GoPro perdida no espaço é encontrada na Terra e revela imagens impressionantes

Usando um balão atmosférico, carregado com hélio, um grupo de cientistas da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, enviou uma GoPro ao espaço. O experimento, feito em junho de 2013, tinha como objetivo ver como é o mundo lá de cima durante o curto período em que o balão ficaria cheio. Mas um erro no mapa de localização fez com que a câmera fosse extraviada assim que voltou à Terra.

No entanto, tempos depois um mochileiro que passava pelo Grand Canyon encontrou a câmera e, percebendo do que se tratava, devolveu-a à universidade. As imagens foram recuperadas e são incríveis.

Assista ao vídeo:

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Todas as imagens © YouTube/Reprodução

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Nos anos 1960 e 1970, ela fotografou tudo aquilo que a sociedade considerava desagradável e anormal

A fronteira entre a repulsa e a atração muitas vezes é tênue e difícil de demarcar. No caso do trabalho da fotógrafa Diane Arbus, essa fronteira simplesmente não existe. Nos anos 1960 e 1970, Diane se especializou em virar sua câmera justamente na direção dos personagens dos quais todos desviavam o olhar – os “anormais”, os marginalizados, aqueles que a sociedade rejeitava.

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Travestis, artistas de circo, anões, gigantes, nudistas, pessoas cobertas de tatuagens, deformidades físicas, marginais e qualquer outro tipo de espírito fora do status quo sempre foram o grande foco de interesse de Diane. A aproximação se dava, no entanto, com respeito e até reconhecimento mútuo. Para fotografar os nudistas, por exemplo, Diane também tirou a roupa.

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Seu olhar buscava não o freak que todos viam, mas sim o ser humano igual a todos que havia ali – certa de que, seja de perto, seja de longe, ninguém é normal, seja você como for. “Eu realmente acredito que há certas coisas ninguém veria seu eu não as fotografasse”, ela dizia.

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Transgressora em seu olhar e nos tópicos que retratava, Diane suicidou-se aos 48 anos, em 1971, nos deixando hipnotizados pela estranha força, na justa fronteira entre a atração e a repulsa, que suas imagens provocam.

A própria Diane, em autorretrato 
 A própria Diane, em autorretrato

Diane Arbus, Man Being a Woman, 1960s
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© Fotos: Diane Arbus

Esta adorável caravana é perfeita para quem quer levar a vida na estrada

Se você alguma vez já desistiu de viajar para ficar no conforto de sua casa, é porque ainda não descobriu que é possível ter o melhor dos dois mundos em um só lugar. Para isso, basta conhecer uma das criações da empresa Tinycamper, que produz pequenas caravanas que são compactas e perfeitas para uma vida na estrada.

A companhia está localizada na Lituânia e produz o veículo em dois modelos: Mini e Tearcuby. Cada caravana  possui uma cama da casal e uma mesa que pode ser convertida em divã e elas comportam dois adultos ou até mesmo uma pequena família com todo o conforto e uma dose de estilo.

O modelo Tearcuby ainda vem equipado com um fogão de duas bocas, pia e um frigobar, tornando a experiência perfeita para quem quer viver na estrada. Outro benefício é que as caravanas são bem mais baratas do que uma casa convencional, mesmo que pequena: o modelo Mini sai por € 6.250 e o Tearcuby por € 7.150.

Dá uma olhada na fofura do veículo:

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Todas as fotos: Divulgação

Essas fotografias antigas do Cairo vão te fazer ficar louco de vontade de conhecer o Egito

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Tiradas entre 1900 e 1936 essas fotos revelam a vida no Cairo pouco antes da sua rápida expansão. Um dos lugares mais antigos da humanidade ganha forma natural pela paisagem e vida local. É um patrimônio histórico – e uma viagem maravilhosa!

A vida ali começou a mais de 2 mil anos com a ocupação romana e só ganhou o nome que sustenta até hoje há cerca de mil anos. Deixe essas imagens entrarem no seu imaginário para sentir o gostinho de como era a vida antes da entrada massiva do turismo em um dos berços do mundo.

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Fotos via Daily Mail

Neto de Miró faz doação de obras do pintor para ajudar refugiados

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Qualquer pessoa que tenha vivido na Europa durante os anos 1930 e 1940 – e especialmente os espanhóis, que ainda viveram uma sangrenta guerra civil no final da década de 1930 – conhece e se compadece com o drama dos refugiados e os esforços da Cruz Vermelha. O grande pintor espanhol Joan Miró não era diferente, especialmente após um dos médicos da organização ter salvado a perna de sua filha depois de um acidente de carro.

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Foi pensando nessa justa memória de seu avô, que ao longo da vida sempre ajudou os exilados, refugiados e menos favorecidos – ele próprio passou fome e viveu em exílio durante a Guerra Civil – que o neto de Miró, Joan Punyet Miró, decidiu doar 24 obras de seu avô para um leilão em favor da Cruz Vermelha e do auxílio aos atuais refugiados. “Considero-me o portador da chama no que toca aos seus desejos e tento fazer o que ele faria se ainda fosse vivo. Hoje estaria consciente de que o que está acontecendo na Síria poderia acontecer na Espanha”, afirmou Joan.

O pintor espanhol Joan Miró

O pintor espanhol Joan Miró

O leilão levantou em torno de 70 mil dólares que, segundo Rosa María Marco, vice-presidente da Cruz Vermelha, “destinam-se a projetos solidários da organização, como o acolhimento e a prestação de cuidados da população refugiada no Leste da Europa”.

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Se o valor e a qualidade das obras de um gênio como Miró aumentam e se destacam com o passar dos anos, infelizmente certos dramas do mundo parecem jamais capazes de serem superados, como é o caso dos refugiados. Que ao menos o espírito criativo e altruísta de Miró também se mantenha entre nós.

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© fotos: divulgação/ Joan Miró