Idosos em cidade de Portugal mostram o que gostariam de fazer antes de morrer

O Centro Comunitário da Gafanha do Carmo, em Aveiro (Portugal), reuniu idosos que frequentam o local num projeto chamado “Antes de morrer quero…”, para responder a seguinte pergunta: O que você quer fazer antes de morrer?

Idealizados pelo animador Ângelo Valente e pela gerontóloga Sofia Nunes, o projeto foi inspirado pelo Before I die (que teve início em uma casa de New Orleans). A proposta é que a pessoa escreva numa lousa o seu desejo. “Todos nós podemos pedir um sonho”, comenta Valente.

A premissa é o compartilhamento. O Centro não pede dinheiro, apenas divulga o projeto pelas redes sociais, causando efeitos diversos, como dois idosos, que gostariam de voar e o farão através da Escola de Aviação de Viseu, já a Câmara Municipal de Figueira da Foz se associou à causa e oferecerá um almoço para vários velhinhos.

Há quem queira pintar o cabelo de azul, há quem queira voltar a enxergar, ou visitar o Brasil. O que você gostaria de fazer antes de partir?

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Todas as imagens © Centro Comunitário da Gafanha do Carmo

Com distúrbio hormonal, inglesa com barba desafia estereótipos de beleza

Aos 11 anos de idade, a inglesa Harnaam Kaur começou a perceber algo de errado com seu corpo. Nos braços e no peito, os pelos engrossaram, enquanto que no rosto, uma barba começou a se formar. A garota descobriu que tinha a síndrome do ovário policístico, uma condição que desequilibra os hormônios no organismo, provocando alterações como as que ela percebia em seu corpo.

O bullying foi inevitável, acompanhado de agressões, isolamento e, claro, uma intensa depressão. “Eu tinha uma família incrível, mas sofria um bullying terrível durante todo o período escolar“, contou ela ao Rock n’Roll Bride. A situação chegou ao extremo de Harnaam se autoflagelar e considerar suicídio. Para tentar amenizar os efeitos da doença, ela depilava o rosto diariamente e, quando não conseguia suportar a dor, apelava para a lâmina de barbear. Mas um dia, esse cenário mudou.

Eu me lembro de sentar na minha cama e pensar sobre como tirar minha própria vida. Mas em vez disso, eu senti lá e comecei a me encorajar. Eu disse para mim mesma: ‘A energia que você está gastando em tentar terminar a sua vida, use-a para virar sua vida do avesso e fazer algo melhor.‘”, afirma Harnaam, que decidiu manter a barba e lutar contra todas as expectativas sociais de como uma mulher deve ser. “Eu parei de me autoflagelar e hoje sou apaixonada por todos os elementos do meu corpo, aqueles que muitos chamam de defeito. Eu amo minha barba, minhas estrias e minhas cicratrizes. Esses elementos compõe quem eu sou, eles me tornam inteira, eles me tornam completa“, finaliza.

Recentemente, Harnaam foi convidada para participar de um ensaio fotógrafo, em que aparece vestida de noiva, com direito a flores na barba. As fotos são tão encantadoras quanto a história de vida e as palavras desta corajosa moça.

A história de Harnaam

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Todas as fotos © Louisa Coulthurst

GoPro colocada em cachorro de rua comprova que a vida desses cães é mais difícil do que imaginamos

Dizem que vida de cão e gato é só comer e dormir, mas a menos que eles tenham a sorte de ter um dono amoroso e com condições de lhes dar condições básicas de sobrevivência, parece que as coisas não são bem assim. É o que prova um vídeo gravado por uma câmera GoPro que foi amarrada a um cachorro de rua em Mumbai, na Índia.

A ação, criada pela organização World For All, que busca salvar os animais de rua de Mumbai, resultou em imagens bastante fortes, que mostram o sofrimento deste animal pelas ruas da cidade.

Entre os carros de movimentadas ruas, o cão é xingado, chutado, recebe um balde d’água na cabeça e é alvo até mesmo de bombinhas – seu momento de maior tranquilidade é enquanto caça no lixo alguma coisa para comer. A vida de um cachorro de rua está longe de ser reduzida aos prazeres de comer e dormir e mostra-se muito mais cruel e sofrida do que conseguimos imaginar.

Assista ao vídeo e reflita:

UPDATE: O vídeo é uma forma de mostrar como é difícil a vida dos cachorros de rua na Índia (como em outros países) e alertar para a necessidade de adoção, mas, como dizemos acima, foi filmado para uma ação de uma organização de defesa dos animais, a World For All. O cão que aparece neste vídeo específico não foi agredido, mas esta não deixa de ser uma dura realidade enfrentada por muitos animais de rua. O Hypeness acrescenta ainda que não é a favor de nenhum tipo de xenofobia e que não subscreve nenhum comentário feito contra o povo indiano.

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Todas as imagens © YouTube/Reprodução

Série fotográfica retrata de forma emocionante as etapas de um parto humanizado no Brasil

Depois de carregar um bebê na barriga por 9 meses, nada melhor do que oferecer às mães a oportunidade de um parto tranquilo, no conforto de seu lar. Pensando em ilustrar todo o processo da humanização do parto, a fotógrafa brasileira Ludy Siqueira clicou a nova mamãe do pedaço,Reijane, e seu marido Manoel, durante todo o procedimento emocionante e intenso até queElias nascesse.

Atualmente, o número de partos fora das dependências de um hospital tem crescido consideravelmente e ganhado notoriedade ao redor do mundo. Os partos humanizados devem ser acompanhados por profissionais, normalmente uma enfermeira e um médico obstetras, que dão a possibilidade de o bebê nascer dentro d’água, o que é menos traumático do que sob as luzes de uma sala cirúrgica.

As fotos registradas por Lucy, da empresa Senhoritas Fotografia, mostram todo o pré-natal, as contrações e a preparação para a tão esperada chegada do menino que nasceu no dia 17 de maio em Alagoinhas, na Bahia, com pouco mais de 3 kg e 50 cm. As imagens são bem impactantes e passam as emoções mais intensas deste momento mágico, desde as dores até o alívio de estar com o filho em mãos.

Olha só:

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Todas as fotos © Ludy Siqueira

Por que mais de 3 mil pessoas fizeram questão de ir ao funeral desta gata

Tama era uma gata tão querida que mais de três mil pessoas compareceram ao seu funeral. A felina, que partiu recentemente aos 16 anos trabalhava como “chefe” na Estação Ferroviária Kishidesde 2007, onde dava boas vindas aos passageiros na bilheteria vestida num traje feito sob medida.

A gata de chita mundialmente conhecida atraía turistas, ajudando a cidade japonesa de Kinokawa a restabelecer sua economia. Antes da chegada de Tama, a linha ferroviária local encontrava-se à beira da falência, quase sem funcionários; já a gatinha viva nas ruas. O presidente da companhia Mitsunobu Kojima reconheceu que as coisas começaram a melhorar com seu aparecimento e a nomeou como “chefe” do local.

Falecida no dia 22 de junho, Tama recebeu um funeral glorioso no dia 28. Kojima declarou que “foi uma honra trabalhar com ela”, que terá seu próprio túmulo no mês que vem.

Estima-se que Tama ajudou a companhia a gerar 1,1 bilhão de ienes (cerca de R$ 27 milhões) para a economia local. Ainda há um café com loja de conveniência em seu nome, onde é possível comprar souvenirs da gata. A heroína já tem um sucessor, o aprendiz Nitama, que terá que se esforçar muito para honrar o nome de Tama.

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Imagens via Super Station Master Tama

Mulher mais velha do mundo revela seus segredos de longevidade: amor, longas horas de sono e bacon

Para viver bastante, basta comer muitas frutas, verduras, usar os grãos certos, exercitar-se e sorrir. Pelo menos, na teoria. A norte-americana Susannah Mushatt Jones, nascida em 6 de julho de 1899, ganhou o título de a mulher mais velha do mundo. Aos 116 anos, ela viveu alguns dos eventos mais importantes da história do mundo e fez a sua parte por um futuro melhor. Mas qual é o segredo para viver tanto?

Para Susannah, que por 40 anos trabalhou como cuidadora de crianças, a longevidade exige muito amor, longas horas de sono e bacon! “Eu nunca bebo ou fumo. Eu me cerco de amor e energias positivas. Essa é a chave para uma vida longa e feliz“, afirma. Mas a idade, segundo ela, também é fruto de pelo menos 10 horas de sono por dia, um encorpado café da manhã com direito a ovos e bacon e nunca ter levado um casamento por muito tempo.

Susannah nasceu no Alabama, mas se mudou para Nova York em 1923, onde trabalhou e criou sua família. Embora não tenha filhos, ela é uma ótima tia para mais de 100 sobrinhos e sobrinhas. Embora seja cega e praticamente surda, Susannah ainda consegue andar sozinha e se orgulha de só precisar tomar dois remédios por dia. Aos 116? Nada mau!

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Fotos © Guiness World Records

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Foto © The New York Times

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Foto © New York Daily News

[via Guiness World Records]

A história da brasileira semi-analfabeta e autodidata que virou fotógrafa para se livrar da depressão

Foi ao perceber sua sombra em uma parede que a vontade de registrar imagens surgiu. Aos poucos, Tina Gomes, moradora do bairro da Zona Leste de São Paulo Cidade Tiradentes, começou a se aventurar na fotografia. As sombras se transformaram em monstros e a objetiva da câmera foi sua única forma de pedir socorro. Semi-analfabeta, autodidata, mãe de cinco filhos, esquizofrênica e em um quadro de depressão, a ex-cobradora de ônibus revela em imagens o mundo que transborda em sua mente.

Seu primeiro contato com a fotografia profissional foi uma palestra a que assistiu no Fotoclube Luminous, a convite da fotógrafa Rita Barreto. Nesse período, ganhou sua primeira câmera e deu início à produção criativa, cujos protagonistas eram seus filhos. Ao começar também a usar computadores e redes sociais, confiou em tutoriais para aprender técnicas e um pouco de teoria.

Ao ganhar uma bolsa na escola Riguardare, Tina Gomes tentou o ensino formal da fotografia. Contudo, foi nesse período que as sombras mudaram. Grávida de nove meses, descobriu que seu bebê sofria de anencefalia e acabou o perdendo durante o parto. Tomada pela depressão, ela se fechou em seu próprio mundo, que se deixa mostrar através das inquietas e emocionantes imagens que você vê logo abaixo.

Sem teoria mas com um turbilhão de sentimentos e criatividade, Tina Gomes avisa que não gosta de fotometria ou flash, prefere a luz da janela. Com figurinos emprestados e usando principalmente a filha Sophia, de 12 anos, como modelo, captura fragmentos de universo à parte. E deixa claro: “Não faço fotos para os outros se sentirem felizes, muito menos para agradar a alguém, muito pelo contrário, faço estas imagens para me libertar de cada dor, cada sofrimento, cada noite de fome… Me liberto a cada dia e a cada retrato.

Com informações de Coninck Junior

Impossível ver essas imagens sem que o coração se aperte um pouquinho. Permita-se mergulhar e sentir:

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Todas as fotos © Tina Gomes