A hist√≥ria da esta√ß√£o de trem no Jap√£o que foi constru√≠da em volta de uma √°rvore de 700 anos

Uma esta√ß√£o de trem no sub√ļrbio de Osaka, no Jap√£o, prova que o homem e a natureza podem coexistir em harmonia. Ela abriga uma √°rvore gigante que acredita-se ter 700 anos de idade e se estende atrav√©s de um buraco na plataforma.

Sua hist√≥ria √© carregada de supersti√ß√Ķes. A esta√ß√£o de¬†Kayashima foi inaugurada logo ao lado da canforeiro, em 1910. 60 anos depois, por√©m, o crescimento da popula√ß√£o exigiu que ela¬†fosse expandida, e que por conta disso, a √°rvore fosse cortada. Mas todos os que tentaram derrub√°-la foram v√≠timas de eventos infelizes em seus destinos.

Um homem que conseguiu remover um ramo desenvolveu uma febre alta na mesma noite. Outros, viram surgir fumaça do seu fundo.

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Quando os locais descobriram que sua amada árvore seria derrubada, fizeram barulho e pressionaram as autoridades a alterar o projeto. E eis que conseguiram e até hoje, o canforeiro permanece no mesmo local!

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Todas as fotos: Reprodução

Os melhores parques de S√£o Paulo para uma caminhada matinal

Sem preguiça! Você sabia que a prática de exercícios pela manhã estimula a circulação, o que te deixa com mais energia durante todo o dia? A caminhada é o segundo esporte mais praticado no país, e São Paulo está cheia de parques convidativos para uma volta.

Além do benefício físico do esporte, a cabeça também agradece: se exercitar de manhã, especialmente se for ao ar livre, deixa a mente mais arejada e ajuda a evitar o estresse. Você já deve conhecer o Ibirapuera e o Villa Lobos, não é? Que tal experimentar um parque diferente?

Parque da √Āgua Branca

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Localizado na zona oeste, com entrada principal na Av. Francisco Matarazzo, o Parque da √Āgua Branca pode te fazer esquecer que est√° em S√£o Paulo por alguns momentos: ao longo da caminhada voc√™ pode encontrar galinhas, patos, pav√Ķes e outros bichos que vivem soltos por l√°. Tanques abrigam carpas e tartarugas, e √†s vezes d√° at√© para ver saguis nas √°rvores!

Parque do Carmo

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Lagos, arquitetura colonial, cafezal e cerejeiras impressionantes: tem tudo isso no Parque do Carmo, em Itaquera, zona leste da capital. ¬†O bosque tem mais de 6 mil √°rvores, incluindo eucaliptos remanescentes da mata-atl√Ęntica. Al√©m disso, 135 esp√©cies de animais vivem por ali, incluindo 118 aves diferentes.

Parque Burle Marx

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Inaugurado há relativamente pouco tempo, em 1995, há quem diga que esse é o parque mais bem cuidado de São Paulo. Fica no Panamby, zona sul da capital, e parte do projeto foi feita pelo famoso arquiteto que batiza o lugar. Relaxe a mente caminhando entre os jardins criados por Burle Marx e esqueça que está na cidade ao explorar três trilhas do parque.

Parque Anhanguera

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Esse √© considerado o maior parque municipal de S√£o Paulo, com mais de 9 milh√Ķes de metros quadrados. Na sua caminhada, por√©m, voc√™ ter√° que se contentar ‚Äúapenas‚ÄĚ com os 400 mil m¬≤ abertos para visita√ß√£o: o resto do espa√ßo √© restrito para preserva√ß√£o do ecossistema e diversidade biol√≥gica. Fica na zona norte, perto do Pico do Jaragu√°, e as trilhas permitem apreciar a mata atl√Ęntica como em poucos outros lugares.

Jardim da Luz

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O mais antigo parque p√ļblico do munic√≠pio foi criado em 1825, originalmente como Horto Bot√Ęnico. Fica no centro da cidade, em frente √† Esta√ß√£o da Luz, e abriga animais como os bichos-pregui√ßa e v√°rias esp√©cies de beija-flores. No centro do parque h√° um belo lago em formato de cruz de malta, decorado com oito esculturas que representam as esta√ß√Ķes do ano.

Saiba onde curtir uma boa caminhada com direito a cachoeira em S√£o Paulo

A imagem pode conter: planta, √°rvore, atividades ao ar livre, √°gua e natureza

Pode acreditar: a Grande S√£o Paulo conta com algumas belas cachoeiras para voc√™ curtir sem precisar enfrentar muitos quil√īmetros de estrada. E, para quem tem disposi√ß√£o, as √°guas podem ser um delicioso refresco ap√≥s caminhar por belas trilhas.

Prepare o tênis, a roupa de banho e venha com a gente!

Cachoeira do Jamil

Foto: Patrícia Ribeiro

Foto: Patrícia Ribeiro

Localizada perto de Parelheiros, extremo sul da capital, a Cachoeira do Jamil √© formada pelos rios Monos e Capivari. A corredeira acaba em uma queda pequena, mas capaz de banhar o esp√≠rito. Al√©m disso, a enorme lagoa forma uma esp√©cie de praia de √°gua doce, cercada pela Mata Atl√Ęntica.

A cachoeira fica dentro da propriedade de Jamil Saade, que cobra 20 reais por visitante para fazer a conserva√ß√£o do local. Indo de carro, √© preciso pegar a Estrada da Col√īnia e pedir informa√ß√£o para descobrir o melhor caminho. De √īnibus, do ponto final da linha 6L05-10 Barragem, s√£o 8 km de caminhada.

Cachoeira da Fumaça

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Foto: Reprodução

Paranapiacaba √© um distrito de Santo Andr√© famoso por suas trilhas e cachoeiras. A da Fuma√ßa √© uma das mais conhecidas, gra√ßas √† enorme queda principal, de 70 metros, mas h√° outras menores no curso das √°guas. O acesso √© feito atrav√©s de uma trilha de 3,5 km, e √© aconselh√°vel contratar um guia, j√° que o caminho √© pela mata e cheio de ramifica√ß√Ķes.

Cachoeira do Marsilac

Foto: Desviantes

Marsilac, no extremo sul da capital, conta com um parque de ecoaventura com trilhas, corredeiras e atividades como rapel e tirolesa. Isso sem falar, é claro, na cachoeira. Está localizado na Estrada do Capivari, dentro de um terreno da Sabesp, e é possível nadar ao longo do rio, além de curtir a queda d’água formada pelas pedras. De fácil acesso, costuma ficar bem cheia em finais de semana e feriados.

Cachoeira do Engordador

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Foto: Reprodução

Dentro do Parque Estadual Cantareira, na zona norte da capital, fica a Cachoeira do Engordador, acessada por uma trilha de tr√™s quil√īmetros, que passa tamb√©m por duas outras quedas, a Cachoeira do Tombo e a Cachoeira do V√©u. As quedas s√£o pequenas, mas √≥timas para aliviar o calor durante a trilha.

Cachoeira do Sagui

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Essa cachoeira fica dentro da Fazenda Maravilha, uma propriedade privada em Embura do Alto, na regi√£o de Parelheiros. Localizada em uma regi√£o de mata preservada, durante a trilha √© poss√≠vel avistar antas, jaguatiricas e outros animais da fauna da mata atl√Ęntica. No caminho ficam tamb√©m as cachoeiras do O√°sis e do Forn√£o.

Foto: Reprodução

Monemvasia

Monemvasia é uma vila, município e unidade municipal do costa sul da Grécia continental. Faz parte da unidade regional da Lacónia e da região do Peloponeso. A unidade municipal, cuja sede é a cidade de Molaoi, situada noutro município, tem 947 km² e em 2001 tinha 23 853 habitantes (densidade: 25,2 hab./km²). No mesmo ano, o município de Monemvasia tinha 4 660 habitantes, dos quais 1 405 residiam na vila.

Geografia

A vila situa-se à beira do mar Egeu, numa pequena ilha ao largo do sudeste do Peloponeso. A ilha está ligada ao continente por um dique com 200 metros de extensão, que a transforma numa península artificial. A maior parte da ilha consiste num planalto com altitude média de cerca de 100 metros, cerca de um quilómetro de comprimento no sentido leste-oeste e uma largura máxima de 300 m. A encosta costeira norte é muito abruta, descendo quase a pique para o mar, enquanto que a encosta sul, onde se encontra a vila tem um declive menos acentuado. A ilha é dominada por uma imponente fortaleza medieval. Outros vestígios medievais são numerosas igrejas bizantinas e as muralhas da vila.

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O nome da vila deriva das palavras gregas MŌĆőĹő∑ (mone) e Eőľő≤őĪŌÉőĮőĪ (emvasia), que significam “entrada” ou “embarcadouro √ļnico”. O seu nome em italiano, Malvasia, deu nome √† casta de uvas Malvasia, disseminada por todo o Mediterr√Ęneo e comum em Portugal, onde √© usada, por exemplo, na elabora√ß√£o de vinho do Porto e da Madeira.

Monemvasia √© tamb√©m chamada de Gibraltar do Oriente e “O Rochedo”, pela semelhan√ßa de um grande penedo situado na vila com o Rochedo de Gibraltar. A vila encontra-se numa encosta junto √† extremidade sudeste da ilha, a sudeste do rochedo, ocupando uma parte deste, em frente √† ba√≠a de Palaia Monemvasia.

Al√©m da pequena vila situada situada no local da antiga cidade medieval, existe uma aglomera√ß√£o urbana, mais moderna, situada no continente, em frente √† ilha: o bairro de G√©fyra, onde se situa o porto e a maior parte das infraestruturas tur√≠sticas. A parte antiga √© chamada Kastro (“castelo”), e ela pr√≥pria tamb√©m est√° dividida em duas partes: a “vila alta”, no cimo do rochedo, atualmente abandonada, e a “vila baixa”, situada abaixo. Muitas das suas ruas s√£o muito estreitas e s√≥ acess√≠veis a p√©. A noroeste do centro h√° ainda um pequeno conjunto de dez casas.

História

A localidade e fortaleza foram fundadas em 583 por gentes da Lac√≥nia que procuravam fugiram da invas√£o da Gr√©cia por Eslavos e √Āvaros. A hist√≥ria dessa invas√£o e ocupa√ß√£o do Peloponeso foi narrada na Cr√≥nica de Monemvasia, escrita na Idade M√©dia. No s√©culo VIII foi constru√≠do um hospital, um centro de luta contra a propaga√ß√£o da peste, que promovia os princ√≠pios hipocr√°ticos de higiene.

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A partir do s√©culo X, a cidade tornou-se um centro mar√≠timo e mercantil importante. A fortaleza resistiu a tentativas de invas√£o de √Ārabes e Normandos em 1147. Nessa √©poca, os campos de trigo cultivados dentro da fortaleza davam para alimentar 30 homens.

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Em 1204, durante invas√£o do Imp√©rio Bizantino pelos Cruzados, Monemvasia foi assediada sem sucesso pelos Venezianos. Apesar da maior parte do Peloponeso ter ca√≠do nas m√£os dos “Latinos”, a cidade permanece bizantina. Guilherme¬†II de Villehardouin, pr√≠ncipe de Acaia, conquistou-a em 1248, ap√≥s tr√™s anos de cerco. Em 1259, Guilherme foi capturado pelos Bizantinos depois da batalha de Pelag√≥nia e em 1262 Monemvasia foi devolvida a Miguel¬†VIII Pale√≥logo como parte do resgate de Guilherme.

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O governador imperial e comandante militar bizantino Miguel Cantacuzeno reagrupa de novo os habitantes de Monemvasia, a qual passa a sua capital e uma base de apoio para a reconquista do Peloponeso aos bar√Ķes francos e para a constitui√ß√£o do despotado grego da Moreia. Al√©m de ser o principal porto de exporta√ß√£o do vinho Malvasia, a cidade √© ent√£o um porto de abrigo para a marinha genovesa (aliada dos Bizantinos, ao passo que os Venezianos eram aliados dos Francos) e para os cors√°rios de Creta, que atacam os navios latinos.

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Monemvasia, a quem os imperadores concederam valiosos privilégios, torna-se reduto dos corsários mais perigosos do Levante. Isso leva o almirante catalão Rogério de Lauria a saqueá-la em 1292. Em contrapartida, em 1302, a cidade deu as boas vindas aos mercenários da Companhia Catalã que se dirigiam para oriente.

Em 1333, √© a vez dos piratas turcos de Umur Beg, emir de Aydin, pilharem a cidade; √© a primeira vez que os Turcos aparecem na regi√£o. Em 1384, o arconte local Paulo Mamonas op√Ķe-se ao d√©spota da Moreia, Teodoro¬†I Pale√≥logo, que pretende entregar a regi√£o aos Venezianos. Dez anos mais tarde, em 1394, Mamonas paga tributo ao sult√£o otomano Bayezid¬†I e em 1397 √© deposto por Teodoro. Mamonas apela ent√£o a Bayezid, que envia tropas para lhe devolver o poder.

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Em 1419, o rochedo parece ter ca√≠do nas m√£os dos Venezianos, mas regressou rapidamente √† posse do d√©spota. Cerca de 1401, o historiador Jorge Frantzes nasceu na cidade. Depois da Queda de Constantinopla em 1453, Monemvasia resistiu aos ataques das tropas de Mehmed¬†II em 1458 e 1460, tornando-se o √ļltimo dom√≠nio do d√©spota da Moreia Tom√°s Pale√≥logo, o pretendente ao trono imperial bizantino. Como n√£o tinha for√ßas para defender Monemvasia, ofereceu-a ao sult√£o mas acabou por vend√™-la ao papa.

Em 1464, os habitantes acharam que o representante do papa era fraco e que o papa era incapaz de os proteger, pelo que admitiram uma guarni√ß√£o veneziana. A cidade foi relativamente pr√≥spera sob o dom√≠nio veneziano at√© √† paz de 1502-1503, quando perdeu as terras agr√≠colas que eram a fonte de alimentos e do vinho Malvasia. Os mantimentos tinham que vir por mar ou de terras em m√£os dos Turcos, e o cultivo da vinha definhou sob o dom√≠nio turco. O rochedo foi mantido pelos Venezianos at√© ao tratado de 1540, que custou √† Seren√≠ssima Rep√ļblica Monemvasia e N√°uplia, as suas duas √ļltima possess√Ķes no continente grego. Os habitantes que se recusaram a viver sob o dom√≠nio otomano receberam terras noutros lugares. Os Otomanos governaram a cidade at√© que esta foi novamente ocupado pelos Venezianos entre 1690 e 1715. O segundo per√≠odo de dom√≠nio otomano prolongou-se entre 1715 e 1821.

Sob os Otomanos, a cidade era conhecida como MenekŇüe (“violeta” em turco) e era o centro dum sandjak (distrito) da prov√≠ncia de Mora (nome turco do Peloponeso). A import√Ęncia comercial de Monemvasia manteve-se at√© √† Revolta de Orlov (1770), durante a guerra russo-turca, durante a qual se assistiu a um severo decl√≠nio. A cidade foi libertada do jugo otomano a 23 de julho de 1821 por Tzannetakis Grigorakis e o seu ex√©rcito privado, que a cercaram durante a Guerra de independ√™ncia da Gr√©cia.

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A fortaleza n√£o √© habitada desde 1920. Durante a Primeira Guerra Mundial, foi bombardeada por navios alem√£es, austro-h√ļngaros e turcos. Pela sua import√Ęncia estrat√©gica, ainda que modesta, Monemvasia foi ocupada por tropas italianas entre junho de 1941 e outubro de 1943. Aos italianos seguiram-se os alem√£es at√© outubro de 1944, quando a ilha foi ocupada pelos brit√Ęnicos, que s√≥ a abandonariam em outubro de 1949. Depois de ter estado algo esquecida e isolada durante a d√©cada de 1950, nos √ļltimos anos a assistiu-se ao crescimento do turismo. Os edif√≠cios medievais foram restaurados e alguns deles convertidos em hot√©is. Devido √† maior parte das ruas n√£o estarem adaptadas ao tr√Ęnsito autom√≥vel, a vila preserva a sua tranquilidade e um car√°cter muito original. Em 1971 foi constru√≠da a estrada que liga a ilha com o continente, quebrando um isolamento de s√©culos.

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Conhe√ßa a primeira escola do mundo a oferecer alimenta√ß√£o 100% vegana

Os veganos que têm filhos geralmente se veem em um dilema: como transmitir aos pequenos o conceito de uma alimentação livre de crueldade animal? Nos Estados Unidos, um país onde o fast food tem enorme poder, eles ganharam um ótimo aliado nesse ensinamento: é a primeira escola 100% vegana do mundo.
A MUSE School, em Calabasas, na Calif√≥rnia, √© um projeto de ningu√©m menos que Suzy Amis Cameron, esposa do famoso diretor de cinema James Cameron. Incomodados com as poucas op√ß√Ķes de ensino para seus filhos, o casal decidiu criar seu pr√≥prio centro de aprendizagem, que tem um foco espec√≠fico na preserva√ß√£o ambiental.
‚ÄúN√≥s estamos gradualmente mudando para um menu baseado em vegetais porque n√≥s nos consideramos uma escola ambiental. Voc√™ n√£o pode dizer que √© ambientalista se voc√™ continua a consumir animais‚Äú, explicou Cameron ao NPR.¬†A institui√ß√£o, que oferece ensino p√ļblico e n√£o tem fins lucrativos, conta com uma grande √°rea onde frutas e vegetais s√£o plantados e colhidos pelos pr√≥prios estudantes. Os alimentos que n√£o s√£o consumidos para a merenda s√£o vendidos, tamb√©m pelos pequenos, em um mercado local. Dessa forma, al√©m de aprenderem sobre a import√Ęncia da alimenta√ß√£o saud√°vel e do cuidado com o meio ambiente, os alunos t√™m uma pr√°tica sobre neg√≥cios, vendas e finan√ßas.
Para completar, a escola conta com painéis solares que abastecem mais de 90% da energia necessária para seu funcionamento.
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Cameron e a esposa decidiram mudar seus h√°bitos alimentares e se tornar veganos ap√≥s assistir a um document√°rio chamado Forks Over Knives em 2012. No in√≠cio, o foco principal da mudan√ßa era a sa√ļde. Contudo, eles perceberam o qu√£o relevante √© a alimenta√ß√£o vegana para a preserva√ß√£o ambiental e agora querem levar o aprendizado at√© os 140 alunos da escola. ‚ÄúUma pessoa qualquer diria vegan, mas n√≥s dizemos alimentos integrais, org√Ęnicos. A ideia √© desenvolver crian√ßas que n√£o pensem como estranho ou ex√≥tico ou digno de um tapinha nas costas fazer o certo pela biosfera‚Äú, afirmou.
Vem ver as fotos do espaço:
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Todas as fotos © Muse School CA

16 cavernas fabulosas que parecem sa√≠das da nossa imagina√ß√£o

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Essas cavernas impressionantes n√£o fazem parte de um mundo de contos de fadas ou algum filme de terror. Elas podem ser encontrados em alguns dos lugares mais remotos do mundo, na √Āsia, Am√©rica do Norte e Europa, e ganharam formas inusitadas e belas principalmente ao interagirem por eras com a √°gua.

Algumas destas cavernas se formam quando a √°gua escoa para baixo atrav√©s de fendas na rocha calc√°ria. A rocha calc√°ria se dissolve pouco a pouco, formando aberturas. Durante milh√Ķes de anos, essas aberturas, e o calc√°rio deixado pelas gotas de √°gua, podem formar as majestosas grutas que voc√™ v√™ aqui.

Outras cavernas foram formadas ao longo de milh√Ķes de anos, sendo gradualmente desgastadas pela √°gua de lagos ou do mar.

Se voc√™ est√° pensando em correr para visitar uma delas, v√° com calma. Embora algumas listadas abaixo estejam abertas ao p√ļblico, como a Phraya Nakhon, na Tail√Ęndia, a maioria √© aberta apenas para aventureiros radicais que precisam obter os seus passes com anteced√™ncia. Como voc√™ pode ver nas imagens abaixo, as pessoas que recebem a oportunidade de explorar estas belezas naturais est√£o munidas de v√°rios equipamentos especiais.

Felizmente para n√≥s, quase todas as expedi√ß√Ķes para as cavernas tamb√©m levam junto fot√≥grafos profissionais. Suas sess√Ķes de fotos preciosas nos permitem aprender sobre esses lugares misteriosos da Terra que ainda est√£o praticamente intocados pela humanidade.

1. Son Doong Cave, Vietn√£

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A caverna Son Doong, no Vietn√£, √© a maior caverna conhecida atualmente no mundo. Ela est√° cheia de in√ļmeras maravilhas, incluindo ecossistemas isolados, sistemas clim√°ticos e forma√ß√Ķes geol√≥gicas. Com pelo menos 4,5 quil√īmetros de extens√£o e chegando a 140 metros de altura em algumas partes, seu fim ainda n√£o foi encontrado.

2. Caverna de gelo perto do vulc√£o Mutnovsky, R√ļssia

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Cavernas de gelo como estas formam-se nas geleiras que cercam o vulc√£o Mutnovsky, na R√ļssia. Algumas delas s√£o formadas por aberturas que liberam calor e gases chamados fumarolas vulc√Ęnicas.

3. Mina de Naica, México

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As cavernas de minas de Naica, no M√©xico, s√£o o lar de alguns dos maiores cristais j√° encontrados ‚Äď as forma√ß√Ķes impressionantes, dignas do Super-Homem, chegam at√© 11 metros de comprimento e 4 metros de di√Ęmetro. A Crystal Cave, onde estes cristais est√£o localizados, est√° fechada ao p√ļblico por causa de sua profundidade, calor e outras quest√Ķes. No entanto, uma abund√Ęncia de imagens foram tiradas para documentar esta caverna de cristal monumental.

4. Caverna glacial de Vatnajokull, Isl√Ęndia

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Esta caverna est√° localizada no glacial Vatnajokull, na Isl√Ęndia, a maior geleira da Europa. Cavernas como esta se formam devido ao derretimento da √°gua congelada do glacial. Justamente por isso, podem ser bastante perigosas, j√° que as geleiras est√£o constantemente quebrando e mudando.

5. Cavernas Batu, Mal√°sia

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As Cavernas Batu, na Malásia, têm sido utilizadas por colonos chineses e ingleses, bem como o povo indígena Temuan. Os excrementos de morcego da caverna eram extraídos para fins agrícolas, porém atualmente o lugar está cheio de estátuas gigantescas. A boa notícia é que esta maravilha é aberta aos visitantes.

6. Cavernas de gelo Mendenhall, EUA

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Esta caverna de gelo √© parte da geleira de Mendenhall perto de Juneau, capital do Alasca. A caverna espetacular foi esculpida na geleira derretendo √°gua gelada e a incid√™ncia da luz solar d√° ao lugar um aspecto incr√≠vel. Devido √†s condi√ß√Ķes de constante mudan√ßa em geleiras, n√£o est√° claro se esta caverna ainda estar√° por aqui por muito tempo.

7. Caverna em Algarve, Portugal

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A regi√£o do Algarve em Portugal, onde esta caverna est√° localizada, √© propensa a v√°rias forma√ß√Ķes √† beira-mar por causa da solubilidade relativa da rocha na √°gua. Esta caverna espec√≠fica perto de Lagos √© acess√≠vel somente via √°gua.

8. Cavernas Glowworms, Nova Zel√Ęndia

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As cavernas Gloworms de Waitomo, na Nova Zel√Ęndia, s√£o o lar de um inseto √ļnico ‚Äď o pirilampo Arachnocampa luminosa. Este inseto produz fios brilhantes de seda que descem pelo teto da caverna e brilham para atrair presas inocentes. A soma da gruta escura com os pontos luminosos faz parecer que o local √© uma r√©plica do c√©u noturno. As cavernas de Waitomo podem ser visitadas na companhia de um guia.

9. Caverna Tham Lod, Tail√Ęndia

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O rio Nam Lang atravessa a caverna Tham Lod, no norte da Tail√Ęndia. A caverna est√° cheia de belas estalactites e estalagmites e √© o lar de centenas de milhares de andorinh√Ķes do Pac√≠fico, que se adaptaram a passar parte de suas vidas em cavernas.

10. Caverna Kyaut Sae, Myanmar

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Muito pouco se sabe sobre esta caverna em Kyaut Sae, em Myanmar, com excepção de que o interior foi equipado como um templo budista.

11. Cavernas de M√°rmore, Patag√īnia

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As Cavernas de M√°rmore da Patag√īnia s√£o conhecidas pelos reflexos espetaculares que a √°gua turquesa lan√ßa sobre o teto de m√°rmore branco da caverna. Elas tamb√©m s√£o chamadas de a Catedral de M√°rmore por causa de suas belas formas e arqueamento caracter√≠stico.

12. Antelope Canyon, EUA

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O Antelope Canyon, no Arizona, foi esculpido por milhares de anos de vento e de inunda√ß√Ķes rel√Ęmpago recorrentes, raz√£o pela qual suas paredes lisas parecem t√£o suaves e flu√≠das. Durante a temporada de mon√ß√Ķes do deserto, inunda√ß√Ķes perigosas podem ocorrer sem aviso pr√©vio. Estas inunda√ß√Ķes tomaram as vidas de alguns turistas incautos.

13. Caverna Phraya Nakhon, Tail√Ęndia

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A caverna Phraya Nakhon, na Tail√Ęndia, era historicamente um lugar popular para visitas de reis locais por causa da ilumina√ß√£o proporcionada pelos telhados, que desabaram. O pavilh√£o no centro foi constru√≠do para a visita do Rei Chulalongkorn, em 1890.

14. Gruta de Ellison, EUA

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Este √© o fosso da Fantastic Cave, parte da Gruta de Ellison, no estado norte-americano da Ge√≥rgia. √Č uma atra√ß√£o popular para escaladores de fossos ‚Äď aqueles aventureiros que gostam de rapel em quedas subterr√Ęneas verticais.

15. Caverna Reed Flute, China

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A caverna Reed Flute, em Guangxi, na China, tem sido visitada por turistas h√° pelo menos 1.200 anos. A caverna √© o lar de uma variedade espetacular de estalagmites e estalactites. Ela foi batizada ‚ÄúFlauta de Junco‚ÄĚ por causa das plantas que crescem em sua boca, que podem ser transformadas em flautas.

Abismo Anhumas

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Abismo Anhumas 1

Considerada a maior caverna submersa do mundo, o Abismo Anhumas parece um colossal buraco que fica a 23km de Bonito-MS. √Č poss√≠vel acess√°-lo atrav√©s de uma fenda atrav√©s de 72 metros de descida vertical em rapel. A √°gua √© cristalina e muita gente pratica mergulho recreativo no local. Da superf√≠cie para baixo h√° mais 80m de profundidade.[Bored Panda, Abismo Anhumas, BonitoYgarape, Cleberson Souza]

Albatroz

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Os albatrozes, incluindo os piaus, da fam√≠lia biol√≥gica dos diomede√≠deos (Diomedeidae), s√£o aves marinhas de grandes dimens√Ķes que, em conjunto com os procelar√≠deos, painhos e petr√©is-mergulhadores, formam a ordem dos Procellariiformes ou Tubinares. Distribuem-se por quase toda a extens√£o do Oceano Ant√°rtico e norte do Oceano Pac√≠fico. Os albatrozes est√£o entre as aves voadoras de maiores dimens√Ķes. Os grandes albatrozes, do g√©nero Diomedea t√™m a maior envergadura de asa de qualquer esp√©cie n√£o-extinta. Os albatrozes s√£o, geralmente, distribu√≠dos em quatro g√©neros, ainda que haja desacordo quanto ao n√ļmero de esp√©cies. Das 21 esp√©cies de albatroz reconhecidas pela Uni√£o Internacional para a Conserva√ß√£o da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN), 19 est√£o amea√ßadas de extin√ß√£o.

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Os albatrozes movem-se de forma muito eficiente no ar, cobrindo grandes dist√Ęncias com pouco esfor√ßo. Alimentam-se de moluscos, como lulas, peixes e krill. Para isso tanto podem limitar-se a recolher animais mortos como a capturar o seu alimento, vivo, √† superf√≠cie ou mergulhando. Os albatrozes s√£o aves coloniais, nidificando a maioria em ilhas oce√Ęnicas remotas, muitas vezes compartilhando o seu territ√≥rio de nidifica√ß√£o com outras esp√©cies. Estabelecem rela√ß√Ķes monog√Ęmicas entre macho e f√™mea que duram at√© ao fim da vida.

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Morfologia e voo

Os albatrozes constituem um grupo de aves de grande a muito grande porte, sendo os maiores dos Procellariiformes. O bico √© grande, forte e agu√ßado nas extremidades, com a mand√≠bula superior a terminar num grande gancho, de forma a facilitar a captura de presas de corpo liso e r√°pido. O bico √© composto de v√°rias placas c√≥rneas (ranfotecas) distintas e, lateralmente, apresenta duas narinas tubulosas na forma de dois tubos que acompanham as faces laterais do bico, por onde fazem excre√ß√£o de sal (e que davam o antigo nome da ordem: Tubinares). As narinas tubulosas de todos os albatrozes disp√Ķem-se ao longo dos dois lados do bico, ao contr√°rio dos outros Procellariiformes, em que os tubos apenas se disp√Ķem no topo do bico.

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Estes tubos permitem, ainda, que os albatrozes tenham um sentido do olfacto especialmente desenvolvido, o que é raro entre as aves. Como os outros Procellariiformes, usam esta sua capacidade olfactiva enquanto procuram alimento. As patas não têm dedo oposto na parte posterior e os três dedos anteriores estão totalmente unidos por uma membrana interdigital, que lhes permite nadar, bem como pousar e decolar, deslizando sobre a água. As patas são particularmente fortes, tendo em conta que entre os Procellariiformes, apenas eles e os petréis-gigantes conseguem andar com eficiência em terra.

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A plumagem adulta da maior parte dos albatrozes √©, geralmente, caracterizada pela parte superior das asas, que se apresenta escura, enquanto a parte inferior √© branca. Esta caracter√≠stica apresenta-se de forma diferente consoante as esp√©cies, desde o albatroz-real-meridional, que √© quase totalmente branco excepto nas pontas e extremidade posterior das asas, em machos que j√° atingiram a maturidade, at√© ao albatroz-de-amsterdam com plumagem muito semelhante √† juvenil, com uma grande predomin√Ęncia de castanhos, em especial numa banda acentuada em torno do peito.

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Muitas esp√©cies do g√©nero Thalassarche e albatrozes do Pac√≠fico Norte t√™m ainda marcas faciais, como manchas oculares, ou manchas cinzentas ou amarelas na cabe√ßa e nuca. Tr√™s esp√©cies de albatroz, o albatroz-patinegro e os piaus, fogem por completo aos padr√Ķes habituais, sendo quase totalmente revestidos de castanho-escuro (ou cinzento escuro em determinados locais, como no caso do piau-de-costa-clara). A plumagem pode levar v√°rios anos at√© tomar a forma adulta definitiva.

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A envergadura de asa dos maiores albatrozes (do g√©nero Diomedea) ultrapassa a de qualquer outra ave, excedendo os 340¬†cm, ainda que a fam√≠lia inclua esp√©cies com envergaduras bem menores. As asas s√£o firmes e convexas, com a parte frontal espessa e aerodin√Ęmica. Os albatrozes percorrem grandes dist√Ęncias recorrendo a duas t√©cnicas de voo habituais em muitas aves marinhas de grandes asas: o voo din√Ęmico e o voo de talude. O voo din√Ęmico permite minimizar o esfor√ßo necess√°rio para deslizar frente √†s ondas, utilizando o √≠mpeto vertical devido ao gradiente de vento. No voo de talude, o albatroz enfrenta o vento, ganhando altitude, podendo, em seguida, deslizar directamente para a superf√≠cie do oceano.

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Os alabatrozes têm uma razão de planeio elevada, de cerca 1:22 a 1:23, o que significa que a cada metro de altitude que descem, avançam 22 a 23 metros. São ajudados, no voo planado, pelo facto de apresentarem uma membrana tendinosa que mantém a asa distendida depois de estar totalmente aberta, sem que seja necessário fazer qualquer esforço muscular adicional. Esta adaptação morfológica é partilhada com os petréis-gigantes.

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Os albatrozes combinam estas t√©cnicas de voo planado com o uso de sistemas inatos de predi√ß√£o do estado do tempo. Os albatrozes do hemisf√©rio sul que voam para norte a partir das suas col√≥nias seguem uma rota no sentido dos ponteiros do rel√≥gio, enquanto que aqueles que voam para sul seguem o sentido contr√°rio. S√£o aves t√£o bem adaptadas ao seu estilo de vida que apresentam n√≠veis de frequ√™ncia card√≠aca em voo aproximados aos registados durante os per√≠odos de repouso. Esta efici√™ncia funcional √© tal que n√£o s√£o as grandes dist√Ęncias percorridas numa excurs√£o em busca de comida que implicam maior gasto energ√©tico mas, t√£o somente, os momentos de decolagem, aterragem e de captura do alimento – fases essas que exigem um maior esfor√ßo muscular por parte da ave. Estas eficientes e longas viagens de longa dist√Ęncia justificam que se considere o albatroz como um bem adaptado ca√ßador-recolector de longas dist√Ęncias, tendo em conta que o seu alimento se encontra esparsamente distribu√≠do no oceano.

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A sua adapta√ß√£o ao voo planado torna-os, contudo, dependentes da exist√™ncia de vento e de ondas. A maioria das esp√©cies n√£o tem condi√ß√Ķes morfofisiol√≥gicas (isto √©, de forma e funcionamento) que lhes permitam manter um voo activo auto-sustentado. Em situa√ß√£o de calmaria, os albatrozes s√£o obrigados a permanecer em repouso na superf√≠cie da √°gua at√© que se levantem novas ondas. Dormem apenas quando repousam sobre a √°gua, e n√£o enquanto voam, como alguns autores chegaram a sugerir.

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Os albatrozes do Pac√≠fico Norte podem usar um estilo de voo em que alternam momentos em que batem as asas energicamente (e ganham altitude) com momentos de planeio.Quando decolam, os albatrozes necessitam de efectuar uma corrida de modo a permitir a passagem suficiente de ar sob as asas para que se crie a sustenta√ß√£o aerodin√Ęmica necess√°ria para levantar voo.Embora alguns estudos apontem para a possibilidade dos albatrozes dormirem durante o voo , tal facto ainda n√£o foi demonstrado na natureza.

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Distribuição geográfica

A maior parte dos albatrozes distribuem-se no hemisf√©rio sul, desde a Ant√°rtida at√© √† Austr√°lia, √Āfrica do Sul e Am√©rica do Sul. As excep√ß√Ķes incluem as quatro esp√©cies do Pac√≠fico Norte, sendo tr√™s exclusivamente desta regi√£o, do Hawaii ao Jap√£o, Calif√≥rnia e Alasca; e uma, o albatroz-das-gal√°pagos, que procria nas Ilhas Gal√°pagos, mas que se alimenta nas costas sul americanas. A depend√™ncia em rela√ß√£o ao vento, necess√°rio ao voo, justifica a confina√ß√£o a latitudes elevadas, j√° que estas aves n√£o t√™m capacidade para efectuar voo auto-sustentado, de modo a conseguir cruzar com alguma facilidade a zona de converg√™ncia intertropical. A √ļnica excep√ß√£o, o albatroz-das-gal√°pagos, √© capaz de viver em √°guas equatoriais em volta das Ilhas Gal√°pagos devido √†s √°guas frias da Corrente de Humboldt e ventos da√≠ resultantes.

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Alimentação

A dieta dos albatrozes √© dominada pelos cefal√≥podes, peixe e crust√°ceos, ainda que procedam √† captura de cad√°veres – incluindo restos de comida lan√ßados de navios, que seguem por muito tempo – e √† recolha de zoopl√Ęncton. Note-se que para um grande n√ļmero de esp√©cies s√≥ se conhece a dieta seguida durante o per√≠odo de procria√ß√£o, altura em que os albatrozes voltam regularmente a terra, tornando o seu estudo poss√≠vel. A import√Ęncia de cada um dos tipos de alimento referidos varia muito de esp√©cie para esp√©cie, e mesmo de popula√ß√£o para popula√ß√£o. Enquanto que alguns baseiam a sua alimenta√ß√£o em lulas, outros preferem krill ou peixe. Das duas esp√©cies de albatroz encontradas no Hawaii, uma, o albatroz-patinegro, prefere peixe, enquanto que o albatroz-de-laysan captura essencialmente lulas.Expectativa de Vida: Albatroz-real-meridional: 42¬†anos

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Piqueros de patas azul:Atob√° de patas azuis

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Nas Ilhas Gal√°pagos e ao largo das costas ocidentais da Am√©rica do Sul e Central, vivem estas curiosas aves com umas patas azuis impressionantes muito √ļteis para os machos na √©poca de acasalamento: quanto mais azuis forem as patas, mais atraentes s√£o para as f√™meas.

Esta espécie, chamada e conhecida como Ganso-Patola-de-patas-azuis, Atobá de pata azul ou boobie, é uma espécie de ave do Pacífico americano e mais de metade da sua população vive nas Ilhas Galápagos. Ali, partilham o seu habitat com duas espécies de atobás: o Atobá-grande (Sula dactylatra), mais conhecido como Masked Booby e o Atobá-de-pé-vermelho (Sula sula). De longo pescoço, o Atobá de pata azul tem um tamanho aproximado de 90 cm e pesa entre 1,5 a 2 kg, sendo as fêmeas maiores que os machos.

No seu corpo, podem ser encontradas várias cores para além das suas patas de um azul incrível em forma de teia de aranha. As suas asas são castanhas, a cabeça e pescoço têm listras pretas e o peito e parte inferior são brancas.

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As patas azuis s√£o famosas devido √† suas dan√ßas de acasalamento: quando querem acasalar, o macho mostra as patas √† f√™mea e, se esta gostar delas, come√ßa a dan√ßar e assobiar. ¬†Ap√≥s o acasalamento, costumam depositar entre um a tr√™s ovos dos quais cuidar√£o, cobrindo-os com as suas patas como prote√ß√£o. Costumam pescar em grupo e podem voar longas dist√Ęncias em alto mar em busca de bancos de peixes.

S√£o mergulhadores excepcionais, quando encontram as suas presas, rapidamente mergulham na √°gua de uma grande altura, retraindo as suas asas. √Č uma esp√©cies protegidas nos Gal√°pagos e tem uma vida m√©dia de 17 anos.¬†O fato de terem o h√°bito de alimentarem-se perto da costa, propicia a sua observa√ß√£o de perto e o contemplar de um grande espect√°culo em directo!

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Reprodução

Nest em qualquer √©poca do ano. O conjunto √© geralmente um √ļnico ovo ou, por vezes, 2 ou 3, incubou-se durante 44 dias. No entanto, o n√ļmero de ovos postos afecta o desenvolvimento da descend√™ncia: quando a f√™mea p√Ķe mais do que um ovo n√£o √© estranha para ver como um deles escotilhas antes do outro. Assim, com uma margem de diferen√ßa de 3 ou 4 dias e, como regra geral, a maioria das ra√ßas tendem a atacar, instigar e expulsar do ninho para o bezerro inferior. Este, muito mais indefesos dado o seu tempo de adapta√ß√£o inferior, vai morrer por preda√ß√£o ou desidrata√ß√£o. Tudo isso vai acontecer diante dos olhos da m√£e indiferente.

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Booby ( Sula sula ):Ou piqueros de patas vermelhas

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Casuar

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O casuar (Casuarius spp.) √© uma ave do grupo de aves ratitas de grande porte, nativas do nordeste da Austr√°lia, Nova Guin√© e ilhas circundantes.As tr√™s esp√©cies de casuar pertencem √† fam√≠lia Casuariidae e s√£o, com a avestruz e a ema, as maiores aves existentes na actualidade. O habitat preferencial do casuar s√£o zonas de floresta tropical, onde haja um grande n√ļmero de √°rvores dispon√≠veis para produzir os frutos de que se alimentam. Neste ambiente o casuar desempenha a importante fun√ß√£o ecol√≥gica de dispersar as sementes das √°rvores. O casuar √© uma figura importante na mitologia das popula√ß√Ķes nativas da Oceania e representa geralmente uma figura maternal.

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A plumagem do casuar é abundante e de cor acinzentada, com penas coloridas na base do pescoço. Estas aves têm uma crista encarnada no alto da cabeça, que cresce devagar durante os primeiros anos do animal e com função desconhecida. O grupo não tem dimorfismo sexual significativo, sendo as fêmeas apenas um pouco maiores e mais coloridas. Uma característica distintiva é a presença de uma garra em forma de punhal presente no dedo interno. Como nos outros strutioniformes, o casuar tem as asas atrofiadas e três dedos em cada pata.

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O casuar é uma ave ágil, que pode correr a cerca de 50 km/h e saltar 1,5 m sem qualquer balanço. São animais normalmente pacatos e tímidos que no entanto podem ser extremamente agressivos e perigosos para o Homem para proteger o ninho ou as suas crias.

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Na √©poca de reprodu√ß√£o os machos reclamam um territ√≥rio e procuram atrair uma f√™mea, que permanece apenas, at√© p√īr entre de 3 a 5 ovos. Ap√≥s a postura a f√™mea abandona o ninho e pode eventualmente acasalar noutro territ√≥rio. Os machos cuidam sozinhos dos ninhos e das crias durante os nove meses seguintes. Os juvenis s√£o de cor acastanhada e s√≥ ganham a plumagem t√≠pica do adulto por volta dos tr√™s anos.

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O casuar é uma ave importante para o Homem há centenas de anos como fonte de proteína através da carne e dos ovos. Algumas tribos da Nova Guiné têm o hábito de assaltar os ninhos e criar os juvenis até à idade adulta, quando são vendidos ou mortos para consumo local; no entanto o casuar nunca foi completamente domesticado. As penas coloridas são também uma fonte de interesse e o motivo pelo qual no passado os colonos europeus caçaram abundantemente este animal.

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Actualmente, as tr√™s esp√©cies de casuar est√£o amea√ßadas pela destrui√ß√£o de habitat e encontram-se protegidas por lei. √Č uma das aves mais perigosas para o Homem, pois sua patada pode equivaler a mesma for√ßa de um pequeno punhal, podendo at√© decepar um membro.As v√°rias esp√©cies de casuar s√£o abundantes no registro f√≥ssil do Plio-Plistoc√©nico australiano e pensa-se terem evolu√≠do a partir dos emus algures no Mioc√©nico.

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National Geographic (Mais fotografias aqui )

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