Olhe o degrau: coletivo urbano revitaliza as escadarias abandonadas da cidade de São Paulo

 

As escadas, escadarias, escadões, têm sim, a sua função, pedestre! Lançada em parceria pelo site Cidadera e pela ONG Cidade Ativa, a plataforma colaborativa Olhe o Degrau mapeia escadas da cidade de São Paulo disponíveis para seus usuários.

Criada no final de 2013 com a finalidade de repensar a relação que o cidadão tem com a sua cidade, a iniciativa propõe ao indivíduo maior interação com o espaço urbano e com outras pessoas que o utilizam, através de dados informados pelos usuários, como que escadas estão disponíveis para uso, localização, descrição e fotos.

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Além de propor atalhos para os caminhos do dia a dia, os escadões podem ser cenário de encontros e intervenções artísticas, como aconteceu recentemente na escada da rua Alves Guimarães, em Pinheiros, durante uma oficina de graffiti que deu nova cara aos arredores.

Queremos aumentar o reconhecimento sobre estes espaços e permitir que pessoas percebam que as escadarias podem ser parte de suas rotinas diárias, sendo incorporadas como atalhos em rotas de pedestres. Além disso, entendendo como conectar escadas e a rede de calçadas existente, podemos aumentar o uso do transporte ativo e reduzir o uso de automóveis particulares na cidade, amenizando a crise de mobilidade que São Paulo enfrenta atualmente”, informa a página do serviço.

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Todas as imagens: Divulgação/Cidade Ativa e Aline Bronkhorst

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A virada de jogo do ‘cão mais solitário do mundo’ rumo a um final feliz

Freya, uma cachorrinha da raça Staffordshire Bull Terrier que sofre de epilepsia, foi resgatada das ruas da Grã-Bretanha e levada para um abrigo de animais, onde permaneceu por aproximadamente 6 anos a espera de uma família que quisesse adotá-la.
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Mas após ser rejeitada mais de 18 mil vezes e ficar conhecida como o cão mais solitário do mundo, sua história finalmente mudou. Quando Michael Bay, diretor de Armagedom e Pearl Harbor, leu sobre Freya num jornal local, não pensou duas vezes em criar um papel para ela no seu próximo filme, Transformers: O Último Cavalheiro.
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Agora, a cachorrinha passa seus dias sendo muito paparicada por toda a equipe, que inclui grandes atores como Anthony Hopkins e Mark Wahlberg. “Ela está demais, desempenhando um trabalho incrível de atuação!”, disse o orgulhoso diretor.
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E parece que a sorte de Freya realmente mudou, já que além de virar uma estrela de cinema, ela foi adotada em julho, e finalmente encontrou um lar para chamar de seu.
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Imagens © Divulgação

Artista usa folhas de jornal para criar as esculturas de animais mais impressionantes que você já viu

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A era digital mudou totalmente a comunicação, e evita uma dúvida comum de anos atrás: o que fazer com os jornais velhos que vão se acumulando em algum canto da casa? Mas, se para a maioria das pessoas os papéis se tornavam lixo, para a japonesa Chie Hitotsuyama eles são material artístico.

Ela aproveita jornais antigos, que perderam seu valor como mídia, para criar incríveis esculturas de animais, muitas delas em tamanho real. Ela escolhe as cores dos papéis, os corta, molha e molda da forma que mais se encaixe nos seus projetos.

O papel sempre foi algo muito próximo de Chie. A cidade onde ela nasceu, Fuji City, é conhecida por sua produção do material, e sua família era dona de uma fábrica. “Eu sempre fui cercada de uma quantidade enorme de papel desde que consigo me lembrar, e ele sempre foi uma espécie de brinquedo para mim”, conta em entrevista.

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Chie Hitotsuyama “Paper Trails” from Ayako Hoshino on Vimeo

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Todas as imagens © Chie Hitotsuyama

Você precisa conhecer as tatuagens imperfeitas – e incríveis – desta artista polonesa

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Tatuagem é uma forma de arte, e cada artista tem seu estilo preferido. Old school, geométrico, pontilhismo… Agora, parece que a polonesa Inez Janiak criou sua própria identidade na hora de criar os desenhos.

Apostando na tinta preta, suas tatuagens têm personalidade própria graças ao traço único com um estilo de desenho que parece ser rascunho, mas é a obra final muito bem feita. De flores a retratos, de animais a objetos, ela é capaz de deixar sua marca em cada tattoo.

Confira os desenhos de Inez e nos conte: você já viu um tatuador com trabalhos parecidos?

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Todas as fotos © Inez Janiak

Fotógrafa capta retratos poderosos das ‘crianças invisíveis’ que crescem como refugiadas

A fotógrafa libanesa Rania Matar trabalhava em um projeto envolvendo mães e filhas no ano de 2014 quando, ao visitar sua terra natal, percebeu um outro assunto, forte, contundente e então pouco explorado e que, apesar de estar debaixo de seu nariz, Matar ainda não havia reparado: as crianças sírias e palestinas vivendo como refugiadas no Líbano. O assunto cresceu de tal forma que rapidamente se transformou em um trabalho autônomo e central em sua carreira.

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A questão [dos refugiados] começou pelo Líbano, e era incrível ver essas crianças pelas ruas. O primeiro garoto que conversei se parecia com meu filho, e tinha a mesma idade, e isso me comoveu profundamente”, ela afirma.

O nome do projeto não poderia ser mais terrivelmente apropriado: Invisible Children, ou Crianças Invisíveis. A ideia é oferecer um rosto humano à crise, indo além do que diz a mídia, as estatísticas, a guerra e as ideias sobre terrorismo e invasão.

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Pelos últimos dois anos Rania continuo voltando ao Líbano para retomar ou conquistar essas relações. Através de uma aproximação franca e afetuosa, ela consegue criar uma conexão humana, através da qual a artista tenta registrar a personalidade das pessoas fotografadas.

No fim, são crianças que querem ser escutadas, que prestem atenção a elas. Estamos largando-as nas ruas ao invés de oferecermos educação, isso é que é terrível. Já é o segundo ano que essas crianças estão nas ruas, e não nas escolas”, afirma Rania.

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Part of the Invisible Children series

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Part of the Invisible Children series

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Todas as fotos © Rania Matar