos: Tatiane Freitas/fonte:via

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O brasileiro que vai inaugurar a megatrilha de 3 mil Km de mata que liga o Rio ao Rio Grande do Sul

Cruzar milhares de quilômetros correndo entre a Mata Atlântica, atravessando mais de 70 municípios, é uma aventura e tanto, né? Esse é um dos objetivos de Fabio Seixas para o início de 2019.

Fabio, que é empresário e fundador de O Panda Criativo, será o responsável por “inaugurar” a megatrilha batizada de Caminho da Mata Atlântica.

Apaixonado por esportes, com foco recente na corrida, Fabio está fazendo um treinamento especial enquanto voluntários ligados à WWF, idealizadora da trilha, vão sinalizando e preparando o caminho para ele e os demais aventureiros que poderão curtir a Mata Atlântica de uma maneira totalmente inédita.

O desafio está previsto para durar três meses, passando por cinco estados diferentes (RJ, SP, PR, SC e RS). Fabio e os demais envolvidos estão em busca de patrocinadores e recursos para tocar o projeto, que será registrado e deve render material para cinema e televisão.

De acordo com Fabio, a empreitada tem como objetivo chamar a atenção para a necessidade de proteger a floresta: “A Mata Atlântica é um dos Biomas mais ricos em biodiversidade do mundo e também o segundo mais ameaçado de extinção. Desbravar a Mata Atlântica tem o objetivo de impactar toda sociedade de forma positiva, visando ações sustentáveis que tenham como foco a manutenção, conservação, proteção e ampliação do bioma, além de promover a importância das áreas protegidas para economia, saúde e lazer”, comentou.

Fotos: Divulgação/Caminho da Mata Atlântica/fonte:via

A bailarina Baderna e a história de resistência por trás dessa palavra

Por trás de toda e qualquer palavra, das mais simples às mais exóticas, existe uma história. A etmologia ou a origem de um termo, gíria ou expressão pode ir muito além de meras premissas linguísticas, e revelar traços culturais, sociais e até mesmo econômicos sobre um país, uma época ou uma pessoa. Poucas palavras, no entanto, possuem efetiva e objetivamente uma história tão concreta, e ligada a uma fascinante personagem real e especifica quanto a palavra “baderna”.

Segundo o dicionário, “baderna” é um substantivo feminino, de origem brasileira, com função pejorativa, que quer dizer “situação em que reina a desordem; confusão, bagunça”. Sabemos, no entanto, que a baderna é justificativa utilizada para todo tipo de repressão por autoridades, dos professores aos policiais, contra os alunos mais alegres, as festas populares, as reuniões mais efusivas e a acaloradas, a alegria desenfreada, as manifestações políticas ou tudo que sai da retidão contida da ordem. Assim como muitas badernas propriamente, essa é uma palavra exclusivamente brasileira – que só existe no português.

Houve um período, porém, mais especificamente na segunda metade do século XIX no Rio de Janeiro, em que Baderna era simplesmente o nome de uma bailarina. Por trás desse signo de desordem existiu uma mulher forte, talentosa e fascinante – e um séquito de seguidores que a admirava e defendia ruidosamente. Ainda que não tenha destaque nos anais da história da dança nem muitas vezes seja sequer lembrada, foi pelo seu estilo e talento, aliado a um coquetel de preconceito, misoginia e também resistência, mobilização e comoção que seu nome se imortalizou há tempos nos dicionários nacionais. Sua história, no entanto, vai muito além do mero verbete.

Marietta Baderna nasceu na cidade de Castel San Giovanni, província de Piacenza, no norte da Itália, em 1828. Filha de Antônio Baderna, médico e músico nas horas vagas, rapidamente seu destino artístico se traçou, com dedicação especial ao balé, estreando aos 12 anos nos palcos suas sapatilhas. Rapidamente Baderna passaria a fazer parte da companhia de dança do teatro Scala, de Milão e, aos 21 já se destacava como “prima ballerina assoluta” (ou primeira bailarina absoluta) com sucesso por toda a Itália, participando de diversas turnês em outros países europeus.

A rebeldia, pelo que se relata, corria no sangue de Marietta, e seu pai, em pleno contexto de ocupação austríaca na Itália, se afirmava publicamente como um entusiasmado defensor do movimento democrático que corria a conturbada Europa dos meados do Século XIX. À época da resistência, no entanto, os rebeldes revolucionários mantinham como forma de protesto a decisão de que não houvesse vida artística no país enquanto durasse a ocupação – e, militante que era, Marietta seguiu tal orientação. A perseguição política direta sofrida pelos apoiadores do movimento democrático era intensa, e assim Antônio e sua filha entenderam que era hora de cruzar o Atlântico. A família Baderna desembarcou em exílio no Brasil em 1849.

O país que se tornou casa da militante Marietta era ainda um conservador império escravocrata (o que, no fundo, ainda segue sendo), governado por Dom Pedro II. Com seu talento, rapidamente Baderna estreou como bailarina em palcos brasileiros (mais precisamente em 29 de setembro de 1849, com o balé “Il Ballo delle Fate”), um acontecimento de tal forma celebrado que, à época, seu sucesso por aqui foi capaz de ofuscar até mesmo a luz das grandes divas do canto. Marietta em pouco tempo se tornou, no Brasil, uma estrela.

Baderna não era, porém, revolucionária somente em suas orientações políticas, mas também em seus costumes: gostava de festejar, de beber, de sexo e, por mais que dançasse nos salões tradicionais, a jovem gostava mesmo era de rua. Foi nas ruas que conheceu a resistência dos escravos, e principalmente que se apaixonou pelas danças que coreografavam tal resistência nos corpos das mulheres negras. A sensualidade e a força dos ritmos e danças africanas rapidamente foram assimilados por Baderna, que passou a não só frequentar as reuniões populares como principalmente a incorporar à delicadeza do balé os passos do lundu, da cachuca e da umbigada – e assim, aos poucos foi mudando sua forma de dançar e se tornando uma bailarina do povo.

À beleza fria da técnica do balé ela acrescentou um certo furor pélvico, a sugestão da sensualidade, da força e da alegria das danças que conhecera nas ruas. A reação foi intensa e imediata: no lugar do impoluto, comedido e tedioso público da alta sociedade que antes lhe assistia, ao importar para o balé as danças de rua Marietta trouxe aos teatros a classe operária, os trabalhadores, os mais pobres, que celebravam sua presença, sua sensualidade e seu gestual em cena feito torcedores de futebol. A bailarina passou a ser conhecida como Maria Baderna, e seus seguidores eram os “baderneiros”. Quando entrava em cena, o público aplaudia efusivamente, batia com os pés no chão e gritava seu nome: Baderna.

Rapidamente o sucesso de Baderna, e principalmente a reconhecível presença da cultura negra em sua dança, fez com que a crítica conservadora, os empresários e a pudica sociedade imperial atacassem a bailarina com furor equivalente ao que sua dança provocava no povo – que passava a se reconhecer numa fina e “elevada” forma de expressão artística. Baderna começou a ser posta em papeis menos importantes, ao fundo do palco, ou mesmo a ser banida de espetáculos, e cada vez que percebiam o boicote, os baderneiros tratavam de se expressar ruidosamente. Se, em sua chegada aos palcos brasileiros, os jornais da época utilizavam seu nome como sinônimo de elegância, com seu sucesso popular a palavra baderna passou a ser utilizada para significar bagunça, desordem e depravação.

Aos poucos as cortinas dos palcos foram se fechando, os pagamentos cessaram, os contratos começaram a desaparecer, e o impedimento a seu nome se solidificou – a outrora estrela italiana da dança se transformara em musa do povo, dos ritmos negros, da cultura popular, e assim se definiu seu ocaso. Segundo a biografia Maria Baderna, a bailarina de dois mundos, do italiano Silverio Corvisieri, ela “vivia livremente demais para o Brasil de Pedro II”. A perseguição que sofrera na Itália de certa forma se reproduzia no Brasil; Baderna foi ao Recife, mas lá também foi boicotada – e, enquanto os poderosos de plantão tentavam expulsá-la do país, os trabalhadores, estudantes, jovens e escravos a viam como a expressão de um Brasil melhor, mais popular, mais livre: pelas mãos e pela dança de uma imigrante, enxergavam nela um Brasil mais efetivamente brasileiro.

O fim de sua vida permanece um tanto nebuloso. Dizem que teria voltado à Itália depois da morte de seu pai por febre amarela, ou que Antônio não teria morrido, e voltado à Europa com ela, e Baderna teria passado a dar aulas de dança até sua morte, em 1870. A rebelde que desafiou o conservadorismo por amor à dança, por alegria e por sincero interesse nas manifestações populares não viveu para ver a abolição da escravatura no Brasil nem a premissa da mistura entre a dita alta cultura e a cultura popular se tornar base para as mais profundas revoluções artísticas e éticas na cultura nacional.

A mística ao redor de sua vida, no entanto, nos faz hoje pensar no potencial revolucionário que a arte, enquanto um provável espelho dos anseios, desejos, fúrias e expressões de uma população, pode possuir. Ao levar o povo para dentro dos nobres teatros e salões – estética ou literalmente – e se tornar alvo dos esforços conservadores, Baderna expôs o quanto as elites e os poderosos em verdade lutam contra a educação, a expressão e a libertação, mesmo que simbólica, das camadas populares. A dança de Baderna era também uma luta, contra a igualmente precisa coreografia que até hoje desqualifica e diminui o que vem de tais camadas.

O sequestro de seu nome, no entanto, pode ser visto ao fim de tudo como um involuntário tributo às avessas. Os baderneiros podem ser vistos hoje em muitos casos também e ainda como sinônimos de resistência contra tal sinistra dança conservadora e elitista – se valendo do que a imprensa insiste em chamar de baderna para atacar a hipocrisia vigente que esconde o massacre contra tudo que a bailarina, com seu corpo, afirmava enquanto força: a cultura negra, a sexualidade, o feminino, o popular. Maria Baderna se diluiu como artista na força transformadora da dança enquanto gesto, enquanto corpo em movimento, para se transformar em uma palavra mal apropriada e mal criada, mas que, revista em sua origem, se revela com um sentido paralelo profundo em potencial, de resistência e liberdade.

© fotos: reprodução/fonte:via

Conheça as 10 casas mais desejadas do Airbnb no Brasil

A maneira como nós nos hospedamos em viagens sofreu uma profunda transformação na última década, quando passamos a utilizar plataformas de compartilhamento de casas, como é o caso do Airbnb. Esta é mais uma revolução que nasce a partir do uso da tecnologia, que nos deixou mais livres e menos dependentes de hotéis ou outras formas de hospedagem.

Além de ser mais econômico e nos dar muito mais liberdade, alugar uma casa ou, até mesmo um quarto, nos permite vivenciar a realidade do lugar em que estamos, conhecer pessoas novas e viver como um local.

Porém, com a crise econômica que o Brasil vem enfrentando e a alta do dólar – que acaba influenciando outras moedas também, viajar para o exterior está se tornando cada vez mais difícil. Por outro lado, esta é uma oportunidade de viajarmos pelo Brasil, tão imenso e variado, com paisagens e cidades para todos os gostos.

Para incentivar os brasileiros a viajarem mais pelo Brasil, a plataforma fez uma seleção das 10 casas mais desejadas do Airbnb no Brasil e temos certeza que sua mão vai coçar para fazer uma reserva para as próximas férias ou quem sabe, feriado!

Propriedade única praia particular em Florianópolis – SC

Casa na árvore em Monte Verde – MG

Casa com vista em Ubatuba – SP

Ilha privativa em Ilha Grande – RJ

Casa estilo grego de frente para o mar – Rio de Janeiro

Apto 5 Estrelas em SP

Charmoso Apto Ilhabela

Chalé acima das nuvens em Campos do Jordão – SP

Bangalô romântico com vista para o mar – Ubatuba

Home boutique chic nos Jardins – SP

Fotos: reprodução Airbnb /fonte:via

Brasileiros desiludidos pedem ajuda para voltar de Portugal

Brasileiros formam a maior comunidade de estrangeiros em Portugal. Atualmente, são cerca de 85 mil pessoas vivendo no país europeu. Porém, o ápice da imigração parece estar chegando ao fim.

Apenas nos últimos cinco anos, o Programa de Apoio ao Retorno Voluntário e à Reintegração (Árvore), órgão ligado à Organização Internacional para Migrações (OIM) e ao governo português, financiou a viagem de volta de 1.639 cidadãos brasileiros.

A dificuldade de conseguir um emprego está entre os principais motivos de arrependimento dos que vão tentar a vida no país ibérico. Isso se reflete nos números, pois apesar de formarem a maioria dos imigrantes, os brasileiros respondem por mais de 80% dos pedidos de auxílio para voltar pra casa. Em 2018, mais de 200 pessoas receberam ajuda para o retorno.

A grave crise vivida pelo Brasil, com mais de 13 milhões de desempregados, faz de Portugal a menina dos olhos. Entretanto, mesmo com a facilidade proporcionada pela língua, ser uma estrangeiro não é fácil. Um dos entraves é o visto, pois sem a autorização do governo para trabalhar, restam apenas vagas informais, que evidentemente pagam pouco.

Para atenuar as dificuldades enfrentadas pelos brasileiros e claro, evitar o surgimento de uma crise em solo português, a Organização Internacional para Migrações auxilia na documentação, compra de passagem e cobertura de outros gastos da viagem de volta.

Em entrevista ao UOL, Patrícia Cunha – assistente de projeto da OIM Lisboa ressalta que é preciso se informar e sobretudo fazer um planejamento consistente antes de se mudar de país.

“A falta de informação e planejamento é a principal causa para a vulnerabilidade econômica e até psicossocial das pessoas que chegam à OIM. Muitos vêm a Portugal com passagem de volta para uma semana, mas [quando querem voltar ao Brasil] não é possível ou é muito caro reagendar”.

Foto: Unsplash/fonte:via

Brasil é o país com maior número de primatas ameaçados de extinção no mundo

São poucas as espécies de primatas que não correm sérios riscos de extinção, e a dimensão do problema é tragicamente medida pelos países onde vivem a maior parte delas: Brasil, Madagascar, Indonésia e Congo. Das 439 espécies conhecidas, 286 vivem entre esses quatro países – e 60% estão ameaçadas. No Brasil vivem 102 espécies diferentes, país com a maior quantidade de espécies de primatas, e dessas, 35 correm, em diferentes graus, risco de extinção. Trata-se do país com maior número de primatas em risco de extinção no mundo, conforme um estudo publicado recentemente na revista científica PeerJ confirmou.

O estudo reuniu um grupo internacional de 72 especialistas, com 8 oriundos de instituições brasileiras. Embora o número de espécies por aqui em unidades de conservação seja alto, com cerca de 38%, a quantidade de primatas brasileiros coloca esse número em uma realidade alarmante. Na proporção dos quatro países, que possuem cerca de 2/3 de toda a população de primatas não-humanos do mundo, a situação se agrava: na Indonésia a população protegida é de 17%, no Congo, 14% e em Madasgar também 38%.

A caça e a perda de habitat são as principais ameaças, mas outros perigos, como doenças, explorações da floresta em todo tipo, extração de petróleo e comércio ilegal também colocam as espécies em sério risco. Estima-se que, no Brasil, as áreas de ocorrências de primatas diminuirão potencialmente em até 78% até o final do século, e é por isso que a ampliação das áreas protegidas é a primeira medida para salvar os primatas.

Além disso, os especialistas afirmam que é preciso criar corredores florestais para a migração de populações isoladas, restaurar comunidades florestais naturais, ampliar a segurança alimentar, e preservar as florestas de modo geral, tanto em desmatamento quanto em poluição. O estudo sugere a criação de um fundo de sustentabilidade e conservação para ser pago por empresas que explorem e provoquem danos ambientais.

Além de serem fundamentais para a biodiversidade e o equilíbrio ecológico de diversos ecossistemas, os primatas são nossos parentes mais próximos, além de serem de suma importância para a compreensão da evolução humana. Antes de tudo, porém, são seres vivos, que dividem conosco o planeta, e contra os quais a tirania humana não pode seguir se abatendo, a ponto de correrem o risco de simplesmente desaparecem.

© fotos: reprodução/fonte:via

Glampings: 8 ‘campings de luxo’ para curtir a natureza com muito conforto pelo Brasil

Foi-se o tempo em que acampar era uma atividade apenas para quem não se importava muito com conforto.

Hoje em dia, é possível viajar em meio à natureza com um toque de luxo. A prática vem sendo chamada de glamping, um misto de camping com glamour – e o nome não poderia ser mais certeiro.

Surgido no exterior, o conceito já ganhou adeptos aqui no Brasil. Reunimos alguns destes espaços que prometem transformar suas próximas férias em um verdadeiro retiro de luxo em meio à natureza.

1. Mangarito – Petar, SP

Localizado entre as cidades de Apiaí e Iporanga, no Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira Mangarito (PETAR), este glamping afirma ser o primeiro alojamento do tipo no país.

As cabanas ficam localizadas na maior porção preservada de Mata Atlântica no Brasil, em uma área com rios, cachoeiras e cavernas. O espaço oferece bangalôs e quartos para até quatro pessoas. Além de contar com um bar e restaurante próprios, o glamping também tem uma lareira externa e uma jacuzzi ao ar livre para até quatro pessoas.

2. Cachoeira dos Borges – Mampituba, RS

Localizado a cerca de 200 km de Porto Alegre, esse espaço de glamping fica em um vale na Comunidade de Roça da Estância. Com três charmosas cabanas preparadas para quem quer viver a experiência de “acampar sem barraca”, a hospedagem inclui café da manhã no restaurante e uma vista para a cachoeira e para as montanhas.

3. Rancho do Peixe – Praia do Preá, CE

Também há ótimos glampings no Nordeste e um dos mais charmosos entre eles fica na Praia do Preá, pertinho de Jericoacoara, no Ceará.

Com bangalôs pé na areia inspirados na arquitetura local e rodeados por coqueiros e dunas, a hospedagem possui uma área de spa em meio à natureza. O espaço foi eleito um dos melhores hotéis de pequeno porte pelo público do Tripadvisor em 2018 e, no mesmo ano, foi vencedor do Condé Nast Johansens Awards for Excellence na categoria “Best Luxury Value”.

4. Ka Bru Brasil – Itacaré, BA

Com estrutura luxuosa, o Ka Bru Floresta é a casa na árvore dos sonhos. O espaço fica em meio à Mata Atlântica, no litoral baiano, a menos de 20 minutos de carro de todas as praias de Itacaré.

Ao fazer check-in na acomodação, os hóspedes usufruem de diversas atividades, como aulas de yoga, massagens e acesso a uma piscina externa.

5. Parador Casa da Montanha – Cambará do Sul, RS

Em meio aos cânios gaúchos, o Parador Casa da Montanha se inspirou em glampings africanos para a construção de suas barracas feitas em elementos rústicos e naturais.

Os hóspedes podem escolher entre uma barraca suíte com jacuzzi ou uma mais simples, equipada com ventilador de teto, lençol térmico e calefação. Além disso, o Parador tem vista para os Campos de Cima da Serra, a mata de araucárias e o Rio Camarinhas.

6. Jalapão Ecolodge – Jalapão, TO

Em perfeita harmonia com a natureza, o Jalapão Ecolodge se encontra dentro do Parque Estadual do Jalapão. Localizado a cerca de 300 km de Palmas, o acesso é feito através de estradas de terra, em 4×4, o que promete tornar a experiência única desde o começo.

A hospedagem pode ser em uma cabana rústica construída por moradores locais e chamada de Buritana, ou nos simpáticos Bangalôs Jalapa, com vista panorâmica para a Serra do Jalapão.

7. Anavilhanas Jungle Lodge – Manaus, AM

Com chalés e bangalôs, o Anavilhanas oferece uma experiência de acomodação com vista para a floresta – o destaque fica para os bangalôs panorâmicos, com uma parede de vidro de 10 metros de comprimento.

Equipados com todas as comodidades de um hotel, como ar condicionado, cama king size e frigobar, os espaços ainda contam com redes na varanda para se sentir mais próximo da natureza.

8. Glamping SPAço Livre – Rio de Janeiro, RJ

Ao pé do Parque Estadual da Pedra Branca, o Glamping SPAço Livre fica em pleno Rio de Janeiro – mais especificamente na Ilha de Guaratiba.

Diferentemente de outras hospedagens do gênero, os viajantes que dormem no local podem levar suas próprias barracas ou alugar uma das oferecidas pelo glamping, sendo uma experiência mais próxima da vivida em campings convencionais. O toque de luxo fica por conta dos serviços oferecidos aos hóspedes, como aulas de yoga, pilates, meditação, zumba e outras atividades.

As definições de camping acabam de ser atualizadas. Já escolheu o seu? 

Créditos das fotos sob as imagens