15 fotos antes & depois que mostram como a arte urbana pode transformar cidades

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Para os artistas de rua, o mundo é como uma tela em branco.Paredes chatas ou espaços negligenciados podem ser transformados em uma galeria de arte pública vibrante, dando uma nova vida às cidades.Confira alguns murais que imprimiram mais cor e alegria por todo o mundo:

 

1. “Conhecimento Fala – Sabedoria Escuta”, Atenas, Grécia

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2. “Juliette et les Esprits”, Montpellier, França

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3. Mural 3D em Poznan, Polônia

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4. “Renaissance”, Le Puy en Velay, França

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5. Mural de estorninho em Berlim, Alemanha

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6. “Au Fil De Loire”, Brives Charensac, França

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7. Mural fotorrealístico em Glasgow, Escócia

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8. Cidade inteira é pintada com grafite, Palmitas, México

9. Topart, Budapeste, Hungria

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10. Full Moon Hostel, Bristol, Reino Unido

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11. “Etnias”, maior mural de rua do mundo feito para os Jogos Olímpicos, Rio de Janeiro, Brasil

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12. Mural de cachorro em Mechelen, Bélgica

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13. Degraus coloridos em San Francisco, Califórnia, EUA

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14. Mural de guaxinim em Lisboa, Portugal

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15. “Brick Kidz”, Montreal, Canadá

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 Todas as imagens Boredpanda.com
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Evento para promover inclusão na moda cria desfile com modelos anãs

 

Modelos não precisam ser altas, magras e todas iguais. Prova disso é a jovem com Síndrome de Down que venceu barreiras e hoje já é sucesso no mundo da moda. Mas as passarelas também estão se abrindo a pessoas com outros tipos de dificuldades, como mulheres com menos de 1,30 metro de altura, que acabam de ganhar um desfile só para elas: o Dwarf Fashion Show.

A iniciativa teve sua terceira edição em Paris, onde os desfiles ocorreram no Ministério de Cultura da França, com o objetivo de combater a ditadura discriminatória da beleza, ao mesmo tempo em que apresenta uma perspectiva de moda mais inclusiva. A Dwarf Fashion Show já passou também pelas passarelas de Nova Iorque e o desfile viajará a Dubai e Tóquio nos próximos meses.

Durante o evento, 10 modelos anãs não profissionais de diferentes nacionalidades vestiram roupas criadas especialmente para seus tipos de corpo pela agência nova-iorquina Creative Business House, empresa de referência para estilistas e desenhistas que buscam assessoria nos negócios. “Mais do que um evento, se trata de uma organização que pretende ajudar as pessoas de tamanho pequeno e encontrar um lugar no mundo da moda“, conta Doniya, co-organizadora do desfile.

Vale a pena prestigiar essa iniciativa:

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Todas as fotos: Divulgação

Exposição reune o corajoso e impactante trabalho de mulheres como fotojornalistas de guerra

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Ser mulher é quase que por definição ser corajosa. Não por acaso, em um campo profissional que exige coragem como premissa, as mulheres tem se destacado cada vez mais: o fotojornalismo de guerra. Por isso, uma exposição em Turim, na Itália, contempla justamente imagens registradas por mulheres em campos de batalha ou em países atravessando as mazelas de conflitos e guerras civis sem fim.
São fotografas do mundo todo, que passaram por ameaças, tiros, bombas, fugas, roubos, acusações de espionagem, assédio sexual, ameaças de sequestro e lutas reais pela própria vida para registrarem e mostrarem para o mundo o horror das batalhas ainda hoje – e ainda com apuro estético, beleza nas imagens e o importante sentido de denúncia. Todas as fotos abaixo pertencem à exposição, e foram registradas pela força e a coragem femininas. A exposição é dedicada à memória de Camile Lepage, uma fotógrafa francesa morta durante um conflito na República Centro-Africana, em 2014.
A fotógrafa Andreja Restek, à esquerda, fugindo de tiros em Aleppo, na Síria 
A fotógrafa Andreja Restek, à esquerda, fugindo de tiros em Aleppo, na Síria
© 
© Diana Zeyneb Alhindawi
© Laurece Geai 
© Laurece Geai
© Andreja Restek 
 ©Andreja Restek
© Capucine Granier Deferre  
© Capucine Granier Deferre
© Virginie Nguyen Hoang 
© Virginie NguyenHoang
© Alison Baskerville 
© Alison Baskerville
© Andreja Restek  
© Andreja Restek
© Annabelle Van den Berghe 
© Annabelle Van den Berghe
© Camille Lepage 
© Camille Lepage
© Monique Jacques 
© Monique Jacques
© Shelly Kittleson 
© Shelly Kittleson
© Matilde Gattoni 
© Matilde Gattoni
© Maysun 
© Maysun
A própria Maysun, que não usa seu sobrenome profissionalmente, trabalhando em campo 
A própria Maysun, que não usa seu sobrenome profissionalmente, trabalhando em campo
© Alison Baskerville 
© Alison Baskerville
Andreja Restek trabalhando na Síria 
 Andreja Restek trabalhando na Síria
Camille Lepage morta em trabalho, a quem a exposição é dedicada 
 Camille Lepage, morta em campo, a quem a exposição é dedicada

Vlogger com condição rara quebra estereótipos de beleza com tutoriais de maquiagem na internet

A americana Marimar Quiroa nasceu com uma má-formação chamada de linfangioma. Por conta disso ela possui grandes cistos no rosto e pescoço que alteram sua aparência. No entanto, a rara condição da jovem de 21 anos residente da Califórnia não é maior do que ela. Tanto que ela se tornou conhecida e admirada justamente em uma atividade dominada por meninas perfeitas e padronizadas: Marimar cria vídeos-tutoriais de maquiagem e faz o maior sucesso.

Em sua infância Marimar se submeteu a várias cirurgias para diminuir o tamanho dos tumores que eram ainda maiores e por toda sua vida utiliza tubos no pescoço para se alimentar e respirar. Marimar também não consegue se comunicar utilizando comunicação verbal, mas utilizando a linguagem dos sinais ela publica vídeos em seu canal no Youtube (são 170 mil assinantes) e dá dicas de beleza habilidosas.

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Diante de tantos problemas que poderiam desmotivar qualquer pessoa, Marimar segue firme e forte.

Quando eu era pequena, eu falava comigo mesma em frente ao espelho. Eu falava a mim mesma que eu era bonita. Eu encorajava a mim mesma e listava coisas positivas sobre mim. Foi assim que adquiri confiança através dos anos. Foi assim que eu passei a me aceitar como sou“, contou em entrevista a Barcroft TV.

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As pessoas dizem que eu sou bonita e que amam a minha maquiagem. Mas já encontrei pessoas negativas, tanto no YouTube quanto no meu cotidiano. (…) Quando vejo que estão me encarando, digo para que parem ou apenas as ignoro. Mas se elas estão olhando para mim, eu as encaro de volta. E me recuso a virar até elas pararem de fazer isso“, relatou.

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Estudando pedagogia, Marimar pretende se formar para ajudar crianças com deficiência auditiva.

Veja alguns de seus vídeos:

Todas as imagens: Reprodução YouTube

Tocante animação brasileira expõe os danos que o ser humano causa aos animais selvagens

Uma incrível animação criada para o Wildlife Conservation Film Festival, festival que visa alertar o público em geral sobre a importância da conservação da biodiversidade, tem dado o que falar.

Batizada de Dream (Sonho), o filme foi produzido pelo estúdio brasileiro Zombie, com criação da DDB NY, e levou 5 meses para ficar pronto, além de envolver 40 profissionais em torno do projeto.

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Ao longo dos 3 minutos, animais selvagens cantam a música I Dreamed a Dream, do musical Os Miseráveis, enquanto assistem diversos seres humanos acabando com a vida selvagem, em alguns casos até mesmo indiretamente, quando degradam o meio ambiente que, consequentemente, destrói o habitat dos animais.

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Os artistas Natalie Bergman, Ryan Merchant, Keenan O’Meara e Tal Fisher Altman emprestam suas vozes aos animais, e a música emocionante cai como uma luva, parecendo ter sido escrita para a animação.

Confira:

Todas as imagens © Reprodução Youtube

Saiga (Saiga tatarica)

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Saiga (Saiga tatarica) é uma espécie de antílope em perigo crítico que originalmente habitava uma vasta área da zona de estepes da Eurásia, do sopé das montanhas dos Cárpatos, além de regiões do Cáucaso, da Dzungaria e da Mongólia. Eles também viveram na região da Beríngia, entre a Ásia e a América do Norte, durante o Pleistoceno.

Características

A característica que mais se faz notar na saiga é o seu nariz flexível parecido com o do elefante que serve para aquecer o ar no inverno e impedir a inalação de poeiras e areias. A saiga mede de 0,6 a 0,8 metros até ao ombro e pesa entre 36 e 63 kg. Vivem de 6 a 10 anos. Os machos são maiores do que as fêmeas e só eles apresentam chifres. Geralmente um macho possui um harém de 5 a 50 fêmeas.

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Durante o último período glacial, a presença da espécie saiga abrangia os territórios das Ilhas Britânicas, da Ásia Central, do Estreito de Bering, no Alasca, e de Yukon e dos Territórios do Noroeste, no Canadá. Na era clássica eles aparentemente eram considerados um animal característico da região da Cítia, a julgar pela descrição do historiador Estrabão de um animal chamado “Kolos” e que tinha o tamanho que variava “entre o de um veado e de um bode” e que ele acreditava que bebia pelo nariz. No início do século XVIII, o saiga ainda estava distribuído nas margens do Mar Negro, no sopé das montanhas dos Cárpatos, no extremo norte do Cáucaso, na Dzungaria e na Mongólia.

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Depois de um rápido declínio na década de 1920, em que eles foram quase completamente exterminados, os saigas conseguiram se recuperar. Em 1950, dois milhões deles ainda eram encontrados nas estepes da União Soviética. Sua população diminuiu drasticamente após o colapso da URSS devido à caça descontrolada e à procura de chifres para uso na medicina chinesa. Alguns grupos de conservação, como o World Wildlife Fund, chegaram inclusive a incentivar a caça desta espécie, visto que seu chifre era visto como uma alternativa para o do rinoceronte.

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Atualmente, a população do animal têm diminuído enormemente novamente – cerca de 95% em 15 anos – e o saiga é classificado como uma espécie em perigo crítico pela IUCN. Um número total estimado de 50 mil saigas sobrevivem hoje em Kalmykia, em três regiões do Cazaquistão e em duas áreas isoladas da Mongólia. Outra pequena população vive em uma região da Rússia e continua sob ameaça extrema.

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O chifre do antílope saiga é usado na medicina tradicional chinesa e pode valer cerca de 150 dólares. A demanda pelos chifres tem dizimado a população do animal na China, onde o antílope saiga é uma das espécies protegidas, sendo sua caça e contrabando ilegais.

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Sob os auspícios da Convenção sobre Espécies Migratórias de Animais Silvestres (CMS), também conhecida como a Convenção de Bona, o “Memorando de Entendimento (MoU) Referente à Conservação, Restauração e Uso Sustentável do Antílope Saiga” foi concluído e entrou em vigor 24 de setembro de 2006. O declínio do saiga é um dos mais rápidos colapsos populacionais de grandes mamíferos recentemente observado, sendo que o “Memorando de Entendimento” visa reduzir os níveis de exploração atuais e restaurar a população desses animais nômades que vivem nas estepes da Ásia Central.

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Em junho de 2014, funcionários de alfândega chineses que trabalhavam na fronteira com o Cazaquistão descobriram 66 caixas contendo 2 351 chifres de antílope saiga, carga estimada em 11 milhões de dólares. A esse preço, cada chifre custaria mais de 4 600 dólares.

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Pandemia de 2015

Em maio 2015 um grande número de saigas começaram a morrer de uma doença misteriosa suspeita de ser a pasteurelose. A mortalidade do rebanho é de 100% depois de infectado, sendo que estima-se que 40% da população total da espécie já esteja morta. Mais de 120 mil carcaças haviam sido encontradas no fim de maio, enquanto que a população total estimada era de apenas 250 mil indivíduos no mundo todo. Em novembro de 2015 estimava-se que mais de 70% dos indivíduos da espécie morreram e as causas não haviam sido descobertas.

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