Como os indígenas dos EUA ajudaram os bisões a escaparem da extinção

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As fotografias possuem um certo poder de capturar um momento e eternizar períodos históricos. Sem elas, dificilmente saberíamos como eram líderes políticos, celebridades e lugares que já não existem mais. Por isso a importância de preservarmos alguns periódicos que há tempos não existem mais, como as fotos publicadas na década de 1960 na extinta revista japonesa Provoke, símbolo de vanguarda e movimento contra cultura pós-guerra, que agora você terá a chance de conferir.

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Durando apenas três edições, sua rápida existência não diminui em nada a importância histórica desta revista, criada por um grupo de escritores e fotógrafos subversivos, que lutavam contra a ocidentalização da cultura japonesa, impulsionada pelo governo neoliberal. Defendendo o pensamento e a estética independente, o objetivo da Provoke era ir contra o status quo, a mídia e o esperado pela sociedade naquele momento.

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Com imagens em PB e, propositalmente granuladas, a revista negava a precisão comercial e até a do fotojornalismo em voga no período. Se o objetivo era causar estranhamento, podemos dizer que ele foi conquistado. Uma forma alternativa de protestar contra o establishment, a revista é fundamental para quem quer compreender a história da fotografia e do jornalismo mundial.

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Fotos: Provoke/fonte:via

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Fotos raras mostram o dia a dia dos Panteras Negras nos anos 1960 e 1970

Era 1967 e Stephen Shames ainda era um jovem fotojornalista dedicado a usar seu talento com a câmera para chamar atenção para questões sociais que precisavam ser debatidas. E um encontro com Bobby Seale foi fundamental para impulsionar a carreira de Stephen.

Bobby foi um dos fundadores do Partido dos Panteras Negras, uma organização para defesa dos direitos de pessoas negras nascido durante o Movimento dos Direitos Civis.

Foi Bobby quem pediu que Stephen se tornasse fotógrafo oficial dos Panteras, documentando as atividades diárias do grupo com um grau de intimidade que nenhum outro fotojornalista conseguiu atingir – o jovem era a única pessoa de fora do Partido com acesso direto aos ativistas.

À Vice França, Stephen declarou que seu objetivo era “mostrar os Black Panthers a partir de dentro, não simplesmente a documentar as suas lutas, ou a intenção de pegar em armas”, para “revelar o que acontecia nos bastidores e fornecer um retrato mais completo dos ‘Panteras’”.

Algumas das icônicas fotografias clicadas por Stephen estão em exibição em Lille, na França, dentro de ume vento chamado Power to The People. Confira algumas imagens que a Galeria Steven Kasher liberou para divulgar a obra de Stephen Shames.

Fotos por Stephen Shames (Cortesia da Steven Kasher Gallery)/fonte:via

Idoso ‘esquecido’ em incêndio resiste e é encontrado vivo após 5 dias

Um incêndio destruiu um complexo para idosos em Washington, nos Estados Unidos. Os bombeiros conseguiram resgatar cerca de 130 pessoas, entretanto um idoso de 74 não teve a mesma sorte.

O idoso permaneceu desaparecido por uma semana. Sem revelar a identidade, pessoas que trabalhavam no local disseram tê-lo encontrado sentado dentro de um dos quartos do Arthur Capper.

Falando em sorte, talvez ela tenha exercido um papel importante, já que o idoso só foi localizado pois, enquanto verificavam a integridade do edifício, conseguiram ouvir o homem gritar.

“Ele estava de bom humor. Quando dissemos que estávamos indo até ele, ele respondeu: ‘Não vou a lugar algum’”, revelou o engenheiro Allyn Kilsheimer à imprensa.

O paciente da casa de repouso foi levado ao hospital mais próximo para tratar ferimentos leves.

Apesar da boa notícia, o incêndio ainda está sendo investigado. Os moradores do prédio instalado em Washington reclamam de não terem ouvido nenhum alarme de incêndio. Somente depois de avisados pela Marinha norte-americana, as pessoas souberam o que se passava.

A prefeita da capital norte-americana diz que uma investigação já está apurando as circunstâncias e como um homem foi deixado para trás pelos bombeiros e pela empresa que administra do edifício.

Foto: Twitter/DC Mayor’s Office/Reprodução/fonte:via

Observatório fechado pelo FBI abre especulações sobre alienígenas no EUA

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Um observatório localizado no Novo México, estado próximo ao Texas, está deixando as pessoas intrigadas e até se perguntando sobre a possível presença de alienígenas.

O National Solar Observatory foi fechado no último dia 6 de setembro, de acordo com as autoridades, por questões de segurança. Os funcionários foram realocados sem explicação alguma e o fato do FBI, um dos envolvidos na operação, manter silêncio, dão fôlego para o surgimento de especulações sobre os reais motivos da decisão.

O xerife do condado de Otero foi chamado para auxiliar na operação e confirmou a participação da polícia federal norte-americana. Contudo, assim com o FBI, se nega a comentar pontos específicos sobre a operação. 

O observatório é controlado pela Associação Universal de Pesquisas Astronômicas (AURA, em inglês) e se destacou pelo potencial de alcance do telescópio Dunn Solar. “Nós tomamos a decisão de evacuar o espaço”, confirmou um porta-voz da AURA.

Já são mais de sete dias desde o fechamento do espaço e os moradores não estão nada satisfeitos com escassez de explicações. Eles dizem, inclusive, que não podem entrar em casa.

De acordo com a reportagem do BuzzFedd News, o comando do FBI está gerando confusão, especialmente pela ausência de explicações consistentes. O próprio xerife de Otero manifestou consternação.  A adoção da postura misteriosa por parte do FBI é o que incomoda. Nem mesmo os porta-vozes da AURA sabem exatamente o que está se passando.

“O FBI esteve lá, mas não sabemos o motivo. Nós até os procuramos, mas não obtivemos retorno algum”, encerrou.

O mistério cresceu com os sobrevoos na área de um helicóptero Black Hawk. As teorias da conspiração inundaram perfis no Twitter e Reddit, com pessoas se questionando sobre a suposta atuação de espiões chineses e até mesmo a descoberta de vida extraterrestre pelos potentes radares do observatório.

“Nós vimos sim um observatório e um grupo de pessoas nas torres, mas ninguém nos disse nada. Nós averiguamos o espaço e estava tudo certo. Não existem ameaças. Aliás, não nos especificaram a existência de nada”, completou o xerife.

Por fim, existem informações ainda não confirmadas de indivíduos circulando com roupas projetadas para tratar de derramamento de materiais tóxicos. O curioso é que o xerife do condado não tratou do assunto em sua entrevista.

Fotos: Reprodução/fonte:via

Criaram uma ‘playlist’ com os sons dos parques nacionais dos EUA

Se a vida nas grandes cidades quase sempre polui nossos ouvidos os mais terríveis ruídos, e entre buzinas, gritos e obras infinitas sonhamos com o canto dos pássaros, o barulho da chuva e do vento ou a deliciosa música de um rio, agora é possível recorrer a esses terapêuticos sons diretamente das fontes mais naturais: para celebrar os 102 anos da National Park Service, agência federal norte-americana que cuida dos parques e monumentos nacionais do país, uma playlist foi criada trazendo para dentro de nossas casas os sons de diversos parques dos EUA.

Intitulada ParkTracks, a playlist está disponível para download, e no site há uma porção de outros áudios registrados pela divisão de sons da agência. Trovoadas, tempestades intensas, cachoeiras e uivos estão entre as sonoridades que computador nenhum é capaz de emular.

Seja para fins de relaxamento, seja para transformar os áudios em camadas sonoras ou utiliza-los em colagens ou gravações, a playlist é um prato cheio – ou melhor: um parque cheio de sons.

© fotos: reprodução/fonte:via

Menino de 6 anos é barrado na sala de aula por usar dreads

O racismo não dá descanso e nem faz distinção entre crianças e adultos. Presente em todos os campos da sociedade, o preconceito se manifesta de forma perversa. Nos Estados Unidos, um garoto de 6 anos foi impedido de entrar na escola por estar usando dreadlocks.

O caso aconteceu na Book Christian Academy, que como era esperado, negou a adoção de práticas racistas. “Obviamente, eu não sou racista. Em nossa escola, nossa música é ‘Jesus ama as criancinhas do mundo, vermelhas, amarelas e brancas, elas são preciosas em seu olhar,’”, se justificou o fundador da escola John Butler Book.  

Os tais conceitos de diversidade não foram vistos na filmagem feita pelo pai do jovem de 6 anos. Em vídeo divulgado nas redes sociais com mais de 500 mil visualizações, é possível ver C.J. sendo impedido de entrar na escola.

“Leve-o pra casa e corte o cabelo dele”, exige o fundador.

Aliás, o racismo da instituição está presente no livro de regras. De acordo com o pai do garotinho, a família recebeu em casa uma cartilha estabelecendo que os meninos “não podem ter dreads, moicanos, desenhos ou cabelo tingido”.

Ao contrário do que dizem os representantes da Book Christian Academy, o julgamento de uma criança negra por meio de sua aparência é sim racismo. Negros e negras que adotam os dreads como estilo precisam conviver com uma série de perguntas equivocadas e preconceituosas sobre o cabelo.

O que os racistas de plantão desconhecem é que dreads carregam em seus cilindros uma ligação com a ancestralidade, algo negado por sistêmicas práticas discriminatórias como a desta escola de Orlando, nos Estados Unidos.

Três exemplos inspiradores da beleza dos dreads:

1 – Djavan

2- Gilberto Gil

3- Dodô

Fotos: Reprodução/fonte:via

Polícia dos EUA vira notícia ao ‘prender’ uma cachorrinha pug

Dificilmente alguma fotografia de prisioneiros, como as clássicas fotos de rosto, de frente e em perfil, com uma placa de identificação, se destacam pela fofura do detento fotografado – mas foi o que aconteceu em Cape May, na cidade de Nova Jersey, nos EUA, depois que a polícia local “prendeu” um suspeito de nove quilos e sessenta centímetros de altura. A “criminosa” atende pelo nome de Bean, e é um irresistível cãozinho da raça pug que fugiu de casa e foi encontrada solta pelas ruas da cidade. O post no facebook foi a maneira que os policiais encontraram para facilitar sua identificação.

“É isso que acontece quando você foge de casa! Ela foi capturada perambulando por jardins na avenida New Jersey“, diz o post, que foi compartilhado mais de 9 mil vezes.

Como todo suspeito detido, Bean foi fichada e passou a noite em uma cela, até que seu dono apareceu para liberá-la sob fiança – paga em biscoitos, segundo outra postagem bem-humorada da polícia de Cape May. Nos comentários, o trocadilho se fez inevitável: no lugar do “thug life” tradicional, “pug life”.

“Atualização – o dono da pug foi encontrado e ela foi liberada sob fiança” diz um dos posts. A brincadeira deu certo, e Bean voltou pra casa sã e salva. Resta agora saber se a noite no xadrez sob custódia da polícia foi o suficiente para que a cadelinha tenha tomado juízo e passe a se comportar daqui pra frente, ou se trata-se de uma rebelde, desafiando as autoridades em nome de sua liberdade.

© fotos: reprodução/fonte:via