O que Foz do Iguaçu tem para mostrar além das cataratas

Descoberta há 476 anos, em 31 de janeiro de 1541, as Cataratas do Iguaçu são o motivo maior para visitar Foz. Porém, a cidade soube capitalizar o grande número de turistas e oferecer um consistente leque de atrações, aumentando o número de dias de quem pretende explorar ao máximo da região.

Veja outras atrações de Foz do Iguaçu que vão além das Cataratas:

1. Itaipu Binacional

Usina de Itaipu iluminada, Foz do Iguaçu, Paraná

Itaipu pode ter perdido o título de maior usina hidrelétrica do mundo (ou de geração de energia) para as Três Gargantas, na China, mas tem muito a mostrar para quem a visita. O número de atrativos é tão grande quanto ao Parque Nacional do Iguaçu.

Na Visita Panorâmica, ônibus saem do Centro de Visitantes, param no Mirante Central para a observação do fervedouro, seguindo para o alto da barragem. Proibido para menores de 14 anos, o Circuito Especial tem paradas no interior da usina.

Nas noites de sexta e sábado, há um passeio para ver a iluminação da barragem no Mirante Central ao som de música clássica, passado também por baixo da comporta. Antes de chegar na portaria, o Ecomuseu retrata a história da usina – uma enorme maquete ajuda na explicação.

No Polo Astronômico, há sessões de planetário e observação do espaço a olho nu. Um pouco distante e com acesso externo, o Refúgio Biológico Bela Vista foi criado para receber os animais que foram retirados do Rio Paraná para a construção do Lago de Itaipu. Diariamente, em três horários, um catamarã percorre as águas do lago – a saída ao pôr do sol é a mais disputada.

2. Parque das Aves

No Parque das Aves, é possível conhecer os viveiros por dentro e ver de perto mais de 900 espécies de aves

Ao lado da portaria do Parque Nacional do Iguaçu, é um ótimo programa para fazer casado com as cataratas. Em uma hora percorre-se os vários viveiros com 143 espécies não só de aves, como também de répteis.

3. Foz do Iguaçu Park Show

O Vale dos Dinossauros apresenta 20 réplicas dos antigos habitantes de nosso planeta

Localizado na Rodovia das Cataratas, entre o Centro e o Parque Nacional, abriga, por hora, três atrações: o Museu de Cera Dreamland com personalidades como Ayrton Senna e Amy Winehouse em tamanho natural, o Maravilhas do Mundo, exibindo miniaturas de famosos monumentos, como o Taj Mahal, e o Vale dos Dinossauros, com réplicas cheias de sons e movimentos de 20 espécies.

4. Mesquita

Visita à Mesquita: momento religioso-cultural da viagem

A comunidade islâmica em Foz do Iguaçu marca presença com força. Aberta à visitação, para adentrar pela mesquita deve-se respeitar os preceitos da religião muçulmana: todos entram descalços e as mulheres cobrem o cabelo com véu (disponível no local). As visitas são guiadas

5. Templo Budista Chen Tien

Momentos de contemplação e silêncio no templo budista

Silêncio é um preceito básico para caminhar pelo belo jardim com 120 estátuas, a maior delas, um buda de 7 m e vista para a área central de Foz do Iguaçu e Ciudad del Este. Depois pode entrar no interior do templo. A falta de maiores explicações complica um pouco a visita

6. Show Latino-Americano e Iporã Lenda Show

Dentro da churrascaria, shows mostram as danças típicas e lendas das cataratas

As noites na Churrascaria Rafain, da Avenida das Cataratas, são bem animadas, apresentando dois shows com danças latinas, comprados separadamente. Às 20h45, com direito a jantar,o Show Latino-Americano, mostra músicas e danças típicas de oito países da região. Mais tarde, às 22h, o Iporã Lenda Show narra, em forma de dança, a história da origem das Cataratas do Iguaçu através de suas lendas.

7. Marco das Américas (Marco das Três Fronteiras)

Renovado, o Marco das Três Fronteiras tem um mirante novo e show de sons e luzes

Os tempos de abandono parecem ter chegado ao fim. Hoje administrado pela Cataratas S/A, o local, que literalmente fica na foz do Rio Iguaçu, com vista para Argentina e Paraguai, tornou-se um ótimo programa para o fim de tarde e início da noite. Entre seus atrativos estão um restaurante, um novo mirante e um espetáculo de som e luz em uma réplica de uma ruína jesuítica (a partir das 21h).

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Morreu o ‘anônimo’ que inventou a sonoridade das décadas de 1980 e 1990 com suas drum machines

Enquanto, no mundo da música, alguns tratados como revolucionários sem contribuições realmente maiores do que uns poucos hits radiofônicos, outros real e incontestavelmente transformaram o cenário musical para sempre, mesmo que muitos não saibam citar seu nome.

No final da semana passada, um desses revolucionários faleceu, aos 87 anos: Ikutaro Kakehashi, fundador da marca de eletrônicos Roland, e o inventor por trás dos primeiros sintetizadores, das máquinas de ritmo, do MIDI, das baterias eletrônicas, e mais. É fácil afirmar sem exageros que sem Ikutaro Kakehashi a música eletrônica, o hip hop e a dance music estariam engatinhando, ou simplesmente não existiriam como as conhecemos.

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Dentre as diversas drum machines e sintetizadores criados por Kakehashi – que cuidou da Roland por quatro décadas – um deles se destaca como a espinha dorsal da música das décadas de 1980 e 1990: o TR-808. Tratava-se de uma máquina de ritmos barata, realmente simples de se usar e, ao mesmo tempo, incrivelmente versátil. Para muitos, a TR-808 está para o hip hop e a dance music como a guitarra Fender está para o rock.

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A TR-808

A lista de artistas que utilizaram as tecnologias desenvolvidas por Kakehashi é grande demais para ser reproduzida aqui, mas vale mencionar que nomes como Marvin Gaye, Beastie Boys, Kanye West, Phil Collins, Kraftwerk, Kanye West, Daft Punk, Public Enemy, Depeche Mode, Whitney Houston e Afrika Bambaataa não teriam uma coleção tão grande de sucessos sem as invenções de Kakehashi para os eletrônicos na música – sem esquecer que Vogue, da Madonna, é totalmente criada a partir de uma TR-808.

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Basicamente, foram as mãos de Takahashi que democratizaram a sonoridade de uma época através de suas tecnologias acessíveis.

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Ikutaro Kakehashi criou a Roland em 1972, e lá ficou até 2013, quando fundou a ATV, outra corporação de eletrônicos. Ele também criou e ajudou a promover o padrão MIDI para gravar e compartilhar instrumentos e musicas digitalmente. Kakehashi faleceu aos 87 anos na cidade de Hamamatshu, no oeste do Japão sem qualquer estudo musical, mas como um dos maiores nomes da musica mundial.

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© fotos: divulgação

Após perder casa em terremoto, família muda de vida e passa a viver na estrada em um ônibus do anos 1980

São diversos os motivos pelos quais muitas pessoas atualmente tem abandonado os conformes da vida contemporânea e optado por transformarem ônibus em suas casas: o custo inferior, a possibilidade de se mudar facilmente de uma cidade para outra, além de diminuir radicalmente o impacto sobre o meio ambiente. Para o casal de neozelandeses Andrew e Amber, no entanto, o motivo para que deixassem a vida em seu apartamento e mudassem para um ônibus adaptado foi bem mais urgente e inevitável.

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Em fevereiro de 2011, um terremoto abalou a cidade de Christchurch, na Nova Zelândia – e Andrew e Amber estavam no 25º andar do prédio em que viviam. Tiveram de fugir para o prédio ao lado, depois de confirmarem que os abalos em seu edifício haviam condenado a construção. 185 pessoas morreram nesse terremoto, e o trauma sobre a nação – e, é claro, sobre o casal – foi intenso. Tiveram dois filhos e, diante das duas crianças, tiveram certeza de que não deveriam perder seu tempo com coisas desimportantes.

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“Nós então decidimos sair. Sair da vida prescrita, nós queremos ser livres. Livres para gastar todas as horas que nos restam juntos, assistindo nossos filhos crescerem, vivenciando experiências incríveis e vivendo de verdade”, eles disseram. Foi assim que adaptaram e passaram a viver em um ônibus Volvo 1987, que já havia sido meio de transporte escolar e um ônibus municipal.

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Alimentado por energia solar, carregando uma caixa d’água de 250 litros, reutilizando água da chuva, o ônibus é barato e pouco poluente. A família se mudou no início desse ano, e o plano é de viajar pela Nova Zelândia se dedicando a trabalhos que possam ser realizados à distância. “A beleza de reduzir seus gastos é que você pode reduzir também seus ganhos”, disse Andrew, apontando o quanto o dinheiro não traz felicidade – e nem está na lista das coisas que realmente importam.

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© fotos: reprodução

Os 50 melhores destinos de ecoturismo do Brasil

Parques e cachoeiras, dunas e lagoas, trekkings e futuações. Selecionamos os melhores lugares para se aventurar e curtir paisagens surreais. Prepare a sua mochila e pegue a estrada para curtir um país bonito por natureza!

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Em Bonito, ninguém põe o pé sem antes fazer reserva, pagar taxa de visita e contratar um guia. Mesmo com toda a estrutura disponível aos turistas, muitos atrativos parecem intocados. É o caso do Rio Sucuri, na foto.

Primeira chimpanzé libertada de zoológico por habeas corpus chega ao Brasil para viver em santuário

Há quase 20 anos, a chimpanzé Cecília nasceu em cativeiro e desde então foi mantida em uma jaula de cimento em um zoológico em Mendoza, na Argentina. Por toda sua vida, jamais colocou os pés em um pedaço de terra e, depois que seus pais e irmã morreram, passou a viver na mais completa solidão e ficou depressiva.

Foi a partir deste momento que ativistas argentinos começaram a lutar para retirá-la do local. Eles entraram com um pedido de habeas corpus e, depois de uma briga de mais de um ano, pela primeira vez no mundo, um animal ganhou o direito de sair de um zoológico por meio da justiça.

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O pedido foi feito pela ONG argentina AFADA (Associacion de Funcionarios y Abocados pelos Derechos de los Animales) à Justiça do país, com argumentos que a chimpanzé é um sujeito de direito e não um objeto, e que se encontrava em condições precárias no zoológico.

Nesta quarta-feira (5), ela chegou ao Santuário de Grandes Primatas de Sorocaba, afiliado ao Great Ape Projec (GAP), no interior de São Paulo. No local ela passará por um período de quarentena e depois será introduzida em um dos grupos de mais de 50 chimpanzés que ali vivem.

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O santuário de Sorocaba foi criado no ano 2000 por Pedro Ynterian e é o primeiro e o maior dos quatro santuários filiados ao Great Ape Projec (GAP) no Brasil. O GAP é uma iniciativa internacional que defende o direito de grandes primatas viverem em liberdade em seu habitat.

* Imagens: Reprodução

Artista imagina como seriam vilões da Disney na vida real

O artista finlandês Jirka Väätäinen provou que os vilões criados pela Disney seriam ainda mais assustadores na vida real, através de um projeto encomendado pela própria para celebrar o Halloween.

Jirka criou seis obras super realistas através de ilustrações e pinturas digitais e manipulação de fotos. O resultado postado no blog Oh My Disney e você pode checar abaixo:

Ursula, de A Pequena Sereia

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Malévola, de A Bela Adormecida

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Hades, de Hércules

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Rainha Má, de Branca de Neve

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Gaston, de A Bela e a Fera

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Capitão Gancho, de Peter Pan

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Se você gostou do trabalho de Jirka  conheça a série Real Life Disney, em que ele usa o mesmo processo para ilustrar diversos personagens da Disney, inclusive os bonzinhos.

Todas as imagens © Jirka Väätäinen