A erva usada pela medicina chinesa há 1700 anos que está salvando pacientes com malária na Ãfrica

Ainda que a malária seja uma doença presente no mundo todo, 88% dos casos acontece no continente africano, e 90% dos casos fatais ocorrem também na região da África. Os tratamentos já existentes e em desenvolvimento, porém, vêm se mostrando eficientes, e o índice de mortes pela doença caiu em dois terços entre os anos de 2000 e 2015 – não só pelos tratamentos médicos, mas também por medidas preventivas, como o uso de redes tratadas com inseticidas para conter o mosquito, e o próprio engajamento comunitário em conter o mal.

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Junto de tais medidas, porém, um tratamento foi desenvolvido para quem já foi infectado pela doença, que combina diversos remédios com a artemisinina, um componente químico encontrado na Artemisia annua, uma planta tradicional da ancestral medicina chinesa, também conhecida como Qinghao. O uso da planta vem se mostrando bastante eficiente em curar a doença e salvar diversas vidas.

Scrub the young, silvery green herb -Artemisia absinthium.

Em princípio, porém, a má notícia que impediria que a combinação de drogas anti-malária com a artemisinina – conhecida como ACT – se torne a solução total contra a doença é o alto custo para desenvolve-lo, e o fato de que certas ramificações da malária já vêm se mostrando resistentes ao remédio.

mosquito

Numa reviravolta espetacular, porém, 18 pacientes com casos extremos da doença – em que o ACT se mostrou ineficaz – foram tratados com folhas secas de Artemisia annua, e todos eles se curaram por completo – incluindo uma criança que se encontrava em coma. Os médicos passaram a recomendar imediatamente que a planta se torne parte do tratamento, especialmente em quem o ACT já não mais traz efeitos.

Dried estragon spice and wooden spoon as food background

A Artemisia annua é utilizada na China há nada menos que 1700 anos, como tratamento para febres e outros males. Assim, conclui-se o que os chineses parecem já saber literalmente há milênios: que não é só o químico da artemisinina que possui poderes curativos na planta. Há muito mais o que podemos aprender nesses conhecimentos ancestrais do que podemos imaginar – assim como há muitos remédios sem bula nem químicos industrializados espalhados pelo planeta do que temos conhecimento – ao menos aqui, no ocidente.

© fotos: reprodução;fonte: via

Cidade mostra como aproveitar uma estrada abandonada criando um parque cheio de plantas

Arquitetura sem uso pode encontrar nova vida de formas inesperadas. Em Nova York, um conjunto de trilhos de trem acima do solo foi transformado em um inovador parque linear chamado High Line e provou ser um paraíso para turistas e residentes. Seul seguiu o exemplo com a recente abertura do Skygarden, uma estrada de 983 metros de comprimento, uma vez abandonada, e que foi convertida em uma linda passagem elevada.

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A estrutura de concreto anteriormente fria, ficou repleta de vida com plantas habilmente espalhadas ao longo da passarela. No total, são 24 mil plantas individuais de 228 espécies e subespécies.

“Nosso projeto oferece um dicionário vivo de plantas que fazem parte do patrimônio natural da Coréia do Sul e são agora existentes no centro da cidade“, disse Winy Maas, sócio fundador da empresa que desenvolveu o projeto ao My Modern Met.

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“A ideia aqui é conectar os habitantes da cidade com a natureza e ao mesmo tempo oferecer a oportunidade de experimentar essas vistas incríveis para a Seul Histórica e Namdaemun Gate“, contou.

Embora o foco principal do parque seja suas plantas, também há no local um componente comercial. Galerias, casas de chá, um teatro e restaurantes estão localizados ao longo da passarela e acessível através de seu caminho e uma série de rampas de acesso.

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Junto do verde, o viaduto também traz galerias, casas de chá, teatro e restaurantes, transformando um espaço antes abandonado em um local vivo e excitante, a ser novamente ocupado pelos moradores da cidade.

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* Imagens: Reprodução,fonte: via

Fotógrafa capta a beleza e a diversidade das folhas no outono

A fotógrafa alemã Carola Becker tinha uma mania quando criança: colecionar e secar as folhas que caem das árvores. No outono passado, ela decidiu levar essa brincadeira a sério e criou uma série que mostra toda a beleza e a diversidade da natureza usando para isso as folhas de diversas plantas.

Carola é responsável pela Sepia Fotografie e tem o hábito de fotografar desde que tinha apenas 10 anos. Seus assuntos preferidos são animais e a natureza, embora ela também clica outros temas.

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Na série de imagens em que registra folhas de outono, a fotógrafa cria verdadeiros mosaicos que mostram a textura e as imperfeições de cada folha. Com um close, ela permite que vejamos cada detalhe das plantas: suas veias, cores, manchas e a verdadeira beleza que há na diversidade criada pela natureza.

O resultado é inspirador:

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Todas as fotos © Carola Becker/Sepia Fotografie fonte: via

Esses lugares vão colocar o Japão no topo da sua lista de desejos de viagem

Morre de vontade de conhecer a Terra do Sol Nascente? Então é bom se preparar, porque nós vamos te deixar com ainda mais motivos para cruzar o mundo em busca das incríveis paisagens do Japão.

Selecionamos 10 lugares fantásticos para conhecer pelo país. São florestas, parques, jardins e muitas paisagens que parecem ter saído de um sonho. Para nossa sorte, elas são reais e estão a apenas um voo de distância das nossas vidas.

Vem ver essa seleção!

1. Floresta de Bambu em Arashiyama

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Foto: Dariusz Jemielniak

2. Hitachi Seaside Park

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Foto: katorisi

3. Templo Fushimi Inari-Taisha, em Quioto

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Foto: Dariusz Jemielniak

4. Os rios de Kawagoe, na província de Saitama

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Foto: : 京浜にけ

5. Chureito Pagoda – e a melhor vista do Monte Fuji

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Foto: Manishprabhune

6. Castelo de Osaka à noite

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Foto: Mc681

7. Rota Nakasendō

O nome significa “Caminho entre as montanhas” e a rota era usada como uma estrada comercial durante o século 17. Hoje qualquer um pode fazer o percurso a pé, que tem uma duração de cerca de 10 dias.

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Foto: Howard Banwell

8. Festival das Lanternas de bambu em Taketa

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Fonte: Nippon Lovers

9. Shibazakura Festival no Monte Fuji

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Foto: Reginald Pentinio

10. Seigantoji Pagoda

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Foto: 663highland fonte: via

Antártica está ficando verdejante: aquecimento global volta relógio geológico

Pesquisadores britânicos encontraram áreas com musgo em rápido crescimento na península Antártica, o que fornece evidências impressionantes de mudanças climáticas nas partes mais frias e remotas do planeta.

Em meio ao aquecimento dos últimos 50 anos, os cientistas descobriram duas espécies diferentes de musgos se desenvolvendo a um ritmo veloz: antes, cresciam menos de um milímetro por ano, mas agora crescem mais de 3 milímetros por ano, em média.

“As pessoas pensam na Antártica como um lugar cheio de gelo, com bastante razão, mas nosso trabalho mostra que partes dela são verdes e provavelmente se tornarão mais verdes”, disse Matthew Amesbury, pesquisador da Universidade de Exeter, no Reino Unido, e principal autor do novo estudo. “Mesmo estes ecossistemas relativamente remotos, que as pessoas podem pensar que são relativamente intocados pelos humanos, estão mostrando os efeitos da mudança climática induzida pelo homem”.

O estudo foi publicado na revista científica Current Biology, por cientistas da Universidade de Exeter, da Universidade de Cambridge, da British Antarctic Survey e da Universidade de Durham.

 

Tendência crescente

Menos de 1% da atual Antártica possui plantas. Mas, em partes da península, os musgos estão crescendo cada vez mais em terrenos que se descongelam parcialmente no verão.Os musgos da superfície se acumulam em uma camada fina, que congela novamente no inverno. Conforme camadas são construídas em cima de outras camadas, os musgos mais velhos diminuem abaixo do solo congelado, onde são notavelmente bem preservados devido às temperaturas.

Isso faz deles um registro das mudanças ao longo do tempo. Amostras de solo de uma área de 640 km ao longo da parte norte da península revelam alterações dramáticas nos padrões de crescimento, que remontam 150 anos.A Antártica tem sido um local de aquecimento rápido, com mais dias por ano onde as temperaturas sobem acima do congelamento conforme o tempo passa. A consequência disso é um aumento de quatro a cinco vezes na quantidade de musgo.

De paisagem congelada a florestal

As fotos tiradas pelos autores durante a pesquisa capturam algumas paisagens verdejantes, como esta:

“Esse é outro indicador de que a Antártica está movendo para trás no tempo geológico – o que faz sentido, considerando que os níveis atmosféricos de CO2 já subiram a números que o planeta não via desde o Plioceno, há 3 milhões de anos, quando o lençol de gelo antártico era menor, e os níveis do mar mais altos”, disse Rob DeConto, glaciologista da Universidade de Massachusetts, que não esteva envolvido no estudo, mas que o revisou.DeConto crê que, se as emissões de gases de efeito estufa continuarem como estão, a Antártica voltará ainda mais longe no tempo geológico, talvez se tornando florestal algum dia, como foi durante os climas do Cretáceo e do Eoceno.

Os autores do estudo concordam que as mudanças observadas atualmente são provavelmente apenas o começo. “Essas mudanças, combinadas com o aumento das áreas de terra livre de gelo a partir do recuo da geleira, levarão a uma alteração do funcionamento biológico, aparência e paisagem da península antártica em grande escala durante o resto do século XXI e além”, escreveram.

Ártico

O crescimento de musgo antártico ainda é modesto em comparação com o que está acontecendo no Ártico, onde uma tendência de grande escala já foi capturada por satélite.No Ártico, há agora tanto crescimento de plantas que alguns cientistas esperam que, pelo menos parcialmente, isso compensará a perda de carbono do descongelamento do permafrost por baixo dessas plantas.Esses dias estão provavelmente ainda muito longe para a Antártica.

Fonte: [ScienceAlert]

O oásis latino-americano que pouca gente conhece

O oásis de Huacachina é situado bem no meio do deserto no sudeste do Peru, a cerca de 8 km da cidade de Ica, capital da região. O local possui uma população de aproximadamente cem pessoas e foi construído em torno de uma pequena lagoa.

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Uma lenda local diz que a lagoa foi criada quando um jovem caçador curioso perturbou uma linda princesa enquanto ela estava tomando banho. Ela fugiu, deixando para trás a piscina de água natural, a qual se tornou a lagoa de Huacachina.

O destino começou a ser divulgado em campanhas de turismo do país na década de 90. Antes disso, servia como refúgio para a elite peruana. Hoje recebe centenas de visitantes e, os dias em que era frequentado por ricos faz parte do passado. Agora, o destino faz sucesso entre os mochileiros que visitam o país.

Vale conhecer!

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* Imagens: Reprodução;fonte: via

Esses lugares vão colocar o Japão no topo da sua lista de desejos de viagem

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Morre de vontade de conhecer a Terra do Sol Nascente? Então é bom se preparar, porque nós vamos te deixar com ainda mais motivos para cruzar o mundo em busca das incríveis paisagens do Japão.

Selecionamos 10 lugares fantásticos para conhecer pelo país. São florestas, parques, jardins e muitas paisagens que parecem ter saído de um sonho. Para nossa sorte, elas são reais e estão a apenas um voo de distância das nossas vidas.

Vem ver essa seleção!

1. Floresta de Bambu em Arashiyama

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Foto: Dariusz Jemielniak

2. Hitachi Seaside Park

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Foto: katorisi

3. Templo Fushimi Inari-Taisha, em Quioto

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Foto: Dariusz Jemielniak

4. Os rios de Kawagoe, na província de Saitama

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Foto: : 京浜にけ

5. Chureito Pagoda – e a melhor vista do Monte Fuji

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Foto: Manishprabhune

6. Castelo de Osaka à noite

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Foto: Mc681

7. Rota Nakasendō

O nome significa “Caminho entre as montanhas” e a rota era usada como uma estrada comercial durante o século 17. Hoje qualquer um pode fazer o percurso a pé, que tem uma duração de cerca de 10 dias.

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Foto: Howard Banwell

8. Festival das Lanternas de bambu em Taketa

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Fonte: Nippon Lovers

9. Shibazakura Festival no Monte Fuji

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Foto: Reginald Pentinio

10. Seigantoji Pagoda

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Foto: 663highland ;fonte: via

Neste parque, em Istambul, os visitantes podem caminhar pela copa das Ã¡rvores

Istambul é uma cidade que ainda conta com pouquíssimos espaços verdes. Graças a isso, seus habitantes ainda não têm o hábito de frequentar parques, como ocorre em outras cidades. O desafio do estúdio DROR foi justamente criar um parque tão interessante que estimulasse as pessoas a desvendar o espaço. E eles levaram o conceito de parque urbano a outro nível.

No projeto do parque florestal Parkorman, os visitantes são convidados a criar seus próprios percursos, interagir com diferentes espaços e têm a oportunidade de caminhar sobre a copa das árvores. Toda a estrutura do local está dividido em cinco zonas diferentes, cada uma com suas próprias (e peculiares!) características.

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A área chamada de “The Plaza” trata-se de um espaço de convivência em meio à natureza. No “The Loop“, os visitantes podem encontrar balanços e redes que flutuam sobre o chão da floresta. O “The Pool” é composto por poços de bolas inspirados em um mercado turco. A possibilidade de subir na copa das árvores através de uma trilha está disponível no “The Chords“, onde também é possível saltar de trampolins gigantes localizados lá no alto. Por último, o “The Groove” oferece uma trilha de esculturas de diferentes artistas.

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“Nosso plano para o Parkorman é uma teia de possibilidades; um sistema vivo de lugares para que os visitantes explorem. Ao invés de ditar o caminho através do parque, são os visitantes que escrevem sua própria experiência. Vários caminhos não lineares, como a caligrafia, são tecidos através da floresta, surpreendendo as pessoas com descobertas inesperadas ao longo do caminho“, define o site do projeto.

O vídeo abaixo mostra mais da estrutura prevista para o parque. Dá o play:

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Todas as fotos: reprodução;fonte: via

NASA compila lista com as melhores plantas pra limpar o ar de sua casa

Nosso ar está cada vez mais poluído. Mas, se depender da NASA, você já pode usar as plantas certas para ajudar a melhorar a qualidade do ar de sua casa ou escritório. A agência especial americana realizou um estudo, publicado em 1989, sobre quais plantas seriam mais eficientes na tarefa de purificar o ar em ambientes fechados.

Embora antigos, os resultados podem servir para melhorar a qualidade do ar nos ambientes em que passamos a maior parte do tempo. A empresa sugere ter uma folhagem a cada 9 metros quadrados do ambiente e indica estas 17 plantas como sendo as mais efetivas. As informações são do UpWorthy.

1. Tamareira-anã (Phoenix roebelenii)

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2. Samambaia-americana (Nephrolepis exaltata)

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3. Samambaia Kimberly (Nephrolepis obliterata)

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4. Clorofito (Chlorophytum comosum)

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5. Café-de-salão (Aglaonema modestum)

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6. Palmeira de Jardim (Dypsis lutescens)

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7. Figueira-Benjamim (Ficus benjamina)

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8. Jiboia (Epipremnum aureum)

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9. Antúrio (Anthurium andreanum)

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10. Palmeira-dama (Rhapis excelsa)

Species from China Common name: Lady Palm Photographed at the Conservatory of Flowers

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11. Gérbera (Gerbera jamesonii)

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12. Dracena (Dracaena fragrans)

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13. Hera (Hedera helix)

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14. Espada-de-são-jorge (Sansevieria trifasciata)

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15. Dragoeiro de Madagascar (Dracaena marginata)

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16. Lírio-da-paz (Spathiphyllum wallisii)

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17. Crisântemo (Chrysanthemum morifolium)

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Foto via ;fonte: via

Fotógrafo capta o brilho e a luz invisível que as plantas emitem

Você já reparou no brilho emitido pelas flores? Provavelmente não, afinal, ele não é visível a olho nu. Mas, graças ao fotógrafo Craig Burrows, podemos observar a flora de um jeito ainda mais impressionante.

Além de refletir a luz, o que faz com que cada planta e suas flores tenham cores específicas, elas também absorvem luz ultravioleta, emitindo ondas mais longas do que o olho humano é capaz de enxergar. Graças a um truque tecnológico, Burrows é capaz de registrar isso em imagens.

Usando luz ultravioleta e fotografando num ambiente o mais escuro possível, e com uma lente especial, o norte-americano é capaz de produzir retratos que mais parecem vindos de filmes de ficção científica. E o resultado de cada trabalho é uma surpresa até para ele.

Segundo Burrows, é muito comum ele colher uma flor achando que ela vai dar numa ótima foto e acabar se decepcionando. Outras vezes, aquelas em que ele menos apostava acabam virando imagens impressionantes. Dê uma olhada em algumas delas:

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Todas as fotos © Craig Burrows;fonte: via