Farol da Barra BAHIA

 
O Farol da Barra ou Farol de Santo Antônio localiza-se na antiga ponta do Padrão, atual Ponta de Santo Antônio, em Salvador, no litoral do estado da Bahia, no Brasil.Torre troncônica em alvenaria com lanterna e galeria, 22 metros de altura e pintada com bandas pretas e brancas. O farol está construído no interior do Forte de Santo Antônio da Barra.

História

No século XVII, o porto de Salvador era um dos mais movimentados e importantes do continente, e era preciso auxiliar as embarcações que chegavam à Baía de Todos os Santos em busca de pau-brasil e outras madeiras-de-lei, açúcar, algodão, tabaco e outros itens, para abastecer o mercado consumidor europeu.
No fim desse século, após o trágico naufrágio do Galeão Santíssimo Sacramento, capitania da frota da Companhia Geral do Comércio do Brasil, num banco de areia frente à foz do rio Vermelho, a 5 de maio de 1668, o Forte de Santo Antônio da Barra foi reedificado a partir de 1696, durante o Governo Geral de João de Lencastre(1694-1702), vindo a receber um farol – um torreão quadrangular encimado por uma lanterna de bronze envidraçada, alimentada a óleo de baleia -, de acordo com o Instituto Geográfico e Histórico da Bahia, o primeiro do Brasil e o mais antigo do Continente (1698), quando passou a ser chamado de Vigia da Barra ou de Farol da Barra.
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Fotógrafa de 74 anos quebra tabu e se registra nua em série inspiradora

Envelhecer nunca é fácil, mas certamente a maneira como lidamos com isso pesa muito mais do que as rugas que começam a aparecer onde a gente menos espera. Enquanto pensava em seu próprio envelhecimento, a fotógrafa Marna Clarke teve a ideia de retratar-se em diferentes fotografias. Em muitas delas, quebra os tabus relacionados à idade, aparecendo nua.

Aos 74 anos, Marna fala sobre como a série começou, em uma reportagem ao Huffington Post:“Eu queria ver como o ‘velho’ se parecia em mim, então comecei a tirar fotos do meu corpo nu: pés, mãos, tronco, braços, pernas, rosto, cabelos”.

Os retratos feitos por ela são bastante sensíveis e mostram o envelhecimento natural do corpo da fotógrafa, algumas vezes retratada junto a seu marido, Igor. Marna acredita que nem todo mundo está preparado para ver um corpo nu, ainda mais o de um idoso, mas sabe que esta série fotográfica já é um pequeno passo para mudar essa realidade.

“Eu queria conferir a beleza e o espírito dessa época por meio de fotos minhas e da minha vida”, diz ela. O resultado é o que você vê abaixo:

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Todas as fotos © Marna Clarke

Filha leva mãe idosa na cadeira de rodas para conhecer o mundo e combater a depressão

Não é segredo que viajar pelo mundo está no plano de 9 entre 10 pessoas. Uma viagem sempre pode servir como fonte de inspiração ou como uma forma de conhecer novas culturas. Mas, mais do que isso, viajar também pode ser uma ótima terapia.

Quem entende bem disso é An Rong, que decidiu levar sua mãe de 87 anos em uma aventura pelo mundo. A ideia surgiu quando a mãe de An, que se locomove com a ajuda de uma cadeira de rodas, foi diagnosticada com depressão e os médicos disseram que seu cérebro estava encolhendo aos poucos.

A partir daí, An decidiu que ajudaria a mãe a viver os melhores momentos de sua vida e, desde 2009, as duas viajam juntas pelo mundo, tendo visitado mais de 10 países durante esse período, incluindo o Japão, a Coreia do Sul, Tailândia e até mesmo os Estados Unidos.

As fotos abaixo não deixam dúvidas de que a terapia funcionou – e a saúde da idosa está cada vez melhor!

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Todas as fotos via Tencent

Coragem não é só saltar de um penhasco ou sair sozinho numa volta ao mundo – coragem também é não se contentar com um pássaro na mão sabendo que pode ter os dois, é ter bravura suficiente diante dos riscos para os encarar de frente. Esse senso é a chave em muitos esportes, principalmente no Poker, onde qualquer hesitação pode te custar caro.

 

Conheça 12 vilarejos fantásticos espalhados pelo mundo

 

Com as cidades cada vez mais superpopulosas, quase esquecemos como é a vida fora dos centros urbanos, sem trânsito, poluição ou centros comerciais lotados. Um vilarejo à beira-mar ganha assim uma dimensão ainda mais especial e é essa magia que você vai sentir ao conhecer estas 12 pequenas localidades espalhadas pelo mundo.

Em todas as fotos, é possível sentir uma certa aura, uma paz que só os vilarejos sabem transmitir. Veja a seleção abaixo e se apaixone também:

1.

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Mas é fácil perceber o sucesso que tem feito este vilarejo criado para o filme Senhor dos Anéis, na Nova Zelândia. Mais que uma vila, o lugar, com um bar inspirado no filme, já virou atração turística.

Foto © Weta Workshop

2.

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Na vila de Bourtange, em Gronigen, Holanda, foi construído em 1953 este incrível Forte em forma de estrela, ladeado por canais de água.

Foto © Jan Koster

3.

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Voltamos aos lugares inspirados pelo cinema – Popeye Village Fun Park é o nome deste parque temático, criado a partir das filmagens de Popeye (em 1980), e que virou moradia para os habitantes deste lugar mágico no arquipélago de Malta.

Foto © Mosin

4.

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Fica na Áustria e é banhado pelo lago Hallstätter See. A aldeia de Hallstatt, na região de Salzkammergut, é colírio para os olhos.

5.

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As Ilhas Féroe ficam no Atlântico Norte, entre a Escócia e a Islândia, e entre elas existe esta pequena comunidade, Gásadalur, na ilha Vágar, que vive bem perto de um penhasco. De lá, cai uma cachoeira, abrilhantando o cenário surreal.

Foto © Gareth Codd

6.

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Localizada na província italiana de La Spezia, Riomaggiore é um vilarejo colorido com muito charme. Fica colado a outras quatro pequenas vilas, conhecidas como “Cinque Terre” (Cinco Terras”).

Foto © James Brandon

7.

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No Mali, o problema da falta de água persiste e por isso a população de desloca pra sul, nas proximidades do Rio Níger. Lá fica este pequeno e encantador vilarejo.

Foto © Yann Arthus-Bertrand

8.

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Este vilarejo no Irã parece um puzzle da vida real. Aqui, os tetos viram escadas, tornando a sua aparência bem peculiar.

Foto © Mohammadreza Momeni

9.

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Este fica na região da cordilheira do Himalaia, no Tibete, e suas cores nos deixaram apaixonados.

Foto © Coolbie Re

10.

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Pequeno pedaço de paraíso, esta vila de pescadores à beira-mar fica no norte do Quênia, país com uma costa absolutamente abençoada.

Foto © Michael Poliza

11.

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Nas montanhas da China meridional, encontramos esta bonita vila, em que existem cortes na terra, onde se acumula água, como estratégia para o cultivo de arroz.

Foto © Christian Ortiz

12.

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Este pequeno vilarejo fica no sudeste da Inglaterra e, coberto pela névoa, proporciona um cenário bem misterioso.

Foto © Bob Small

TRIBO KARA

 
O Karo ou Kara é uma tribo pequena com uma população estimada entre 1.000 e 3.000. Eles estão intimamente relacionados à tribo Kwegu. Eles vivem ao longo das margens do leste do rio Omo no sul da Etiópia e cultivo de retiro de inundação de prática. As culturas que são cultivadas por eles são o sorgo, milho e feijão. Apenas pequeno gado é mantidos por causadas moscas tsé-tsé. Estas moscas são grandes consomem o sangue de animais vertebrados.
As tribos aqui sempre trocaram entre si, de grânulos,alimentos, gado e pano. Mais recentemente, o comércio foi em armas e balas. Inevitavelmente, como as estradas são feitas através da área, outros produtos como a cerveja e comida encontram seu caminho para as aldeias. sérias preocupações sobre o impacto de uma represa gigantesca que está atualmente em construção. Irá produzir eletricidade necessária, mas ao mesmo tempo que reduzirá o fluxo do rio e domar as temporadas de inundação e retiro, que as tribos que vivem a jusante dependem para nutrir as suas culturas.
 
MULHERES DE KARO
As mulheres de Karo são conhecidas por seu trabalho produtivo e a dedicação ao servir suas famílias. Do nascer ao pôr do sol, eles viajam a aos seus locais de trabalho o bush circundante e campos da tribo Karo. Todos os dias de suas vidas para manter sua família saudável e vivo, enquanto os homens da tribo proteger a aldeia e as pessoas dos animais selvagens,caçam crocodilos ou outros predadores, ou simplesmente sentar-se sob uma cabana e mascar tabaco.

 

DIMI
A cerimônia de maior na vida de um homem é chamada Dimi. Sua finalidade é celebrar e abençoar sua filha para fertilidade e futuro casamento. Quando ele passou por Dimi, um homem torna-se um ancião.Outras ações sejam comercializadas para café e gado cerca de 10 e 30 animais menores são abatidos.Homens e mulheres vestem capas de peles de animais para a festa e dança, e os líderes da aldeia abençoe amenina.
 
ÁRVORE DO VALE DO OMO
O Karo eram conhecidos por suas magníficas casas(quando eles eram ainda ricos em gado), mas depois de terem perdido a sua riqueza, eles adotaram ocabanas muito isqueiro cónico. Cada família de Karo  possui duas casas: o Ono, que é a principal sala de estar da família, e a Gappa com telhado plano, que é centro de várias atividades domésticas.

TRIBO Hamar

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O Hamar (também escrito Hamer) são uma comunidade omótica habitando sudoeste da Etiópia. Eles vivem em Hamer woreda (ou distrital), uma parte fértil do vale do rio Omo, no Debub Omo Zona das Nações do Sul, Nacionalidades e Povos Região (SNNPR). Eles são, em grande parte pastores, pelo que a sua cultura coloca um valor alto em gado.
população total
42.838
Regiões com população significativa
sudoeste da Etiópia
idiomas
Hamer
O Administrador Assistente de Hamer Bena, Ato Imnet Gashab, comentou que apenas sete membros tribais que já concluíram o ensino secundário.
Demografia
O censo nacional de 2007 relatou 46.532 pessoas deste grupo étnico, dos quais 957 eram habitantes urbanos. A grande maioria (99,13%) vivem na SNNPR.De acordo com o censo nacional etíope de 1994, existiam 42.838 falantes de línguas Hamer, e 42.448 auto-identificados Hamer pessoas, o que representa aproximadamente 0,1% da população etíope total.Outro conceito pré-islâmica é mingi, um termo que significa o estado de ser impuro ou “ritualmente poluída” A pessoa, muitas vezes, uma criança, que foi considerado mingi foi morto por separação permanente forçado da tribo por ser deixado sozinho na selva ou por afogamento no rio.

TRIBO DINKA

 Sudan. | ©Tom McShane:
Os dinkas (em dinka: muonyjang, plural jieng) são um grupo étnico do Sudão do Sul, habitando a região do Bahr al-Ghazal, Junqali e partes do Cordofão do Sul e do Alto Nilo.São majoritariamente um povo agropastoril, praticando o pastoreio de gado em campos ribeirinhos durante a estação seca e plantam milheto e outras variedades de grãos em acampamentos fixos, durante a estação das chuvas.
Estima-se que a população total esteja por volta dos dois milhões de pessoas, constituindo cerca de 20% da população do país. São o maior grupo étnico do Sudão do Sul.
Os Dinka são um grupo étnico nilótico do Sudão do Sul. Vivem desde o século X em ambos dos lados do rio Nilo, e falam uma língua pertencente ao grupo Nilo-sahariano. Eles são cerca de três milhões e estão divididos em cerca de 21 grupos, cada um com seu próprio líder legítimo.
Embora a pecuária sempre foi o seu principal recurso econômico, nunca tem faltado uma importante atividade agrícola e de pescaque lhes permitiu ser auto-suficientes em alimentos. Mais vão ganhando cada vez mais importância seu comércio e indústria leve.
As fotógrafas Carol Beckwith e Angela Fisher tem uma experiência de mais de 30 anos de registro de cerimônias, rituais e vida cotidiana dos povos tribais africanos. Suas fotografias refletem uma relação longa e profunda de respeito para com os costumes e as pessoas dessas tribos, especialmente as dos Dinka do Sudão: