8 Incríveis animais biônicos

Os avanços da tecnologia ajudam seres humanos e animais a terem vidas melhores com a criação de membros biônicos e várias inovações para ajudar aqueles que necessitam de uma mãozinha da ciência, ou um bico, ou até mesmo um rabo! Conheça as incríveis histórias de oito animais biônicos:

8. A elefanta trípede

animais biônicos

Motola é uma elefanta de 48 anos que perdeu uma de suas pernas há 10 anos, quando pisou em uma mina terrestre na fronteira da Tailândia com Mianmar. Depois de três anos utilizando um aparelho para fortalecer sua musculatura, ela recebeu uma prótese em agosto.

 
7. A cauda biônica

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Fuji tem 28 anos e vive em um aquário no Japão, e ganhou uma prótese de borracha depois de perder quase 75% da nadadeira depois de uma amputação feita devido a uma doença. Engenheiros da empresa de pneus Bridgestone criaram especialmente para Fuji a nova nadadeira biônica, que permite a ela um nado e pulos completamente normais.

6. Perna canina

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Há oito anos, um produtor de próteses humanas se sensibilizou com a história de Maulee, que perdeu uma pata em um acidente com uma colheitadora de trigo. Daniel Holzer produziu a prótese da cadela com base em próteses usadas para atletas, com muito sucesso. Depois de um tempo, a prótese original teve que ser trocada, pois era usada como brinquedo pelos outros cachorros.

5. A águia biônica

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Três anos depois de ser resgatada com uma bala no bico, a águia de sete anos chamada Beauty recebeu um presente que tornou a sua vida muito mais fácil: o engenheiro Nate Calvin criou para ela um bico substituto, que a ajuda a comer e beber com mais facilidade.

4. Maiô de pinguim

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Conheça Pierre: esse pinguim de 26 anos perdeu todas as suas penas e passava por maus bocados enquanto seus 19 companheiros de tanque brincavam na água. Depois que o biólogo do aquário onde Pierre vive percebeu que o pinguim passava frio e era rejeitado pelos outros animais, Pierre ganhou uma roupa de velcro, coberta por penas. Depois de usar a roupa com sucesso e sem ser rejeitado pelos outros, as penas de Pierre voltaram a crescer normalmente.

3. Nadando em círculos

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Allison, uma tartaruga marinha de cinco anos, sofreu um ataque de um tubarão que a deixou apenas com uma nadadeira, fazendo com que ela nadasse em círculos. Agora ela recebeu uma roupa de neoprene com nadadeiras, que permite que ela nade em qualquer direção e leve uma vida normal.

2. A tartaruga de patas biônicas

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Lucky foi atacada por um guaxinim e perdeu as duas patas da frente. Sua dona, Sally Pyne, não queria fazer a eutanásia de seu animal de estimação, e conseguiu que o veterinário Robert Jereb criasse uma solução engenhosa para o problema da tartaruga. Lucky recebeu um implante que se assemelha a rodinhas de móveis, que permitem que ele se mova com o impulso das patas traseiras.

1. Próteses para cabras

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Boonie, uma cabra de quatro anos, perdeu uma das patas após enrolar-se em uma corda, que cortou a circulação da perna. Sua dona, Mara Peterson, não economizou esforços para deixar Boonie saudável novamente, e conseguiu que uma empresa de produtos ortopédicos para animais ajudasse a cabra com uma perna biônica. De acordo com a veterinária de Boonie, ela é a terceira cabra a receber uma prótese do tipo.

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Descoberta aranha gigante que faz a maior teia do mundo

Nephila komaci
Nephila komaci: Aracnofobia, alguém?

Cientistas descobriram uma nova espécie de aranha: a Nephila komaci. Ela pode construir teias frequentemente com mais de 1 metro de diâmetro, além de comer insetos, podem devorar passarinhos, morcegos e até lagartos pequenos.O aracnídeo gigante, que foi encontrado em Madagascar, África, mesmo que não seja venenoso para os seres humanos, pode dar uma desagradável mordida.

 

Como muitas aranhas, só as fêmeas são gigantes. Seus corpos têm 3,8 centímetros e diâmetro entre as penas de até 12 centímetros. Já os machos são até cinco vezes menores que suas companheiras.O novo gênero foi encontrado pelo biólogo esloveno Matjaz Kuntner, da Academia Eslovena de Ciências e Artes, e por Jonathan Coddington, do museu de História Natural do Smithsonian Institution, em Washington.

A equipe já lançou diversas expedições à África do Sul para encontrar especificamente esta espécie, mas todas tinham sido mal sucedidas, sugerindo que a espécie Nephila, coletada primeiramente em 1978, era híbrida ou uma espécie extinta. Entretanto, em 2003, uma segunda amostra vinda de Madagascar foi encontrada no Museu de História Natural, em Viena, Áustria, o que sugeriu que a espécie não fosse híbrida. Finalmente, há alguns anos, um colega sul africano encontrou um macho e duas fêmeas no Tembe Elephant Park, o que validou a existência da espécie.

“Nós tememos que a espécie possa ser colocada em perigo, porque seu habitat definitivo é uma floresta de areia no Tembe Elephant Park”, diz Coddington.

5 Incríveis fotos de animais engolindo outros animais

“Mastigue a sua comida!” – provavelmente sua mãe deu um conselho similar a você algumas vezes durante sua infância. Mas os bichinhos das fotos a seguir, com certeza, não tiveram uma mamãe tão atenciosa.

É que, na natureza, eles precisam se alimentar da forma mais rápida possível, ou então não conseguem comida. Confira essa lista de animais que não tem boas maneiras à mesa:

1. Tubarão

tubarao

 

Eles não ligam se suas comidas ainda estão vivas ou se mexendo. O tubarão conta com a ajuda da pressão da água para empurrar o peixe goela abaixo de forma mais rápida. Anti-ácido é totalmente dispensável aqui.

2. Crocodilo

crocodilo

Este não é um crocodilo-alien. Aqui você vê um enorme crocodilo engolindo um pelicano. Para capturar pássaros, eles precisam ser rápidos e não dá tempo de tentar dar umas mordidinhas antes. Como tem gastrólitos no seu sistema digestivo (pequenas pedras que ajudam na digestão) eles conseguem engolir tudo de uma vez. Mas este bico tem que sair de uma maneira ou de outra… Nem quero pensar!

3. Pelicano

pelicano

Agora é a vez do pelicano. Ele está engolindo um bagre enorme. Eles capturam o peixe, jogam a comida para cima para “ajeitá-la” em um ângulo determinado e engolem tudo de uma vez só. Normalmente os pelicanos comem peixe, mas também são conhecidos por capturar pássaros menores, inclusive pombas. Eles caçam em bando, perseguindo cardumes e dando a eles pouca chance de escapar.

4. Cobras

cobra
“Esse é o último sapo que engulo na minha vida”

Quem já não ouviu a história da jibóia que engoliu um boi inteiro? A verdade é que em termos de engolir, as cobras são as campeãs. Elas conseguem deslocar a mandíbula para agarrar sua presa e a força de sua mordida é tão grande que elas vão quebrando os ossos da refeição “pelo caminho”. Como seus dentes não são feitos para mastigação, elas engolem sua presa inteira e ficam dias sem se mexer até que a digestão esteja completa, dependendo do tamanho da refeição.

5. Leão marinho

leao marinho

Mamíferos não tem as mandíbulas de uma cobra, nem o bico adaptado dos pelicanos, então é mais complicado engolir o alimento de uma vez só. Eles precisam dar um jeito de mastigar a comida – mas parece que não é o caso desse leão marinho tentando engolir um cação inteiro. Como diz o ditado, algumas coisas na vida são difíceis de engolir.

Quão mortífera é a vespa do mar?

Uma garotinha australiana de 10 anos, chamada Rachel Shardlow, foi “abraçada” por uma água-viva da espécie vespa do mar. A cubomedusa australiana é tão perigosa que é incrível que Rachel tenha sobrevivido ao ataque e médicos e biólogos estão estudando seu caso.

Não há nenhum número oficial, mas estima-se que mais de cem pessoas morram todos os anos devido a esse animal. Apenas nas Filipinas é normal que 20 a 40 pessoas sejam mortas pela vespa do mar. Mas, como certidões de óbito com a causa da morte não são necessárias em alguns países, os números podem ser bem maiores.

 

A vespa do mar, que figura em posição ‘privilegiada’ em nossa lista com os 10 animais mais mortíferos do mundo, possui tentáculos cobertos por cnidocistos – orifícios que contém uma carga de veneno e um pequeno ferrão para injetar a substância. Assim que o ferrão fura a pele o cnidocisto libera o veneno que, por sua vez, causa variação na pressão sanguínea e, eventualmente, parada cardíaca.

Ao contrário de outros tipos de água viva, a vespa do mar é uma nadadora ágil, já que possui 24 olhos que detectam qualquer obstáculo em seu caminho.

Normalmente, águas vivas maiores são mais perigosas, já que seus tentáculos possuem mais cnidocistos, mas garanto que você não ia querer encarar um abraço da vespa do mar.

As 10 aranhas mais bizarras

Se você tiver fobia de aranhas não leia esse artigo – ou não vai conseguir dormir à noite, esperando que criaturas bizarras como essas apareçam em seu quarto. A seguir uma lista com as 10 mais bizarras e fascinantes aranhas do mundo:

Aranha caranguejo:

Essa aranha tem a camuflagem mais eficiente de sua espécie. Você precisa olhar bem de perto para ver que esse pedregulho (ou esse caranguejo feioso) é, na verdade, uma aranha. Alguns chegam a confundi-la com fezes de pássaro já que, quando ela senta no meio de sua teia branca, normalmente em folhas, ela parece com a tradicional mancha branca com um pontinho preto no meio. A camuflagem serve dois propósitos: primeiro, ela protege a aranha dos seus predadores, que pensam que ela é uma caca de passarinho. Segundo, ela atrai o alimento da aranha, que são pequenos insetos que adoram ficar circulando a caca de passarinho.

 

Argyrodes columbrinus:

Também conhecida como aranha chicote. É encontrada, normalmente, na Austrália e seu corpo longo e fino foi a razão pela qual ela foi chamada de columbrinus (em latim, essa palavra significa “parecido com uma cobra”). A aranha chicote é da mesma família da temida viúva negra, mas não se sabe, exatamente, o quão potente seu veneno pode ser. Como suas presas são desprezíveis e como a aranha tem uma natureza dócil ela é considerada inofensiva para nós.

Aranha-escorpião:

Talvez ela pudesse ser batizada, também, de aranha-camarão. No entanto, ela não recebeu o nome do “parente” por nada. Quando ameaçada ela ergue sua cauda da mesma forma que um escorpião faria, esperando que seu predador a confunda com um primo seu. Elas também são encontradas na Austrália e parecem ser inofensivas aos humanos.

Bagheera kiplingi:

Qualquer semelhança com o Darth Vader é mera coincidência. O nome “Bagheera” desse bichinho vem da pantera da história de Mogli, o Menino Lobo – afinal a aranha acaba se movendo como uma pantera, saltando de um lado para outro. No entanto, enquanto a maior parte das aranhas “saltadeiras” é predadora a Bagheera é quase completamente vegetariana, se alimentando de néctar. Ocasionalmente, quando não têm outra opção, elas comem larvas.

Aranha assassina:

Encontradas em Madagascar esses monstrinhos têm enormes mandíbulas e se alimentam exclusivamente de outras aranhas (daí o seu nome). Elas são tão macabras que pesquisadores afirmam que essas aranhas são sobreviventes da era dos dinossauros. Apesar da sua aparência e do seu nome, são completamente inofensivas para os humanos.

Argyroneta aquática:

Conhecidas, também, como aranhas mergulhadoras, elas são as únicas aranhas completamente aquáticas do mundo. São encontradas na Europa e na Ásia e vive em pequenos lagos ou riachos menos agitados. Como ela não pode respirar debaixo da água, ela faz uma teia e a enche de oxigênio que traz da superfície. Ela passa a maior parte do tempo em sua casinha e demora um bom tempo até ela precisar abastecê-la novamente.

Aranha espinhosa:

As aranhas espinhosas não constituem apenas uma espécie, mas um gênero que possui mais de 70 espécies desse tipo de animal. São encontradas no mundo todo e, apesar de sua aparência macabra, são completamente inofensivas. Seus espinhos apenas servem para manter os pássaros longe. Elas também têm um hábito curioso – elas colocam “bandeiras” ao redor de suas teias para evitar que pequenos pássaros fiquem enroscados nelas e prejudiquem sua cria.

Maratus volans:

Não, não é photoshop e nem sacanearam a aranha pichando seu abdômen. Essa é a conhecida aranha-pavão, que vive na Austrália. Assim como o pavão, o macho usa suas cores incríveis para chamar a atenção da fêmea (que é sem-gracinha e não tem nem metade das cores). Ele também vibra suas presas e suas pernas para ter um efeito dramático.

Myrmarachne plataeloids:

Antes que você reclame dizendo que há uma formiga na lista, conte as patas do bichinho acima. Oito, certo? Formigas têm apenas seis. Mas, nesse caso, a formiga seria mais perigosa do que a aranha. Ela imita quase perfeitamente a formiga tecelã, que possui uma mordida dolorida. A aranha, ao contrário, é inofensiva. Ela pode ser encontrada se camuflando na China e no sudeste da Ásia.

Aranha feliz:

De novo, não é photoshop e ninguém sacaneou essa aranha. Como você pode imaginar, ela também é parente da viúva negra. Pode ser encontrada nas florestas tropicais havaianas (onde é conhecida por nananana makaki’i). Ela não é perigosa para humanos e as formas vermelhas em seu abdômen normalmente têm a forma de um rosto sorrindo, causada pela pareidolia. Mesmo não sendo a única aranha com um rosto desenhado, é a mais engraçada.

Conheça o sapo de nariz inflável e novas espécies exóticas

Em 2008, uma equipe de pesquisadores britânicos estava acampada nas montanhas Foja, na Indonésia. Um belo dia, durante um almoço, um dos cientistas viu um sapo esquisito, com um longo nariz, sentado em cima de um saco de arroz. Quando ele se aproximou para ver melhor, o nariz teve uma espécie de “ereção”, ele inflou. O cientista experimentou se afastar do bicho, e o nariz desinchou, voltando à forma original.

E esse sapo exótico foi apenas uma das espécies animais descobertas nas montanhas Foja. Elas se localizam na ilha de Nova Guiné (que, geograficamente, a Indonésia divide com outro país, Papua Nova Guiné), e tem sido pouco exploradas por cientistas nas últimas décadas.

 

Pois parece que a ilha guarda uma grande fauna ainda desconhecida: lá também foram encontrados uma nova espécie de rato gigante, uma nova lagartixa de dedos curvos e olhos amarelos, e o mais inusitado: um mini canguru, que vive em árvores. Diferente dos cangurus dos desertos da Austrália, essa espécie se adaptou perfeitamente à vida na floresta. Ele pode saltar de uma árvore a outra, como um macaco. Mas quando está no chão, anda pulando da mesma forma que seus parentes australianos. Essas espécies intrigaram os cientistas e foram divulgados pela National Geographic na última segunda-feira. Nada mal para uma única expedição, não é?

A beleza psicodélica de plantas comuns

Se você acha que “alho” e “beleza” nunca estariam na mesma frase, pense duas vezes e dê uma olhada em uma visão ampliada de uma pequena fatia do caule da planta, capturada por Rob Kesseler, da Universidade de Artes de Londres (abaixo). A imagem é parte de uma série feita com plantas que revela padrões celulares, utilizando uma variedade de técnicas de microfotografia, às vezes unindo mais de 500 disparos para criar uma única imagem.

Em uma exposição na Galeria Lethaby da Central Saint Martins, em Londres, cada imagem é ampliada para abranger uma parede inteira. Os visitantes são convidados a trazer suas próprias amostras pequenas, que serão fotografadas e exibidas em um livro mostrando padrões do micromundo.

6. Alho de Nápoles

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A estrutura de alho poderia ser confundida com algum mosaico de vidro colorido. Quando uma seção minúscula do tronco é manchado com azul de toluidina, um corante que se acumula nas partes ácidas de tecido, os ácidos nucleicos assumem esta cor. A mancha escura é um feixe de tecido vascular que transporta nutrientes e líquidos até o tronco. A imagem completa é um composto de 55 tiros.

 

5. Orquídea de folhas estreitas

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Encontrada em diversos locais espalhados por todo o Reino Unido, as populações desta orquídea da floresta ameaçada declinaram substancialmente ao longo dos últimos 30 anos. O caule é salpicado com manchas pretas – como na imagem de alho, elas se aglomeram ao redor do tecido vascular.

4. Prímulas

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O caule desta planta florífera esconde uma forma semelhante a uma estrela em seu centro, sendo que o seu contorno é formado por um anel preto de sete células vasculares muito próximas umas às outras. Esta prímula comum distingue-se das outras espécies por suas flores amarelas pálidas que crescem em hastes longas e peludas.

3. Amor-de-hortelão (grama)

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Esta seção transversal colorida de uma haste de amor-de-hortelão se parece com um complexo objeto de decoração. Os minúsculos pelos visíveis nas pontas fazem com que a planta seja pegajosa ao toque, o que lhe gerou o apelido de “agarra saias”.

2. Musgo

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Um super close-up desta folha de musgo mostra o que parece ser um bando de vermes aglutinados. As “peças” no padrão são células hialinas: células mortas capazes de armazenar grandes quantidades de água. Estas plantas são importantes na manutenção da turfeira.

1. Papoula

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Observar uma fatia de tronco de uma papoula comum sob a luz polarizada produz um efeito psicodélico. A mancha revela células vasculares que parecem ofuscadas por bolhas dispostas perto das paredes tronco. O padrão preto-e-branco no centro é a medula, que absorveu menos do corante.