A mulher que já ajudou a identificar mais de 500 criminosos com sua arte

A norte americana Lois Gibson passou mais de 30 anos trabalhando como artista forense no Departamento de Polícia de Houston – no Texas, dos quais ela ajudou a polícia a identificar mais de 500 criminosos, através de sua sensibilidade. A maioria de suas ilustrações foram feitas sem nunca ter visto a pessoa, apenas com as descrições informadas pelas vítimas.

Ela, que recentemente entrou para o Guinness – livro dos recordes, no ano passado, por ter sido a artista forense que mais ajudou a polícia a identificar criminosos, em todo o mundo, diz que não foi coincidência que tenha decidido dedicar sua arte para solucionar crimes. Quando tinha 21 anos, Lois sofreu um assalto à mão armada em que quase morreu, em Los Angeles.

Estima-se que ela tenha ajudado a desvendar mais de 1260 casos e, hoje seus retratos estampam paredes de edifícios públicos em todo o estado. Formada em arte, pela Universidade do Texas – em Austin, ela explica ao site Colors Magazine porque sua arte não precisa ser, necessariamente, bela: Minha arte é o único tipo que não precisa ser bonito. É feia, desleixada e incompleta – mas, se salvar vidas, fica bonita e perfeita”.

Fotos: Colors Magazine /fonte:via

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As ilustrações botânicas de antigamente que eram verdadeiras obras de arte

Se hoje o mundo conta com a ajuda da tecnologia para poder estudar e catalogar a nossa riquíssima fauna, antigamente, quando nem a fotografia havia sido inventada, eram os próprios cientistas que precisavam ilustrar seus cadernos, para registrar as diferentes espécies de plantas do mundo inteiro.

Hoje, com o microscópio podemos ver detalhes que não são vistos a olho nu e, com a ajuda de câmeras fotográficas especializadas, o trabalho fica muito mais preciso e prático, porém é inegável que as ilustrações de antigamente possuíam uma aura artística muito forte. Coloridas e ricas em cores e texturas, muitas vezes, artistas e ilustradores eram contratados para finalizar o que o cientista havia começado.

Se no passado, médicos, jardineiros, cientistas botânicos e farmacêuticos dependiam destes desenhos para trabalhar, hoje, do ponto de vista científico elas já não não mais tão relevantes. Algumas destas ilustrações já possuem mais de 300 anos, mas ela ainda podem servir de inspiração para artistas e amantes da arte, que estão em busca de uma nova técnica ou que, simplesmente querem mais cor em suas vidas.

Fotos: Wikimedia Commons/fonte:via

Crânio de Luzia, fóssil mais antigo das Américas, é localizado em escombros do Museu Nacional

O estilo se transforma ao longo das épocas, e o hipster de ontem pode se transformar no careta de amanhã e voltar a ser estiloso no futuro. Muitas das marcas mais características do que hoje entendemos como algo moderno e interessante foram determinadas e disseminadas por artistas do passado – e se artistas são estilosos quase que por definição, como seriam, por exemplo, alguns dos ícones da pintura se vivessem hoje? Ou mais: como seriam se fossem os hipsters de agora? Foi essa a pergunta que o ilustrador israelense Amit Shimoni se fez, e que ele próprio respondeu através de seus desenhos.

Salvador Dali com um coque masculino e coberto de tatuagens, Van Gogh de AirPod, barba feita e camisa estampada com seu próprio trabalho, Frida Kahlo de piercing e trança e Andy Warhol… bem, Andy Warhol já era um tanto hipster em vida, e sua mudança é a menos perceptível. As incríveis ilustrações, além de serem bem-humoradas, traçam também os sinais dos tempos sobre alguns dos rostos mais famosos – e estilosos – da história.

© arte: Amit Shimoni/fonte:via

Artista imagina as princesas da Disney em capas de filmes de mistério da década de 1940

Nós estamos acostumados com as princesas clássicas da Disney sendo lindas mulheres perfeitas, vivendo em castelos, andando em carruagens ou cavalos e, rodeadas de súditos. Vários artistas já trouxeram essas personagens para os dias de hoje, tentando imaginar como elas seriam se vivessem em 2018 ou, até mesmo se tivessem algum tipo de distúrbio ou deficiência. Porém, você já parou pra pensar se elas fossem personagens principais de filmes de suspense?

Foi isso que o ilustrador, Astor Alexander, baseado em São Diego – Califórnia fez ao imaginar como seriam as princesas vivendo em filmes da década de 1940, na série “Noir Princesses“. Dessa vez, as princesas não são nada certinhas e utilizam sua beleza e sensualidade para lidar com dinheiro, crime e política. Mais uma maneira criativa de falar sobre o ideal de perfeição, que tanto ronda as mulheres, sobretudo as princesas da Disney.

Fotos: Astor Alexander /fonte:via

Qual é a sua magia? Ilustradora cria as bruxas de cada signo

O mundo místico, seus ícones, arquétipos e mitologias anda em alta, e a ilustradora inglesa Nona misturou dois universos bastantes populares para explicar e potencializar tais lógicas: as bruxas e a astrologia. Para seu novo livro de ilustrações, Nona criou uma bruxa para cada signo – e transformou características dos signos em poderes mágicos das bruxas determinadas.

Assim, os geminianos viram a “Bruxa do Espaço”, os virginianos ganham a “Bruxa da Floresta”, para os librianos a “Bruxa da Música”, e assim sucessivamente. Junto com as bruxas, cada signo ganhou uma pequena explicação com um sentido mais aprofundado dos arquétipos sobre os quais ela se baseou para criar seus personagens.

Sua coleção de bruxas será reunida no livro “Horoscope Witches”, ou Bruxas do Horóscopo. Não é preciso ser um místico, acreditar ou mesmo se interessar por astrologia, no entanto, para gostar do trabalho de Nona: para além dos textos que se dobram sobre aspectos do comportamento humano em geral, as belíssimas ilustrações fazem de seu novo livro um verdadeiro trabalho de arte.

Aquário – A Bruxa da Tecnologia

Áries – A Bruxa do Sangue

Câncer – A Bruxa do Chá

Capricórnio – A Bruxa do Solo

Gêmeos – A Bruxa do Espaço

Sagitário – A Bruxa do Trovão

Escorpião – A Bruxa da Noite

Virgem – A Bruxa da Floresta

Touro – A Bruxa das Flores

Peixes – A Bruxa do Mar

Libra – A Bruxa da Música

Leão – A Bruxa da Lava

© arte: Nona /fonte via

A fraqueza humana e o abuso da indústria animal pelos traços de uma ilustradora italiana

Se todo animal interfere na natureza e com outros animais, paradoxalmente é por conta do desenvolvimento de nossa suposta inteligência que a ação humana sobre a natureza se tornou, de modo geral, um excessivo, abusivo e descontrolado absurdo. É analisando e retratando o comportamento humano que a ilustradora italiana Toni Hamel cria seus desenhos.

Segundo a ilustradora, seu trabalho cria um “comentário ilustrado da fraqueza humana”. A sátira, o surrealismo, o humor e a crítica conduzem suas criações, tocando fundo e de forma ferina através de seu traço apurado, limpo e bonito na ferida insustentável do consumo e da indústria animal.

© artes: Toni Hamel /fonte:via

Artista francês usa Photoshop para criar animais fantásticos; resultado é surpreendente

O Photoshop é mais utilizado para fazer as pessoas se encaixarem em padrões de beleza opressivos, mas nas mãos de um verdadeiro artista, serve para colocar um pouco da magia no mundo cotidiano.

Julien Tabet é um artista digital francês de 20 anos. Sua especialidade é criar situações surreais envolvendo animais. Confira:

 

Para saber mais do trabalho de Tabet, acesse seu perfil no Instagram.

fonte:[via][BoredPanda]