O misterioso Lago Perdido que desaparece anualmente nos Estados Unidos

Um misterioso lago em Oregon, no Estados Unidos, tem chamado a atenção de pesquisadores, biólogos e cientistas ao longo dos anos. Chamado de “Lago Perdido”, o ponto que desperta a curiosidade fica dentro da Floresta Nacional Willamete, e simplesmente desaparece após ser sugado por um buraco no meio da água.

Ninguém sabe ao certo para onde vai toda a água do lago, que fica seco em meados do mês de maio, entre a primavera e o verão. Durante o inverno, ele enche novamente e os cientistas acreditam que este fenômeno se deve a zona vulcânica onde se encontra, acima de um extinto tubo de lava, formado após erupções próximas ao local. Assim, a água acaba infiltrando-se entre rochas vulcânicas, passando a ficar subterrânea.

Visto mais de 5 milhões de vezes, um vídeo no Youtube mostra a água se esvaindo rapidamente pelo buraco, como se fosse o ralo de uma pia. Mas, por enquanto, acreditam que não há preocupação pois o lago acaba se restabelecendo após um tempo.

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Foto © Justin Renshaw

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Foto © Stephanie Stott

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Foto © Ryan Brennecke

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Curitiba recebe um dos maiores eventos de gato do país

 
Estamos acostumados a ver exposições de cachorros por aí, onde seus donos levam os bichinhos que, algumas vezes, até competem entre si. Mas exposição de gatos, você já viu? É essa a ideia do Clube do Gato do Paraná, que realiza o evento em sua 18ª edição.

A exposição, que é uma dos maiores do país e acontece nos dias 28 e 29 de março em parceira com a PremieR Pet, trará mais de 80 gatos de 15 raças diferentes, muitas ainda pouco conhecidas aqui no Brasil. É o caso da raça Abissínio, uma das mais antigas do mundo – aquela que os gatinhos se assemelham ao gato sagrado do Antigo Egito -, da raça Sphynx, que é conhecida pela ausência de pelos, e da raça Exótico, que ficou famosa na pele do personagem Garfield, entre várias outras.

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Segundo Vera Gabardo, presidente do clube, o objetivo do evento, que acontece em Curitiba, é proporcionar a troca de conhecimento entre os criadores, além de dar a oportunidade para quem deseja ter um gatinho para chamar de seu de obter um pouco mais de informação sobre os felinos. “É uma excelente oportunidade para os visitantes conhecerem a variedade de raças e ter contato com criadores”, disse Vera.

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Na exposição, além de presenciar um concurso de gatos com direito a juízes internacionais, o visitante receberá orientações sobre a posse responsável e poderá tirar dúvidas com veterinários que estarão disponíveis no local.

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A entrada é um pacote de alimento seco para gatos, que será destinado a Beco da Esperança, uma ONG da cidade responsável por resgatar e abrigar vários gatinhos abandonados!

Imagens © Divulgação


Papel de fezes de elefante ajuda a combater o desmatamento e preservar a espécie

Escrever em um papel feito de fezes de elefante pode parecer estranho, mas é uma medida simples que pode ter um grande impacto no combate ao desmatamento. A iniciativa vem ganhando força no Quênia e traz benefícios para todos: humanos, elefantes e meio-ambiente.

O processo de fabricação deste tipo de papel é bastante simples. Basta lavar o esterco, ferver as fibras vegetais por quatro horas e depois basicamente seguir o mesmo processo que gera o papel convencional. Tudo isso sem derrubar uma árvore sequer. E matéria-prima não falta: cada elefante produz em média 50 quilos de fezes por dia.

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“O negócio é estável e tem um futuro promissor. É importante para que a caça e a exportação ilegal de madeira se reduzam até serem zeradas“, relatou John Matano à BBC. Ele é um dos produtores locais que puderam crescer graças à indústria lucrativa – sua empresa emprega 42 pessoas e lucra 23 mil dólares anuais. Estima-se que mais de 500 moradores da região de Mwaluganje já tenham saído da pobreza através do negócio, iniciado há pouco mais de uma década.

Até empresas maiores já entram aos poucos no mercado. É o caso da Transpaper Kenia, gigante do setor no país, que hoje já tem 20% do seu papel proveniente do esterco. Só em 2015 foram quase 3 mil toneladas produzidas sem o uso da madeira nesta fábrica.

“O papel feito a partir dos excrementos do elefante tem a mesma qualidade que o papel “normal”. E o preço também é praticamente o mesmo”, garante Jane Muihia, da Transpaper Kenia, tranquilizando os consumidores ainda ressabiados com o aspecto escatológico da coisa: “Ele não tem cheiro ruim, passa pelas mesmas etapas habituais de fabricação do papel”.

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Jane Muihia, da Transpaper Kenya, mostra o papel de esterco de elefante

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Elefantes do Quênia (Imagem © Getty Images)

Todas as imagens © BBC, exceto quando indicado.

[VÍDEO] O destino desse cãozinho atropelado vai recuperar sua fé na humanidade

A cena é das mais duras: um cãozinho à beira de um trilho de trem, bastante ferido, sem mal conseguir se mover ou mesmo chorar, como se prestes a morrer. Deepak é um cachorro de rua que havia sido atingido por um trem em Udaipur, na Índia – cidade sede do grupo Animal Aid, de salvação, proteção e cuidado aos animais. Nem mesmo os que resgataram Deepak acreditaram de imediato que ele pudesse sobreviver.

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Depois de uma cirurgia de 5 horas, e de ter uma pata completamente amputada e outras duas parcialmente, o cãozinho sobreviveu, e se mudou para o abrigo do Animal Aid na cidade. Depois de seis meses de recuperação intensa, Deepak voltou a ser um belo e alegre cachorro saudável.

O Animal Aid foi fundado por uma família de americanos que vivem na Índia há 15 anos. Mais de 50 mil animais já foram resgatados e salvos pelo grupo, que conta com uma equipe de 50 voluntários do mundo todo.

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Deepak hoje vive bem e feliz no abrigo, nadando e brincando, e aguardando por um padrinho para lhe ajudar. Você pode “patrocinar” a vida de Deepak pelo site do grupo – e fazer o cãozinho, e junto o mundo, sorrir ainda mais.

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© fotos: divulgação

Casal deixa seu cachorro escolher um gatinho no abrigo e eles viram melhores amigos

Ainda tem gente que acredita na lenda de que cães e gatos são inimigos… Não é o caso de Christina e seu companheiro, que, há cerca de um ano, observam de perto a relação entre a cadela Raven e o gato Woodhouse. O mais legal da amizade é que foi a própria Raven quem “escolheu” quem seria seu colega.

Christina diz que sempre quis ter um cão e um gato e que eles crescessem juntos. “Era como um objetivo de vida”, conta. Um mês depois de adotar a Husky Tamaskan ainda filhote, ela e o marido foram ao abrigo de animais de Lubbock, no Texas, EUA, para que a cadelinha conhecesse o amigo.

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Como a ideia era que os dois animais se dessem bem, faz sentido que a amizade começasse da forma menos forçada possível. Depois de apresentar quatro filhotes de gato para Raven, sem muito sucesso, eles encontraram Woodhouse. O entrosamento aconteceu de cara, e os dois começaram a passar o tempo todo juntos em casa.

Christina criou uma conta no Instagram para registrar a relação entre Raven e Woodhouse. Ela conta que eles já não passam mais tanto tempo “abraçados”, mas que continuam brincando juntos o tempo todo. Olha só que amizade bonita:

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Todas as fotos © Raven and Woodhouse

Este casal abdicou de gadgets e transportes para viver como na era Vitoriana

Talvez você já tenha conhecido alguém que pareça viver em outra era, mas geralmente o mais perto disso que podemos imaginar é aquele amigo analógico que não tem celular. Para Sarah e Gabriel Chrisman, de Seattle (Estados Unidos), viver em outra era é bem mais do que isso: há cinco anos, o casal decidiu viver na era Vitoriana – e a escolha está funcionando muito bem.

Tudo começou quando eles optaram por se vestir com roupas da era vitoriana, pela qual os dois era apaixonados. Não demorou muito para que eles se mudassem para uma casa construída em 1888. Pouco a pouco, todos os itens de suas vidas foram sendo substituídos por objetos da época.

O lar do casal é iluminado com lamparinas e eles não possuem lâmpadas modernas. Como refrigerador, utilizam cubos de gelo e a casa é aquecida com um aquecedor a gás do século 19, que funciona com querosene. Sarah, que é escritora, faz seu próprio pão e os dois se alimentam de um menu que se restringe às receitas vitorianas, permitindo uma imersão completa na cultura da época.

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Como entretenimento, a escritora lê as edições da Cosmopolitan datadas de 1890. O casal também adora pedalar em suas bicicletas de época. Mesmo assim, os dois veem a experiência como uma pesquisa acadêmica com imersão completa, que se tornou também um estilo de vida, permitindo que eles passem muito mais tempo juntos, sem a interrupção usual dos gadgets modernos.

A exceção parece ser a ajudinha da tecnologia para atualizar o blog mantido pelo casal: o The Victorian Life, onde eles contam mais sobre suas experiências.

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Porém, um dos dados mais curiosos, que eles contam em entrevista ao site Cultura Inquieta, é a principal dificuldade de manter este estilo de vida. Para o casal, não é a ausência de gadgets, objetos modernos ou o uso de outros antigos, mas sim o julgamento das outras pessoas.

Vivemos em um mundo que pode ser terrivelmente hostil com a diferença de qualquer tipo. A sociedade está cheia de pessoas que atacam os inconformistas“, dizem.

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FOTO DO DIA

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O valor das coisas não está no tempo que elas duram e sim na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis.