O comovente reencontro da jovem que cresceu entre gorilas com seus amigos da floresta

A relação entre a jovem Tansy Aspinall e os gorilas sempre foi, desde sua primeira infância, uma relação baseada no afeto e na liberdade. Tendo crescido ao redor desses impressionantes animais no Howletts Wild Animal Park em Kent, na Inglaterra – participando do trabalho da Fundação Aspinall, de sua família, de reabilitação dos gorilas, para depois devolve-los à vida selvagem – Tansy e os gorilas acabaram criando uma verdadeira relação de amizade.

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Dois gorilas em especial marcaram a vida e a memória de Tansy: Bimms e Djalta foram libertados em 2003, depois de terem convivido com a jovem por anos, desde quando esta ainda era um bebê. 12 anos depois de libertos, Tansy e seu pai, Damian Aspinall, retornaram à floresta do Gabão, para reencontrarem seus amigos de tanto tempo. As grandes perguntas eram: será que os animais seriam encontrados? E se fossem, receberiam os dois em seu grupo? Como reagiriam à presença de Tansy, tantos anos depois?

Todo o encontro foi registrado em vídeo, e o resultado é uma comovente demonstração de como nada é mais bonito e tocante do que o respeito à vida, em todas as formas.

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Herdeira de uma milionária rede de cassinos (além da própria fundação), hoje a missão de vida de Tansy é salvar os animais.

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© fotos: reprodução fonte

Você precisa fazer a trilha Transcarioca pelo menos uma vez na vida

No 11 de fevereiro de 2017 foi inaugurada a Trilha Transcarioca, percurso de 180 km de extensão que conecta a Barra de Guaratiba, na Zona Oeste, até o Pão de Açúcar, na Zona Sul do Rio de Janeiro.

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Com 25 trechos, a trilha completa pode ser realizada em 12 dias. A trilha interliga seis unidades de conservação de proteção integral: Parque Natural Municipal de Grumari, Parque Estadual da Pedra Branca, Parque Nacional da Tijuca, Parque Natural Municipal da Catacumba, Parque Natural Municipal da Paisagem Carioca, Monumento Natural Municipal dos Morros do Pão de Açúcar e da Urca.

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A Trilha Transcarioca foi inicialmente idealizada por Pedro da Cunha e Menezes, em seu livro Transcarioca: todos os passos de um sonho (2000), respaldada em diversos exemplos bem sucedidos de trilhas de longo curso, tais como a Appalachian Trail (EUA), Huella Andina (Argentina), Hoerikwaggo Trail (África do Sul) e Te Araroa Trail (Nova Zelândia).

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* Todas as imagens: Instagram @trilhatranscarioca  Fonte

Estas fotografias são registros incríveis dos raríssimos arco-íris lunares

Você já ouviu falar em arco-íris lunar? O fenômeno raro e não muito conhecido, é semelhante ao arco-íris solar e ocorre quando a luz, refletida pela lua, é refratada pela chuva ou pela névoa suspensa na atmosfera.

O fenômeno lunar é muito mais fraco que o solar, já que nosso satélite natural reflete bem menos luz. Portanto, ao olho humano, muitas vezes esse fenômeno parece branco, já que não conseguimos discernir as cores.

Mas, para nossa sorte, eles costumam aparecer em fotografias de longa-exposição, como aconteceu com as belas imagens que você confere abaixo:

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Via © Somente Coisas Legais   fonte

O incrível museu das pedras fluorescentes

O Museu Sterling Hill Mining, em Nova Jersey, Estados Unidos, é conhecido por sua variedade de exposições imersivas e educacionais, mas é ainda mais conhecido por sua enorme coleção de minerais fluorescentes.

As exposições fluorescentes são exibidas ao longo das paredes do chamado túnel arco-íris que foi escavado em 1990. As paredes do túnel são revestidas com minerais raros que brilham um verde vermelho brilhantes sob luz ultravioleta.

O museu originalmente era uma das mais antigas minas de zinco do país, tendo sido inaugurada em 1739. Quando fechada em 1986, foi comprada por Richard e Robert Hauck e inaugurada como um museu em 1990.

A mina possui profundidade de 777 abaixo da superfície através de túneis que totalizam mais de 53 km de comprimento. Sterling Hill é o tesouro dos minérios e é igualmente famosa por seus minérios fluorescentes. Quase 90 diferentes espécies de minérios foram documentadas como fluorescentes.

Todos os minerais têm a capacidade de refletir a luz. Isso é o que os torna visíveis ao olho humano. Alguns minérios têm uma propriedade física interessante conhecida como “fluorescência”. Estes minerais têm a capacidade de absorver temporariamente uma pequena quantidade de luz e um instante mais tarde liberar uma pequena quantidade de luz de um comprimento de onda diferente. Esta mudança no comprimento de onda causa uma mudança temporária da cor do mineral no olho de um observador humano.

A mudança de cor de minerais fluorescentes é mais espetacular quando são iluminados na escuridão pela luz ultravioleta (que não é visível para os seres humanos) e liberam a luz visível.

De acordo com um artigo no site da Universidade de Washington em St. Louis, cerca de 15 por cento dos minerais são fluorescentes.

Confira algumas fotos deste incrível museu:

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noaamichael/instagram

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victoriatretno/instagram

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Jeff Glover/Smithsonian

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Jeff Glover/Smithsonian

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Jeff Glover/Smithsonian

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Fonte [Jeff Glover/Smithsonian  via ]

O jardineiro que vendeu papelão durante um ano em SP para se formar como paisagista

Não há esforço que impeça o jardineiro e paisagista Wallace Sinhorelli de lutar por seu trabalho e espaço, e nem dificuldade que o faça esmorecer. Por um ano Wallace vendeu papelão em uma carroça para conseguir pagar um curso no SENAI para oficialmente poder cumprir profissionalmente sua vocação: paisagismo. O curso custou R$ 420 e foi pago com o trabalho de Wallace com papelão.

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Há nove ano o paisagista oferece seus serviços de porta em porta pela região de Vila Formosa, em São Paulo. Wallace, no entanto, garante que vai a qualquer parte da cidade que for chamado para trabalhar. Foi numa dessas portas que ele conheceu Gustavo Cirillo, que fez recentemente o post que viralizou sua história.

Como o post conta, depois de ter conseguido realizar o curso, Wallace enfrentou uma nova batalha: a casa onde morava, em uma favela na região da Penha, foi destruída em um incêndio. Ele, sua filha de 9 anos e sua mãe, de 96, tiveram então de se mudar para uma casa alugada, o que dificultou em muito o equilíbrio de suas finanças.

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Daí surgiu o gesto de Gustavo ao postar a história, a fim de que oportunidades possam surgir para que Wallace possa simplesmente seguir em sua nobre luta, através do que pode oferecer de mais valioso: seu trabalho. O contato de Wallace está no post de Gustavo. Alguém aí em São Paulo precisando de um jardineiro ou paisagista?

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© fotos: facebook fonte

Veja quais os destinos mais populares entre quem faz sua primeira viagem internacional

A primeira viagem internacional a gente nunca esquece, certo? Tenho certeza de que a sua está na ponta da língua! Pensando em mapear os destinos mais procurados por quem embarca para fora do país pela primeira vez, o site Booking.com, fez uma pesquisa com 15 mil viajantes, que revela os dez países mais procurados para a primeira viagem no exterior. E ao contrário do que você pensou, a Disney dos EUA está longe de ser a primeira da lista. Nove dos dez países vencedores estão na Europa, com exceção de Sydney, na Austrália. Veja só:

1 – Paris, França

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2 – Barcelona, Espanha

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3 – Londres, Inglaterra

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4 – Viena, Áustria

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5 – Málaga, Espanha

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6 – Veneza, Itália

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7 – Roma, Itália

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8 – Sydney, Austrália

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9 – Zurique, Suíça

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10 – Berlim, Alemanha

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Fotos: Pixabay, Flickr, Wikimedia Commons fonte

Ártico está ficando verde a uma velocidade alarmante e finalmente os cientistas descobriram a causa

O gelo marinho do Ártico está se tornando progressivamente mais verde. Por muitos anos, os cientistas não sabiam exatamente por quê.Eles calculavam que o verde tinha que vir de plantas marinhas microscópicas, chamadas fitoplâncton, crescendo sob o gelo. Mas isso não fazia sentido – o fitoplâncton precisa de luz para a fotossíntese, e o Ártico é supostamente escuro demais para que ele sobreviva.

Agora, uma equipe internacional de pesquisadores solucionou o quebra-cabeça: o recorde de baixos níveis de gelo marinho na região quebrou a barreira para a luz solar. Em vez de ser refletida, a luz está sendo absorvida por piscinas de gelo derretido.A pesquisa foi publicada em Science Advances.

Espessura

Como os satélites não conseguem olhar através do gelo para ver as condições abaixo dele, o pesquisador Chris Horvat, da Universidade de Harvard (EUA), e seus colegas tiveram que encontrar outra maneira de obter respostas.

Eles construíram uma simulação computacional das condições do gelo do mar de 1986 até 2015, e confirmaram que não só a espessura do gelo estava diminuindo, como as piscinas de gelo derretido estavam aumentando.Em outras palavras, o gelo que permanece no Ártico está agora mais fino do que nunca. E, logo abaixo dele, colônias de fitoplâncton estão crescendo à medida que a luz penetra no oceano.

Mudança

À medida que a escuridão absorve mais luz do que o gelo marinho não derretido – que é brilhante e reflexivo em sua forma intocada -, a proliferação dessas piscinas de derretimento permitiu níveis sem precedentes de luz solar permeando o gelo.A simulação da equipe revelou que há 20 anos, apenas 3 ou 4% do gelo marinho do Ártico era suficientemente fino para permitir grandes colônias de plâncton.

Já em 2015, quase 30% do gelo marinho do Ártico era frágil o suficiente para consentir o florescimento de fitoplâncton nos meses de verão.A tendência não deve mudar, visto que o derretimento continua a atingir níveis recordes até hoje.

Dominó

A preocupação agora é que essa explosão verde não seja apenas um efeito colateral inofensivo do gelo marinho derretido – ela pode trazer um conjunto de problemas completamente diferentes.Se as condições no Ártico começarem a ficar muito hospitaleiras para o fitoplâncton, eles vão continuar a mostrar uma preferência por elas, como aparentemente têm feito nos últimos anos.

Logo, se tornarão indisponíveis para as criaturas marinhas maiores que dependem deles como fonte de alimento em outros lugares. A base da rede alimentar do Ártico vai crescer, enquanto a de outros lugares vai diminuir.Ou seja, a mudança não terá consequências somente para a própria região. Na verdade, temos que nos preocupar mais com outras aéreas.

“O que acontece no Ártico não fica no Ártico”, disse a cientista Katharine Hayhoe, da Universidade de Tecnologia do Texas, em um comunicado de imprensa. “Todo este planeta está interconectado”.Fonte  [ScienceAlert]

Estes túneis gigantes no Brasil foram cavados por enormes animais extintos

Animais gigantes percorreram a Terra antes do império do Homo sapiens, e eles deixaram pistas incríveis sobre sua existência, como túneis gigantes no Brasil. Acredita-se que os responsáveis por eles sejam tatus ou preguiças gigantes, de mais de uma tonelada de peso, que foram extintos há 10 mil anos.

Esses túneis começaram a ser estudados apenas no início da década de 2000, e ainda surpreendem pelo tamanho e pelo grande número, especialmente no sul do país. Batizadas de paleotocas, elas foram descobertas por vários pesquisadores, como Heinrich Frank, geólogo e professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e por Amilcar Adamy, geólogo da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM), em Rondônia.

“Para a maioria dos fósseis de vertebrados, temos apenas os ossos, não temos pistas sobre como eles viviam, como se comportavam, se viviam sozinhos ou em grupos, etc. Isso é muito raro, em paleontologia, ter esse tipo de informação sobre espécies extintas”, diz Heinrich, o pesquisador de referência no mundo todo sobre este tipo de tocas.

Há vários tipos de paleotocas, algumas com apenas um túnel e outras com até 25 deles. Até agora, cerca de 2 mil túneis já foram localizados, a maioria no Rio Grande do Sul. Dezenas estão em Santa Catarina e alguns estão no Paraná e São Paulo. O último deles foi localizado na última semana. Muitos estão preenchidos por sedimentos por conta da ação do tempo, mas pelo menos 50 podem ser explorados. Três tipos de altura de abertura foram identificados: 80 cm, 1,2 m e 2 m. A profundidade varia, mas pode chegar até 60 m.

Crédito imagem: Wikimedia Commons

As paleotocas foram provavelmente cavadas por preguiças gigantes como as Glossotherium e Scelidotherium, que habitavam as Américas no período Pleistoceno. Também é possível que as tocas tenham sido escavadas por tatus gigantes.

Rio Grande do Sul

Crédito imagem: Heinrich Frank

No dia em que descobriu sua primeira paleotoca, Heinrich dirigia em uma rodovia em uma tarde de sexta-feira quando passou por um trecho em construção perto da cidade de Novo Hamburgo. Um detalhe naquele trecho chamou sua atenção: o morro de terra que estava sendo escavado pela equipe da construção apresentava um buraco muito singular.

Como a geologia local não permitira um buraco daquele tamanho e formato, Frank ficou curioso e decidiu retornar algumas semanas depois para investigar melhor. O buraco era na verdade a entrada para um túnel de cerca de quatro metros de profundidade. Ao ficar de costas no chão e olhar para cima, ele identificou marcas de garras no teto do túnel.

Ao investigar a região com seus alunos, Frank encontrou dezenas de outras tocas. Algumas estavam completamente preenchidas por detritos por conta das interferências do tempo e da água, enquanto outras ainda estavam livres. Até o início da década de 2000, não havia registros sobre esse tipo de túneis.

Rondônia

Crédito imagem: CPRM

Já Amilcar Adamy, da CPRM, ouviu boatos da existência de uma caverna muito estranha no estado de Rondônia no ano de 2010. Sem conseguir contato com o dono das terras em que a caverna estava localizada, ele não conseguiu estudar muito a local. Apenas cinco anos depois ele e sua equipe tiveram oportunidade de retornar ao local para análise.Fonte [IFLScience, Discover Magazine]

Escolher a Dominica como destino pode ser uma boa ideia

Um mar de cor azul turquesa  banha a pequena ilha caribenha de Dominica. E dentro dela escondem-se nove vulcões, florestas, praias  paradisíacas de areia preta e imponentes montanhas, de onde avistam-se baleias.

Não a confunda com sua vizinha, a República dominicana. A Dominica é uma das menores e mais selvagens ilhas do Caribe, onde diversas cenas de ação do filme Piratas do Caribe foram gravadas. Conheça aqui algumas razões para visitá-la. 

Conhecer o Parque Nacional Trois Pitons

Declarado como Patrimônio Mundial, o parque é circundado por um vulcão de 1342 metros. Ele abriga lagoas de água doce, lagoas borbulhantes e cinco vulcões menores. Lá, não deixe de visitar a Piscina de Esmeralda (foto) para banhar-se nas águas de uma cachoeira imerso numa floresta tropical. E passe também pelo Vale da Desolação e pelo Lago Boiling. 

Trafalgar Falls

Aqui você se aventura em duas cachoeiras de cerca de 60 metros de altura, cujas águas correm por paredões de pedra e encontram fontes de águas sulforosas e termais. Se você gosta de aventuras, faça a trilha que leva até as piscinas termais, de dificuldade média.

Além de toda essa beleza natural, Dominica também tem um Carnaval daqueles, na mesma época em que a festança ocorre no Brasil. Na ocasião, seus habitantes vestem-se com roupas brilhantes, máscaras elaboradas e caem folia ao som do reggae. Nada mal, não?

Fotos: Flickr, Wiki Commons e Pixabay fonte

Essas nuvens recém-descobertas são assustadoras

As nuvens acima parecem exatamente o que tipo que você esperaria ver no Dia do Juízo Final, ou na iminência de uma invasão alienígena, não é mesmo?

 

Mas elas são basicamente inofensivas.Depois de alguns anos de desprezo, tais formações finalmente obtiveram reconhecimento como uma nova categoria.

Nova nuvem: sim, isso existe

Nove anos atrás, foi proposta a existência da chamada “undulatus asperatus”. Somente agora, no entanto, a Organização Meteorológica Mundial lançou uma versão atualizada do Atlas Internacional de Nuvens a incluindo, com o nome modificado para “asperitas”.

Ondulantes

Segundo Gavin Pretor-Pinney, fundador da The Cloud Appreciation Society, as formações criam ondas estranhas, pairando no céu como se estivéssemos observando a superfície sinuosa do mar por baixo.Níveis variados de iluminação e espessura da nuvem podem levar a efeitos visuais dramáticos.


As asperitas tendem a ser de baixa altitude, e são causadas por frentes meteorológicas que criam tais ondulações na atmosfera.Fonte [TheVerge]