Fotógrafo viaja por paisagens do ‘Senhor dos Anéis’ na Nova Zelândia vestido de Gandalf

Quem pode ser um melhor guia da Nova Zelândia (Terra Média) do que o próprio Gandalf de Tolkien? Essa foi a ideia por trás da viagem de 6 meses do fotógrafo Akhil Suhas pelo país vestindo uma fantasia do mago.

Suhas chamou sua aventura de #GandalfTheGuide e fez registros de tirar o fôlego. “Eu queria um tema recorrente em minhas fotos e com tantos fotógrafos visitando o país, percebi que precisava fazer algo para me diferenciar”, explicou ao Bored Panda. “Eu estava assistindo Senhor dos Anéis pela 5 ª vez quando eu percebi que a Nova Zelândia é famosa por duas coisas: suas paisagens e as Trilogias Senhor dos Anéis e Hobbit. Então por que não combinar os dois por ter Gandalf nas paisagens”, contou.

No começo, ele tentou fazer auto-retratos: “Eu testei a câmera em um tripé com um timer, mas não funcionou para mim“, disse Suhas. “Então, comecei a pedir às pessoas que conheci ao longo do caminho se eles queriam colocar a roupa.“

Surpreendentemente as pessoas concordaram e Suhas criou uma incrível seleção de fotos de paisagens na Nova Zelândia.

Veja:

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* Todas as fotos: Akhil Suhas

Cerejeiras invadiram esta cidade japonesa e as fotos são de tirar o fôlego

A primavera chegou cedo na cidade japonesa de Kawazu. Próxima a Tóquio, ela é famosa por abrigar 8 mil cerejeiras que florescem a cada ano  e atraem milhares de visitantes.

Uma locomotiva os leva para uma jornada entre as árvores, e permite que turistas de locais sintam sua fragrância e diferentes nuances de rosa.

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As flores da cerejeira são altamente simbólicas na cultura do Japão: a natureza passageira de sua beleza é muitas vezes comparada à brevidade da vida. Elas não representam apenas a aceitação do karma para os japoneses, mas também o acolhimento da morte. Por esses motivos, aparecem na arte japonesa e se tornaram um símbolo identificador do próprio país.

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Fotos: reprodução The Manichi

Veja a assustadora “mangueira de lava” do Havaí

Poucos dias depois de uma seção de um penhasco de rocha vulcânica ter despencado no mar, uma cachoeira de lava se formou no Parque Nacional de Vulcões, no Havaí. Uma fonte de lava corrente é chamada de “mangueira de fogo”, e este fluxo em particular tem o nome “61g”.

O rompimento da grande parede de rochas aconteceu no mês de janeiro de 2017, e uma mangueira de fogo surgiu. Essa fonte de lava foi interrompida por um novo colapso que aconteceu no dia 2 de fevereiro, mas retornou no dia 4, quando foi registrada em vídeo.

Este fluxo não oferece perigo às comunidades próximas, mas o observatório de vulcões do Havaí alerta os visitantes para que eles mantenham distância. “Chegar muito perto, seja pelo oceano ou pela perra o expõe aos detritos voadores que são criados pela interação explosiva entre lava e água”, diz o aviso.

Confira a “mangueira de fogo” abaixo:

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Por que este fluxo é chamado 61g? Tudo começou em janeiro de 1983, quando o vulcão Kilauea entrou em erupção, no sul do Havaí. A partir de então, novas erupções e fissuras com fluxos de lava passaram a se formar, normalmente com intervalos de um mês, durando menos de 24 horas.

Para manter registro dos fluxos, chamados de episódios, pesquisadores os nomearam, começando com 1. O que eles não sabiam é que o evento todo duraria mais de 30 anos, e então a criação de nomes começou a se complicar.

Em julho de 1986, o episódio 48 começou com fissuras ao sul e ao norte do ponto, mas sem fontes de lava. Cada fissura recebeu um nome: 48a, 48b e 48c. O episódio 48c persistiu, se tornando um veio, que ficou ativo por seis anos.

Nem todos os fluxos de lava receberam nomes com números. O evento 55, por exemplo, durou uma década inteira (entre 1997 e 2007), e recebeu nomes informais baseados em datas próximas do calendário, como “Dia das Mães” e “MLK”, ou aniversário do Martin Luther King.

O episódio atual de Kilauea, o número 61, começou em agosto de 2011. Em maio de 2016 um novo fluxo apareceu, chamado 61f, mas ele não durou muito tempo. Pouco tempo depois, o 61g começou, e persiste até hoje. [The Verge, West Hawaii Today]

Aos 74 anos ele adotou uma rua da cidade pra tirar o lixo e plantar árvores; sem ganhar nada por isso

Muita gente espera a aposentadoria para relaxar, pensando em não fazer mais nada da vida. Para o Eliaquim, de Mandaguari, no Paraná, a idade veio apenas ajudá-lo a transformar sua cidade em um lugar mais limpo e bonito. Aos 74 anos, ele acorda todos os dias bem cedo para limpar a avenida dos Pinheiros quando o sol ainda está ameno.

Eliaquim encarou a tarefa de transformar a cara da cidade há alguns anos. No começo, ele comprava luvas e sacos de lixo e fazia a limpeza gastando seu próprio dinheiro. Com o tempo, outros moradores da cidade se comoveram com sua dedicação e passaram a guardar sacos de lixo para ajudá-lo.

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O trabalho começou próximo à sua casa, onde ele plantou várias mudas de árvores e passou a limpar alguns trechos do lugar. A cada dia, uma parte nova era limpa. Com o tempo, o trabalho de Eliaquim se estendeu tanto que o seu objetivo atual é limpar toda uma rua que atravessa a cidade.

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Fotos: Divulgação

 

Essas fotos maravilhosas provam que pilotar aviões é das melhores profissões do mundo

Que tal olhar através dos olhos de um piloto para todos os estágios de um voo? Desde a sua decolagem, até alcançar a altura das nuvens, avistando cidades ou paisagens que parecem microscópicas quanto estamos há quilômetros do chão? Como montanhas cobertas de neve, rios, campos verdejantes ou a imensidão do mar…

Percorrer os ares observando a mudança de luz conforme as horas passam, ver o sol nascer e se pôr. E na hora da aterrissagem, observar as luzes e construções de cidades que se aproximam a cada segundo.

Conheça aqui essas e outras visões privilegiadas que só os pilotos podem apreciar com tanta frequência!

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Todas as fotos © LOT Polish Airlines

A história da estação de trem no Japão que foi construída em volta de uma árvore de 700 anos

Uma estação de trem no subúrbio de Osaka, no Japão, prova que o homem e a natureza podem coexistir em harmonia. Ela abriga uma árvore gigante que acredita-se ter 700 anos de idade e se estende através de um buraco na plataforma.

Sua história é carregada de superstições. A estação de Kayashima foi inaugurada logo ao lado da canforeiro, em 1910. 60 anos depois, porém, o crescimento da população exigiu que ela fosse expandida, e que por conta disso, a árvore fosse cortada. Mas todos os que tentaram derrubá-la foram vítimas de eventos infelizes em seus destinos.

Um homem que conseguiu remover um ramo desenvolveu uma febre alta na mesma noite. Outros, viram surgir fumaça do seu fundo.

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Quando os locais descobriram que sua amada árvore seria derrubada, fizeram barulho e pressionaram as autoridades a alterar o projeto. E eis que conseguiram e até hoje, o canforeiro permanece no mesmo local!

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Todas as fotos: Reprodução

Os melhores parques de São Paulo para uma caminhada matinal

Sem preguiça! Você sabia que a prática de exercícios pela manhã estimula a circulação, o que te deixa com mais energia durante todo o dia? A caminhada é o segundo esporte mais praticado no país, e São Paulo está cheia de parques convidativos para uma volta.

Além do benefício físico do esporte, a cabeça também agradece: se exercitar de manhã, especialmente se for ao ar livre, deixa a mente mais arejada e ajuda a evitar o estresse. Você já deve conhecer o Ibirapuera e o Villa Lobos, não é? Que tal experimentar um parque diferente?

Parque da Água Branca

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Localizado na zona oeste, com entrada principal na Av. Francisco Matarazzo, o Parque da Água Branca pode te fazer esquecer que está em São Paulo por alguns momentos: ao longo da caminhada você pode encontrar galinhas, patos, pavões e outros bichos que vivem soltos por lá. Tanques abrigam carpas e tartarugas, e às vezes dá até para ver saguis nas árvores!

Parque do Carmo

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Lagos, arquitetura colonial, cafezal e cerejeiras impressionantes: tem tudo isso no Parque do Carmo, em Itaquera, zona leste da capital.  O bosque tem mais de 6 mil árvores, incluindo eucaliptos remanescentes da mata-atlântica. Além disso, 135 espécies de animais vivem por ali, incluindo 118 aves diferentes.

Parque Burle Marx

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Inaugurado há relativamente pouco tempo, em 1995, há quem diga que esse é o parque mais bem cuidado de São Paulo. Fica no Panamby, zona sul da capital, e parte do projeto foi feita pelo famoso arquiteto que batiza o lugar. Relaxe a mente caminhando entre os jardins criados por Burle Marx e esqueça que está na cidade ao explorar três trilhas do parque.

Parque Anhanguera

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Esse é considerado o maior parque municipal de São Paulo, com mais de 9 milhões de metros quadrados. Na sua caminhada, porém, você terá que se contentar “apenas” com os 400 mil m² abertos para visitação: o resto do espaço é restrito para preservação do ecossistema e diversidade biológica. Fica na zona norte, perto do Pico do Jaraguá, e as trilhas permitem apreciar a mata atlântica como em poucos outros lugares.

Jardim da Luz

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O mais antigo parque público do município foi criado em 1825, originalmente como Horto Botânico. Fica no centro da cidade, em frente à Estação da Luz, e abriga animais como os bichos-preguiça e várias espécies de beija-flores. No centro do parque há um belo lago em formato de cruz de malta, decorado com oito esculturas que representam as estações do ano.

Saiba onde curtir uma boa caminhada com direito a cachoeira em São Paulo

A imagem pode conter: planta, árvore, atividades ao ar livre, água e natureza

Pode acreditar: a Grande São Paulo conta com algumas belas cachoeiras para você curtir sem precisar enfrentar muitos quilômetros de estrada. E, para quem tem disposição, as águas podem ser um delicioso refresco após caminhar por belas trilhas.

Prepare o tênis, a roupa de banho e venha com a gente!

Cachoeira do Jamil

Foto: Patrícia Ribeiro

Foto: Patrícia Ribeiro

Localizada perto de Parelheiros, extremo sul da capital, a Cachoeira do Jamil é formada pelos rios Monos e Capivari. A corredeira acaba em uma queda pequena, mas capaz de banhar o espírito. Além disso, a enorme lagoa forma uma espécie de praia de água doce, cercada pela Mata Atlântica.

A cachoeira fica dentro da propriedade de Jamil Saade, que cobra 20 reais por visitante para fazer a conservação do local. Indo de carro, é preciso pegar a Estrada da Colônia e pedir informação para descobrir o melhor caminho. De ônibus, do ponto final da linha 6L05-10 Barragem, são 8 km de caminhada.

Cachoeira da Fumaça

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Foto: Reprodução

Paranapiacaba é um distrito de Santo André famoso por suas trilhas e cachoeiras. A da Fumaça é uma das mais conhecidas, graças à enorme queda principal, de 70 metros, mas há outras menores no curso das águas. O acesso é feito através de uma trilha de 3,5 km, e é aconselhável contratar um guia, já que o caminho é pela mata e cheio de ramificações.

Cachoeira do Marsilac

Foto: Desviantes

Marsilac, no extremo sul da capital, conta com um parque de ecoaventura com trilhas, corredeiras e atividades como rapel e tirolesa. Isso sem falar, é claro, na cachoeira. Está localizado na Estrada do Capivari, dentro de um terreno da Sabesp, e é possível nadar ao longo do rio, além de curtir a queda d’água formada pelas pedras. De fácil acesso, costuma ficar bem cheia em finais de semana e feriados.

Cachoeira do Engordador

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Foto: Reprodução

Dentro do Parque Estadual Cantareira, na zona norte da capital, fica a Cachoeira do Engordador, acessada por uma trilha de três quilômetros, que passa também por duas outras quedas, a Cachoeira do Tombo e a Cachoeira do Véu. As quedas são pequenas, mas ótimas para aliviar o calor durante a trilha.

Cachoeira do Sagui

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Essa cachoeira fica dentro da Fazenda Maravilha, uma propriedade privada em Embura do Alto, na região de Parelheiros. Localizada em uma região de mata preservada, durante a trilha é possível avistar antas, jaguatiricas e outros animais da fauna da mata atlântica. No caminho ficam também as cachoeiras do Oásis e do Fornão.

Foto: Reprodução

Monemvasia

Monemvasia é uma vila, município e unidade municipal do costa sul da Grécia continental. Faz parte da unidade regional da Lacónia e da região do Peloponeso. A unidade municipal, cuja sede é a cidade de Molaoi, situada noutro município, tem 947 km² e em 2001 tinha 23 853 habitantes (densidade: 25,2 hab./km²). No mesmo ano, o município de Monemvasia tinha 4 660 habitantes, dos quais 1 405 residiam na vila.

Geografia

A vila situa-se à beira do mar Egeu, numa pequena ilha ao largo do sudeste do Peloponeso. A ilha está ligada ao continente por um dique com 200 metros de extensão, que a transforma numa península artificial. A maior parte da ilha consiste num planalto com altitude média de cerca de 100 metros, cerca de um quilómetro de comprimento no sentido leste-oeste e uma largura máxima de 300 m. A encosta costeira norte é muito abruta, descendo quase a pique para o mar, enquanto que a encosta sul, onde se encontra a vila tem um declive menos acentuado. A ilha é dominada por uma imponente fortaleza medieval. Outros vestígios medievais são numerosas igrejas bizantinas e as muralhas da vila.

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O nome da vila deriva das palavras gregas Mόνη (mone) e Eμβασία (emvasia), que significam “entrada” ou “embarcadouro único”. O seu nome em italiano, Malvasia, deu nome à casta de uvas Malvasia, disseminada por todo o Mediterrâneo e comum em Portugal, onde é usada, por exemplo, na elaboração de vinho do Porto e da Madeira.

Monemvasia é também chamada de Gibraltar do Oriente e “O Rochedo”, pela semelhança de um grande penedo situado na vila com o Rochedo de Gibraltar. A vila encontra-se numa encosta junto à extremidade sudeste da ilha, a sudeste do rochedo, ocupando uma parte deste, em frente à baía de Palaia Monemvasia.

Além da pequena vila situada situada no local da antiga cidade medieval, existe uma aglomeração urbana, mais moderna, situada no continente, em frente à ilha: o bairro de Géfyra, onde se situa o porto e a maior parte das infraestruturas turísticas. A parte antiga é chamada Kastro (“castelo”), e ela própria também está dividida em duas partes: a “vila alta”, no cimo do rochedo, atualmente abandonada, e a “vila baixa”, situada abaixo. Muitas das suas ruas são muito estreitas e só acessíveis a pé. A noroeste do centro há ainda um pequeno conjunto de dez casas.

História

A localidade e fortaleza foram fundadas em 583 por gentes da Lacónia que procuravam fugiram da invasão da Grécia por Eslavos e Ávaros. A história dessa invasão e ocupação do Peloponeso foi narrada na Crónica de Monemvasia, escrita na Idade Média. No século VIII foi construído um hospital, um centro de luta contra a propagação da peste, que promovia os princípios hipocráticos de higiene.

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A partir do século X, a cidade tornou-se um centro marítimo e mercantil importante. A fortaleza resistiu a tentativas de invasão de Árabes e Normandos em 1147. Nessa época, os campos de trigo cultivados dentro da fortaleza davam para alimentar 30 homens.

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Em 1204, durante invasão do Império Bizantino pelos Cruzados, Monemvasia foi assediada sem sucesso pelos Venezianos. Apesar da maior parte do Peloponeso ter caído nas mãos dos “Latinos”, a cidade permanece bizantina. Guilherme II de Villehardouin, príncipe de Acaia, conquistou-a em 1248, após três anos de cerco. Em 1259, Guilherme foi capturado pelos Bizantinos depois da batalha de Pelagónia e em 1262 Monemvasia foi devolvida a Miguel VIII Paleólogo como parte do resgate de Guilherme.

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O governador imperial e comandante militar bizantino Miguel Cantacuzeno reagrupa de novo os habitantes de Monemvasia, a qual passa a sua capital e uma base de apoio para a reconquista do Peloponeso aos barões francos e para a constituição do despotado grego da Moreia. Além de ser o principal porto de exportação do vinho Malvasia, a cidade é então um porto de abrigo para a marinha genovesa (aliada dos Bizantinos, ao passo que os Venezianos eram aliados dos Francos) e para os corsários de Creta, que atacam os navios latinos.

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Monemvasia, a quem os imperadores concederam valiosos privilégios, torna-se reduto dos corsários mais perigosos do Levante. Isso leva o almirante catalão Rogério de Lauria a saqueá-la em 1292. Em contrapartida, em 1302, a cidade deu as boas vindas aos mercenários da Companhia Catalã que se dirigiam para oriente.

Em 1333, é a vez dos piratas turcos de Umur Beg, emir de Aydin, pilharem a cidade; é a primeira vez que os Turcos aparecem na região. Em 1384, o arconte local Paulo Mamonas opõe-se ao déspota da Moreia, Teodoro I Paleólogo, que pretende entregar a região aos Venezianos. Dez anos mais tarde, em 1394, Mamonas paga tributo ao sultão otomano Bayezid I e em 1397 é deposto por Teodoro. Mamonas apela então a Bayezid, que envia tropas para lhe devolver o poder.

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Em 1419, o rochedo parece ter caído nas mãos dos Venezianos, mas regressou rapidamente à posse do déspota. Cerca de 1401, o historiador Jorge Frantzes nasceu na cidade. Depois da Queda de Constantinopla em 1453, Monemvasia resistiu aos ataques das tropas de Mehmed II em 1458 e 1460, tornando-se o último domínio do déspota da Moreia Tomás Paleólogo, o pretendente ao trono imperial bizantino. Como não tinha forças para defender Monemvasia, ofereceu-a ao sultão mas acabou por vendê-la ao papa.

Em 1464, os habitantes acharam que o representante do papa era fraco e que o papa era incapaz de os proteger, pelo que admitiram uma guarnição veneziana. A cidade foi relativamente próspera sob o domínio veneziano até à paz de 1502-1503, quando perdeu as terras agrícolas que eram a fonte de alimentos e do vinho Malvasia. Os mantimentos tinham que vir por mar ou de terras em mãos dos Turcos, e o cultivo da vinha definhou sob o domínio turco. O rochedo foi mantido pelos Venezianos até ao tratado de 1540, que custou à Sereníssima República Monemvasia e Náuplia, as suas duas última possessões no continente grego. Os habitantes que se recusaram a viver sob o domínio otomano receberam terras noutros lugares. Os Otomanos governaram a cidade até que esta foi novamente ocupado pelos Venezianos entre 1690 e 1715. O segundo período de domínio otomano prolongou-se entre 1715 e 1821.

Sob os Otomanos, a cidade era conhecida como Menekşe (“violeta” em turco) e era o centro dum sandjak (distrito) da província de Mora (nome turco do Peloponeso). A importância comercial de Monemvasia manteve-se até à Revolta de Orlov (1770), durante a guerra russo-turca, durante a qual se assistiu a um severo declínio. A cidade foi libertada do jugo otomano a 23 de julho de 1821 por Tzannetakis Grigorakis e o seu exército privado, que a cercaram durante a Guerra de independência da Grécia.

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A fortaleza não é habitada desde 1920. Durante a Primeira Guerra Mundial, foi bombardeada por navios alemães, austro-húngaros e turcos. Pela sua importância estratégica, ainda que modesta, Monemvasia foi ocupada por tropas italianas entre junho de 1941 e outubro de 1943. Aos italianos seguiram-se os alemães até outubro de 1944, quando a ilha foi ocupada pelos britânicos, que só a abandonariam em outubro de 1949. Depois de ter estado algo esquecida e isolada durante a década de 1950, nos últimos anos a assistiu-se ao crescimento do turismo. Os edifícios medievais foram restaurados e alguns deles convertidos em hotéis. Devido à maior parte das ruas não estarem adaptadas ao trânsito automóvel, a vila preserva a sua tranquilidade e um carácter muito original. Em 1971 foi construída a estrada que liga a ilha com o continente, quebrando um isolamento de séculos.

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Todas a imagens Google via

Conheça a primeira escola do mundo a oferecer alimentação 100% vegana

Os veganos que têm filhos geralmente se veem em um dilema: como transmitir aos pequenos o conceito de uma alimentação livre de crueldade animal? Nos Estados Unidos, um país onde o fast food tem enorme poder, eles ganharam um ótimo aliado nesse ensinamento: é a primeira escola 100% vegana do mundo.
A MUSE School, em Calabasas, na Califórnia, é um projeto de ninguém menos que Suzy Amis Cameron, esposa do famoso diretor de cinema James Cameron. Incomodados com as poucas opções de ensino para seus filhos, o casal decidiu criar seu próprio centro de aprendizagem, que tem um foco específico na preservação ambiental.
“Nós estamos gradualmente mudando para um menu baseado em vegetais porque nós nos consideramos uma escola ambiental. Você não pode dizer que é ambientalista se você continua a consumir animais“, explicou Cameron ao NPR. A instituição, que oferece ensino público e não tem fins lucrativos, conta com uma grande área onde frutas e vegetais são plantados e colhidos pelos próprios estudantes. Os alimentos que não são consumidos para a merenda são vendidos, também pelos pequenos, em um mercado local. Dessa forma, além de aprenderem sobre a importância da alimentação saudável e do cuidado com o meio ambiente, os alunos têm uma prática sobre negócios, vendas e finanças.
Para completar, a escola conta com painéis solares que abastecem mais de 90% da energia necessária para seu funcionamento.
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Cameron e a esposa decidiram mudar seus hábitos alimentares e se tornar veganos após assistir a um documentário chamado Forks Over Knives em 2012. No início, o foco principal da mudança era a saúde. Contudo, eles perceberam o quão relevante é a alimentação vegana para a preservação ambiental e agora querem levar o aprendizado até os 140 alunos da escola. “Uma pessoa qualquer diria vegan, mas nós dizemos alimentos integrais, orgânicos. A ideia é desenvolver crianças que não pensem como estranho ou exótico ou digno de um tapinha nas costas fazer o certo pela biosfera“, afirmou.
Vem ver as fotos do espaço:
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Todas as fotos © Muse School CA

16 cavernas fabulosas que parecem saídas da nossa imaginação

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Essas cavernas impressionantes não fazem parte de um mundo de contos de fadas ou algum filme de terror. Elas podem ser encontrados em alguns dos lugares mais remotos do mundo, na Ásia, América do Norte e Europa, e ganharam formas inusitadas e belas principalmente ao interagirem por eras com a água.

Algumas destas cavernas se formam quando a água escoa para baixo através de fendas na rocha calcária. A rocha calcária se dissolve pouco a pouco, formando aberturas. Durante milhões de anos, essas aberturas, e o calcário deixado pelas gotas de água, podem formar as majestosas grutas que você vê aqui.

Outras cavernas foram formadas ao longo de milhões de anos, sendo gradualmente desgastadas pela água de lagos ou do mar.

Se você está pensando em correr para visitar uma delas, vá com calma. Embora algumas listadas abaixo estejam abertas ao público, como a Phraya Nakhon, na Tailândia, a maioria é aberta apenas para aventureiros radicais que precisam obter os seus passes com antecedência. Como você pode ver nas imagens abaixo, as pessoas que recebem a oportunidade de explorar estas belezas naturais estão munidas de vários equipamentos especiais.

Felizmente para nós, quase todas as expedições para as cavernas também levam junto fotógrafos profissionais. Suas sessões de fotos preciosas nos permitem aprender sobre esses lugares misteriosos da Terra que ainda estão praticamente intocados pela humanidade.

1. Son Doong Cave, Vietnã

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A caverna Son Doong, no Vietnã, é a maior caverna conhecida atualmente no mundo. Ela está cheia de inúmeras maravilhas, incluindo ecossistemas isolados, sistemas climáticos e formações geológicas. Com pelo menos 4,5 quilômetros de extensão e chegando a 140 metros de altura em algumas partes, seu fim ainda não foi encontrado.

2. Caverna de gelo perto do vulcão Mutnovsky, Rússia

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Cavernas de gelo como estas formam-se nas geleiras que cercam o vulcão Mutnovsky, na Rússia. Algumas delas são formadas por aberturas que liberam calor e gases chamados fumarolas vulcânicas.

3. Mina de Naica, México

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As cavernas de minas de Naica, no México, são o lar de alguns dos maiores cristais já encontrados – as formações impressionantes, dignas do Super-Homem, chegam até 11 metros de comprimento e 4 metros de diâmetro. A Crystal Cave, onde estes cristais estão localizados, está fechada ao público por causa de sua profundidade, calor e outras questões. No entanto, uma abundância de imagens foram tiradas para documentar esta caverna de cristal monumental.

4. Caverna glacial de Vatnajokull, Islândia

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Esta caverna está localizada no glacial Vatnajokull, na Islândia, a maior geleira da Europa. Cavernas como esta se formam devido ao derretimento da água congelada do glacial. Justamente por isso, podem ser bastante perigosas, já que as geleiras estão constantemente quebrando e mudando.

5. Cavernas Batu, Malásia

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As Cavernas Batu, na Malásia, têm sido utilizadas por colonos chineses e ingleses, bem como o povo indígena Temuan. Os excrementos de morcego da caverna eram extraídos para fins agrícolas, porém atualmente o lugar está cheio de estátuas gigantescas. A boa notícia é que esta maravilha é aberta aos visitantes.

6. Cavernas de gelo Mendenhall, EUA

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Esta caverna de gelo é parte da geleira de Mendenhall perto de Juneau, capital do Alasca. A caverna espetacular foi esculpida na geleira derretendo água gelada e a incidência da luz solar dá ao lugar um aspecto incrível. Devido às condições de constante mudança em geleiras, não está claro se esta caverna ainda estará por aqui por muito tempo.

7. Caverna em Algarve, Portugal

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A região do Algarve em Portugal, onde esta caverna está localizada, é propensa a várias formações à beira-mar por causa da solubilidade relativa da rocha na água. Esta caverna específica perto de Lagos é acessível somente via água.

8. Cavernas Glowworms, Nova Zelândia

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As cavernas Gloworms de Waitomo, na Nova Zelândia, são o lar de um inseto único – o pirilampo Arachnocampa luminosa. Este inseto produz fios brilhantes de seda que descem pelo teto da caverna e brilham para atrair presas inocentes. A soma da gruta escura com os pontos luminosos faz parecer que o local é uma réplica do céu noturno. As cavernas de Waitomo podem ser visitadas na companhia de um guia.

9. Caverna Tham Lod, Tailândia

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O rio Nam Lang atravessa a caverna Tham Lod, no norte da Tailândia. A caverna está cheia de belas estalactites e estalagmites e é o lar de centenas de milhares de andorinhões do Pacífico, que se adaptaram a passar parte de suas vidas em cavernas.

10. Caverna Kyaut Sae, Myanmar

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Muito pouco se sabe sobre esta caverna em Kyaut Sae, em Myanmar, com excepção de que o interior foi equipado como um templo budista.

11. Cavernas de Mármore, Patagônia

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As Cavernas de Mármore da Patagônia são conhecidas pelos reflexos espetaculares que a água turquesa lança sobre o teto de mármore branco da caverna. Elas também são chamadas de a Catedral de Mármore por causa de suas belas formas e arqueamento característico.

12. Antelope Canyon, EUA

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O Antelope Canyon, no Arizona, foi esculpido por milhares de anos de vento e de inundações relâmpago recorrentes, razão pela qual suas paredes lisas parecem tão suaves e fluídas. Durante a temporada de monções do deserto, inundações perigosas podem ocorrer sem aviso prévio. Estas inundações tomaram as vidas de alguns turistas incautos.

13. Caverna Phraya Nakhon, Tailândia

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A caverna Phraya Nakhon, na Tailândia, era historicamente um lugar popular para visitas de reis locais por causa da iluminação proporcionada pelos telhados, que desabaram. O pavilhão no centro foi construído para a visita do Rei Chulalongkorn, em 1890.

14. Gruta de Ellison, EUA

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Este é o fosso da Fantastic Cave, parte da Gruta de Ellison, no estado norte-americano da Geórgia. É uma atração popular para escaladores de fossos – aqueles aventureiros que gostam de rapel em quedas subterrâneas verticais.

15. Caverna Reed Flute, China

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A caverna Reed Flute, em Guangxi, na China, tem sido visitada por turistas há pelo menos 1.200 anos. A caverna é o lar de uma variedade espetacular de estalagmites e estalactites. Ela foi batizada “Flauta de Junco” por causa das plantas que crescem em sua boca, que podem ser transformadas em flautas.

Abismo Anhumas

abismo anhumas

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Abismo Anhumas 1

Considerada a maior caverna submersa do mundo, o Abismo Anhumas parece um colossal buraco que fica a 23km de Bonito-MS. É possível acessá-lo através de uma fenda através de 72 metros de descida vertical em rapel. A água é cristalina e muita gente pratica mergulho recreativo no local. Da superfície para baixo há mais 80m de profundidade.[Bored Panda, Abismo Anhumas, BonitoYgarape, Cleberson Souza]